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Feminista seminua tenta roubar imagem de Jesus de berço no Vaticano

Ativista do Femem invadiu o cenário de Natividade gritando “Deus é mulher”

           Feminista tenta roubar imagem de Jesus de berço

Uma ativista do grupo feminista Femen tentou arrancar a imagem do menino Jesus do presépio montado na Praça São Pedro, no Vaticano, hoje (25). Sem nada cobrindo o corpo da cintura para cima, ela invadiu o cenário de Natividade gritando “Deus é mulher”. Ela tinha essa mesma frase pintada em suas costas.

Acabou sendo impedida pela polícia quando já estava com a estátua em mãos. Segundo o Femen, tratava-se de um ato defendendo “o direito das mulheres ao próprio corpo”. As feministas ligadas ao grupo já fizeram diversos protestos contra a defesa da Santa Sé da proibição do aborto e da contracepção.

Em nota publicada em sua página oficial, as feministas acusam a religião cristã de ser “um forte ataque medieval à liberdade das mulheres e a seus direitos naturais”, insistindo que “uma criança não vem de um deus, mas de uma mulher”.

 A mulher que foi detida pela polícia é a ucraniana Alisa Vinogradova. Seu objetivo, segundo o Femen é “completar a vitória sobre o patriarcado”. Havia cerca de 50 mil pessoas na praça onde cerca de duas horas mais tarde o papa Francisco entregara sua tradicional mensagem de Natal, “Urbi et Orbi”.
Alisa Vinogradova foi impedida pela polícia

Outra feminista do mesmo grupo já havia tentado roubar a imagem de Jesus do presépio do Vaticano, em 2014. Com informações das agências e do Gospel Prime

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Papa se encontra com pastores e líderes no Vaticano

Objetivo seria juntar forças para combater perseguição religiosa


         Papa se encontra com pastores e líderes no Vaticano

O papa Francisco teve um encontro na semana passada com líderes da Aliança Evangélica Mundial (AEM) que estiveram no Vaticano para discutir ações conjuntas, especialmente em questões de perseguição religiosa.

O pontífice disse que gostaria de uma “cooperação mais próxima” com a AEM, uma rede de igrejas evangélicas de 129 nações, que representa mais de 600 milhões de fiéis no mundo todo.

O bispo Efraim Tendero, secretário-geral da AEM, liderou a delegação na audiência com o Pontifício Conselho para Promoção da Unidade dos Cristãos. Ele afirmou: “Queremos ver este mundo como um lugar onde a paz, a justiça e a retidão reinem, onde todos têm um padrão de vida decente e onde Jesus Cristo é reconhecido como o Senhor de todos”.
 A Rádio Vaticano lembra que a AEM e o Pontifício Conselho já possuem uma relação próxima há sete anos, que resultou em um documento chamado “Escritura e Tradição”. Reconhecendo que as diferenças teológicas permaneçam, para Efraim é “cada vez mais importante procurar uma agenda comum ao invés de focar no que nos difere e nos separa”.

Revelou ainda que católicos e evangélicos trabalham juntos para lidar com várias questões como tráfico humano, combate à mudança climática global, combate à corrupção, promoção da paz e ajuda após desastres naturais.

 O pastor Thomas K. Johnson, embaixador da Liberdade Religiosa da AEM no Vaticano, explicou que existe uma necessidade urgente de unirem forças para combater a crescente perseguição aos cristãos em todo o mundo. Apontou que o problema não ocorre apenas em uma parte do mundo e que os últimos três anos podem ter sido os piores da história, quando se pensa em liberdade religiosa.

Johnson destacou que mesmo havendo problemas de “discriminação” entre evangélicos e católicos em alguns países, os evangélicos sempre se sentiram muito bem-vindos no Vaticano. Ele reforça a mensagem de que “os cristãos de todas as variedades precisam se proteger mutuamente em público”.

Francisco sempre deixou claro que busca uma união entre todos os ramos do cristianismo. Em diferentes ocasiões lembrou que o ideal cristão seria a união de todos.

“Eu sinto vontade de dizer algo que pode parecer controverso, ou talvez até herético”, afirmou em uma homilia. Referindo-se ao diabo, assegurou: “Mas há alguém que sabe que, apesar das nossas diferenças, somos um. É ele quem nos está perseguindo. É ele quem está perseguindo os cristãos hoje, e nos está unindo com o sangue do martírio”. Com informações do Gospel Prime e Christian Post

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Vaticano investiga grupo brasileiro por “diálogo com Satã”

 Arautos do Evangelho é mundialmente conhecido por suas controvérsias

      Vaticano investiga grupo brasileiro por “diálogo com Satã”

De acordo com informações divulgadas pelo Daily Mail, o grupo brasileiro Arautos do Evangelho, notório por controvérsias, atos de exorcismo e por, supostamente, manter um pacto com o diabo após a morte de seu líder, em 1995, está sendo investigado pelo Vaticano por um suposto diálogo com Satã em que é mencionada a morte do Papa Francisco.

O caso se tornou notável depois que um vídeo o qual é possível ver membros do Arautos do Evangelho citando um “diálogo entre o grupo e o Satã ” em que é citada a morte do Papa Francisco, entre outros temas.

As cenas trazem, como foco, o monsenhor João Scognamiglio Clá Dias, um cânone honorário da Igreja Católica em Roma e líder da organização.

De acordo com informações oficiais republicadas pelo iG, Dias renunciou ao cargo.

Os Arautos do Evangelho, segundo o Daily Mail, foi formada a partir de uma dissidência da TFP – Tradição, Família e Propriedade.

O iG afirma que a instituição é “formada por exorcistas que utilizam da prática de maneira desonesta, a fim de realizarem possessões nos corpos das pessoas”.

 Um dos aspectos mais notáveis do grupo é que seus seguidores acreditam que seu ex-líder, Plínio Correa de Oliveira, morto em 1995, possui contato com o demônio e possui superpoderes.

Durante o suposto diálogo lido durante a reunião gravada, o Satã teria dito que o Papa iria “cair”, morrendo dentro do Vaticano, e que um “meteorito atingirá o Oceano Atlântico, destruindo a América do Norte”.

 “O papa faz tudo o que eu quero, ele é um estúpido! Ele me obedece em qualquer coisa. Ele é meu servidor”, leu um dos membros da organização católica, durante o vídeo, em uma suposta citação a satã. Com informações do Gospel Prime