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Silas Malafaia pede que eleitores não votem em Haddad: “Brasil vai virar Venezuela”

Pastor lembra que petista foi responsável pelo “kit gay” quando era ministro

Silas Malafaia
Silas Malafaia. (Foto: Reprodução / Youtube)

O pastor Silas Malafaia, líder do Ministério Vitória em Cristo, está divulgando um vídeo onde pede que os eleitores não votem em Fernando Haddad, do Partido dos Trabalhadores. O líder evangélico lista vários motivos isso, sendo o principal dele a sabida intensão de, caso eleito, conceder indulto a Lula, preso em Curitiba, com pena de 12 anos por corrupção.

Conforme lembra Malafaia, Haddad não conseguiu se reeleger prefeito de São Paulo em 2016 “de tão ruim que foi”. Destacando que Lula “comandou o maior esquema de corrupção do Brasil” argumenta: “Se ele de dentro da cadeia comanda o PT, imagina ele como presidente”.

Em diversas ocasiões as lideranças petistas já falaram sobre a possibilidade de, ao voltarem ao poder, tirarem o ex-presidente da cadeia e dar a ele um cargo no governo. Nesta segunda (17) Gleisi Hoffmann deixou bem claro: “Se nós estivermos no governo, com certeza vai ter um papel importante e grande. E no partido também. O Lula é nossa grande liderança”.

No vídeo, o pastor asseverou que existem processos contra Haddad por corrupção. No início do ano, em desdobramento da Lava Jato, ele foi indiciado pela Polícia Federal (PF)por falsidade ideológica eleitoral e uso de caixa 2.

Outro aspecto que desabona a campanha de Haddad é o fato de ele ter sido o “pai do kit gay” quando era ministro da Educação no primeiro mandato de Dilma Rousseff.

Fiel ao seu estilo sem papas na língua Malafaia classificou o candidato do PT de “poste 2 de Lula” – o primeiro foi Dilma – propondo a ele o apelido de “Haddanta”. O líder do Vitória em Cristo disse ainda que ora para que Deus “abra os olhos e a mente do povo brasileiros, pois esse é um espírito de mentira e de  engano”.

Lamentando a situação econômica do país, afundado na crise, falou sobre os vídeo do PT no horário eleitoral gratuito: “Não adianta fazerem propagando bonita, essa gente é cínica, é mentirosa”. Encerrou questionando, “Você quer o Brasil vire uma Venezuela, uma Cuba? Então vote no Haddad”.Com informações do Gospelprime, por Jorge Aragão.

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Danilo Gentili desmascara imprensa “esquerdopata” e sofre censura

Vídeo “Modus Operandi do Jornalismo” escancara viés ideológico da grande mídia

Danilo Gentili
Danilo Gentili. (Foto: Divulgação)

O humorista e apresentador Danilo Gentili veio a público neste domingo (16) fazer uma grave denúncia. Anunciando que está preparando um documentário chamado “O Limite do Humor”, ele deu uma amostra de como a grande mídia no país segue o viés ideológico da esquerda.

Mostrando prints de grandes sites e de redes sociais, Gentili mostrou como a hashtag #CalaBocaGentili foi fabricada através da utilização de robôs ligados à campanha de Ciro Gomes e teve grande repercussão, enquanto a #FalaGentili, em sua defesa e que teve alcance maior, acabou ignorada.

“A imprensa ao invés que cumprir a função dela, de agente de informação, acaba ocupando o espaço de agente político. O jornalista, ao invés de passar as informações e apurar os fatos, ele fica militando por seu partido, por sua ideologia, para convencer a população da verdade que ele quer construir”, assegurou.

Não é a primeira vez que o humorista reclama dessa “patrulha ideológica”. Com quase 300 mil views, o vídeo mostra com fatos como sua fala sobre a falta de “sororidade” das feministas e mulheres esquerdistas ficou evidente nesta eleição.

Comparando com campanhas em prol de Dilma Rousseff em 2014 – mulher vota em mulher – Gentili destacou que o mesmo não vale para Marina Silva e as atenções estão todas voltadas para Ciro Gomes ou Fernando Haddad, aliados de Lula.

Também mostrou como os trending topics do Twitter não são neutros, com assuntos “sumindo” e “surgindo” com destaque de maneira obscura. Assim, conseguiu ao mesmo tempo questionar o trabalho de boa parte da imprensa e fazer uma nova denúncia sobre a alardeada manipulação das redes sociais.

Admitindo publicamente que faz certas publicações no microblog – onde tem 16.3 milhões de seguidores – como ‘provocações’ pois sabe o que vai acontecer, o apresentador mostrou como há um claro “filtro ideológico” na maneira como suas falas são repercutidas.

Ilustrando com várias imagens seu argumento, Gentili criticou repetidas vezes a grande imprensa, numa tentativa de desmascarar o que chamou de “modus operandis do jornalismo” brasileiro.

O vídeo de quase 10 minutos acabou viralizou nas redes sociais e nesta segunda (17), Danilo falou ao programa Pânico na Rádio sobre o tema. Ele criticou a interferência da “patrulha do politicamente correto” e asseverou: “A patrulheira pode tudo, então tiram as coisas de contexto e vira guerra de narrativa. O lado [que a patrulha] escolheu como vilão pode falar qualquer coisa que vai sempre estar errado e o outro vira vitimismo”.

Mais tarde, usou o Twitter para reclamar do Facebook que “sem motivo algum”, bloqueou a sua página, onde o vídeo tinha cerca de um milhão de visualizações.

