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Ateus criam igreja para adorar ao “deus Bacon”

Fundada em 2010 a instituição já está regularizada e conta com 4 mil fiéis em todo mundo

por Leiliane Roberta Lopes – gospelprime –

Bacon é um dos alimentos preferidos dos americanos, tanto é que foi criada a Igreja Unida do Bacon, onde ateus veneram o pedaço de carne. Segundo a instituição há pelo menos 4.000 seguidores da igreja em todo o mundo, tendo como sede um espaço localizado em Las Vegas, nos Estados Unidos.

A Igreja Unida do Bacon foi criada em 2010 e está devidamente legalizada, seus fundadores são os ateus John Whiteside e Johnny Monsarrat que se apresentam como Profeta Bacon e líder da Doutrina Bacon, respectivamente.

Os frequentadores dessa associação adoram ao deus Bacon e comparam o pedaço de carne com a hóstia da igreja católica dizendo que ela é mais real que o produto feito com farinha e água.

Eles imitam o cristianismo apresentando 9 Bacon Mandamentos e afirmam que a ideia era ter 10 mandamentos, porém faltou espaço nas tábuas para escrever o último deles.

Entre eles encontramos “seja ético” e “seja bom”, “divirta-se”. Outro mandamento pede para que os fiéis do bacon lutem contra a discriminação aos ateus.

Para se mostrarem superiores, eles não aceitam doações – uma crítica ao dízimo arrecadado nas igrejas – pedindo apenas que seus fiéis contribuam com algumas instituições de caridade que os líderes da Igreja Unida do Bacon recomendam.

Outra forma de se mostrarem melhores que os cristãos, como se fosse uma guerra para provar quem tem ética e quem não tem, os líderes não cobram para celebrar casamentos e aceitam todas as pessoas, sem discriminação.

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Noticias

Record poderá ser obrigada pela Justiça a mudar o nome da novela Os Dez Mandamentos; Entenda

Publicado por Tiago Chagas – gnoticias.com.br – em 30 de abril de 2015

Record poderá ser obrigada pela Justiça a mudar o nome da novela Os Dez Mandamentos; EntendaA TV Record poderá ser obrigada a mudar o nome de sua “novela bíblica” devido a um imbróglio relativo aos direitos autorais do título “Os Dez Mandamentos”.

A empresa capixaba Vitória Promoções e Produções foi à Justiça e pediu uma liminar que desautorize a emissora do bispo Edir Macedo a usar o título “Os Dez Mandamentos”, sob a alegação de que é proprietária dos direitos, segundo informações do portal Uol.

De acordo com a Record, “a expressão Os Dez Mandamentos não tem qualquer originalidade em seu conteúdo nominativo”, e que por isso, não há possibilidade de uma única entidade ter exclusividade sobre o termo.

O pedido da empresa do Espírito Santo ainda não foi julgado pela Justiça do Rio de Janeiro, porém, se houver decisão contrária à Record, a emissora deverá alterar imediatamente o título da novela e cessar todas as ações de promoção e publicidade com o termo “Os Dez Mandamentos”.

“Novela Bíblica”

Os Dez Mandamentos, escrita por Vivian de Oliveira, é a primeira novela do mundo que tem sua história inspirada nos relatos bíblicos, e conta a trajetória de Moisés desde sua infância até a chegada do povo hebreu à Terra Prometida.

Em contrapartida, Os Dez Mandamentos se tornou o maior sucesso de audiência da Record desde 2009, quando a emissora exibia a trilogia Os Mutantes, de autoria de Tiago Santiago. Com a “novela bíblica”, a Record teve acréscimo de 83% em sua audiência nas principais regiões metropolitanas no país, e conseguiu fisgar 20% dos telespectadores de sua principal concorrente, a Globo.

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Cultos Noticias

Matança de animais em sacrifícios religiosos deve continuar no RS

Em meio a protestos, deputados rejeitaram projeto que proíbe sacrifício de animais.

por Michael Caceres – gospelprime –

 

Matança de animais em sacrifícios religiosos deve continuar no RS
Matança de animais em sacrifícios religiosos deve continuar

Os deputados do Rio Grande do Sul, estado com maior número de seguidores de religiões afro-brasileiras, rejeitaram o projeto de lei da deputada estadual Regina Becker Fortunati (PDT) que proíbe o uso de animais em sacrifícios religiosos.

Adeptos de umbanda e defensores dos animais lotaram o Teatro Dante Barone, na Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul, para acompanhar a votação na Comissão de Constituição e Justiça que por 11 votos contrários e um a favor foi considerado inconstitucional pela comissão.

A votação do texto teve de ser adiada diversas vezes por conta do cenário de guerra que se instalou na Assembleia. Seguidores de religiões de matriz africana e defensores dos animais discutiam e se atacavam durante a análise do projeto.

De acordo com o jornal Zero Hora, o texto foi votado por volta das 10h15min, e a sessão foi transmitida no telão do teatro, enquanto defensores de animais com apitos, balões e rostos pintados de vermelho, simbolizando o sangue dos animais tentavam impedir que os deputados seguissem com a votação.

Durante discurso favorável ao uso de animais em rituais religiosos o deputado Luiz Fernando Mainardi (PT) foi chamado de bandido e assassino por opositores a prática. O  projeto apresentado pela deputada do PDT pretendia excluir o Artigo 2 do Código Estadual de Proteção aos Animais de 2003 que autoriza o abate de animais nos rituais de religiões de matriz africana.