Investigan una biblia de 1500 años en Ankara

Descubierta en Turquía

 

Investigan una biblia de 1500 años en Ankara

Los medios turcos creen que puede ser la `biblia de Barrabás´, que contradice al Nuevo Testamento y da una visión de Jesús similar al islam.

24 DE FEBRERO DE 2012, TURQUÍA

Expertos del Museo de Etnografía de Turquía estudian actualmente una biblia de mil quinientos años de antigüedad, descubierta entre objetos guardados y acumulados en la sala de seguridad del Palacio de Justicia.
El texto, junto a otros objetos, fue decomisado en 2000 a unos contrabandistas en la sureña provincia de Antalya y quedó (desconocido y olvidado) en el almacén del máximo tribunal turco.
Aunque acaba de iniciarse la investigación del texto, los medios turcos indican que podría tratarse de una copia de la controvertida “biblia de Barnahass (Barrabás)”, la cual contradice los cánones del Nuevo Testamento y mantiene una visión de Jesucristo similar a la de la religión musulmana , la cual concede a Jesús el papel de otro profeta de Alá, un Dios único.
Las autoridades están ahora en la primera fase, la de restauración, y finalmente será mostrada al público. Ahora permanece en el Museo Etnográfico de Ankara.
INVESTIGACIÓN
Los investigadores determinarán la edad exacta del material y luego lo restaurarán para exponerlo al público, precisó el ministro de Cultura y Turismo, Ertugrul Gunay. El libro consta de 52 páginas escritas en letras de oro y en siriaco, un dialecto del arameo, lengua que según la tradición bíblica era la de Jesucristo.
Está hecho de piel animal y recoge ilustraciones de la última cena entre Jesús y los 12 apóstoles, y su valor se estima en 25 millones de dólares,
EL VATICANO
Asimismo, reseñaron una solicitud del Vaticano para examinar el opúsculo, aunque su propia embajada en Ankara lo niega.

© Protestante Digital 2012

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Israel moderno: o maior milagre da história humana?

israel
Exclusivo: Joseph Farah repreende os cristãos que não são gratos pelo fato de que o Salvador é judeu

Joseph Farah

Se você acredita na Bíblia, como eu acredito, o retorno de Israel como nação depois de 2.000 anos é um milagre maior do que o milagre que ocorreu com a saída do povo de Israel do Egito.

É isso o que Deus diz em Jeremias 16:14-15:

“Portanto, eis que dias vêm, diz o SENHOR, em que nunca mais se dirá: Vive o SENHOR, que fez subir os filhos de Israel da terra do Egito”.

“Mas: Vive o SENHOR, que fez subir os filhos de Israel da terra do norte, e de todas as terras para onde os tinha lançado; porque eu os farei voltar à sua terra, a qual dei a seus pais.”

Pense nisso.

A restauração da nação de Israel em 1948 e o ajuntamento dos judeus dispersos de todas as partes do mundo é um milagre maior do que todos os seguintes milagres:

* a divisão do mar Vermelho;

* o maná do céu;

* a água das rochas;

* a entrega da lei no monte Sinai.

Penso que a maioria dos cristãos e judeus do século 21 não aprecia de modo pleno o que significa serem testemunhas de tal milagre estupendo.

Às vezes quando lemos a Bíblia zombamos da cegueira que o povo do passado demonstrava para o que estava ocorrendo na época. Mas acho que somos tão culpados quanto eles — talvez até mais.

O milagre do ajuntamento é maior do que os milagres da saída do povo de Israel do Egito. Quem diz isso não sou eu. É o Senhor quem diz isso. E é um milagre que tivemos o privilégio de experimentar de primeira mão. Mas esse privilégio vem com uma responsabilidade — a responsabilidade de reconhecer o que Deus está fazendo e reconhecer sem demora que foi uma obra poderosa.

Os Estados Unidos têm hoje muitos cristãos que não entendem isso. Eles não estão ficando do lado dos filhos de Israel, nossos irmãos cuja aliança experimentamos e vivemos pela virtude de sermos enxertados, como Paulo explica no livro de Romanos.

Os cristãos que não mostram gratidão por estarem conectados a esse milagre são cristãos que em última análise não são gratos pelo presente da salvação e redenção oferecido ao mundo inteiro. Eles não são completamente gratos por quem é seu Senhor e Salvador — por que Ele veio e que Ele está voltando!

Eles não são gratos pelo lugar que Ele escolheu para voltar.

Ele não estará indo para Washington, D.C., para governar o mundo. Ele estará indo para Jerusalém.

Quando e por que Ele estará vindo? Ele estará vindo num tempo em que Israel estará enfrentando desastre, e Ele estará vindo para salvar Israel.

A teologia da substituição não é apenas uma teologia perigosa. É uma teologia rasa — é uma teologia que tentou interpretar a maior parte da Bíblia como irrelevante e retratar Deus como um quebrador de alianças que muda de ideia e até Sua personalidade.

Mas hoje boa parte das igrejas está confusa sobre quem somos como crentes e a rica herança bíblica que serve como o alicerce da nossa fé e nossa esperança.

Alguns cristãos não têm certeza se nosso Salvador estará mesmo voltando — sem mencionar que duvidam que Ele estará voltando para salvar e preservar Israel.

Alguns cristãos estão confusos sobre se o moderno milagre de Israel é verdadeiramente uma manifestação profética.

