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COMO SE LIVRAR DO ADULTÉRIO ???

Enviado por Leandro Borges

 índpice

“Por causa da impureza, cada um tenha a sua própria esposa, e cada uma, o seu próprio marido.”

(1 Coríntios cap.7 vers.2).

Várias pesquisas realizadas no Brasil indicam que a grande maioria dos homens e 50 a 60% das mulheres têm praticado ou praticam o adultério ou, tem relações sexuais com pessoas que não são sua esposa ou seu marido. Com a ênfase dada ao sexo na TV, no cinema, na literatura, e até nas instituições de ensino, chegando ao extremo da obsessão, não é de se admirar que o homem secular, sem a convicção espiritual e os princípios da Palavra de Deus, caia nesse pecado.

O crente em Cristo, porém, não cai nesse pecado. Ele entra nele aos pouquinhos.Isso porque não observa a sinalização que o adverte do perigo. Faz vista grossa a esses sinais porque, embora não deseje precipitar-se no abismo da desgraça da imoralidade, quer sentir pelo menos um pouco a gostosura dos seus prazeres. Assim, avançando sinal após sinal, deixa a vida pegar embalo no caminho errado até ao ponto de não conseguir mais fazer a manobra de frear para evitar o desastre. Diz, então, que “caiu no pecado”, quando este, de fato, há tempo já estava no seu caminho.

Quando você percebe que é difícil conversar com sua esposa ou seu marido com aquela linguagem carinhosa que usava durante o namoro, tome cuidado – é um dos primeiros sinais de perigo.

Perto desse sinal vem outro: a falta de conversa sobre assuntos espirituais, a leitura da Bíblia em conjunto e a oração com a esposa. Quando essas coisas não fazem parte da vida conjugal, é um sinal de alerta. Prosseguindo nesse caminho pode haver adultério mais adiante.

Há mais sinais. Quando você começa a compartilhar os problemas de relacionamento no lar com algum amigo ou amiga do sexo oposto, você está aproximando-se mais do perigo.Freqüentemente essa outra pessoa tem problemas também, e está disposta a ouvir, a conversar e demonstrar simpatia, o que gera ainda mais intimidade.

Não demora muito para que aconteça o “toque inocente”. O patrão põe a mão no ombro da sua secretária ao pedir que ela digite uma carta; ela encosta seu corpo ligeiramente no dele ao entregar a carta pronta, depois um abraço fraternal, um beijinho no rosto. Você argumenta que não há nada de errado nisso, que é apenas amizade.

Quando você percebe que é difícil conversar com sua esposa ou seu marido com aquela linguagem carinhosa que usava durante o namoro, tome cuidado.

Aos poucos vocês estão gastando mais tempo juntos. “Acontece” que saem para o almoço na mesma hora e “por que não almoçarem juntos” ??? Ela precisa pegar o metrô para ir para casa; “por que não levá-la no seu carro ???” Você precisa trabalhar duas horas extras para terminar o projeto, e ela, sendo boa amiga, fica também para ajudar. Se parar um pouco para pensar, você perceberá que tem prazer na companhia dela ou dele. Não, vocês não estão dormindo juntos mas estão em grande perigo. Nessa altura, o sinal é um luminoso vermelho piscando a todo vapor.

Se você não retroceder, haverá um envolvimento emocional que provavelmente o arrastará para a fossa fatal do adultério. E com amargura de coração você dirá – “Caí no pecado”. Não, você não caiu… você entrou nele aos pouquinhos.

O diretor de missões e conselheiro matrimonial  ‘Pr. Charles Mylander’, sugere 3 áreas onde é preciso aumentar o controle para evitar ser arrastado ao pecado do adultério:

1) O CONTROLE DA MENTE.

Adultério, como a maioria dos pecados, começa na mente. O crente em Cristo precisa levar em cativo todo pensamento à obediência de Cristo. No livro de Romanos, o apóstolo Paulo exorta o cristão a uma transformação “pela renovação da… mente”. No Sermão da Montanha, Jesus Cristo disse: “Qualquer que olhar para uma mulher com intenção impura, no coração, já adulterou com ela” (Mateus cap.5 vers.28).

A porta principal da mente são os olhos. E nessa área de imoralidade o homem, muito mais que a mulher, precisa desenvolver o controle a fim de ter uma mente pura. O homem que permite aos seus olhos o prazer de assistir aos programas de TV que apelam para sexo a fim de obter mais IBOPE (e são muitos); que toma tempo para folhear revistas como “Playboy”, que deixa seus olhos analisarem o corpo das mulheres para uma avaliação sexual, logo vai perder a primeira batalha contra a tentação. Sua mente vai QUERER o adultério, e este querer só espera a oportunidade para se realizar com a experiência.

