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Passeata contra teoria de gênero une católicos e evangélicos

A manifestação foi organizada pela igreja matriz de São Gonçalo e contou com apoio de vereadores

por Gospel Prime

 

Passeata contra teoria de gênero une católicos e evangélicos
Foto: Paulo Araújo / Agência O Dia

A Avenida Nilo Peçanha, no Centro de São Gonçalo (RJ), foi tomada por cerca de 2 mil católicos e evangélicos que resolveram se manifestar contra a ideologia de gênero e em prol da família tradicional.

A “Primeira Caminhada Pela Família” foi organizada pelo padre André Luís, responsável pela igreja Matriz de São Gonçalo, em parceria com líderes de 30 igrejas evangélicas da cidade.

Com faixas em defesa da família formada por um homem e uma mulher, a população de São Gonçalo rejeitava o ensino de gênero nas escolas. Segundo o padre esse ensinamento é danoso para as famílias.

“Nós, cristãos (imensa maioria em São Gonçalo), consideramos a proposta gravemente danosa à educação de nossas crianças”, diz o pároco ao jornal O Dia.

Além dos cristãos, que são maioria na cidade, o evento também estava aberto para representantes de qualquer religião e até mesmo não religiosos que concordem que as escolas não devem ensinar a ideologia de gênero.

A votação na Câmara, realizada em junho, deu vitória para a família tradicional, pois o projeto foi rejeitado por unanimidade, os 24 vereadores foram contra. Porém algumas emendas foram apresentadas para incluir a ideologia de gênero nas escolas.

Para impedir que essas emendas sejam aprovadas, a igreja matriz distribui folhetos e outdoors pela cidade chamando seus fiéis para protestarem.  “A Igreja não está contra as pessoas que são homossexuais. Estamos reafirmando e resguardando aquilo que acreditamos há mais de 2 mil anos”, disse o padre. Com informações O Dia

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Por que não acredito mais em Avivamento

Profile photo of Raquel ElanaPor Raquel Elana – gnoticias – em 7 de agosto de 2015

Por que não acredito mais em Avivamento

Charles Spurgeon (1834-1892)

Dicionário do Avivamento no Brasil:

Palavra desgastada, politizada, manipulada e adaptada.

A oração por avivamento é o tema de todas as conferências, palestras, cultos e vigílias pelo Brasil a fora. Afinal, somos uma igreja grande e barulhenta em nossas demonstrações de poder. Mas isto nem de longe é avivamento….

No século passado e na história de missões, homens como: Hudson Taylor, David Livingstone, Charles Spurgeon, John Wesley entre outros, deixaram frutos eternos do avivamento que provocaram com suas vidas e sacrifícios. Alguns morreram sem ver a promessa daquilo que só a história após eles pode testemunhar. No entanto, hoje, queremos o caminho mais fácil e  qualquer movimentação marqueteira de “poder” (histerias, shows, milagres camuflados), chamamos “Avivamento”.

Vou repetir o que muitos já falaram mas é preciso:

Shows cheios x reuniões de oração vazias…

Crentes brigando pelos palcos x campos missionários sem obreiros…

Cachês rechonchudos para artistas x obreiros sem sustento dentro e fora do Brasil…

Pastores políticos manipuladores x mestres da Palavra chamados de Herege…

Cansei desses discursos ensaiados e pregações repetidas por avivamento. Eles não levam a nada e nem ao menos ao significado do que que avivamento vem a ser:

Frutos de vida e de caráter que se refletem na comunidade e na sociedade em geral…

Frutos de salvação que não se limitam ao espaço local mas alcançam as nações da terra…

Amor e compaixão pelos Não-Alcançados…

Corações contritos pelo Espírito Santo que não se importam em sacrificar sua própria vida em amor ao próximo…

Se há igrejas manipuladoras e heréticas, é porque o povo é ganancioso. Usar o nome de Deus como plataforma de poder não é Evangelho e muito menos avivamento.

Não sei se esta igreja brasileira que aqui está verá “Avivamento” algum, mas o que sei é que no Oriente e outras nações da terra, muitos tem se encontrado frente a frente com Jesus. Lá se morre por amor ao Senhor. Lá se vê avivamento.

É bom refletirmos sobre o que queremos quando oramos por avivamento nessa igreja que se encontra no Brasil.

“As opiniões ditas pelos colunistas são de inteira e única responsabilidade dos mesmos, as mesmas não representam a opinião do Gospel+ e demais colaboradores.”
Profile photo of Raquel Elana

Por

Raquel Elana, formada em Teologia, Pós Graduação em Jornalismo Político/ (Jornalista – MTb 15.280/MG) e Ministérios Criativos pelo IBIOL de Londres, é autora de 3 livros, entre eles: Anjos no Deserto – uma coletânea de testemunhos dos seus quase 10 anos de trabalho no Oriente Médio. Desde o ano passado está envolvida com o trabalho de atendimento aos refugiados da guerra civil da Síria. Veja este vídeo de divulgação para conhecer mais sobre nossas famílias e como desenvolvemos o serviço.

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Ciência

Arqueólogos descobrem ruínas da cidade do gigante Golias

Encontrados os portões de antiga cidade filisteia

por Jarbas Aragão – gospelprime –

 

Arqueólogos descobrem ruínas da cidade do gigante Golias
Descobertas ruínas da cidade do gigante Golias

Arqueólogos da Universidade de Bar-Ilan descobriram as ruínas da antiga cidade de Gate, uma das maiores e mais influentes cidades da região nos tempos bíblicos.

Liderados pelo professor Aren Maeir, as escavações revelaram as fortificações e o portão de entrada da cidade bíblica dos filisteus onde viveu o gigante Golias.

Os arqueólogos estão trabalhando dentro do Parque Nacional de Tel Zafit, localizado entre Jerusalém e Ashkelon. Segundo o professor Maeir o portão está entre os maiores já encontrados em Israel.  Embora os arqueólogos venham escavando a região desde 1899, somente nas últimas décadas que perceberam o quanto de remanescentes da Idade do Ferro realmente existia ali.

Além do portão, foi descoberta uma grande fortificação, além de várias construções que mantinham a cidade, incluindo um templo e um local usado na produção de ferro.

Ruínas de Gate

Nos relatos bíblicos, Gate era a cidade de Golias, o guerreiro filisteu gigante que foi morto pelo jovem soldado israelense Davi com uma pedrada. Permaneceu habitada até o ano de 830 a.C, quando foi destruída por Hazael, o rei de Damasco.

A equipe revelou que até agora, apenas a superfície superior das estruturas são visíveis. Com base no tamanho e na forma das pedras utilizadas para construí-la, as paredes da cidade devem ter sido bastante grandes.

A cerâmicas e outros achados estão tipicamente associados com a cultura filisteia, mas mantém elementos da técnica israelita, sugerindo que as culturas influenciavam umas outras as outras.

“Isso reflete as intensas ligações que existiam entre os filisteus e os seus vizinhos”, disse Maeir. “Embora os filisteus fossem os inimigos absolutos dos israelitas, na realidade a relação era muito mais complexa.”  Com informações Jerusalém Post