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“Vivemos numa época que o governo tenta agir como se fosse Deus”, diz vocalista do Skillet

Conforme o cantor, a atual filosofia “idólatra e estatista” não pode tirar dos cristãos o direito de celebrar a liberdade em Cristo.
FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DE CHRISTIAN POST
John Cooper, vocalista da banda Skillet. (Foto: Reprodução/Instagram John Cooper/Annette Hollow Photos)
John Cooper, vocalista da banda Skillet. (Foto: Reprodução/Instagram John Cooper/Annette Hollow Photos)

vocalista da banda Skillet, John Cooper, está firme no movimento de incentivar os cristãos “a abraçar sua liberdade em Jesus”, independente do preço que isso possa custar.

Em entrevista ao Christian Post, ele falou sobre a autoridade que cada pessoa tem. “Deus nos deu essa autoridade como indivíduos. A Igreja tem sua esfera de autoridade e o governo também tem sua esfera de autoridade. Mas, deveríamos governar sob o senhorio de Cristo”, disse ao explicar o que significa “domínio” para ele.

“A questão é que estamos vivendo numa época em que o governo está tentando agir ‘como se fosse Deus’ e isso se tornou uma filosofia idólatra e estatista”, ele disse.

“A verdadeira liberdade está em Cristo”

O cantor explicou que não consegue falar muito sobre esse assunto, mas que é um tema pelo qual é apaixonado. Ao se deparar com o tipo de domínio por parte do governo, ele gosta de falar sobre a “celebração da liberdade”.

“A verdadeira liberdade só é encontrada no senhorio de Jesus Cristo”, declarou. “Sou um músico cristão há 25 anos e muitas pessoas perguntaram porque me tornei tão franco nos últimos anos”, continuou.

“Eu sempre fui bastante sincero sobre minha fé em shows, mas algo mudou na cultura que me transformou. Eu passei a perceber que ‘é agora ou nunca’. Precisamos falar das verdades do Evangelho”, respondeu.

“Você não pode impedir o agir do Espírito Santo”

Ao mencionar que, talvez, as velhas maneiras de alcançar os perdidos não sejam mais “tão eficazes” e que também não adianta mais só apaziguar o mundo secular e sua ideologia anti-bíblica, Cooper conclui que “isso não está mais funcionando”.

De acordo com o cantor, ateus e ativistas LGBT geralmente não têm vergonha de compartilhar suas crenças e protestar contra o casamento tradicional e o cristianismo. “Portanto, os cristãos deveriam ser mais francos também”, comparou.

“Eles vão te dizer o que pensam sobre tudo, e eles não são tímidos sobre isso. Por que devemos ser tímidos sobre o que acreditamos? É a verdade. Nós celebramos a liberdade em Cristo, não importa o que aconteça”, continuou.

“E se o pior acontecer, o Espírito Santo fará um trabalho incrível. Eu acredito que Ele agirá assim como fez no Novo Testamento. Você não pode impedir o mover do Espírito Santo”, enfatizou.

“Ninguém pode impedir que o Evangelho do Reino invada as pessoas que não estavam esperando por isso. Então, devemos celebrar essa liberdade em Cristo, mesmo que o pior aconteça”, reforçou.

Assista:

Resistência e intolerância

O músico enfatizou também que os cristãos devem falar abertamente sobre sua fé, “não por causa do orgulho, mas por causa do grande privilégio que os ocidentais têm de adorar livremente a Deus”.

“Acho que temos que falar alto sobre nossa fé e, com isso, não estamos nos gabando da liberdade, só estamos lutando pelos direitos individuais em nosso país”, relacionou.

Em seu novo álbum “Dominion”, as letras das músicas “inspiram e encorajam as pessoas a lutarem pela liberdade” que é garantida pela própria Constituição dos EUA.

Nos últimos anos, o cantor compartilhou que viveu momentos difíceis simplesmente por falar de sua fé em público. Cooper, que até pregava em seus shows, disse que agora encontra resistência e intolerância. Mesmo assim, ele tem usado suas redes sociais para evangelizar.

