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Sexo toma conta de púlpitos em igrejas americanas

POLÊMICA

 

Pastor da Igreja Bible Fellowship, no Texas, Ed Young Jr. deu início a mais uma controvérsia. Meses atrás, sua campanha que comparava as pessoas que não dão dízimo a usuários de crack gerou críticas de vários setores evangélicos americanos. Agora ele anunciou que a HBO estará em sua igreja para gravar parte de um documentário sobre sexo que essa rede de TV está preparando.

O objetivo, obviamente, é ilustrar onde as pessoas fazem sexo. O pastor Ed fez um apelo em seu blog:

“Teremos uma grande oportunidade de compartilhar a verdade de Deus sobre sexo com uma audiência internacional. Digo ‘nós’ porque esta é a nossa chance, como Igreja, de nos unir e orar para que Deus e a sua verdade entrem em contato com nossa cultura de uma maneira singular”.

Ed Young está acostumado com esse tema. Inclusive, já iniciou uma campanha para que os casais tenham mais relações sexuais. Porém, ele não está sozinho.

Sexo parece estar se tornando um tema cada vez mais comum nas igrejas norte-americanas. Neste início de ano, duas campanhas já foram noticiadas pela mídia. A primeira, de uma igreja no Missouri, discutia como a frequência de relações sexuais no casamento estaria influenciando os casos de adultério. A outra campanha teve uma abrangência maior, envolvendo mais de 300 igrejas para discutir a influência da pornografia na vida dos cristãos. O “Domingo Pornô”, como foi chamado, é uma iniciativa do ministério SeXXXChurch.

O líder e um dos fundadores desse ministério, Craig Gross, estará este mês na Comunidade Eastlake, na cidade de Bothell, vizinha de Seattle. A ideia é fazer um debate público durante o final de semana sobre o tema pornografia contando com a presença de um famoso ator de filmes adultos: Ron Jeremy.

O ator pornô falará em nome da indústria de entretenimento adulto e Craig falará em nome da igreja cristã. Eles já fizeram juntos esse tipo de evento em outras igrejas. Ryan Meeks, pastor titular da Comunidade Eastlake declarou: “Acredito que se vamos falar sobre algo como pornografia, precisamos tentar envolver a cultura e nossa comunidade em um diálogo. Não acho que seja justo ouvir apenas um dos lados da questão. Ron terá o mesmo espaço de Craig, cada um defenderá o seu lado”.

A programação da igreja abordará o tema só para as mulheres na sexta, 4; no sábado é a vez só dos homens. Nos cultos de domingo, o pastor Meeks irá trocar o sermão por uma entrevista com Craig e Ron.

O líder der da Comunidade acredita que o assunto é importante porque as pessoas viciadas em pornografia ou aqueles que convivem com um viciado têm poucas opções de ajuda. Ele afirma que o assunto o preocupa muito: “Há cerca de 116 mil buscas por pornografia infantil a cada dia na internet. Estima-se que a idade média que uma criança americana tenha contato pela primeira vez com a pornografia é 11 anos. Ela está instituída na sociedade. É algo sobre o que as pessoas falam. Existem milhares e milhares de pessoas vendo pornografia neste instante”, disse.

há previsão de quando a HBO exibirá o programa gravado na igreja de Ed. A Sexxxchurch já tem sua versão brasileira e vem provocando a discussão do tema em algumas igrejas do Brasil também. Ela pode ser contatada através do link: http://twitter.com/sexxxchurch .

Data: 9/3/2011 08:34:39
Fonte: Pavablog

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Travestis, violência, disque-denúncia, oportunismo e truculência governamental

 

Casos isolados de violência contra homossexuais geram pretexto para governo de Dilma impor doutrinação homossexual nas escolas

Julio Severo

O jornal esquerdista Falha de S. Paulo noticiou em 19 de fevereiro de 2011: “Polícia prende suspeito de manter travestis em cárcere em SP”. Só se esqueceu de mencionar que a “orientação sexual” do suspeito é a mesma das vítimas. Como sempre, mais uma pequena “falha”.

