Nações Unidas revela plano para promover a ‘migração islâmica global’

Mantra globalista, Fronteiras Abertas é o pedido de Guterres

         Nações Unidas revela plano para promover a ‘migração islâmica global’

O secretário-geral das Nações Unidas, Antônio Guterres, revelou seu plano para promoção da  migração em massa, com foco principal nos refugiados vindos de países islâmicos.

Ex-primeiro-ministro de Portugal, Guterres foi eleito pelo Partido Socialista em seu país natal, e demonstra seu viés de esquerda desde que assumiu o cargo máximo da ONU em 1º de janeiro de 2017, tendo anteriormente trabalhado como o Alto Comissário para Refugiados da instituição.

Em um relatório da ONU com o tema “Making Migration Work for All” [Fazer a migração positiva para todos] ele argumenta que “O Pacto Global Para Migração é uma oportunidade não só para os Estados-membros, mas para o sistema das Nações Unidas adotar uma abordagem mais ambiciosa na gestão da migração”. Embora não aborde a questão religiosa, mais de 90% dos migrantes que são abrigados por programas de refugiados as ONU são muçulmanos.

O português comprometeu-se a trabalhar nessa matéria com “consultas intensivas” na ONU durante este ano. Seu objetivo é encontrar novas maneiras de ajudar os Estados-membros a “fazerem uma melhor gestão das questões migratórias”. Na prática isso significa pedir que países como o Brasil, que teve uma mudança recente em sua Lei de Migração, abrigue um número maior de refugiados.

O artigo escrito por ele e publicado em jornais da Europa, ele afirma que a migração em massa “incentiva o crescimento econômico, reduz as desigualdades e conecta sociedades diferentes”, embora reconheça que ela “é também fonte de tensões políticas e tragédias humanas”.

Ainda segundo Guterres, “é uma oportunidade sem precedentes para líderes combaterem mitos perniciosos que cercam os migrantes e estabelecer uma visão comum de como fazer a migração funcionar para todas as nossas nações”.

A postura da ONU é frontalmente diferente do que Donald Trump tem advogado nos Estados Unidos. Países europeus como Polônia e Hungria também vem resistindo às pressões de manter “fronteiras abertas”, o mantra globalista mais popular dos últimos anos.

Sem entrar em detalhes, Guterres disse que é crucial “reconhecer e reforçar os benefícios da migração” e que “Os migrantes dão grandes contribuições, tanto para os países anfitriões quanto para os países de origem”.

Curiosamente, o pleno da ONU vem com força renovada ao mesmo tempo que países como Alemanha, Suécia e França encontram dificuldades crescentes em lidar com os refugiados islâmicos, que não se adaptaram à vida no país que os acolheu, contribuem para o aumento da criminalidade e estabelecem zonas “no go”, onde o acesso de não muçulmanos é restrito e existem patrulhas para garantir que todos ajam segunda a lei sharia.

  Migração no Brasil

A nova Lei de Migração, aprovada pelo governo Temer, foi comemorada pela Federação das Associações Muçulmanas do Brasil (Fembras). A entidade afirma que a considera “um avanço não só do ponto de vista do Brasil, como também no mundo, onde surgem hoje legislações extremamente protecionistas”.

O Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (ACNUR) através do seu porta-voz para o Brasil, o jornalista Luiz Fernando Godinho, garantiu: “O Brasil é um país de permanentes portas abertas para receber migrantes e refugiados. Isto ficou muito claro na fala do Presidente Michel Temer perante a ONU. O Brasil é um país que tem mantido suas fronteiras abertas.” Com informações do Gospel Prime e de Nações Unidas 

Número de meninas cristãs sequestradas por islâmicos atinge recorde

Caso mais preocupante é do Egito

             Número de meninas cristãs sequestradas por islâmicos atinge recorde

Uma antiga estratégia militar dos muçulmanos é sequestrar meninas e adolescentes cristãs, estuprá-las e forçá-las a se casar com o estuprador. Isso, pela lei religiosa, equivale à conversão, já que a mulher deve total obediência ao marido.

