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Nace Sudán del Sur, un nuevo país africano de mayoría cristiana

 

Nace Sudán del Sur, un nuevo país africano de mayoría cristiana

Los cristianos suponen el 60% de la población de Sudán del Sur.

11 de julio de 2011, SUDÁN DEL SUR

  Sudán del Sur proclamó anteayer su independencia en una solemne y larga ceremonia a la que asistieron una treintena de jefes de Estado y responsables de organismos internacionales en la que no se evitaron referencias a las dificultades que tendrán que asumir sus autoridades para levantar desde la nada al nuevo país. Se trata de un nuevo estado en el que los cristianos son mayoría, con el 60% de la población.
“Hemos esperado 56 años y este es un sueño hecho realidad” aseguró el presidente del Sudán del Sur, Salva Kiir Mayardit, en el acto de proclamación celebrado en Yuba, la capital del nuevo país, en el que también juró su cargo al frente del Gobierno y la nueva Constitución que regirá a sus ciudadanos.
Mayardit tuvo un emocionado recuerdo para los 2,5 millones de muertos que han provocado las dos sangrientas guerras civiles que los sudaneses del sur han librado con sus vecinos del norte, algo que, según subrayó, “hemos perdonado, pero no olvidaremos.”
“Ahora tenemos en nuestras manos la responsabilidad de nuestro futuro”, agregó Mayardit desde el estrado en el que minutos antes, el presidente de Sudán del Norte, Omar Al Bashir, confirmaba que su país reconoce la secesión del sur y le brindaba su apoyo para entrar a formar parte de organismos internacionales como las Naciones Unidas.
Al igual que Mayardit, Bashir apostó por el diálogo entre ambas naciones para resolver las diferencias que aún persisten y que no han sido resueltas con el acuerdo de paz firmado en 2005 y que han permitido la independencia de los diez estados que desde hoy forman Sudán del Sur.
Precisamente el control, aun no definido, sobre el distrito fronterizo de Abhey y la vecina región de Kodofán del sur, donde se concentran los recursos petroleros de la zona, enfrentan aun a los dos Sudán y mantiene abierto el riesgo de una nueva guerra entre ambos.
“Es un gran día, ha habido mucha sangre en este país pero estamos en el sendero de la libertad” reconocía a EFE Tereza Athian una de las muchas asistentes que rompieron a llorar también cuando se escucharon las notas del nuevo himno del país.
“Tenemos que recordar a la gente que se ha ido, pero su sacrificio no ha sido en vano. Ahora, la esperanza de construir un nuevo futuro nos tiene que unir a todos”, dijo Naomi Addhien, otra de las asistentes.
El respaldo de la comunidad internacional a las secesión del sur sudanés se hizo evidente con la asistencia a los actos celebrados en Yuba de delegados de 70 países y casi una treintena de jefes de Estado, la mayoría de ellos de África..
La República de Sudán del Sur es el primer Estado surgido en el siglo XXI y será según las Naciones Unidas el número 55 de África, un continente que no había vivido un proceso similar desde la secesión de Eritrea de Etiopía en 1993,
Las esperanzas de desarrollo de los sudaneses del sur, dedicados ahora mayoritariamente a la agricultura están puestas en la explotación de sus recursos petrolíferos y de otros productos como el zinc, el acero, el cromo, la plata y el oro para lo que necesitan ayuda exterior.
El río Nilo que cruza el país, devastado por dos guerras civiles, es también un potencial fuerte de riqueza relacionada con los recursos hidroeléctricos y el turismo de aventura , el nuevo país cuenta con una extensión de parques naturales vírgenes y una gran variedad fauna que su gobierno compara con las que tienen Kenia o Tanzania.

Fuentes: Efe

© Protestante Digital 2011

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Autoridade do Vaticano diz que resolução gay na ONU ameaça a liberdade da Igreja Católica

 

Rebecca Millette

GENEBRA, Suíça, 8 de julho de 2011 (Notícias Pró-Família) — Uma nova resolução aprovada pela ONU no mês passado sobre “orientação sexual e identidade de gênero” está deixando o representante permanente do Vaticano no Conselho de Direitos Humanos da ONU preocupado com a liberdade da Igreja Católica.

