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O CERCO DAS BARATAS

Pr. Ângelo Medrado

Um Testemunho de Libertação

Tudo começou quando, no final da década de 60, eu fazia o serviço militar e estávamos de prontidão cerrada devido à situação política da época, marcada pela atuação de grupos de guerrilha e figuras que, como a futura presidente Dilma Rousseff, viviam na clandestinidade.

O clima era de extrema tensão. Certo dia, o General comandante do QG da 2ª Região Militar,na Barra Funda, em São Paulo, determinou que se fizesse uma feijoada no quartel para aliviaros ânimos da tropa. A notícia correu rapidamente: “Eba! Hoje vai ter feijoada!”.

Estávamos todos felizes, pois finalmente comeríamos uma comida diferente no rancho.

Como o meu nome começa com a letra “A”, eu era o primeiro da fila.

Como se sabe, no quartel, a hierarquia reflete-se até na alimentação: as carnes de primeira

destinam-se aos oficiais generais, as de segunda aos oficiais menores, as de terceira aos sargentos e o que sobra — se sobrar— é destinado aos soldados.

Quando chegou a minha vez, peguei o meu bandejão com arroz, couve e farofa. Para minha surpresa, recebi uma concha generosa que trazia um pedaço de carne.

Senti-me premiado! Percebendo que os meus colegas de mesa já olhavam com cobiça para o meu prato, tratei de espetar a carne mais que depressa e levá-la à boca. Foi então que senti um “creck”. A carne estalou. Imediatamente, percebi algo esquisito: senti perninhas roçando a minha língua. Joguei o pedaço no chão e vi uma horrorosa, asquerosa e nojenta barata voadora.

Ela devia ter-se afogado na feijoada durante o preparo.

Os meus colegas zombaram de mim por muito tempo, apelidando-me de “comedor de baratas”.

Mas, a partir daquela ocasião, algo novo e terrível aconteceu na minha vida: as baratas passaram a perseguir-me. Onde quer que eu fosse, surgia uma barata. Elas apareciam em todos os cantos e pareciam fitar-me intensamente, especialmente à noite.

Encontrei-as nas situações mais inimagináveis.

Certa vez, no Rio de Janeiro, almoçando com amigos, avistei uma barata na parede oposta do restaurante.

Disse aos meus amigos que ela iria atacar-me. Eles riram e fizemos uma aposta. Fiquei atento: a barata moveu-se de um lado para o outro, parou, levantou as antenas como se me tivesse localizado e voou exatamente na minha direção. Eu estava preparado e desferi-lhe um tapa que a jogou ao chão.

Fiz um escândalo, chamei o gerente e ganhei a aposta. A partir daí, os meus amigos passaram a acreditar na minha história.

Viajava muito a trabalho e ficava hospedado em diversos hotéis. Levava sempre comigo um aerossol mata-baratas, pois as encontrava em todos os lugares: nas toalhas, sob as cobertas, em todo o lado.

Antes de dormir, eu aplicava o veneno e sempre encontrava baratas mortas na manhã seguinte.

Até dentro de pães cheguei a encontrá-las. Elas pareciam saber onde eu estaria. Esse horror permaneceu na minha vida durante quarenta anos.

A solução definitiva surgiu quando um pastor amigo me convidou para um culto. Durante a celebração, uma missionária que pregava e profetizava dirigiu-se a mim e disse:

“Meuirmão, você vive sendo perseguido”. Pensei que ela estivesse errada, pois não tinha inimigos.

Mas ela continuou: “Vejo à sua frente um demónio do seu tamanho, e ele tem a forma de uma

barata. Ele dá ordens a seu respeito para outros demónios que o perseguem por onde vai”.

Naquele momento, ela começou a expulsar aquela entidade, pisando forte no chão como se estivesse a matar baratas. Depois daquele dia, nunca mais fui atacado. O demónio foi embora.

Meu amigo, minha amiga, caso sofra perseguições de qualquer natureza, seja pessoal ou mesmo manifestada através de animais, procure auxílio espiritual numa igreja.

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Pokémon Go e os impactos na vida cristã

Que Deus nos ajude a definir, de fato, quem e o quê possuem prioridade e importância em nossas vidas.

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Ao chegar em casa na hora do almoço, vi no condomínio um marmanjo andando para cima e para baixo com o celular na mão. Minha esposa estava junto comigo e logo me disse: “ele está procurando um Pokémon”. Logo entendi que eu estava por fora da notícia que virou febre mundial, o mais novo game chamado Pokémon Go.