Alguns cristãos até veem mais conexão entre sua fé e o islamismo do que veem entre sua fé e o judaísmo, muito embora o Cristianismo não faça sentido fora do contexto da promessa messiânica do Deus de Abraão, Isaque e Jacó.

Cabe a todos nós como crentes ler e estudar as ricas e abundantes passagens das Escrituras que lidam com a Segunda Vinda, pois suspeito que haverá crentes despreparados e pegos de surpresa.

Muitas pessoas não compreenderam nem enxergaram a primeira vinda dEle porque estavam antecipando um rei conquistador. Suspeito que muitos cristãos não reconhecerão o rei conquistador quando Ele voltar porque estarão antecipando, em vez disso, um servo sofredor.

O que Yeshua vai fazer quando voltar?

A Bíblia nos diz que Ele estará voltando para fazer justiça. Suas vestes estarão com manchas de sangue. Ele vai destruir nações. Ele vai impor Sua vontade com vara de ferro.

Estamos preparados para esse Yeshua?

Ele vai julgar indivíduos e nações, conforme lemos em Mateus 25. As nações serão divididas em nações de ovelhas e nações de bodes em grande parte com base no modo como trataram Seu precioso Israel.

Ele abençoará aqueles que abençoam Israel e amaldiçoará aqueles que o amaldiçoam.

Nossa fé cristã — e nossa própria redenção — foi construída num alicerce de promessa feita pelo Deus de Abraão, Isaque e Jacó. Sem uma compreensão e apreciação dessa conexão, nossa fé nem faz sentido. Nosso Salvador não apareceu de repente certo dia em Belém 2.000 anos atrás sem nenhuma expectativa. Ele veio como o messias judeu há muito tempo esperado, o Rei dos Judeus, da linhagem de Davi, e Ele no final reinará no trono de Davi por 1.000 anos no futuro.

A propósito, Ele não veio para começar uma nova religião chamada Cristianismo. Ele veio para cumprir a lei e os profetas e oferecer salvação aos judeus e aos não judeus igualmente.

Se você crê que a Bíblia é a infalível Palavra de Deus, você também reconhecerá que quando Ele voltar você, eu e outros crentes vamos guardar o Sábado e observar a Festa dos Tabernáculos. Estaremos visitando Jerusalém regularmente — e se não visitarmos, não haverá chuva alguma. Acho que alguns cristãos vão ficar chocados com o fato de que, no reino de mil anos, o centro de nossa vida será Israel.

Quantos cristãos nos Estados Unidos hoje realmente compreendem a realidade de que nosso Deus e Salvador é judeu? Ele não estará comendo sanduíches de presunto nas lanchonetes das igrejas.

Quantos de nós O reconheceremos quando Ele voltar?

Traduzido por Julio Severo do artigo de WND: Modern Israel: Greatest miracle ever?
Fonte: www.juliosevero.com

06-06-16 013

Rev. Ângelo Medrado, Bacharel em Teologia, Doutor em Novo Testamento, referendado pela International Ministry Of Restoration-USA e Multiuniversidade Cristocêntrica é presidente do site Primeira Igreja Virtual do Brasil e da Igreja Batista da Restauração de Vidas em Brasília DF., ex-maçon, autor de diversos livros entre eles: Maçonaria e Cristianismo, O cristão e a Maçonaria,A Religião do antiCristo, Vendas alto nível, com análise transacional e Comportamento Gerencial.

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Ateus e agnóticos são os que mais sabem sobre religião nos EUA

PorAna Araújo | Repórter do The Christian Post

Um estudo do Instituto de pesquisas americano Pew Forum, publicado nesta terça-feira, afirma que agnósticos e ateus são mais bem informados sobre doutrinas religiosas nos Estados Unidos do que os fieis de quaisquer religião.

O instituto preparou um questionário com 32 perguntas sobre religiões. A média de acerto entre osprotestantes foi de 16 questões, enquanto que a média entre os não crentes, como agnósticos e ateus, foi de 20,9 acertos.

Os judeus e os mórmons dividiram a segunda colocação dos mais bem informados, com 20,5 e 20,3 na média de acerto, respectivamente.

Os católicos são os menos informados, acumulando uma média de apenas 14,7 questões. Ao todo 3.412 participaram da pesquisa.

Alguns dados foram destacados pelo relatório do instituto, como que 45% dos católicos não sabiam que o pão e o vinho, além de representar, se transformam no corpo e no sangue de Cristo durante a eucaristia e que 53% dos protestantes não reconheceram Martinho Lutero como o pai da religião.

Só um quarto dos americanos (27%) sabe que a maioria dos habitantes da Indonésia é muçulmana, 47% sabe que Dalai Mala é budista e 38% associam Vishnu e Shiva à religião hindu.

As religiões que demonstraram maior conhecimento com perguntas relacionadas a cristandade, especialmente a Bíblia, foram os mórmons e os protestantes.

No entanto, segundo o relatório, o principal fator que contribui para o conhecimento religioso não é a igreja, e sim a formação educacional.

Pessoas graduadas tiveram uma média de 8 acertos a mais do que as pessoas que não possuem uma graduação, mesmo quando o curso não é relacionado à uma teologia.

Veja a relação entre a religião e o número de acertos no questionário elaborado pelo instituto.

Religião Número de acertos
Ateu/agnóstico 20.9
Judeu 20.5
Mórmon 20.3
Protestante 17.6
Católicos 16.0
Que não se classificam 11.6