A reportagem, que deixou abundantemente claro que as vítimas eram travestis, só fez uma única citação discreta da “orientação sexual” do suspeito quando identificou seu nome como “Nilton Pinto de Freitas, 27, conhecido como Andressa”. Afinal, qual é o homem que gostaria de ser chamado de “Andressa”?

A mídia esquerdista se faz de inocente, mas seu pensamento é: “Nós sempre os mostramos como vítimas inocentes e puras. Não fica bem identificá-los como homossexuais quando eles são os opressores e criminosos. Dá um engasgo terrível na garganta!”

Provavelmente, a computação do crime do travesti contra outros travestis inchará registros de “crimes contra homossexuais”, um banco de dados que será convenientemente usado para pressionar os legisladores sobre a necessidade “urgente” de proteger travestis e outros prostitutos homossexuais que frequentam, em horários perigosos, locais de elevada criminalidade, ou que se esquecem de pagar seus parceiros e acabam sendo surrados ou mortos.

“Senador, você precisa aprovar o PLC 122! Olha só o que fizeram com um bando de travestis!”

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Essa “proteção” virá na forma de leis que imporão sobre as crianças das escolas aulas sobre a “beleza” e “dignidade” da vida sexual dos travestis e outros homossexuais, sob pena de punir todos os pais que se mostrarem contrários a que seus próprios filhos aprendam a “inocência” e “pureza” do ato mais sacrossanto do universo: o sexo masculino no orifício anal de outro homem.

Aliás, a senadora Marta Suplicy (PT-SP) anunciou que o Ministério da Educação vai preparar cartilhas contra o “preconceito” que serão distribuídas nas escolas. Com a cobertura sistemática dos meios de comunicação dos casos isolados de violência contra gays, “a senadora se diz confiante na aprovação do PLC 122, contra a homofobia”. É a marcha governamental para a imposição do infame kit gay, com a desculpa de combater o “preconceito”, onde crianças terão de aprender a usar o orifício anal conforme determina a agenda gay e no estilo “Relaxa e goza” de Suplicy.

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Marta Suplicy e Maria do Rosário

O anúncio de Suplicy foi feito durante o lançamento oficial do Disque 100 em 19 de fevereiro de 2011. O número de telefone especial receberá denúncias anônimas contra a “homofobia” e foi lançado pela ministra Maria do Rosário, da Secretaria dos Direitos Humanos da Presidência da República, que declarou: “A impunidade não permanecerá, e os crimes homofóbicos serão trabalhados, julgados e responsabilizados”. O evento contou com a presença de Toni Reis, presidente da Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais (ABGLT), que disse: “Temos um adversário comum, que são os religiosos fundamentalistas”.

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Segundo o JusBrasil, “Após o lançamento do Disque 100 também para casos de homofobia e da colocação do primeiro selo ‘Faça do Brasil um território livre da homofobia’, os participantes uniram-se à Marcha contra a Homofobia e pelo PLC 122, na própria avenida Paulista”.

O disque-denúncia vai facilitar as ações da Gaystapo. Em 2007, em nome da ABGLT, Toni Reis teve de enviar ao Ministério Público Federal de São Paulo carta pedindo ações criminais contra o Blog Julio Severo e seu autor. Com o Disque 100, acabou o trabalho. O nome de Julio Severo, acusado por Luiz Mott de ser o maior “homofóbico” do Brasil, poderá ser usado direta e indiretamente em todos os tipos de denúncias:

Caso 1:

“Em nome da democracia brasileira, quero como cidadão anônimo denunciar o autor que incitou agressões contra aqueles homossexuais que estavam perambulando às 2h da madrugada em São Paulo! Depois de lerem o Blog Julio Severo, os agressores foram buscar homossexuais fazendo ponto de madrugada…”

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Caso 2:

“Alô, desejo fazer uma denúncia de homofobia!”

“Disque 100 às suas ordens. O que foi que o homofóbico fez?”

“É a Andressa, que está prendendo meus amigos travestis”.

“Qual é o nome completo da Andressa?”

“Nilton Pinto de Freitas”.

“Tá tirando sarro de mim? Afinal, é Andressa ou Nilton?”

“É ele, mas ele é mais conhecido por ela”.

“Lamento, mas aqui não aceitamos denúncias contra homossexuais. Você deve ser algum homofóbico disfarçado!”