Financiada com dinheiro de organizações religiosas da Arábia Saudita, essa prática comum no Oriente Médio e no norte da África está atingindo índices recordes.

No ano passado, cenas dos “leilões” de meninas feito pelos jihadistas do Estado Islâmico na Síria despertou o mundo para essa tragédia. Contudo, afirma a Release International, o cenário mais preocupante hoje é o que acontece no Egito.

O drama dessas crianças e adolescentes não recebe atenção da grande mídia, mas a Release diz que essa é uma forma subestimada de perseguição. A ONG reuniu dados de fontes egípcias e ocidentais e aponta que o número de cristãs coptas sequestradas no Egito no último ano atingiu um recorde histórico.

Os coptas são 10% da população do Egito. Na maioria são pessoas muito pobres, que vivem em áreas rurais ou na periferia da capital Cairo.

Kate Ward (nome alterado por questões de segurança) trabalha com uma instituição inglesa que luta contra esses sequestros. Através de seus parceiros egípcios, entrou em contato com 2.500 famílias que sofreram com o “sumiço” de algum membro.

“Os sequestradores visam as meninas com cerca de nove anos e procuram fazer amizades com elas. Oferecem presentes e investem nessa relação por meses. As meninas somem quando são consideradas sexualmente maduras, a partir dos 14 anos de idade”, conta.

Abouna é um obreiro egípcio que trabalha com a ONG de Ward em comunidades cristãs pobres. Ele conta que esses sequestros são uma estratégia deliberada. As mais velhas são enganadas, pensando que terão uma vida melhor, mas quando descobrem a realidade já é tarde demais.

Frances Windsor, que trabalhou com a Release no Cairo durante muitos anos conta que, geralmente, os homens mais velhos seduzem as meninas com promessas. “Fazem promessas de amor e de riquezas. Quando elas aceitam se casar, acabam se tornando escravas, pois geralmente não são a única esposa”. Em outros casos, as meninas são sequestradas e criadas como filhas em uma nova família, até serem entregues a um marido muçulmano quando estiver ‘apta’ a reproduzir.

Abouna conta que conseguiu ajudar algumas dessas meninas a fugir para o exterior, pedindo asilo como refugiadas. Por questões culturais, elas não podem simplesmente voltar para a casa dos pais, pois os seus ‘maridos’ sempre terão direitos sobre elas.

Em muitos casos, as igrejas é que precisam resolver o problema, lembra Windsor. Mas elas não possuem estruturas para abrigar essas meninas. Afinal, o governo ‘fecha os olhos’ para a perseguição religiosa da minoria cristã.

Ward lembra que muitos desses sequestradores – quer tenham casado com as meninas ou não – recebem uma recompensa dos líderes islâmicos, que pode chegar a 5.000 reais. “Muitas vezes, as garotas engravidam logo, mas não podem dar uma educação cristã aos filhos”, destaca a obreira. Após o nascimento da criança, as mulheres sabem que, se saírem do casamento, nunca terão a guarda dos filhos.

Ela destaca que o aumento drástico do número de sequestros pode ser observado quando a Irmandade Muçulmana voltou ao poder no Egito, em 2011. Havia muito dinheiro estrangeiro chegando no país para pagamento de todo aquele que se dispusesses a casar com uma cristã (ou a sequestrar) forçando a conversão pelo casamento.

Após a deposição do presidente Mohamed Morsi, em 2013, a Irmandade Muçulmana perdeu muito da influência política, mas continua ativa na luta pela eliminação dos cristãos em solo Egípcio.

