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Revogação da “PEC da Bengala” pode derrubar 4 ministros do STF

Deputada que propõe minuta quer Supremo mais “liberal e conservador”

Marco Aurélio Mello e Ricardo Lewandowisk. (Foto: José Cruz/Agência Brasil)

A deputada federal Bia Kicis (PSL-DF) elaborou uma minuta para revogar a chamada “PEC da bengala”. O objetivo é fazer com que ministros do Supremo Tribunal Federal se aposentem aos 70 anos, não mais aos 75 como é atualmente.

Caso seja aprovado, o projeto da deputada forçaria quatro ministros a se aposentarem: Rosa Weber, Ricardo Lewandowski, Marco Aurélio e Celso de Mello.

Para que isso aconteça, é necessário que a minuta tenha assinatura de pelo menos 171 deputados. “Precisamos de 171 assinaturas de apoio dos deputados. Participe pressionando seus parlamentares. Vamos mudar o STF”, pediu a deputada em suas redes sociais.

Com a aposentadoria compulsória desses quatro nomes, o presidente Jair Bolsonaro poderia indicar quatro substitutos, não apenas dois como está na regra.

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Pastores discutem validade do “altar” e do apelo para “aceitar Jesus”

“Não somos salvos porque levantamos a mão e caminhamos até o altar, somos salvos quando realmente cremos que Jesus é a nossa provisão”

Todd Wagner e Jonathan Leeman. (Foto: Reprodução / Youtube)

Pastores continuam debatendo sobre o fenômeno “altar santo”. Eles questionam se o altar é realmente bíblico ou não. Todd Wagner, pastor sênior da Watermark Community Church, em Dallas, no Texas (EUA), acredita que manter um “altar” na igreja embora não seja “antibíblico” também não encoraja a ideia de que ele seja obrigatório.

Para muitos teólogos, esse “ritual” de aceitar a Cristo diante do altar da igreja pode levar muitas pessoas a uma falsa conversão. “Aqueles que respondem espontaneamente, indo até a frente, em resposta à oração para receber Jesus Cristo como Salvador, podem fazer isso por emoção e não por convicção”, explica Todd.

“Eu não estou dizendo que é errado você receber a Cristo no altar”, continuou. O pastor reforça que, hoje em dia, muitos consideram que os novos convertidos são aqueles que levantam a mão e se manifestam publicamente.

Para Jonathan Leeman, que é diretor editorial do ministério 9Marks, chamar as pessoas até o altar não é errado, porém, ele acredita que “produz mais mal do que bem para as igrejas ocidentais”.

Sobre o apelo

“O apelo do altar depende dos poderes da emoção, da persuasão retórica e da pressão social para induzir as pessoas a tomar uma decisão precipitada e prematura. Isso não é o mesmo que fazer discípulos”, argumentou Leeman.

Todd e Leeman pensam da mesma forma, que “os apelos do altar se originaram do movimento de reavivamento, há pouco mais de um século”. Entre os evangelistas famosos que empregaram as chamadas ao altar estão Dwight Moody e Billy Graham.

Geralmente, eles convidam as pessoas a se apresentarem depois de um sermão para fazer uma confissão pública de fé. O pregador Charles Finney, que contribuiu para o Segundo Grande Despertar – movimento de revivificação religiosa dos EUA, ficou conhecido por “usar táticas manipuladoras a fim de forçar uma resposta por parte dos ouvintes”, apontou Todd.

Quando muitos se levantam é um sinal de que a pregação “foi um sucesso”. Mas a emoção das pessoas não deveria servir de referencial para questões espirituais. Não é pelo argumento humano que se converte, mas através da ação do Espírito Santo.

A fé não deve se basear na sabedoria humana

Paulo disse em 1 Coríntios 2.1: “Eu mesmo, irmãos, quando estive entre vocês, não fui com discurso eloquente nem com muita sabedoria para lhes proclamar o mistério de Deus”. O apóstolo Paulo deixou claro que a fé deveria se basear no poder de Deus. “Esse poder é que deve encaminhar as pessoas até o altar. Mas há pastores manipulando as pessoas emocionalmente, como se elas estivessem ‘fechando um negócio’. Mas esse não é o acordo de Deus”, esclareceu Todd.

