Categorias
Noticias

‘Acredito em mim. Sou meu próprio Deus’, diz atriz Global

Alinne Moraes diz ser ‘curioso’ se vestir com talismãs até as orelhas para dar vida à supersticiosa Kátia Maia, sua personagem na nova série de Fernanda Young e Alexandre Machado, que estreia em novembro na Globo.

“Quando eu tinha menos de 20 anos, costumava responder que era muito nova para dizer no que acreditava. Hoje, como eu não sou mais tão nova assim, sinto que devo me posicionar. As pessoas te cobram que você acredite em alguma coisa. Eu acredito em mim, tenho fé em mim. Eu sou meu próprio Deus. Sou escrava da minha própria criação”, afirmou Alinne.

Em “Como aproveitar o fim do mundo”, sua personagem é do tipo que acredita em tudo. Crédula até as raízes dos cabelos, ela crê que o apocalipse está próximo e convence Ernani (Danton Mello), a viver os 67 dias seguintes (os que faltam até o dia 21 de dezembro, a data do suposto juízo final, segundo os maias) como se não houvesse amanhã.

Em matéria publicada no O Globo, desta terça-feira (17), a atriz afirmou está a cada dia mais realista. “É estranho isso, mas eu tenho acreditado cada vez mais em poucas coisas”, disse.

Segundo a atriz, suas crenças mudaram um pouco ao longo dos anos. Com quase 30 anos ela diz que hoje acredita em “nada além de energia”. Sobre a mudança na grafia de seu nome — em 2001, Aline virou Alinne — hoje é renegada.

“Sabe quando você é adolescente e põe na cabeça que vai fazer uma tatuagem? Aos 19 anos, consultei um numerólogo e ele sugeriu que eu duplicasse o ‘n’. Eu não tenho tatuagem, mudei o meu nome. Mas eu não acredito nisso. Hoje, anota aí, acho isso tudo uma cafonice”, disse a atriz.

Deixe o seu comentário no Verdade Gospel.

Fonte: O Globo

Categorias
Estudos

O castigo bondoso de Deus

Apesar de não gostarmos de sermos afligidos por Deus, precisamos passar pelo fogo da aflição.

           O castigo bondoso de Deus

O título deste artigo é a reprodução da primeira parte do verso 71 do Salmo 119, conhecido como o Salmo da Palavra. Nessa expressão, notamos a sinceridade da oração do salmista, pois, na segunda parte do verso supracitado, ele diz: “para que aprendesse os teus testemunhos” (ARC[1]). O escritor reconheceu o cuidado de Deus, mesmo sendo castigado por Ele.

Se perguntarmos a qualquer pessoa que seja sã mentalmente se ela gosta de ser castigada, a resposta que obteremos é um sonoro “Não”. Realmente ninguém gosta de ser punido, a não ser que tenha alguma doença psicológica. Na verdade, “quando somos corrigidos, isso no momento nos parece motivo de tristeza e não de alegria” (Hb 12.11, NTLH[2]).

Observemos a atitude de Caim, após ter assassinado o seu próprio irmão Abel, ao ser procurado por Deus para a prestação de contas: “E disse o SENHOR a Caim: Onde está Abel, teu irmão? E ele disse: Não sei; sou eu guardador do meu irmão?” (Gn 4.9). Em outras palavras, Deus estava dizendo a Caim: “Eu vi o que você fez e vim contrariá-lo!”. E, por isso, o homicida respondeu irritadamente.

Apesar de não gostarmos de sermos afligidos por Deus, é preciso passarmos pelo fogo da aflição. O fogo santo do Senhor sempre estará aceso para purificar os corações impuros dos homens ou para nos levar a um patamar espiritual mais refinado. Dessa forma, ficaremos cada vez mais próximos da vontade do forneiro.

Compreendendo isso, o salmista foi muito feliz quando disse que foi preciso passar pelas aflições de Deus para que pudesse aprender a Palavra do Senhor. Ou seja, se o Senhor não o tivesse afligido, ele não teria se convertido. Semelhantemente, algumas vezes se faz necessário sofrermos alguns agravos para experimentarmos a boa, agradável e perfeita vontade de Deus.

