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Incêndio de prédio em São Paulo destrói igreja Luterana

Edifício Wilton Paes de Almeida, que desabou em SP após incêndio, foi projetado na década de 1960 e era patrimônio histórico.

Edifício Wilton Paes de Almeida destruídoEdifício Wilton Paes de Almeida destruído

Um incêndio sem precedentes destruiu totalmente o edifício Wilton Paes de Almeida, no Centro de São Paulo, deixando 92 famílias desabrigadas e comprometendo as construções vizinhas. Ao lado da construção estava localizada a Igreja Evangélica Luterana, parte importante da história do evangelho no Brasil, que foi praticamente destruída.

A catedral que passava por um processo de restauração, teve uma perda incalculável. Todo o telhado foi comprometido, o forro de madeira original, a parede direita com vitrais que levavam o selo de Martinho Lutero construídas pelo vitralista Conrado e muitas preciosidades artísticas, tudo foi perdido.

“A igreja foi praticamente destruída, mais de 80% destruída, só sobrou uma parte do altar e a parte da torre, o resto veio tudo abaixo. Uma tragédia muito mais que financeira, uma tragédia humana”, disse o pastor Frederico Carlos ao Jornal Hoje.

O templo, também conhecido como Martin Luther, foi construído em estilo neogótico e inaugurado em 25 de dezembro de 1908. Ele foi tombado pelo Conpresp, em 1992, e pelo Condephaat, em 2012. Guilherme von Eÿe, seu arquiteto, também assinou o projeto do Conservatório Dramático e Musical de São Paulo. O prédio ocupa uma área de 1012 metros quadrados e tinha pavimento térreo de 465 metros quadrados.

A Igreja Evangélica Luterana, que fica ao lado do prédio em chamas, também pegou fogo e parte da estrutura desabou. (Foto: Felipe Rau/Estadão Conteúdo)
Incêndio teve início de madrugada

O incêndio que atingiu a sede da igreja teve início por volta de 1h30 da madrugada de hoje (01) no 5° andar do prédio vizinho à catedral.  O imóvel de 24 andares pertencia a União e era ocupado irregularmente por grupos de famílias sem-teto.

O edifício foi colocado para leilão em 2015, por R$ 24 milhões, mas ninguém adquiriu. Em 2017, o imóvel foi cedido para a Prefeitura de São Paulo, para instalação da Secretaria de Educação e Cultura da cidade, segundo o Ministério do Planejamento.

Saiba como ajudar

A Cruz Vermelha de São Paulo está recebendo doações de água, alimentos não perecíveis, roupas, sapatos e itens de higiene pessoal para auxiliar as vítimas do incêndio. Quem estiver em São Paulo e quiser ajudar, basta se dirigir ao polo na Avenida Moreira Guimarães, 699, próximo ao aeroporto de Congonhas. Com informações de Veja e G1

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Israel

A restauração de Israel é um grande “sinal do fim”, lembra estudioso

Ressurgimento de Israel como nação completa 70 anos esta semana


Judeus comemoram o Dia de Jerusalém.
Judeus comemoram o Dia de Jerusalém.

Teólogo e autor profícuo, Perry Stone já escreveu muito sobre o papel de Israel no cenário do final dos tempos, segundo as Escrituras. Ele entende que a proximidade dos 70 anos do ressurgimento de Israel como nação, a ser comemorado em 18 de abril, deveria ser vista mais de perto pelos estudiosos da Bíblia.

Dentro da história do povo judeu, 70 é um número bastante significativo, sendo o período que ficaram cativos na Babilônia, por exemplo (cf Daniel 9:2 e Jeremias 29:10). Para alguns eruditos, a indicação do Salmo 90:10 é que 70 anos seria o número designado por Deus para uma geração.

Conforme lembra Stone, “Os profetas bíblicos previram uma série de restaurações que se desdobrarão antes do retorno do Messias. Quando essas previsões começam a acontecer, é uma grande testemunha que o fim dos tempos está próximo e o reino do Messias está no horizonte. E o primeiro grande evento seria o restabelecimento de Israel como nação”.

Por utilizar o calendário bíblico as datas desse calendário lunar variam a cada ano no calendário ocidental (solar). Oficialmente, a data da Independência do Israel moderno é ‎dia 5 de Lyar de 5708; 14 de maio de 1948 para o resto do mundo. Em 2018, a data corresponde a 18 de abril.

