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Estudo revela que adolescentes querem ser virgens até o casamento

 

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CASTIDADE

 Contrariamente à opinião popular, uma sólida maioria dos adolescentes dos EUA gostariam de ser virgens quando se casam, encontrou um estudo recém-divulgado. 61% dos jovens americanos disseram que gostariam de não fazer sexo até o casamento, descobriu estudo abrangente da OneHope, o “estado espiritual dos Filhos,” lançado quarta-feira. E 63 por cento dos entrevistados disseram que gostariam de recuperar a sua virgindade, se possível.

O estudo de 91 páginas – que inclui também dados sobre o adolescente de crenças, valores e espiritualidade – foi lançado pouco antes do Dia dos Namorados.

Os resultados do relatório são surpreendentes, dado o aumento da exposição adolescente sexualmente explícito conteúdo de mídia – como a recente controvérsia sobre a MTV, “Skins” – e como eles são retratados pela mídia.

“Há muita pesquisa sobre os jovens, mas quando ouvimos diretamente deles?” comentou Vice-Presidente da Global Ministries OneHope de Chade Causey. “É por isso que a OneHope realiza pesquisas ao redor do mundo, perguntando aos próprios jovens o que mais os impacta. Usamos essa pesquisa para entender melhor suas necessidades, conhecê-los em seus pontos de dor e trazer-lhes esperança através de experiências de mídia transmitindo o amor de Deus.”

O tamanho da amostra foi de 5.108 adolescentes com idades entre 13 e 18 anos nos Estados Unidos. Os estudantes foram recrutados para participar da pesquisa on-line através de uma empresa membro do comitê e através de sites de redes sociais, com o levantamento real que está sendo realizado no final de 2010.

Outros resultados notáveis no estudo do ministério focado na criança são:

• 82 por cento acreditam que Deus planejou o casamento para durar uma vida.

• 50 por cento consideram um homem e uma mulher solteira uma família.

• 59 por cento disseram que a Bíblia tem pouca / nenhuma influência sobre seus pensamentos e ações.

• 62 por cento acreditam que a verdade é relativa.

• 57 por cento acreditam ser boas pessoas e fazer boas obras, poderá fazê-lo ir para o céu.

• 69 por cento assistem a MTV em uma base semanal.

A OneHope, que visa alcançar as crianças do mundo com a mensagem da Bíblia, começou a estudar para aprender mais sobre as necessidades únicas, experiências e tradições sociais dos jovens. O ministério utiliza a pesquisa dos EUA para desenvolver programas, materiais e experiências materiais para atender as necessidades específicas dos jovens norte-americanos e de compartilhar a mensagem de que Deus os ama.

O ministério da Flórida, fundado pelo missionário Bob Hoskins, em 1987 atingiu cerca de 700 milhões de jovens em 125 países através de revistas infantis, filmes animados, shows rave, aplicativos de smartphones, jogos interactivos, entre outros veículos.

Data: 10/2/2011 08:28:50
Fonte: Christian Post

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Rev. Ângelo Medrado, Bacharel em Teologia, Doutor em Novo Testamento, referendado pela International Ministry Of Restoration-USA e Multiuniversidade Cristocêntrica é presidente do site Primeira Igreja Virtual do Brasil e da Igreja Batista da Restauração de Vidas em Brasília DF., ex-maçon, autor de diversos livros entre eles: Maçonaria e Cristianismo, O cristão e a Maçonaria, A Religião do antiCristo, Vendas alto nível, com análise transacional e Comportamento Gerencial.

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Católicos: Fiéis ignoram norma moral e sexual

 

30 de janeiro de 2011 | 0h 00

– O Estado de S.Paulo

A Igreja prega uma coisa e os católicos fazem outra, sobretudo na área moral, quando entra em jogo a sexualidade. Não é só o aborto, mas também questões como controle de natalidade, sexo antes do casamento, segunda união de descasados e inseminação artificial. A doutrina continua inalterada nas normas de documentos oficiais, mas no foro íntimo a situação muda. Sacerdotes que atendem os fiéis nos confessionários estão mais preocupados com a formação da consciência de cada um do que com definição de pecado.

"É raro jovens se acusarem pela prática de masturbação ou de fazer sexo antes de se casarem, algo que vai se tornando natural", informa padre Benedito Ferraro, professor da Faculdade de Teologia da PUC de Campinas. "O que a Igreja fala não é seguido, a não ser nas novas comunidades, que voltam à rigidez do passado. A juventude vai abandonando a exigência de que moça tem de se casar virgem, assim como divorciado que vive em segunda união participa da Eucaristia, apesar da proibição."