“A resolução marca uma mudança. É vista como o começo de um movimento dentro da comunidade internacional e da ONU para introduzir direitos gays na agenda global de direitos humanos”, disse o arcebispo Silvano Tomasi, diretor da Missão Permanente da Santa Sé na ONU em Genebra, numa entrevista à Agência Católica de Notícias.

Além de condenar atos de violência contra homossexuais, a declaração também expressa uma “preocupação séria” com a “discriminação” com base na orientação sexual, uma declaração tão ampla que os críticos dizem que abre caminho para a marginalização daqueles que acreditam que os atos homossexuais são pecado.

“Penso que a violência contra as pessoas homossexuais não é aceitável e deveria ser rejeitada, ainda que isso não implique num apoio da conduta delas”, disse o delegado do Vaticano.

Mas ele aponta para a discrepância imensa entre as palavras de tais resoluções que condenam a violência e discriminação, e o sentido que algumas pessoas extraem delas, e o propósito para o qual usam.

“Os termos ‘orientação sexual e identidade de gênero’ não estão definidos no direito internacional”, disse ele. “Na medida em que não são condutas externas, mas sentimentos e pensamentos, eles não podem ser sujeitos a leis punitivas. [Contudo] Para algumas pessoas essas palavras são uma frase código para expressar tipos de conduta”.

O arcebispo Tomasi sustenta que o documento é parte de uma campanha conjunta para criar novas “normas internacionais”.

O arcebispo diz que teme que com o tempo o verdadeiro casamento “seja rebaixado socialmente com as eventuais leis que colocam o ‘casamento’ homossexual e o casamento entre um homem e uma mulher” no mesmo nível, e que os ativistas gays buscarão poderes legais para “impor nas escolas uma educação sexual que entre em conflito com os valores cristãos”.

A agenda gay é clara a nível internacional, disse ele. “Aliás, parece que termos tais como ‘gênero’ ou ‘orientação sexual’ são planejados para fugir da realidade e acomodar uma variedade de sentimentos e impulsos que então são transformados em direitos”.

Esses “direitos”, continuou o arcebispo, são preocupantes para a Igreja porque entram em conflito com os direitos da liberdade de religião e liberdade de educação das crianças.

“Há confusão na mente de algumas pessoas”, comentou ele, “ao combinarem um justo respeito e proteção para todas as pessoas, inclusive homossexuais — e apoio para o papel indispensável da família, os direitos dos pais de educar seus filhos e o apoio da família natural para o bem comum”.

No começo deste ano, Tomasi denunciou a difamação que sofrem aqueles que se opõem à conduta homossexual, frisando a diferença entre orientação sexual e conduta sexual. Em resposta à recente resolução da ONU ele reiterou comentários anteriores, declarando que “orientação” só pode se referir a “sentimentos e pensamentos, não conduta”.

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Veja também este artigo original em inglês:http://www.lifesitenews.com/news/vatican-official-un-gay-rights-resolution-threatens-churchs-freedom

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Médicos fazem primeiro transplante de pernas do mundo na Espanha

 

ReutersPor Jaime Ortiz | Reuters –

MADRI (Reuters) – Uma equipe médica espanhola concluiu na segunda-feira o primeiro transplante bilateral de pernas do mundo, informaram autoridades na cidade de Valência.

A operação, que começou na noite de domingo, é pioneira por sua complexidade e características próprias, e exigiu a coordenação da Organização Mundial de Transplantes, dos profissionais da Fundação Pedro Cavadas e do governo local.

O transplante foi feito pela equipe médica do Hospital La Fe de Valência e comandado pelo médico Pedro Cavadas, cirurgião valenciano famoso por ter feito o primeiro transplante de rosto do mundo em 2009 e o primeiro transplante bilateral de antebraços e mãos em 2006.

Especialistas consideram que é necessário esperar 48 horas para dar mais informações sobre a recente intervenção.

A identidade do paciente e do doador é mantida em sigilo, e o centro médico pediu prudência aos meios de comunicação, que no passado revelaram detalhes confidenciais de outras cirurgias complexas.

(Reportagem de Jaime Ortiz)