O fato é que mais de 100 anos antes de Israel renascer, estudiosos da Bíblia que aceitavam a interpretação literal das profecias começaram a escrever e ensinar que os judeus deviam retornar a uma nação chamada Israel antes da vinda do Senhor novamente sobre a Terra.

“Um desses homens foi o professor S.W. Watson, que em 1888 ensinou que três coisas devem ocorrer antes que Cristo possa retornar: 1) Israel seria novamente uma nação. 2) Jerusalém deveria estar sob controle dos judeus e 3) os judeus retornariam de todas as nações para a Terra Prometida”, lembra Stone, apontando para o fato de que a número dois ganhará força com a inauguração das embaixadas de EUA, Honduras e Guatemala, prometidas para o mês que vem.

Sete anos antes de as Nações Unidas votar pelo direito de restabelecimento do Estado judeu, enquanto a Europa estava dividida pela Segundo Guerra Mundial, o teólogo Harry Rimmer escreveu o livro “A Guerra Vindoura e a Ascensão da Rússia” (1940). Considerado profético, ele menciona 14 coisas que deveriam ocorrer antes da vinda de Jesus.

Ele afirmava que os judeus voltariam para a sua terra e reconquistariam Jerusalém. Também previu que a grande guerra levaria os judeus de volta à terra dos seus pais.

Na década de 1940, o dr Finis Dake, autor da “Bíblia Anotada de Dake”, gastou milhares de horas pesquisando as Escrituras e escrevendo notas e comentários sobre cada versículo. Falando sobre Isaías 35, destacou que profeta previa um tempo em que os desertos estéreis de Israel iriam florescer e encheriam o mundo de frutos.

Quando sua Bíblia foi publicada, a maior parte do território do protetorado britânica da Palestina era ou pântano ou um deserto desolado e seco, com pouca ou nenhuma vegetação. O que se vê hoje em dia em Israel é uma abundante produção agrícola, graças ao uso de tecnologia revolucionária de irrigação.

No início dos anos 1940, Dake e outros estudiosos já anunciavam que nenhuma profecia sobre a vinda do Senhor poderia se cumprir até que os judeus estivessem de volta à terra de Israel, algo que não poderia ser uma “alegoria espiritual”, como era quase o consenso até então.

Conforme lembra Pery Stone, ao examinar as Escrituras proféticas, devemos falar sobre as profecias da restauração de Israel como um fato, e não algo “espiritual ou alegórico”, como insistem muitos teólogos. A chegada do aniversário que pode significar o fim de uma geração deveria ser colocado na devida perspectiva, ainda mais considerando tudo que tem acontecido nos países vizinhos de Israel. Com informações Charisma Mag

Assista (em inglês):

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Cultos

Edir Macedo repudia as religiões: “criação satânica”

Fundador da Universal diz que “Jesus não criou uma religião”

Bispo Edir MacedoBispo Edir Macedo

Quem assistiu ao filme “Nada a Perder”, cinebiografia do fundador da Igreja Universal do Reino de Deus, bispo Edir Macedo, percebeu que ele mais de uma vez fez críticas aos sistemas religiosos, mesmo os que se dizem cristãos.

No texto mais recente de seu blog pessoal, ele declarou novamente seu repúdio às religiões. Fazendo uma série de comparações entre o que Jesus ensinou e o que os movimentos religiosos pregam, foi categórico: “Religião separa pessoas, cria atritos e divide lares e casais. Ela é a criação satânica mais nefasta da face da Terra. A religião católica, a evangélica, a espírita e qualquer outra transforma sua ‘fé’ em território privado”.

O texto assinado por Macedo assegura que “as maiores guerras da história da humanidade tinham como pano de fundo a religião” e lembrou aos seus leitores que “a fé cristã não tem nada a ver com religião”.

O entendimento do bispo é que “O Senhor Jesus não criou uma religião. Ele instituiu o Reino de Deus, isto é, a Sua Igreja” e “as pessoas que a compõem vivem sujeitas ao senhorio de Jesus. Vivem o padrão da justiça do Reino de Deus”.

Uma das bases do seu argumento é que existem dois tipos de fé: uma que não usa a inteligência e seria “fanatismo” e a fé “sobrenatural”, que depende da direção do Espírito Santo.

Ele diz que há muitos que usam o nome de cristão, mas são apenas religiosos, dando sinais de sua carnalidade através de “atritos, contendas, fofocas, maus olhos, preconceitos e críticas”.

O título de cristão, insiste o líder da Universal citando Romanos 8:9, só poderia ser usado por quem “é possuído e dirigido pelo Espírito de Cristo”.