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Não somos contra o Carnaval, diz pastor de Macapá

Ele levou água e caldo para entregar aos foliões

por Leiliane Roberta Lopes

  • gospelprime

 

Não somos contra o Carnaval, diz pastor de Macapá
Não somos contra o Carnaval, diz pastor de Macapá
  • O pastor Dariosvaldo Teixeira, líder do Projeto Semeador, conseguiu espaço para evangelizar no mais tradicional bloco de rua de Macapá (AP).

O bloco “A Banda” reuniu mais de 150 mil foliões na terça-feira de Carnaval (4) e os evangélicos da cidades aproveitaram a quantidade de pessoas para evangelizar.

Quem passava pela Avenida Feliciano Coelho ouvia canções evangélicas e pregações vindas do grupo que distribuía água e caldo gratuitamente para os foliões.

Ao ser abordado pela reportagem do G1, o pastor comentou que não é contra o carnaval e que a festa faz parte da cultura popular brasileira.

“Além de aproveitar, nós podemos oferecer para eles um pouco do amor de Deus, necessário nessas horas em que muitas pessoas estão com um alto teor alcoólico no corpo e propensas a algum tipo de violência”, disse Dariosvaldo.

Quem aceitava ouvir uma palavra não era forçado a se tornar evangélico e nem a frequentar uma igreja. “Não trabalhamos em prol de divulgar a placa de uma igreja, mas sim a palavra de Deus”, explicou o pastor.

O bloco “A Banda” percorreu 5,5 quilômetros agitando milhares de pessoas da capital do Amapá e também de cidades vizinhas. A distribuição de água e caldo foi a alternativa encontrada pelo Projeto Semeador para fazer contato com os foliões e entregar uma palavra de Salvação.

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Casal gay milionário abre processo para igrejas serem obrigadas a celebrar casamentos gays

O Reino Unido libera as igrejas de decidirem se querem ou não realizar casamentos gays

Por Luciano Portela | Repórter do The Christian Post

Um casal gay milionário abriu um processo contra a decisão legal do governo, que permite que as igrejas tenham o direito de escolher quando desejam não celebrar um casamento ente duas pessoas do mesmo sexo no Reino Unido.

  • Casamento gay
    (Foto: Reuters)
    Casamento gay

De acordo com o casal Drewitt-Barlow, eles se sentem no direito como paroquianos de sua comunidade “para utilizar a igreja que querem e questão decididos se casar” sem nenhum impedimento da justiça.

“Não é uma reflexão sobre a nossa igreja local, que tem dado todo apoio para nós. O fato é que entendemos que as suas mãos estão atadas por um grupo maior de pessoas dentro da igreja”, avaliou Barrie Drewitt-Barlow.

O casal conta que não se sente à vontade de levar cristãos a um tribunal para reconhecê-los. Contudo, eles enxergam que não haveria outro caminho de efetuar sua vontade, a não ser que fossem até a última instância legal.

“Isso me incomoda muito, pois eu quero muito uma cerimônia grande, com tudo que se tem direito. Eu só não vejo que isso acontecerá de imediato”, afirmou, de forma frustrada, Tony, parceiro de Barrie Drewitt-Barlow.

Um projeto de lei do governo britânico legalizou o casamento gay por meio do Parlamento no início deste ano. Os primeiros casamentos do mesmo sexo são esperados, mas a legislação protege a Igreja da Inglaterra sob o direito de optar não realizar cerimônias de casamentos homossexuais.

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No entanto, o advogado de direitos humanos Aidan O’Neill diz que a proteção para a Igreja Anglicana é “eminentemente recorrível” no tribunal. Uma cópia do parecer jurídico da defesa foi enviada ao primeiro-ministro britânico David Cameron, mas a legislação segue em vigor.

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Cerca de 400 padres foram afastados por abusos sexuais

Os desligamentos aconteceram nos anos de 2011 e 2012 em diversas partes do mundo

por Leiliane Roberta Lopes

  • gospelprime

 

Cerca de 400 padres foram afastados por abusos sexuaisCerca de 400 padres foram afastados por abusos sexuais

A Santa Sé divulgou dados sobre os escândalos de abuso sexual cometidos por funcionários do clero e noticiou que em 2011 e 2012 cerca de 400 padres foram afastados de suas funções.

Antes de tomar esta decisão o Vaticano precisou investigar 822 relatos de padres que teriam cometido abusos sexuais, conforme informações divulgadas na nesta sexta-feira (17), de acordo com a Associated Press.

Essas informações serão repassadas pela ONU como tem acontecido desde 2008 e 2009, quando a Igreja começou a divulgar os dados relativos ao afastamento de clérigos por pedofilia.

Os dados recentes mostram que o número de padres que cometeram abusos sexuais dobrou em relação aos anos de 2008 e 2009 quando o Vaticano desligou 171 padres.

Um dia antes da divulgação do relatório, a Igreja admitiu a existência de clérigos e funcionários que abusaram sexualmente de menores durante uma audiência com especialistas do Comitê para Direitos da Infância da ONU.

O monsenhor Silvano Tomasi, embaixador do Vaticano na ONU em Genebra, sede do comitê, informou que em 2012 foram documentados 612 casos de abusos sexuais que envolviam funcionários do clero. Destes, 418 foram praticados contra menores.

A ONU tem pressionado a Igreja Católica sobre os relatos de pedofilia, o Comitê de Direitos da Infância chegou a pedir uma atuação maior contra esses casos que muitas vezes são abafados pela Santa Sé.

Uma das integrantes do Comitê da ONU, Sara Oviedo, chegou a reclamar durante a audiência, na presença de representantes do Vaticano, da falta de mecanismos para investigação dos casos e da falta de punição.