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Símbolos do Carnaval, ex-Tiazinha e ex-Feiticeira agora são evangélicas e não curtem a folia

Elas deixaram a vida de símbolo sexual no passado

Por Gospel Prime –  
Joana Prado e Suzana Alves

Joana Prado e Suzana Alves. (Foto: Reprodução / Instagram)

A cantora Anitta se fantasiou de Tiazinha e Feiticeira no Carnaval, fazendo com que duas personagens dos anos 1990 fossem lembradas pelo público.

Acontece que Suzana Alves, ex-Tiazinha, e Joana Prado, ex-Feiticeira, agora são evangélicas e evitam contato com a imagem sensual que as projetaram na TV brasileira.

Suzana Alves declarou em entrevista que sente carinho por sua personagem, mas que a Tiazinha ficou no passado. Ao ver Anitta se vestindo sua fantasia, ela agradeceu pela homenagem. “Olha que fofa a Anitta fazendo homenagem para minha eterna personagem Tiazinha”, escreveu.

Suzana é membro da Igreja Bola de Neve e, pelas redes sociais, mostrou que não curtiu a folia durante este Carnaval, registrando um passeio com seu filho no Museu da Imagem e do Som, em São Paulo.

Joana Prado não comentou sobre a fantasia de Anitta. Casada com o lutar de MMA, Vitor Belfort, a ex-Feiticeira vive nos Estados Unidos e também se mantém longe da personagem que interpretou na TV e do Carnaval.

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Pastor é preso em Londres por pregar o Evangelho na rua

Pregador de rua foi algemado e preso em Londres
Pregador de rua foi algemado e preso em Londres

Um pastor de rua negro, que se acredita ser um homem nigeriano, foi preso em Londres em 23 de fevereiro, aparentemente por uma suposta “violação da paz”, enquanto pregava o Evangelho do lado de fora da Estação de Metrô Southgate, de acordo com um porta-voz da Polícia Metropolitana.

O pregador pediu pacificamente a dois policiais brancos que não tirassem a Bíblia. Em uma detenção humilhante, eles colocaram seus braços atrás das costas com algemas e tiraram a Bíblia dele e um oficial pode ser ouvido dizendo: “Você deveria ter pensado nisso antes de ser racista [ sic ]”.

Em um conflito verbal gravado em vídeo de dois minutos, um oficial diz ao pregador não identificado que ele foi “obrigado a ir embora” porque estava “perturbando o dia das pessoas”. O pregador respondeu: “Eu não irei embora porque preciso lhes contar a verdade. Jesus é o único caminho, verdade e vida ”.

Uma testemunha disse que, antes da chegada da polícia, o pregador estava sendo confrontado agressivamente por um jovem, aparentemente muçulmano e com cerca de 20 anos, vestindo um top com capuz. O homem era altamente abusivo sobre a Bíblia e Deus com o rosto perto do pregador. O jovem também ameaçou o pregador com um punho fechado.

Quando a polícia chegou para interrogar o pregador de rua, houve uma queixa de “islamofobia” contra ele. Não se sabe quem fez a denúncia à polícia. O jovem fugiu da cena assim que a polícia apareceu.

O vídeo da prisão do pastor se tornou viral em países da África Ocidental, como Gana e Nigéria , com cerca de 2,3 milhões de visualizações. Algumas mídias sugeriram que agora existe uma maior liberdade de religião na África do que o Reino Unido, enquanto um relato nigeriano sobre a prisão do homem levou os comentários a serem postados embaixo da história, defendendo espancar os pregadores e banindo-os da Nigéria.

A prisão do pregador nigeriano no norte de Londres parece ter sido ilegal. O vídeo mostra a polícia dizendo ao homem que ele deve parar de pregar. No entanto, não é lícito a um policial ordenar que alguém pare de pregar, a menos que suas ações incitem à violência.