Em suma este game é instalado no smartphone com o objetivo de capturar alguns monstrinhos (Pokémons) que ficam espalhados por diversos lugares. Para isso, é utilizado o sistema de GPS e a câmera do celular que auxiliam na busca e captura dos monstrinhos. Quanto mais monstrinhos são capturados melhor fica a performance do seu treinador (avatar).

Até aí parece ser um ótimo entretenimento para pessoas de idades variadas, entretanto, haveria alguma objeção acerca deste mais novo modismo virtual?

Certamente! Em poucas horas de uso no Brasil este novo fenômeno virtual já tem demonstrado uma série de problemas, tais como: colisões e atropelamentos com veículos; morte de um jovem de 18 anos por invadir uma casa para pegar o animalzinho virtual[1]; acidentes em lagos e rios; roubos de celular, etc… Dizem até que informações privativas, bem como a revelação de coordenadas da casa por meio de registros com a câmera do celular são enviadas a empresa dona do game. A lista de problemas e infortúnios é extensa.

Junto a isso, pesquisas tem revelado a dependência cada vez maior de uso do smartphone (conectado a internet) por esta geração. Não importa a faixa etária! Cada vez mais, crianças, jovens, adultos, idosos, etc., tem demonstrado comportamentos compulsivos no uso das redes sociais como Facebook, WhatsApp, Twitter, Snapchat, etc. No caso do Pokémon Go, a grande sacada é o realismo adaptado ao ambiente virtual, uma vez que o usuário deve literalmente sair procurando pelo bichinho para capturá-lo.

Através da cosmovisão cristã podemos perceber que existem princípios a serem observados em relação ao uso da tecnologia, assim como no caso deste novo game de fama internacional. Um dos princípios mais claros e inerentes neste caso é o ‘correto uso do tempo’. O uso excessivo das mídias sociais e de jogos como esse tem levado as pessoas a consumirem quase todo o tempo do dia em um único aparelho. De modo que, atividades importantes do cotidiano, investimento em relacionamentos familiares, admissão de conhecimento, empreendedorismo, etc., tem sido deixados de lado por uma sociedade cada vez mais virtualmente vaidosa. Se esquecem que há um tempo determinado para cada propósito debaixo do céu (Eclesiastes 3.1).

A virtualidade presente nas redes sociais e em jogos como esse, tem tomado a primazia e a importância dos relacionamentos interpessoais e, principalmente, da intimidade com Deus por grande parte das pessoas que confessam a fé cristã. Não somente a intimidade com Deus, mas a comunhão com os irmãos em Cristo, retratada no livro de Atos, tem dado lugar a uma espécie de “mundo ideal platônico”, onde tudo parece ser a representação perfeita da vida, mas, na prática está mais para uma fuga da realidade do que qualquer outra coisa.

Não precisamos ir muito longe. Basta fazermos uma comparação do tempo que temos disponibilizado para Deus (por meios dos devocionais diários) com o tempo que gastamos conectados por meio do smartphone. Outro ponto interessante é a mudança de comportamento ao dormir e ao acordar. Em ambos os casos, os cristãos se preocupavam em se dirigir a Deus por meio da oração. Hoje em dia o primeiro ato logo após o despertar da manhã ou antes de repousar é o de acessar os ambientes virtuais pelo smartphone.

O resultado disso? Cada vez mais nossa geração está perdendo o interesse pelo conhecimento da revelação de Deus, através das Escrituras Sagradas, aumentando exponencialmente o analfabetismo bíblico-teológico de cristãos confessos que, ao se depararem com ataques do relativismo pós-moderno à sua fé, desmoronam facilmente por não saberem apresentar a razão da esperança que há neles.

De certa forma, ainda é cedo para tirar conclusões contundentes sobre a chegada deste novo game no Brasil. Como qualquer outro entretenimento utilizado de modo sadio, creio não haver prejuízos para os seus usuários. Entretanto, tenho uma expectativa pessimista de que no meio da juventude evangélica se ouça falar e gastar mais tempo com o Pokémon Go do que propriamente com o Reino de Deus e a sua justiça. Espero estar redondamente enganado.

Por fim, tenho uma palavra a você, jovem evangélico, que está afetado por esta febre passageira: que a empolgação com a obtenção de Pokébolas dê lugar a obtenção de sabedoria através da Palavra de Deus. Que a visitação dos PokéStops para ganhos no jogo dê lugar a visitação da presença de Deus por meio da oração aí mesmo no seu quarto. Que a busca pelo crescimento do seu treinador (avatar) dê lugar ao seu próprio crescimento, através de boas leituras, bons hábitos e bons relacionamentos.

