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Selo do rei Ezequias é encontrado em Jerusalém

Arqueólogos israelenses descobriram peça perto do Monte do Templo

por Jarbas Aragão – gospelprime –

 

Selo do rei Ezequias é encontrado em Jerusalém
Selo do rei Ezequias é encontrado em Jerusalém

Descobertas arqueológicas em Jerusalém não são novidades, afinal de contas a cidade tem mais de 3 mil anos e foi palco de muitos conflitos e conquistas. Contudo, arqueólogos israelenses divulgaram hoje (2) um selo do rei bíblico Ezequias.

Ele governou o reino do Sul (Judá) por volta do ano 700 a.C. As Escrituras o descrevem como um monarca diferenciado, que se dedicou a eliminar a idolatria em seu reino (2 Reis, 18:5).

Chamada de ‘bula’ esse tipo de impressão numa peça de argila mede cerca de um centímetro de diâmetro. As inscrições podem ter sido feitas pelo próprio rei, afirma Eilat Mazar, da Universidade Hebraica de Jerusalém.

“Essa é a primeira vez que a impressão de um selo de um rei israelita ou da Judéia é revelada em uma escavação arqueológica científica”, comemora Mazar, que dirigiu a escavação onde a peça foi encontrada.

Outro aspecto que chama atenção é que ela foi achada na parte sul de um muro que cerca a Cidade Velha de Jerusalém. O local era uma área de descarte de dejetos nos tempos de Ezequias. Os especialistas acreditam que pode ter sido atirada de um edifício real adjacente.

Além de escritos em hebraico antigo, possui o desenho de um sol com duas asas. Esse símbolo representava antigamente a proteção divina sobre seu povo, já que era proibido para os judeus fazerem imagens de Deus, a simbologia da época era bem diversa.

Quando foi escavada, juntamente com 33 outras, não foi possível detectar-se do que realmente se tratava. Demorou cerca de cinco anos para que um membro da equipe a examinasse com mais cuidado. Utilizando uma lupa, discerniu pontos entre algumas letras, então seu significado ficou bastante claro. Esses pontos servem para a separar as palavras na escrita antiga. O texto diz: “Pertencente a Ezequias (filho de) Acaz, rei de Judá”. Com informações Jerusalém Post

Menino descobre estatueta de deusa citada na Bíblia

Achado de 3 mil anos tem relação com várias passagens bíblicas.

por Jarbas Aragão-gospelprime-

 

Menino descobre estatueta de deusa citada na Bíblia
Menino descobre estatueta de deusa citada na Bíblia

Foi destaque semana passa uma descoberta arqueológica na cidade de Beit Shemesh (ou Bete-Semes em português). Citada pela primeira vez no livro de Josué, o lugar ficou mais conhecido por ser parte do Vale de Soreque, onde viveu Sansão.

Um menino de oito anos, chamado Itai Halpern, fazia uma caminhada com sua família no sítio arqueológico (Tel) quando encontrou a cabeça de uma estatueta de Astarote (ou Asserá), divindade pagã dos cananeus.

Neste mesmo Tel, em 2012, foi descoberto o chamado “selo de Sansão”. Com menos de uma polegada de diâmetro, retrata um homem com cabelo comprido lutando contra uma figura felina. Especialistas acreditam que é uma representação da história bíblica de Juízes 14.

A confirmação que o achado do jovem Itai realmente é a cabeça da ‘deusa’ foi feita pela Autoridade de Antiguidades de Israel. Embora não seja a primeira do tipo, mostra que essas pequenas figuras de mulher eram muito comuns nas casas dos moradores do reino de Judá durante a época do Primeiro Templo.

Curiosamente, esta não é a primeira descoberta arqueológica importante feita por uma criança este ano. Dois meses atrás, o russo Matvei Tcepliaev, de 10 anos, achou um raro sinete de 3 mil anos de idade, em Jerusalém.

