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“Só preciso de Deus para me curar”, afirma Gil Gomes, com mal de Parkinson

O apresentador fez sucesso na TV no comando do programa “Aqui Agora” no SBT

por Leiliane Roberta Lopes

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“Só preciso de Deus para me curar”, afirma Gil Gomes, com mal de Parkinson
“Só preciso de Deus para me curar”, afirma Gil Gomes, com mal de Parkinson

Essa semana a imprensa divulgou que o apresentador e radialista Gil Gomes, 73 anos, estava doente e passando necessidades por ter sido abandonado por sua família. Mas em entrevista ao UOL ele negou as informações e disse que tem mal de Parkinson, mas que está muito bem economicamente e psicologicamente, mostrando que tem fé para ser curado.

“Estou muito bem economicamente e psicologicamente. Minha família não me abandonou, faço tratamento para mal de Parkinson e vou me recuperar. Só preciso de Deus para me curar, para que eu possa voltar a trabalhar”, disse.

Gil Gomes está aposentado e mora sozinho na zona sul de São Paulo por opção própria. Ele disse que seus filhos já o convidaram a morar com eles, mas ele não aceitou. “Minha mãe morou sozinha, minha avó e também vou morar sozinho. Velhos têm algumas manias”, disse.

O apresentador Raul Gil fez uma visita a Gil Gomes recentemente e diz que a situação financeira dele não é boa. “Ele não está bem economicamente, precisa de ajuda”. O político Agnaldo Timóteo fez o mesmo e disse que não é justo ver que o comunicador paga aluguel.

O apresentador esteve no auge da carreira no início da década de 1990 quando comandava o programa “Aqui e Agora” no SBT. Ele também participou de programas da TV Gazeta, da Rede Record, Rede TV e também atuou em rádios.

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Radiação no Sudário de Turim pode ser pista para a ressurreição de Jesus

Estudo traz novas descobertas importantes sobre o Santo Sudário de Turim

Por Luciano Portela | Repórter do The Christian Post
O historiador e apologista evangélico Gary Habermas abriu um importante debate, em uma apresentação recente nos EUA, sobre o Santo Sudário de Turim, peça de linho que teria coberto Jesus Cristo após sua morte.
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    (Foto: REUTERS/Claudio Papi)
    Uma foto versão negativa do Sudário de Turim, Catedral de São João Batista, em Turim, Itália, revelando um rosto comumente associado com Jesus Cristo, tirada em agosto de 1978.
Apesar de não dar plena certeza de que as marcas do rosto de um homem no Sudário são realmente de Jesus, Habermas relata que foram feitas descobertas recentes por meio de um estudo, que apontam que é possível observar dentes e a presença de radiação, que dariam pistas da ressurreição de Cristo.

No fim da década de 1980 foram efetuados testes de radiocarbono que levantavam a tese de que o Santo Sudário seria uma fasificação da Idade Média, possivelmente produzida entre os anos de 1260 e 1390. Contudo, mais tarde, teria se chegado a conclusão de que não havia tecnologia disponível naquela época para tal resultado.

Já no início de 2013, foram efetuados novos estudos na peça de linho, para enfim constatar que o Sudário poderia ser proveniente de algum lugar entre 280 A.C. e 220 D.C., em torno do que seria justamente a época em que Jesus passou pela Terra.

Habermas, que se especializa na investigação sobre a ressurreição de Jesus há mais de quarenta anos, argumentou que algumas coisas são amplamente aceitas sobre o Sudário, ou seja, que ele realmente possui uma idade secular, e que definitivamente não é uma pintura pois não há vestígios de corantes ou pigmentos e as manchas de sangue presentes no pano já foram verificadas como autênticas.

Para completar, outros pormenores preciosos firmam ainda mais a veracidade do pano, como sinais de sangue de possíveis ferimentos na cabeça, pulsos, e barba, marcas de supostas armas da época e vestígios de sujeira sobre os pés.

Habermas insistiu no fim de sua apresentação que ele não pode dar certeza se o Sudário de Turim é o manto verdadeiro do enterro de Jesus Cristo ou não, mas indica que é um artefato importante que os pesquisadores podem definitivamente se aprofundar mais.

Durante mais de dois mil anos, o Sudário esteve em diversos lugares. A peça chegou em Turim no século XIV, mas a princípio partiu de Jerusalém, ficou sob sigilo na Turquia durante mais de trezentos anos e passou pelo Mar Mediterrâneo, até atingir seu destino final, segundo o portal de notícias G1.

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Archaeologists Claim Discovery of King David’s Palace

 

By Anugrah Kumar, Christian Post Contributor
July 22, 2013|10:06 am

Archaeologists in Israel have claimed they have found the ruins of a palace that belonged to the biblical King David at a site west of Jerusalem, but some experts say there is lack of evidence to prove the claim.

A team of archaeologists from Hebrew University of Jerusalem and Israel’s Antiquities Authority got together for a seven-year dig at Khirbet Qeiyafa, a site west of Jerusalem. And at the completion of the dig, they say they have discovered a large fortified complex that was the first palace of King David in what was once a Judean city of Sha’arayim, according to The Associated Press.

The Old Testament book 1 Samuel 17:52 records that after David killed Goliath, the Philistines ran away and were slain on the “road to Sha’arayim.

“Khirbet Qeiyafa is the best example exposed to date of a fortified city from the time of King David,” say the two leaders of the team, Yossi Garfinkel from Hebrew University and Saar Ganor of the Antiquities Authority.

They say there is “unequivocal evidence” in the form of cultic objects that were typically used by King David’s subjects, the Judeans. Besides, they found no trace of pig remains – as pork is forbidden under Jewish laws.

They say they have discovered another structure at the site which was a storeroom.

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“The southern part of a large palace that extended across an area of about 1,000 square meters was revealed at the top of the city,” they say. “The wall enclosing the palace is about 30 meters long and an impressive entrance is fixed it through which one descended to the southern gate of the city, opposite the Valley of Elah. Around the palace’s perimeter were rooms in which various installations were found – evidence of a metal industry, special pottery vessels and fragments of alabaster vessels that were imported from Egypt.”

“This is the only site in which organic material was found – including olive seeds – that can be carbon-14 dated,” The Times of Israel quotes Yoli Schwartz, a spokeswoman of the Antiquities Authority, as saying. “The palace is located in the center of the site and controls all of the houses lower than it in the city. From here one has an excellent vantage looking out into the distance, from as far as the Mediterranean Sea in the west to the Hebron Mountains and Jerusalem in the east. This is an ideal location from which to send messages by means of fire signals.”

While other experts agree the finding is significant, they say it’s possible it belonged to other kingdoms of the area.

Prof. Aren Meir of Bar Ilan University told Haaretz that the archaeologists should not over-rely on the Bible, as question-marks hang over the existence of King David’s monarchy along with Solomon.

However, Garfinkel and Ganor maintain, “The palace that is now being revealed and the fortified city that was uncovered in recent years are another tier in understanding the beginning of the Kingdom of Judah.”

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