O teólogo padre João Batista Libânio ensina que existe uma dupla linguagem – o que a instituição fala e o que os católicos praticam. "Para a maioria dos jovens, sexo não é problema moral, não consideram pecado o que se proíbe", diz o jesuíta. Essa conduta é fruto da tensão da pós-modernidade que a Igreja institucional – bispos, padres, CNBB, pastorais – enfrenta atualmente, enquanto o Povo de Deus, que são também os fiéis, segue por outro caminho, de liberdade religiosa, subjetividade e pluralismo de culto.

A discussão sobre o aborto, cuja prática os bispos condenam sem abrir exceção nem mesmo para os casos previstos na lei, é uma questão que, na opinião de padre Libânio e de outros teólogos, a Igreja deve discutir num espectro mais amplo, levando em conta o problema sexual em sua totalidade. A prevenção do aborto, argumentam, inclui o problema da saúde e as condições sociais da população.

O segundo casamento, diz o padre salesiano Cleto Caliman, assessor da CNBB, é um dos grandes desafios para a Igreja. "Os recasados se queixam da falta de acolhida, porque são convidados a participar da vida da comunidade e da oração, mas não podem participar da eucaristia. No caso da pílula anticoncepcional, ninguém pergunta ao padre se é proibida, um sintoma da secularização dos fiéis que fogem das regras religiosas", observa padre Cleto.

Convicções. Para d. Joaquim Mol, bispo auxiliar de Belo Horizonte, a Igreja deve ser capaz de criar convicções nas pessoas, inspirada em Jesus Cristo, que não tinha um código nas mãos e deixou uma norma só, o amor. Isso vale para a segunda união e para outras matérias, como o uso de preservativos, a prática homossexual e o casamento entre parceiros do mesmo sexo. "Não cabe à Igreja o papel de vigiar se alguém está comungando ou não, mas sim a enorme tarefa de chegar à consciência das pessoas, para que sejam capazes de escolher o caminho de vida mais próximo daquele que Jesus indicou." O que deve prevalecer, insiste d. Mol, é a misericórdia de Deus.

"Sabemos que há católicos e católicos, pois muitos infelizmente não conhecem a doutrina da fé e a moral católica tão bem explicadas no Catecismo da Igreja Católica aprovado pelo papa João Paulo II e pelos bispos em 1992", lamenta o professor Felipe Aquino, membro do movimento carismático Associação Canção Nova. Quem discorda dos ensinamentos do magistério da Igreja não conhece suas razões teológicas, antropológicas e filosóficas, observa o professor. A Canção Nova e outros movimentos de vida apostólica procuram seguir à risca a doutrina da Igreja e os ensinamentos do papa.

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Homem belga diz ter sido molestado por freiras nos anos 60

 

Um homem com cerca de 50 anos, disse que sofreu abuso de freiras por vários anos na década de 1960.

Um orfanato belga pediu que vítimas de abuso sexual denunciassem esses incidentes na segunda-feira, depois que um homem disse que freiras o molestaram no local, onde viveu nos anos 1960.

O homem anônimo, que agora tem cerca de 50 anos, disse à mídia local que sofreu abuso de freiras por vários anos, desde os cinco anos de idade, quando morava no orfanato Stella Maris, na cidade de Kortrijk, em Flanders.

A Igreja Católica Belga está sofrendo com as repetidas acusações de abuso sexual, parte de um escândalo mundial de grandes proporções que abalou a igreja e gerou protestos em todo o mundo.

A direção do Stella Maris disse estar a par de alegações de abusos nos anos 1990 e pediu que possíveis vítimas denunciem outros abusos que possam ter ocorrido.

"A notícia chocou os funcionários", disse o orfanato em nota enviada à Reuters por e-mail. "Enviamos uma carta aos pais das crianças do Stella Maris, pedindo que todos venham a público com fatos que conhecem."

"Esperamos que a verdade venha à tona e passaremos as informações à autoridades."

A polícia não pôde informar se houve uma acusação formal.

O homem descreveu na rádio belga abusos sexuais, em detalhes explícitos, por várias freiras, de 1965 a 1970, e disse que as memórias ainda o assombram. Denúncias de abusos sexuais em outros locais o encorajaram a tomar a iniciativa, ele disse.

Uma comissão da igreja investigou cerca de 500 casos de abuso e disse, em setembro, que pelo menos 13 pessoas cometeram suicídio como resultado do sofrimento.

Data: 5/1/2011 08:34:33
Fonte: Folha Online