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O que os Líderes Evangélicos Pensam Sobre o Fim dos Tempos

 

Por Audrey Barrick|Repórter do Christian Post
Traduzido por Amanda Gigliotti

A maioria dos líderes evangélicos acreditam que Jesus Cristo irá retornar à Terra e então reinar com seus seguidores por 1.000 anos, mostra uma nova pesquisa.

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    (Foto: by jonycunha)

    A maioria dos líderes evangélicos acreditam que Jesus Cristo irá retornar à Terra e então reinar com seus seguidores por 1.000 anos, mostra uma nova pesquisa, 09 de março de 2011.

Essa teologia do fim dos tempos é chamada de pré-milenismo e 65 por cento dos líderes evangélicos pesquisados se identificam com ela.

Como parte dessa pesquisa mensal, a Associação Nacional dos Evangélicos pesquisou seu conselho de diretores, do qual incluem os Diretores Executivos das denominações e representantes de uma vasto leque de organizações evangélicas, sobre suas crenças escatológicas.

“Está em nossa natureza humana querer preparar a nós mesmos – fisicamente, emocionalmente, espiritualmente – pelo que pode estar à frente,” disse o Presidente da NAE, Lieth Anderson.

A pesquisa, publicada esta semana, encontrou que 13 por cento dos inquiridos são amilenistas – acreditando que o reino milenar não literal de Cristo está acontecendo agora enquanto Cristo reina à direita do Pai.

Quatro por cento acredita que a segunda vinda de Cristo que irá ocorrer depois do período de 1.000 anos durante o qual as nações irão progressivamente estar convertidas ao Cristianismo. Essa é a teologia pós-milenista.

Dezessete por cento, entretanto, identifica-se com a teologia final “outros” tempos.

Enquanto a maior parte dos líderes evangélicos sustentam uma crença pré-milenista – no qual o período de 1.000 anos é justiça e paz em todo o mundo e precede o fim do mundo – mesmo dentro deste sistema de crença, há variações.

Os pré-milenistas discordam quanto ao período do arrebatamento, se os Cristãos irão subir e unir-se a Jesus durante ou depois do período de tribulação – que vem antes do retorno de Cristo.

Entretanto, muitos líderes evangélicos concordam que o foco nos detalhes dos últimos dias pode ser uma distração de viver fielmente no presente, de acordo com a pesquisa.

Roy Taylor, declarou ao secretário da Igreja Presbiteriana nos Estados Unidos, “Na medida em que o tempo aproximado do Segundo Advento entrou em causa, eu me demiti do Comitê de Planejamento e juntei-me ao Comitê de Recepção.”

Além disso, dadas as várias visões sobre o fim dos tempos, a Open Bible Churches, uma asosicação de Igrejas Evangélicas Pentecostais Carismáticas, alterou sua Declaração de Fé para dar aos ministérios e constituintes uma liberdade maior nos ensinamentos escatológicos.

A declaração de fé da Open Bible Chuches sobre a segunda vinda de Cristo afirma simplesmente: “Nós acreditamos que a segunda vinda de Cristo será pessoal, visível e triunfante.”

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Evangélicos impedem votação do projeto que criminaliza homofobia

 

Sessão teve troca de ofensas entre o deputado Jair Bolsonaro (PP-RJ) e a senadora Marinor Brito (PSOL-PA)

12 de maio de 2011 | 11h 51

O estadão.com

Andrea Jubé Vianna e Eduardo Bresciani

Brasília, 12 – A pressão da bancada evangélica impediu a votação do projeto de lei complementar 122/06 que criminaliza os atos de homofobia, que seria votado nesta manhã na Comissão de Direitos Humanos (CDH) do Senado. Numa sessão que ao final contou com troca de xingamentos e ofensas entre o deputado Jair Bolsonaro (PP-RJ) e a senadora Marinor Brito (PSOL-PA), o projeto foi retirado de pauta sem previsão de retorno.

Representantes da Frente Parlamentar Evangélica presentes à sessão pediram o adiamento alegando que devem ser realizadas audiências públicas, porque ele não teria sido suficientemente discutido no Congresso. "Precisamos debater à exaustão, sem privilegiar ninguém. Há pelo menos 150 milhões de brasileiros que não foram ouvidos", disse o senador Magno Malta (PR-ES).

O projeto de autoria da ex-deputada Iara Bernardi (PT-SP) tramita há 10 anos no Congresso e somente em 2006 foi aprovado no plenário da Câmara. Relatora do projeto na CDH, a senadora Marta Suplicy (PT-SP) queria tentar aprovar o seu parecer até a próxima semana, a tempo das comemorações do Dia Nacional de Combate à Homofobia (17 de maio), que vão movimentar a Esplanada em Brasília.

Marta chamou a atenção para esse momento "de maior compreensão e humanidade" que se estabeleceu no País, a partir do recente julgamento do Supremo Tribunal Federal (STF) que estendeu às uniões homoafetivas os mesmos direitos e deveres dos casais heterossexuais. "O Judiciário se pronunciou sobre um assunto que há 16 anos o Congresso não consegue se pronunciar", completou a petista. "Esse projeto tem a ver com tolerância, respeito e cidadania, vai ajudar a diminuir a violência contra homossexuais", concluiu.

A proposta modifica a Lei de Racismo para criminalizar também os atos de homofobia, estendendo a eles as mesmas punições impostas aos crimes de preconceito racial. O projeto pune com reclusão de um a três anos condutas discriminatórias como recusar o atendimento a gays em bares e restaurantes e reprimir trocas de afeto em locais públicos, como beijos ou abraços.

O item mais polêmico pune com prisão, de um a três anos, e multa aqueles que induzirem ou incitarem a discriminação ou preconceito contra os homossexuais. A avaliação é de que padres e pastores serão proibidos de pregarem contra a homossexualidade nas igrejas e templos religiosos. Na sessão desta manhã, integrantes da bancada evangélica pregaram adesivos na boca em protesto, alegando que o projeto reprime a liberdade de expressão deles.

Para atender às reivindicações da bancada evangélica, Marta incluiu uma emenda permitindo que todas religiões e credos exerçam sua fé, dentro de seus dogmas, desde que não incitem a violência. "O que temos na fé é o amor e o respeito ao cidadão. Me colocaram que o problema não era intolerância nem preconceito, mas liberdade de expressão dentro de templos e igrejas. O que impede agora a votação? O que, além da intolerância, do preconceito, vai impedir a compreensão dessa lei?", questionou Marta.

Na saída da sessão, durante uma entrevista coletiva de Marta aos jornalistas, o deputado Jair Bolsonaro e a senadora Marinor Brito trocaram xingamentos e ofensas mútuas. Bolsonaro exibia uma cartilha do Ministério da Educação (MEC), expondo o Plano Nacional de Promoção à Cidadania LGBT, que ele considera moralmente ofensivo à sociedade. Exaltada, Marinor deu um tapa no livreto e chamou o deputado de "criminoso". Bolsonaro retrucou chamando-a de "heterofóbica" e ambos partiram para a discussão.

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Religião é tema de palestras na Feira Nacional do Livro, em Minas

 

Venda de livros religiosos cresce e ocupa a terceira posição no ranking.
Segmento aposta nos leitores que buscam ajuda espiritual e conhecimento

Do G1, MG

O mercado de livros religiosos cresce no Brasil e já ocupa a terceira posição no ranking de vendas. O segmento aposta nos leitores que buscam ajuda espiritual e conhecimento.

Palestras sobre o tema são destaque na sexta edição da Feira Nacional do Livro, realizada em Poços de Caldas, que termina no próximo domingo (8). Confira a programação no site da feira.