Caro (a) leitor (a), se você estiver passando por um momento muito delicado em sua vida, não se desespere. Deus apenas está te aproximando dEle: “Foi-me bom ter sido afligido, para que aprendesse os teus estatutos!” (Sl 119.71).

[1] ARC – Almeida Revista e Corrigida.

[2] NTLH – Nova Tradução na Linguagem de Hoje.

Categorias
Cultos

Trump é figura messiânica e ONU é Gogue, acredita rabino influente

Religioso afirma que posicionamento dos EUA sobre Jerusalém pode ter dado início à guerra profetizada por Ezequiel

          “Trump é figura messiânica e ONU é Gogue”

Durante uma palestra recente em Jerusalém, um rabino muito influente deu declarações que estão chamando atenção. Para Mendel Kessin, líder religioso judeu que costuma interpretar os eventos mundiais sob a perspectiva da Torá, Donald Trump é uma “figura messiânica”.

Segundo o rabino, o posicionamento do presidente dos EUA sobre Israel está aproximando o mundo do Messias. “O processo messiânico está, literalmente, se desdobrando diante dos nossos olhos”, assegurou. Na sua compreensão, “A eleição de Trump foi um milagre revelado. Ele nem deveria ter ganho, pois quase todos os políticos e a mídia americana parece que o odeiam… Mas o odeiam porque ele vai acabar com o domínio de Satanás sobre a América. Eles não querem que isso aconteça e por isso não aceitam que ele ajude Israel”.

Avaliando a declaração de Trump sobre o reconhecimento de Jerusalém como capital de Israel e as manifestações contrárias em várias partes do mundo, o rabino acredita que se trata do cumprimento da profecia bíblica.

“Quando Esaú for visto ajudando Israel, é um sinal que o Messias está chegando”, afirmou Kessin, referindo-se a uma antiga tradição judaica. Ele diz que a Bíblia estabeleceu claramente o destino de Jacó e Esaú.

Citando Gênesis 25:23, ressaltou que o texto diz “um povo será mais forte do que o outro povo, e o maior servirá ao menor”. O erudito ensina que, na tradição judaica, Esaú é visto como aqueles que se opõem aos judeus. Embora Israel e o povo judeu sejam facilmente identificados como os descendentes de Jacó, a identidade de Esaú nos tempos modernos é mais complexa.

“Esaú também é um patriarca. Ele é o pai da nação de Edom (Gn 36:1), que eventualmente se tornou Roma”, ressalta Kessin. O rabino diz que Esaú tomou muitas formas ao longo dos tempos, sendo representado pelo cristianismo (maior em número) mas “No final dos dias, Esaú vai ajudar a Jacó. Portanto, antes do Messias vir, Esaú irá fazer tshuva [arrependimento] e ajudar a Israel (menor em número)”.

Por crer assim, o rabino Kessin não tem dúvidas: “Donald Trump é esse homem. Ele não sabe e talvez nem acredite, mas é uma figura messiânica”. Porém, o rabino faz uma distinção: “Ele não é o Messias, contudo está gerando uma mudança de paradigma. Sua missão é transformadora”.

O rabino vai além, enfatizando que, quando os EUA defenderam sua posição sobre Jerusalém na Assembleia Geral das Nações Unidas, pode ter dado início à guerra profetizada por Ezequiel sobre a terra de Gogue e seu rei, Magogue (Ez 38-39). Ele explica que, na tradição judaica, as letras de “Gogue e Magogue” resultam no número 70. “Setenta significa todas as nações do mundo, pois a Bíblia lista os 70 descendentes de Noé, que povoaram a terra”.

“[Ezequiel] afirmou que todas as nações irão se unir contra Jerusalém, e não é isso o que vimos a ONU fazer?”, questionou Kessin, respondendo em seguida “a ONU é Gogue e Magogue”. Com informações Breaking Israel News