A mulher também precisa praticar o controle. Talvez mais na maneira de vestir-se do que pelo olhar. É interessante que a Bíblia exorta a mulher a vestir-se com modéstia, bom senso, etc., e não o homem, isso porque a mulher não é tão facilmente levada à tentação sexual pelos olhos como o homem. Mas a mulher que é indiscreta na maneira de vestir-se, sem dúvida, é cúmplice do diabo na tentação ao homem. A admoestação da Bíblia de “glorificar a Deus no vosso corpo”, com toda a certeza inclui o cuidado que cada mulher precisa ter em não provocar a concupiscência, revelando a beleza do seu corpo, seja por falta de roupa adequada ou pelo uso de roupa colante. Argumentar que “está na moda” não mudará em nada a opinião do Autor das Sagradas Escrituras.

2) CONTROLE DE PALAVRAS.

O homem casado, ou a mulher casada, jamais devem usar as palavras carinhosas de amor no trato com outras pessoas além do cônjuge. Nunca compartilhe problemas de casa com amigos do sexo oposto. E não procure conselho com alguém que tenha seus próprios problemas. Quem é perdedor dificilmente ajudará outro a ganhar. Ao encontrar problemas sem solução, procure conselho com alguém que descobriu a fórmula para constituir uma família feliz e vive essa felicidade no lar. Muitos adultérios tiveram o seu início na intimidade da “sala de aconselhamento

3) CONTROLE DE TOQUE.

Homens, não ponham suas mãos em outra mulher a não ser a sua própria esposa. E, mulheres, não conversem com o homem em “Braille”. O prazer da intimidade física é algo que Deus reservou para a santidade do casamento. Sexo antes ou fora do casamento sempre contamina o sexo no casamento, e o contato físico é um prazer que leva à consumação do desejo dessa intimidade. É preciso avaliar sinceramente se os abraços e beijos que damos e recebemos são uma expressão de estima recíproca ou um prazer “inocente” que podemos desfrutar sem compromisso. Deus reconhece o nosso desejo de intimidade, mas não aprova tal intimidade fora do casamento.

“Por causa da impureza, cada um tenha a sua própria esposa, e cada uma, o seu próprio marido”. (1 Coríntios cap.7 vers.2).

No livro de Provérbios, o conselho de Salomão ainda é válido: “Bebe a água da tua própria cisterna e das correntes do teu poço… alegra-te com a mulher da tua mocidade… e embriaga-te sempre com as suas carícias… O que adultera com uma mulher está fora de si; só mesmo quem quer arruinar-se é que pratica tal coisa”.

QUE DEUS TE ABENÇOE…

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O CASAMENTO NO PROJETO DIVINO

VIDA EM FAMÍLIA – CASAIS

 

Qual é o propósito de Deus para o casamento?

     A falta de um propósito definido para o casamento e a instituição da família faz com que muitos se desviem para objetivos equivocados, fazendo dos meios um fim e do secundário o primordial. Talvez em nenhum outro relacionamento a alegria pode ser tão rica e, contudo, a dor tão profunda como no casamento. Os alvos, projetos e objetivos equivocados resultam nas desgraças e derrotas experimentadas por tantas famílias, com os casamentos desintegrando-se numa alarmante proporção, terminando milhares deles em separação legal cada ano, não contando aqueles que são resolvidos pelas partes sem passar pela Justiça.

     Casam-se pensando que o fato de terem um cônjuge, filhos, trabalho e adquirirem coisas resumem o objetivo principal. Imaginam que sendo bons pais, provendo comida, roupa, habitação, educação escolar, assistência médica, recreação, etc. estão cumprindo o propósito fundamental do casamento. Embora todas estas coisas sejam necessárias, não são fundamentais.

     Existem ainda os que fazem do casamento uma oportunidade de conquistar seus objetivos pessoais. São os que pensam em si mesmos, cujo propósito não é dar, mas receber; não é servir, mas ser servido, e isto nos aspectos mais abrangentes, desde o material ao sexual, e nas demais responsabilidades (Salmos 127: 1).

     Há aqueles cuja meta é o conforto. Perdem a vida desejando e trabalhando para alcançar o desejado; depois continuam trabalhando para manter o alcançado. Sacrificam a família para poder alcançar seus propósitos (Lucas 12: 15).

