Estado Islâmico troca cruz de igreja por bandeira do califado

Os terroristas destruíram o interior de pelo menos cinco igrejas no norte do Iraque

por Leiliane Roberta Lopes-gospelprime-

 

Estado Islâmico troca cruz de igreja por bandeira do califado
EI troca cruz de igreja por bandeira do califado

Cinco igrejas histórias localizadas no norte do Iraque foram destruídas por terroristas do Estado Islâmico na última terça-feira (17), segundo informações de agências internacionais.

A Agênca EFE conseguiu falar com o sacerdote de Mossul, Bashar Kalia, que confirmou os ataques dizendo que as igrejas tiveram os altares destruídos e os crucifixos removidos pelos radicais islâmicos.

O grupo conseguiu derrubar um movimento religioso de Markurkas, no bairro de Al Arabi, em Mossul, e também destruiu os túmulos situados dentro desse antigo mosteiro.

Outro local invadido foi o mosteiro do Mar Behnam, localizado a 15 km ao nordeste de Mossul onde viviam monges católicos. O espaço foi completamente destruído, a cúpula lendária foi derrubada e os crucifixos também.

As imagens e outras pinturas das igrejas foram quebradas e no lugar da cruz, os jihadistas hastearam bandeiras do califado.

As imagens foram postadas pelos próprios soldados do EI na internet onde eles afirmam lutar contra o politeísmo dizendo que as igrejas e edifícios cristãos que foram atacados representam “pecado, infidelidade e ateísmo”.

Segundo o direito do Instituto MEMRI (Middle East Media Research), Steven Stalinsky, o objetivo do EI é varrer de Mossul, cidade tomada por eles em junho do ano passado, todas as influências cristãs que ainda restam.

“Eles apenas seguem a ideologia e isso significa se livrar das igrejas e das minorias. É só o Estado Islâmico e não há espaço para mais ninguém”, disse ele que divulgou as fotos para os veículos de imprensa. Com informações Daily Mail

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Cultos

TRE cassa registro de candidatura de Crivella a governador

Com isso, se o atual governador for cassado Crivella não poderá assumir o lugar

por Leiliane Roberta Lopes-gospelprime

 

TRE cassa registro de candidatura de Crivella a governador
TRE cassa registro de candidatura de Marcelo Crivella

O senador Marcelo Crivella teve a candidatura de governador cassada pelo Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro (RJ) que investigou os pedidos de voto feitos por pastores da Igreja Universal do Reino de Deus durante a campanha eleitoral de 2014.

A decisão foi tomada na sessão plenária de segunda-feira (16), porém só foi divulgada nesta terça (17) pelo TRE que condenou o candidato derrotado por abuso de poder econômico e uso indevido de meios de comunicação.

A Corte entendeu que os pedidos de voto para Crivella feriram as leis eleitorais por serem feitos dentro de templos religiosos e também nas emissoras de TV Record e CNT, onde a Igreja Universal tem programas, que lhe deram “tratamento favorecido”.

“A utilização de duas redes de televisão, conjugadas com os eventos realizados nos majestosos templos da IURD, corroboram a prática do abuso de poder econômico”, escreveu o desembargador eleitoral Fábio Uchôa que foi relator do processo.

O TRE conseguiu provas de que no dia 3 de outubro de 2014, pastores da IURD pediram votos a Crivella durante a realização de cultos em pelo menos duas grandes igrejas: o templo de Nova Iguaçu e no Del Castilho.

Com a cassação do registro de candidatura, Crivella não pode assumir o cargo de Governador do Rio de Janeiro caso nos próximos anos o governador Luiz Fernando Pezão (PMDB) seja cassado em uma eventual situação de irregularidade no processo eleitoral que também impediria o vice de assumir o Estado. Com informações G1

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Após beijo gay e boicote de evangélicos, Babilônia despenca em audiência e preocupa Globo

Profile photo of Tiago ChagasPublicado por Tiago Chagas – gnoticias.com.br – em 20 de março de 2015

Após beijo gay e boicote de evangélicos, Babilônia despenca em audiência e preocupa GloboA novela Babilônia vem registrando péssimos índices de audiência para o padrão que a TV Globo se acostumou a alcançar no horário das 21h com seus folhetins, e boa parte dos jornalistas especializados atribui o fato a um boicote dos evangélicos.

A substituta de Império estreou no dia 16 de março com 33 pontos de audiência, e na terça-feira, marcou 32 e no dia seguinte, 29 pontos segundo medição do Ibope. Como comparação, o último episódio da novela do comendador e sua trupe havia marcado 44 pontos.

Segundo o site TV Foco, os números alcançados no terceiro episódio de Babilônia são inferiores até mesmo aos da novela Em Família, de Manoel Carlos, que foi considerada como a de mais baixa audiência na história da Globo. Em seu terceiro capítulo, Em Família havia alcançado 29,2 pontos, já Babiônia conquistou apenas 26,4 pontos de média, com 28,2 de pico.

“Não é um número bom para a semana de estreia.  Dizem (nos bastidores) que o público mais conservador está fugindo da novela, principalmente os evangélicos (que já estariam organizando um boicote à trama). A cena do beijo entre Teresa (Fernanda Montenegro) e Estela (Nathália Timberg) teria sido o principal problema”, escreveu a jornalista Janaína Nunes, no portal Yahoo!.

O título e o conteúdo da novela escrita pelo trio Gilberto Braga, Ricardo Linhares e João Ximenes recebeu muitas críticas de alguns dos principais líderes evangélicos pentecostais, como os pastores Silas Malafaia e Marco Feliciano.

Malafaia disse que a TV Globo “é a principal patrocinadora do homossexualismo” no Brasil, criticando a cena em que duas personagens lésbicas se beijam. Já Feliciano destacou que “não assiste novela” e observou que poderia processar a emissora: “A Globo já demonstrou seu apadrinhamento ao movimento gay. Virou moda. O público é adulto, eu ficaria preocupado e agiria nos rigores da lei caso fosse passado em horários onde crianças tivessem acesso”.

Nas redes sociais, começam a circular imagens incentivando os evangélicos a boicotarem a novela justamente por causa de seu conteúdo. “Apologia ao mal. Produzida para destruir famílias. Compartilhe, não dê espaço para esta ameaça com cara de diversão. Não assista”, incentivou o senador Magno Malta (PR-ES).

boicote babilonia