E que Deus nos ajude a definir, de fato, quem e o quê possuem prioridade e importância em nossas vidas. Afinal de contas, ficar o dia inteiro correndo atrás de monstrinhos que não existem é de doer né?

[1] http://www.mirror.co.uk/news/world-news/pokmon-go-sees-first-death-8453153, Com informações Gospel Prime.

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Rev. Ângelo Medrado, Bacharel em Teologia, Doutor em Novo Testamento, referendado pela International Ministry Of Restoration-USA e Multiuniversidade Cristocêntrica é presidente do site Primeira Igreja Virtual do Brasil e da Igreja Batista da Restauração de Vidas em Brasília DF., ex-maçon, autor de diversos livros entre eles: Maçonaria e Cristianismo, O cristão e a Maçonaria,A Religião do antiCristo, Vendas alto nível, com análise transacional e Comportamento Gerencial.

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Feliciano recebeu fotos íntimas e ameaças da mulher que o acusa de assédio

Patrícia Lélis

Em meio a uma “guerra” de versões entre a jornalista Patrícia Lélis, 22 anos, e o gabinete do deputado pastor Marco Feliciano (PSC/SP), mais um fato veio à tona neste sábado (6). Desde que começou a denunciar acusações de assédio, agressões e tentativa de estupro, a Coluna Esplanada, do portal UOL, afirmava que tinha prints de conversas entre a jovem e o parlamentar. Nelas, ele assumiria a agressão e ela era retratada como vítima.

 

Enquanto Lélis divulgava vídeos na internet avisando que eram mentiras “da esquerda”, áudios com a voz dela e do assessor de Feliciano, Talma Bauer, também “vazaram”. O bate-papo em uma lanchonete de Brasília mostra que a jornalista tinha o hábito de gravar suas conversas relativas ao caso.

O conteúdo revela uma tentativa de Patrícia em resolver algumas pendências dentro do PSC, partido ao qual ela estava ligada. Ela menciona que estava sendo prejudicada no seu relacionamento por um jovem de nome Tiago. Insistia ainda para que Feliciano reconhecesse as agressões e o assédio.

O caso começou a receber atenção dos jornais e de políticos rivais do pastor. Foi aberta uma investigação criminal em São Paulo, onde Patrícia esteve nos últimos dias. Nesta sexta (5), Bauer foi detido, interrogado e liberado. Ele precisará responder pelas acusações, que incluem cárcere privado. Patrícia, que estava acompanhada da mãe, dizia ter sido ameaçada de morte pelo assessor e pelo presidente do PSC, pastor Everaldo.

 

Contou ainda que foi obrigada por Bauer a gravar os vídeos com o desmentido e recebeu a oferta de “um saco de dinheiro” por seu silêncio.

Quem acompanha a jovem nas redes sociais vê que ela estava em São Paulo na companhia de amigos e fazia publicações com frequências nas redes sociais mostrando isso, o que dificulta as acusações de cárcere privado.

Os prints

No mês passado, durante um enfrentamento público de Feliciano com o humorista Gregório Duvivier, em uma das publicações do pastor no Twitter, uma imagem postada por ele mostrava o print de uma conversa com Patrícia. Provavelmente adicionada por engano, revelava que jovem mandava fotos insinuantes para ele, onde estava seminua.

Agora, estão sendo divulgadas mais imagens de conversas entre a jovem e o pastor. A sequência deixa claro que ela buscou uma aproximação com ele, revela que sofreu estupros seguidos na adolescência e que tinha problemas espirituais.

Sendo Feliciano um líder religioso, ela pede ajuda para ele, e também que a coloque em contato com a psicóloga Marisa Lobo. Amiga do deputado de longa data, ela pertenceu ao PSC, mas hoje está no Solidariedade concorrendo a uma vaga como vereadora em Curitiba.

Depois de uma audiência pública no Senado, Patrícia entrou em contato com Feliciano pela primeira vez pelo aplicativo, onde afirma: “Estou feliz em estar ao lado do senhor e dos Bolsonaros”.

Em seguida, narra que sofreu estupros e conta mais sobre sua vida pessoal.  A resposta do pastor mostra que não havia intimidade, uma vez que ele pede para que ela diga novamente o nome. Ela confirma que é Patrícia, e lembra que é do PSC de Brasília. Ato contínuo, alega ter “sentido comunhão” e pede conselhos.