Deusa dos Sidônios

O culto a Asserá, conhecida por ser filha de Baal, foi condenado pelos profetas bíblicos repetidas vezes. Ela é chamada de “deusa dos Sidônios” (1 Reis 11:5) e geralmente era representada com seios grandes ou múltiplos, o que a associava à ideia de fertilidade.

No livro de 1 Samuel, Bete-Semes é mencionada como a cidade para onde os filisteus levaram a “arca da aliança”, capturada por eles após uma batalha. O achado arqueológico do menino apenas confirma outras descobertas sobre a vida no território do antigo reino de Judá na época imediatamente anterior ao período do Primeiro Templo, chamada de “Idade do Ferro” pelos estudiosos.

Alon De Groot, um especialista, afirmou ao Jerusalém Post que “figuras como esta, com forma de mulheres nuas que representam a fertilidade, eram comuns nas casas dos moradores da Judéia no século 8 a.C. Possivelmente até a destruição do reino pelos babilônios nos dias de Zedequias (em 586 a.C.)”.

Segundo a história, o rei assírio Senaqueribe invadiu e saqueou Bete-Semes no ano 701 a.C, e sua destruição foi concluída em 86 a.C pelo rei babilônico Nabucodonosor.

Campanha muçulmana diz que Jesus é escravo de Alá

Clérigos procuram converter africanos para o Islã

por Jarbas Aragão-gospelprime-

 

Campanha muçulmana diz que Jesus é escravo de Alá
Campanha muçulmana diz que Jesus é escravo de Alá

Uma compilação de vídeos preparada pelo Instituto de Pesquisa de Mídia do Oriente Médio (MEMRI na sigla original) mostra diferentes esforços de muçulmanos para converter africanos ao Islã.

Segundo a organização, o clérigo egípcio Wahid Abd Al-Salam Bali lidera uma verdadeira campanha na África, especialmente em áreas predominantemente cristãs de países como Malawi, Uganda, Tanzânia e Gana.

Bali afirma ter convertido mais de 4.000 pessoas em apenas sete dias no Malawi. Para os muçulmanos, para alguém se tornar islâmico basta recitar a shahada, que é o credo islâmico.

Normalmente são as palavras “Confesso que não há Deus senão Alá e que Maomé é seu profeta”. Neste caso, os homens aumentaram a declaração, para que os cristãos renunciam à sua fé dizendo: “Confesso que Jesus é o escravo de Alá e seu mensageiro”.

No vídeo, o clérigo consegue fazer com que muitos cristãos repitam essa frase. Também mostra um grupo de crianças recitando a shahada, seguido de gritos de “Allah Akbar” [Deus é grande], declaração de fé de jihadistas. Chama atenção que as crianças apontam o dedo para cima, um gesto muçulmano que significa a sua crença de que não há nenhum Deus senão Alá.

No vídeo, um líder muçulmano convence um jovem a retirar a cruz que carregava no pescoço. “Você vai se tornar um muçulmano. Você vai rezar cinco vezes por dia, com os muçulmanos. Você deve tirar a cruz, porque isso é só para os cristãos”, afirma o clérigo. “Tire isso agora.” O jovem concorda.

Uma parte do vídeo mostra uma multidão reunida. Os líderes muçulmanos perguntam: “Quem de vocês quer se juntar o Islã?” A maioria das mãos são levantadas. Em seguida, ele leva as multidões a repetir a shahada, seguido por declarações de “Allah Akbar”.

O clérigo, através de seu intérprete, diz a multidão africana que os muçulmanos vieram ajudá-los por causa de sua crença que os ricos devem dar aos pobres.”O Islã nos mandou vir aqui, para ajudar vocês com seus problemas. Porque o profeta dos muçulmanos, Maomé, ensinou que os ricos devem dar aos pobres. É por isso que viemos”.

Embora o vídeo não mostre, essa estratégia é conhecida. Os islâmicos levam comida e água para pessoas muito pobres e em “retribuição” pedem que elas recitem a shahada. Com informações Christian News

Assista:

httpv://www.youtube.com/watch?v=M4R61tZPL7Q