“Tá certo. Eu me enganei. Foi o Julio Severo!”

“Ah, assim melhorou! Agora já podemos aceitar sua denúncia!”

Tanto a União Soviética quanto a Alemanha nazista contavam com um sistema de denúncia, onde os denunciados sofriam o peso da truculência estatal. Essa truculência sobrevive hoje com rótulos mais palatáveis e com nomes hiperdemocráticos, mas não menos nojentos em sua essência do que o comportamento que a Gaystapo protege acima do bem-estar de crianças, famílias e da própria liberdade de consciência, religião e expressão.

Fonte: www.juliosevero.com

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Igreja promove campanha sobre sexo e horroriza fiéis nos EUA

 

Alguns moradores da cidade de Joplin, no Estado americano de Missouri, estão horrorizados com a campanha promovida pela igreja Ignite. Vários outdoors foram espalhados pela cidade para promover um site com o sugestivo nome MySexLifeSucks.org [Minha vida sexual é uma droga].

O lema da página é “Deus é pró-sexo. Deveria ser algo estimulante”.

     As imagens estampadas no endereço de web são chamativas, um homem de jeans e camiseta, com os braços tatuados, segurando as pernas de uma mulher que tem os braços em volta de seu pescoço e as pernas em volta de sua cintura. Essa mesma imagem está na página principal da Igreja Ignite e nos outdoors espalhados pela cidade de Joplin.

Pastor da Ignite e autor da ideia, Heath Mooneyham afirma que o objetivo não é chocar, mas sim provocar a discussão. Sua igreja está promovendo uma série de estudos sobre sexo e como os casais podem ter mais relações. Ele acredita que com essa estratégia os cônjuges evitarão as tentações de pecar nessa área. Segundo Mooneyham, a proposta principal é falar sobre o amor e o propósito de Deus para os casais. E isso inclui o sexo.

“Este mês começamos uma série de pregações sobre sexo e o objetivo de Deus para ele. Estamos também tratando de assuntos como adultério e pornografia”, explica. Ele ressalta que em uma enquete no site da igreja, 86% dos que responderam não têm um número satisfatório de relações sexuais no casamento. Pensando sobre esse alto índice, ele decidiu fazer algo e desenvolveu uma série de vídeos abordando as estatísticas existentes sobre o assunto, como este:

“Essa realmente é uma das questões principais que está arruinando casamentos. Os insatisfeitos correm maior risco de adultério, são mais suscetíveis à pornografia e isso quase sempre leva ao divórcio”, disse Mooneyham. “Embora algumas pessoas pensem que estamos erotizando a igreja, o que tentamos fazer é ajudar as pessoas em seus relacionamentos conjugais. Os outdoors que colocamos na cidade podem mostrar pessoas em poses sexuais, mas são pessoas casadas”, garante.

Muitos dos moradores de Joplin discordam. “Não gostaria de levar meus filhos a uma igreja que usa uma placa de publicidade envolvendo sexo. Nossos filhos vão olhar para esse outdoor e dizer ‘Mamãe, o que isso significa?’ e são os pais que terão de explicar depois”, reclama Veronica Warren, moradora da cidade.

Um dos outdoors está perto do restaurante Sonic, voltado para o público infantil. Para Warren, isso é constrangedor. “Você chamou atenção das pessoas, mas as deixou loucas da vida”, disse ela.

A intenção da igreja de Mooneyham não é deixar as pessoas irritadas, mas chamar a atenção para o assunto. “A cidade está dividida sobre o assunto. Vivemos na região sul do país, a mais conservadora. Alguns entraram em pânico. Mas nossa congregação entende a mensagem por trás disso tudo”, defende-se o pastor.

Apesar das restrições de algumas pessoas quanto ao que a igreja está fazendo, Mooneyham afirma que atualmente as crianças já estão expostas ao sexo desde cedo. Para ele, “se isso vai acontecer, prefiro que aprendam sobre o assunto na igreja. Deus criou o sexo e não se assusta com isso. Não vejo por que deveríamos nos assustar”, conclui o pastor.

Data: 16/2/2011 08:57:36
Fonte: Pavanews