Como os países islâmicos dominam várias comissões nas Nações Unidas, incluindo o Conselho de Direitos Humanos, essa questão sequer é debatida em organismos internacionais. Com informações Christian Today

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Turquia ameaça “reunir todo o mundo muçulmano” contra Israel

Trump comunicou à Autoridade Palestina que mudará a Embaixada para Jerusalém

                 Turquia ameaça “reunir todo o mundo muçulmano” contra Israel

O presidente dos EUA, Donald Trump, informou hoje (5) ao presidente da Autoridade Palestina, Mahmoud Abbas, por telefone, que irá levar a embaixada dos EUA para Jerusalém. A informação foi repassada à imprensa pelo porta-voz de Abbas, Nabil Abu Rudeineh, acrescentando que os palestinos advertiram Trump sobre “os perigos de tal passo”, sem, contudo, dar maiores detalhes. O Hamas, grupo terrorista que controla a Faixa de Gaza, já havia prometido iniciar uma intifada.

A mídia americana voltou a afirmar que o presidente americano poderá anunciar na quarta-feira o reconhecimento de Jerusalém como a “capital indivisível” de Israel, segundo autoridades americanas que falaram à agência de notícias Reuters. Trump perdeu na semana passada a data limite em que deveria, segundo uma lei de 1995, justificar a permanência da embaixada americana em Tel Aviv ou adiar por mais seis meses.

O presidente da Turquia, Recep Tayyip Erdogan, afirmou nesta terça-feira que o país poderia romper os laços diplomáticos com Israel casos os Estados Unidos levassem adiante essa decisão.

Em pronunciamento diante de líderes do seu governo, ele ameaçou: “Senhor Trump, Jerusalém é a linha vermelha para os muçulmanos. É uma violação da lei internacional tomar uma decisão apoiando Israel enquanto as feridas da sociedade palestina ainda estão sangrando”. Ele também fez uma clara ameaça: “Seguiremos com esta situação até o final. Se esse passo for dado, entre 5 e 10 dias reuniremos a Organização para a Cooperação Islâmica em Istambul. E não será apenas isso… Mobilizaremos todo o mundo muçulmano para eventos significativos. Continuaremos a nossa luta, com determinação, até o fim”.

Apesar das críticas, Trump está apenas retomando uma lei aprovada pelo Congresso dos EUA 22 anos atrás. Chamada de “Lei da Embaixada de Jerusalém”, ela reconhece Jerusalém como a capital de Israel e afirma que a embaixada dos EUA deve ser transferida para lá. Mas oferece um disposto que permite ao presidente adiar temporariamente a mudança por motivos de “segurança nacional”. Essa foi a justificativa invocada repetidamente pelos presidentes Bill Clinton a George W. Bush e Barack Obama.

A ameaça de Erdogan também não é novidade. Em maio deste ano, por conta da instalação de detectores de metal e câmaras no Monte do Templo, ele pediu que os fiéis islâmicos invadissem o local, em uma demonstração de solidariedade com os seus “irmãos palestinos”. “Cada dia que Jerusalém permanece sob ocupação é um insulto para nós”, enfatizou.

O presidente turco, fortalecido pelo referendo que ampliou seus poderes, vem tentando se consolidar como o líder do mundo muçulmano. Nos últimos anos já falou várias vezes na possibilidade de seu país invadir Israel para “libertar” Jerusalém.

Sua menção à Organização para a Cooperação Islâmica, da qual ele é o atual presidente, não deve ser interpretada como algo inofensivo. A organização, que reúne 57 países-membros, conta com uma delegação permanente nas nações Unidas (ONU). No mês passado, sua base formalizou a criação da Coalizão Militar Islâmica, que teria capacidade de reunir o maior exército da terra. Seu objetivo declarado é combater o terrorismo, mas para muitos países islâmicos Israel é uma organização terrorista.

A escolha de Istambul, onde essa cúpula pode ocorrer, possui um grande significado histórico. A cidade foi a capital do antigo Império Otomano, que por 1500 anos dominou o território do atual estado de Israel. Essa claramente não é só uma batalha política, mas sobretudo religiosa, uma vez que no centro de Jerusalém está o Monte do Templo, considerado sagrado pelos islâmicos.