Em 1997, Alison Redmond-Bate, o primeiro caso de pregadores de rua sendo preso na Grã-Bretanha, desde o século XIX, recebeu ordens para parar de pregar por um policial depois que uma multidão de desordeiros se tornou violenta. Quando ela se recusou, ela foi presa. No entanto, no tribunal de recurso, Lord Justice Sedley declarou: “Um policial não tem o direito de pedir a um cidadão que desista de uma conduta legal.”

Folha Gospel com informações de Barnabas Fund

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Racha na AD – Pastor Samuel Câmara e mais de 25 mil pastores se preparam para deixar a CGADB

Pastor Samuel Câmara
Pastor Samuel Câmara

O Pastor Samuel Câmara, presidente Assembleia de Deus em Belém do Pará e mais de 25 mil pastores estariam se preparando para deixar a Convenção Geral das Assembleias de Deus no Brasil (CGADB) para se filiarem a uma nova convenção nacional que está sendo criada.

Uma fonte não identificada, confirmou a saída do pastor que está há 33 anos na CGADB e declarou que pastores de todo o Brasil já estão se reunindo para formar esta nova convenção. “É um caminho inevitável”, declarou a fonte citando os problemas gerados na CGADB por conta das últimas eleições para presidente.

O entendimento a esse respeito, já acontece há dois meses e várias reuniões aconteceram em diferentes estados brasileiros e em uma delas, em Belém do Pará, já teriam criado o Estatuto da nova Convenção Assembleiana – cujo nome não foi divulgado.

Entre as principais mudanças estará a ordenação de pastoras, algo não permitido atualmente na CGADB. A nova convenção também terá uma editora para produzir e distribuir o material da Escola Bíblica Dominical, livros, além de ter um curso básico de teologia com certificado do MEC.

André Câmara, filho do pastor Samuel Câmara, afirmou que  o entendimento para a criação da nova convenção partiu de diversas lideranças evangélicas do país.

“Isso é um movimento de todos os pastores do Brasil, é um movimento do Brasil, não é do pastor Samuel Câmara viu. O pastor Samuel Câmara não tem ingerência nisso, é uma coisa muita espontânea” , disse André Câmara ao site JM Notícia.

Demandas judiciais

Em abril de 2013, pastor Samuel Câmara concorreu à eleição da CGADB e perdeu para José Wellington por um placar apertado. Dentre os 16.410 votos válidos, José Wellington obteve 9.003 votos (54%) e contra 7.407 (46%) de Câmara. O resultado da eleição de 2013, foi questionado na justiça, e em consequência, a CGADB foi multada a pagar mais de R$ 9 milhões de reais, porque não demonstrou em juízo os comprovantes de pagamentos de inscrições dos ministros que votaram na eleição de 2013.

Após acordo entre Câmara e o ex-presidente da CGADB, pastor José Wellington Bezerra da Costa, a ação judicial foi retirada e José Wellington fez o compromisso de que na eleição de 2017, Samuel Câmara teria acesso a todo o processo eleitoral da entidade, o que de fato, não aconteceu.

Em 2017, após várias demandas judiciais, envolvendo supostas inscrições de pastores desligados e até mortos, a CGADB anunciou em abril deste ano, a vitória do pastor Wellington Júnior como o novo presidente da CGADB, obtendo 14.675 votos, contra 8.145 votos do pastor Samuel Câmara.

No dia da eleição, pastor Samuel Câmara afirmou que foi impedido de ter acesso ao local da apuração. “Nós viemos aqui para participar da eleição e lamentavelmente a empresa Scty não deixou nem a gente chegar perto e mudaram tudo para aquele Hotel…e nem deixou a gente entrar… só tínhamos uma coisa a fazer… orar”.

Propostas

Entre as propostas que Câmara sempre defendeu enquanto candidato à presidente da CGADB, foi alternância de Poder na Presidência e Mesa Diretora, a criação da Rede Assembleia de Deus de TV, Rádio e Internet. Ele tinha defendido ainda que, a CPAD estivesse presente em todos estados e com valores acessíveis, prestasse atendimento Jurídico, Contábil e previdenciário aos pastores da CGADB e a criação de impactos sociais, de evangelismo e Missionários no Brasil e Exterior.

Fonte: JM Notícia