     Há também os que fazem dos benefícios legítimos do casamento o propósito da família um fim em si mesmo. A felicidade e as conveniências são as metas da vida familiar. São os que consideram Deus um excelente meio para a conquista dos seus projetos, objetivando sua comodidade e prazer. Os legítimos benefícios, como a alegria de viver em companhia, o dar e o receber afeto, as relações sexuais, a felicidade, a cobertura e proteção, o ter filhos e o senso de pertencer a um núcleo familiar, não consistem no propósito fundamental do casamento. Tudo isso é uma realidade dentro do relacionamento conjugal, mas seria correto fazer deles o propósito para o casamento e a família? (Romanos 11: 36).

Data: 12/7/2011 09:36:11

Fonte: Blog Pastor Carlos Alberto Bezerra

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Amor acaba antes da ‘crise dos sete anos’, dizem estudos

GUILHERME GENESTRETI

Quanto tempo passa entre a troca encantada de olhares e o momento que você repara nos defeitos do seu amor?

Para o senso comum, a prova de fogo vem na “crise dos sete anos”. Uma expressão popular nos Estados Unidos diz que após esse tempo, a coceirinha, a “seven year itch”, começa a incomodar o casal.

Rafael Andrade/Folhapress

Beatriz Piffer, 27, que ficou quatro anos com "o amor da vida toda"

Beatriz Piffer, 27, que ficou quatro anos com “o amor da vida toda”

Já um psicólogo evolucionista chutaria que o prazo de validade do amor gira em torno de quatro anos -o suficiente para que o homem ajude a mulher a cuidar da criança, até que essa esteja apta a seguir por conta própria na tribo nômade.

Mas um levantamento feito em cerca de 10 mil residências nos EUA pela Universidade de Wisconsin encontrou um tempo de duração ainda menor do amor: três anos.

É o mesmo tempo apontado em estudo patrocinado pelo estúdio Warner Brothers, feito com 2.000 adultos no Reino Unido. Foram comparados casais em relações curtas (menos de três anos) e longas (mais de três). No primeiro grupo, 52% afirmaram gostar das relações sexuais. No segundo, apenas 16%.

É claro que, nesses estudos, amor e paixão foram considerados sinônimos.

“Paixão eterna só existe na ficção”, afirma o psicólogo Bernardo Jablonksi, autor de “Até Que a Vida Nos Separe: A Crise do Casamento Contemporâneo” (Ed. Agir).

“Na paixão você sofre, para de comer, não dorme. Não tem como durar muito”, afirma o autor, que já passou por diversas separações.

O psiquiatra Luiz Cuschnir, do Instituto de Psiquiatria de São Paulo, acha que as pessoas deveriam dizer “eu te amo agora”, porque dizer “eu te amo muito” dá a ideia de que o compromisso não vai acabar.

O psicólogo Aílton Amélio concorda. “Amor pode terminar em um dia, porque ele depende dos fatos para ser nutrido. É como andar de motocicleta: se parar, cai”, compara o psicólogo.

Há quatro anos, a carioca Beatriz Piffer, 27, namorava, mas conheceu um rapaz numa festa. Passaram a noite conversando, ele contou que era cineasta, ela disse que cursava filosofia.

Apesar da atração mútua, não trocaram telefones. E também não perguntaram o sobrenome um do outro.

“Fui para casa triste, pensando que nunca mais ia vê-lo. Passei os oito meses seguintes à procura dele”.

Viveu dias de detetive amadora: rememorou os detalhes da conversa, montou pastas no computador para juntar pistas até descobrir o e-mail dele. Aí forjou um encontro casual. Deu certo: começaram a namorar já no dia do reencontro.

“Eu tinha a certeza de que tinha encontrado o homem da minha vida. Ele achou que era coisa do destino”.

O namoro terminou quatro anos depois. “Ele viajava muito”, diz Beatriz.

Hoje eles ainda saem, mas para tomar café juntos.

“O amor não acabou, só a relação é que mudou. O modelo que todo mundo espera não existe.”

Editoria de Arte/Folhapress

COISA DE PELE O que acontece com o corpo apaixonado

COISA DE PELE O que acontece com o corpo apaixonado

06-06-16 013

Rev. Ângelo Medrado, Bacharel em Teologia, Doutor em Novo Testamento, referendado pela International Ministry Of Restoration-USA e Multiuniversidade Cristocêntrica é presidente do site Primeira Igreja Virtual do Brasil e da Igreja Batista da Restauração de Vidas em Brasília DF., ex-maçon, autor de diversos livros entre eles: Maçonaria e Cristianismo, O cristão e a Maçonaria,A Religião do antiCristo, Vendas alto nível, com análise transacional e Comportamento Gerencial.