Tudo isso serviu apenas para comprovar que as acusações estavam corretas.Com informações do Gospel Prime, por Jorge Aragão

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Eleições, religião e cidadania

Querem impedir os cristãos de eleger os correlacionados com sua doutrina e fé

Eleições, religião e cidadania

Estou verificando na Internet algo que já aconteceu em 2010.  Muitas pessoas estão tentando impedir que os cristãos expressem a sua fé nas eleições.

O ateu pode indicar o seu candidato, geralmente do grupo partidário conhecido por todos, aqueles que querem o aborto, a ideologia de gênero, a liberação da maconha e outros itens nessa direção.

E querem impedir os cristãos de eleger os correlacionados com sua doutrina e fé. Uma frase que vi hoje dizia o seguinte: “Se cristão falasse de Jesus com a mesma garra que defende seu candidato, o Brasil já estaria evangelizado! Qual o objetivo dessa frase? Está claro que é envergonhar, constranger o cristão para ele não se manifestar sobre as eleições.

Já relatei que, em 2010, a coligação da ex-presidente tentou impedir a manifestação cristã nas eleições.  Perderam a ação ajuizada no Tribunal Superior Eleitoral, pois a defesa apresentada e a manifestação da Procuradoria Geral da República garantiram o direito de manifestação sobre o aborto, naquela época, e sobre todos os temas morais.

Em boa hora, vários pastores e Igrejas emitiram o documento denominado Eleições 2018: Carta aberta à Igreja Brasileira.  No documento, os signatários orientam sobre os requisitos necessários dos candidatos, para atenderem à Doutrina Cristã,  e pedem para os cristãos seguirem as seguintes recomendações:

1. Que o SENHOR, o Deus Triúno, conduza em suas campanhas os candidatos honestos, bem-intencionados, comprometidos com a transparência e a moralidade, com princípios virtuosos de vida em sociedade e com uma visão cristã de mundo, a fim de que estes consigam ser eleitos aos cargos a que concorrem;

2. Que o SENHOR, o Deus Triúno, mude o coração daqueles que estão dispostos a votar em candidatos envolvidos em casos de corrupção, nem permita que estes sejam eleitos;

3. Que o SENHOR, o Deus Triúno, refreie a representação de ideologias anticristãs em nossos parlamentos estaduais e no Congresso Nacional;

4. Que o SENHOR, o Deus Triúno, frustre toda a tentativa de fraude no sistema eleitoral;

5. Que o Senhor, o Deus Triúno, não permita mais confusão e outros atos de violência, a fim de que essas eleições sejam concluídas pacificamente;

6. Que o Senhor, o Deus Triúno, por meio da obra santificadora do Espírito Santo, traga um verdadeiro avivamento à sua Igreja no Brasil, provocando um grande e duradouro impacto cultural, moral e social, por meio de homens e mulheres que produzam frutos dignos de arrependimento.

Algumas recomendações:

a) Para a escolha de candidato, recomenda-se conhecer bem o seu caráter, ideias e a ideologia do partido;

b) Apoie propostas que defendam a dignidade do ser humano e a vida em qualquer circunstância, desde sua concepção no ventre materno;

c) Rejeite candidatos com ênfases intervencionistas na esfera familiar, educacional, eclesiástica e artística;

d) Repudie qualquer ideologia que se oponha aos princípios do Reino de Deus, isto é, à mensagem e aos ensinamentos da Bíblia;

e) Apoie candidatos que expressam compreender a função primordial do Estado em prover e promover justiça e segurança para seus cidadãos;

f) Por fim, ao indicar um candidato para amigos e familiares, faça-o com respeito às opiniões diferentes da sua, lembrando que, apesar de você acreditar na pessoa para quem está dando e pedindo voto, como cristãos, nossa esperança última de sociedade perfeita deve estar na consumação dos séculos, quando Jesus voltará para reinar com cetro de justiça.

O Brasil só começou a mudar depois que os internautas cristãos perderam o medo de se apresentar na Internet. A ditadura do “politicamente correto” os impedia de se manifestarem, pois eram, e ainda são tachados de “fascistas”, “nazistas”, preconceituosos, conservadores, e outras palavras que os detratores do cristianismo se utilizam para amedrontar os cristãos. Cristãos também são cidadãos com todos os direitos e deveres dos demais brasileiros. E, portanto, podem ser eleitos.

É preceito constitucional a proibição de discriminação por crença religiosa. Não somente dentro da Igreja, na vida cidadã também.  E Jesus Cristo já se manifestou sobre o comportamento corajoso que os cristãos devem ter: “Tende confiança, sou eu, não tenhais medo” (Mt 14,27).

Quem está defendendo os preceitos cristãos nas eleições ou na escolha dos candidatos está evangelizando. E nós cristãos podemos, sim, e devemos, sim, escolher cristãos verdadeiros, para a Câmara Federal, para o Senado Federal e para a presidência da República, se nós quisermos ter um país melhor para nós mesmos, nossos filhos, nossos netos e todos os brasileirinhos e as brasileirinhas que vierem à luz pela Graça Divina.

João Carlos Biagini

João Carlos Biagini, advogado sênior na Advocacia Biagini, bacharel em Letras e em Direito. Coautor no livro Imunidades das Instituições Religiosas, coordenado pelos profs. Drs. Ives Gandra da Silva Martins e Paulo de Barros Carvalho (Noeses, 2015) e autor do livro “Aborto, cristãos e o ativismo do STF” (AllPrint, 2017).