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Segue então um relato extenso, onde diz que com 15 anos foi violada por várias vezes. A pessoa, que alguém próximo da família, foi esfaqueado por ela e isso resultou na cadeia do acusado. A certa altura ela afirma que ficou com traumas depois dessa situação.

“Tomei raiva de homens. E ainda hoje sonho. Acordo desesperada. E quando estou ansiosa ou não consigo o que quero eu me corto. Às vezes sinto mordidas pelo corpo. Ouço vozes. Pastor, será que ele plantou demônios em mim? Fui em algumas igrejas que falam de ligação de alma. Já fiz quebra de maldição. Quebra pacto. O senhor acha que preciso de libertação ainda?”, escreveu.

Após explicar que já procurou vários psicólogos, pede que ela a apresente para Marisa Lobo. O deputado lembra que “o mundo espiritual é terrível sim” elogia Marisa e finaliza: “Nada melhor do que orar”.

Além de afirmar conhecer várias pessoas do convívio do deputado, como a doutora Damares Alves e o senador Magno Malta (PR/ES), se oferece para ajudar na CPI da UNE, inciativa de Feliciano, que estava sendo muito debatido na época.

Pelas características do aplicativo, fica claro que se os prints forem verdadeiros, foram tirados do telefone do deputado. Há um intervalo de tempo entre a primeira conversa e as outras, que giram em torno de um relacionamento com Thiago, líder do PSC do Paraná, a quem ela se referia nos áudios com Bauer.

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Patrícia começa então a enviar fotos sensuais e faz elogios ao pastor Feliciano, dizendo que ele é bonito. Ele a chama de “atrevida” e logo em seguida, questiona:  “Que fotos são essas?”. Também faz um pedido: “Olha, me desculpe mas acho que você está se equivocando comigo. Não estou gostando do rumo desta conversa. Não quero que me envie fotos tá?”.

Ela não gosta da resposta, menciona que teve atritos com outras pessoas no PSC, incluindo o deputado Eduardo Bolsonaro. “Agora o senhor me dá sermão? Acho que vou mudar de partido. PT ou PC do B”, ameaça.

Há um outro intervalo antes que ela volte a procurar o deputado Feliciano, acusando-o de estragar seu relacionamento com Thiago. A maneira como o parlamentar responde deixa claro que ela estaria usando mentiras e o nome de Silas Malafaia indevidamente.

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Pede então que ela pare com isso. “Patrícia, toda mentira tem perna curta. Eu, na tentativa de te ajudar, porque você disse que ele gosta de mim como pastor, liguei pra saber o que ele queria. Resultado, ele me disse que você está obsessiva, parecendo uma louca! Que não para de ligar pra ele, e mais, e tem mais, ele me falou do e-mail que chegou como se fosse do pastor Malafaia pedindo pra ele te namorar! Que loucura é essa? Ele também falou que você disse a ele que sou seu pastor. Como isso? Se nem igreja tenho em Brasília? Você disse a ele que é amiga da minha filha… Falou da vereadora Carla de Curitiba, que ela quase estragou meu casamento. De onde você tira essas coisas loucas? Patrícia, chega! Não quero mais conversa com você. Adeus!”.

A resposta dela mostra descontrole e raiva. Ofende vários membros do PSC, incluindo Eduardo Bolsonaro e Everaldo.  “Vocês deste partido de m… não prestam mesmo”, insiste.  Seguem então duas imagens dela tomando banho, como uma provocação: “Vocês vão perder isso, ó. Olha minha pintinha que fofa!”. Diante do silêncio de Feliciano, usa a Bíblia: “Não vai mais falar comigo? Me perdoa vai? É 70 x 7 não é?”.

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Como o deputado não dá retorno, ela mostra que possuía um plano: “Bom, já que não fala comigo por aqui, darei um jeito de chamar sua atenção… Vocês vão se arrepender kkkkk”. Diz que conhece deputados do PT e do PCdoB. “Tem certeza que não vai mais falar comigo? Olha que eu posso resolver falar com eles, hein?”, diz a última mensagem, deixando claro que há uma conotação política.Com informações Gospel Prime.

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Rev. Ângelo Medrado, Bacharel em Teologia, Doutor em Novo Testamento, referendado pela International Ministry Of Restoration-USA e Multiuniversidade Cristocêntrica é presidente do site Primeira Igreja Virtual do Brasil e da Igreja Batista da Restauração de Vidas em Brasília DF., ex-maçon, autor de diversos livros entre eles: Maçonaria e Cristianismo, O cristão e a Maçonaria,A Religião do antiCristo, Vendas alto nível, com análise transacional e Comportamento Gerencial.