Já para David Guzik, pastor e professor na igreja Capela do Calvário, as chamadas ao altar são apropriadas. “É justo pedir por uma decisão. Jesus chamou seus discípulos para segui-lo. Discípulos são aprendizes e não convertidos”, opinou.

Depois lembrou que “o momento da conversão de Pedro foi quando ele confessou que Jesus era o Cristo e não quando começou a seguir Jesus”. “Quem converte é o Espírito Santo, nós devemos fazer o chamado e ensinar tudo o que Ele ordenou”, disse Guzik.

Todd finalizou fazendo mais uma observação: “Quando Pedro pregou em Atos 2, ele simplesmente expôs a mensagem do Evangelho. Quando as pessoas perguntaram o que fazer para serem salvas, ele disse que deveriam confessar com suas bocas que Jesus é o Senhor e crer em seus corações que Deus os ressuscitaria dos mortos”.

“Nós não somos salvos porque levantamos a mão e caminhamos até o altar. Somos salvos quando cremos sinceramente que Jesus é a nossa provisão, salvação e solução para que os nossos pecados sejam perdoados”, concluiu Todd.

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Cumprimento da antiga profecia de Isaías: “O deserto de Israel já tem fontes de água”

Para muitos israelenses, a situação vivia hoje no Vale de Arabá e é o cumprimento de uma antiga profecia de Isaías …

Para muitos israelenses, a situação vivia hoje no Vale de Arabá e é o cumprimento de uma antiga profecia de Isaías. Quase 2700 anos atrás, ele escreveu o seguinte:

“O deserto e a solidão se regozijarão; o deserto se regozijará e florescerá como a rosa.
Ele florescerá abundantemente e também se regozijará e cantará com alegria; a glória do Líbano será dada a ela, a beleza de Carmelo e Sharon. Eles verão a glória do Senhor, a beleza de nosso Deus. “Isaías 35: 1-2

A região árabe, ao sul do deserto do Negev, perto do Mar Morto, tem apenas cerca de 25 mililitros de chuva por ano. No deserto, a temperatura chega a quase 50 graus no verão. No entanto, a região é responsável por 60% da produção de frutas e vegetais frescos de Israel.

Já se passaram quase 30 anos desde que o Fundo Nacional Judaico (KKL em hebraico) vem investindo em projetos de reflorestamento na região. “Conseguimos obter com pouca chuva uma produção agrícola que em outros lugares simplesmente não pode acontecer. Graças à KKL, usamos a criatividade na gestão da água, já que usamos cada gota que cai “, disse Samantha Levy, uma jovem funcionária do Conselho Regional da Arábia Central.

Para ela, a comunidade agrícola existente só prosperou porque, há 50 anos, os judeus que acabavam de chegar a Israel concordaram em se estabelecer no deserto. “O que eles alcançaram não apenas mudou a agricultura para Israel, mas também ensinou ao mundo uma lição”, diz ele.

Segundo a Agência de Notícias de Israel, em Arabá existem entre 7.000 e 8.000 agricultores, vindos de diferentes países. Eles usavam sistemas tradicionais de irrigação, mas, ocasionalmente, quando não havia água, não tinham o que comer. Por isso, eles aceitaram a ajuda de cientistas ligados à KKL. Eles têm um centro de biotecnologia que estuda constantemente como produzir em condições climáticas extremas.

Até alguns anos atrás, era impossível acreditar que isso seria possível. Os projetos ali desenvolvidos já atraíram pessoas de diferentes partes do mundo, que foram investigar como isso era possível.

“O que fazemos aqui é realmente para o mundo. É uma maneira de alcançar a máxima produção através do uso eficiente de recursos. Arabá é a prova de que o impossível é possível “, observa Levy. “Afinal, estamos na região mais periférica e isolada de Israel, junto à fronteira com a Jordânia.”

Fonte: Evangelho Prime