“De repente, percebi que se vou fazer a diferença nesta geração mais jovem, preciso começar a me esforçar mais”, disse Cooper ao revelar que já perdeu vários amigos por causa disso.

“Quero que os cristãos saibam que não estão sozinhos nas batalhas espirituais que são travadas no mundo de hoje. Você não é o único a perceber que há uma guerra espiritual acontecendo. Há muitas pessoas nessa luta, e espero que este álbum lembre as pessoas disso”, concluiu.

O lançamento do álbum Dominion, com suas 12 músicas, alcançou o primeiro lugar no iTunes Top Albums. Cooper disse que seu novo trabalho “é uma celebração de Jesus Cristo, que é o dono das nações, do mundo e do universo”.

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Temos anjos da guarda? Pastor diz que sim e explica: “Eles estão a serviço de Deus”

O pastor Joel Engel lembra que os anjos são citados em toda a Bíblia, de Gênesis a Apocalipse.
FONTE: GUIAME, LUANA NOVAES
Imagem ilustrativa. (Foto: Gavin Allanwood/Unsplash)
Imagem ilustrativa. (Foto: Gavin Allanwood/Unsplash)

Você já teve experiências com anjos de Deus? O pastor Joel Engel ministrou na última terça-feira (1) sobre os seres angelicais e sua função de acordo com a Bíblia, lembrando que Deus determinou anjos específicos para a nossa guarda.

“Os anjos são enviados por Deus com uma missão”, disse Joel Engel. “Os anjos são criaturas de Deus um pouco diferentes do homem. Eles são seres espirituais, são invisíveis e não têm corpos físicos. Mas eles existem e fazem essa conexão com Deus — em tudo o que Deus quer fazer, Ele convoca seus anjos.”

Cada pessoa tem um anjo da guarda? O pastor diz que sim e explica citando Hebreus 1:14, que diz que os anjos são “espíritos ministradores enviados para servir aqueles que hão de herdar a salvação”.

Engel também lembra que os anjos são citados em toda a Bíblia, de Gênesis a Apocalipse. “Deus sabia que em nossa trajetória na terra precisaríamos de ajuda”, afirma.

No entanto, ele alerta: “Não devemos orar para o anjo. Os anjos não são maiores do que nós. Nossa oração deve ser para Deus.”

O pastor ensina ainda que, na tradição judaica, pouco antes do nascimento, a criança conhece seu futuro pré-destinado por Deus. Contudo, Deus ordena que um anjo vá até o bebê não nascido e toque levemente com o dedo em seus lábios — um ato que faz com que a criança nasça em total esquecimento de tudo o que viu.

Por isso, ele ensina que dentro de nós há uma memória. “Deus nos faz esquecer porque quanto mais revelação nós temos da luz de Deus, menos livre arbítrio nós temos. Porque na terra somos aperfeiçoados pelas lutas e batalhas, e exercitamos algo que os anjos não precisam exercitar: a fé e a confiança em Deus”, afirma.

A hierarquia dos anjos e a manifestação de Deus

Engel ensina que há 10 categorias de anjos, pelos quais também estão distribuídas 10 manifestações da glória de Deus. “Cada anjo de Deus tem uma categoria que emana algo de Deus”, afirma.

1. Chaioth ha Quaddosh: Potestades

2. Ofanim (Auphanim): Tronos

3. Arelim (Erelim): Principados

4. Chasmalim (Hasmalim):Dominações

5. Seraphim: Serafins

6. Malachim: Virtudes

7. Elohim: Arcanjos

8. Bene Elohim: Anjos

9. Cherubim: Querubins

10. Ashim (Ishim): Almas dos santos

Ele também menciona os sete anjos destacados pela “Angelologia”, de acordo com a Enciclopédia Judaica:

1. Miguel (tradução: quem é como Deus?): bondade de Deus, e defende os filhos da humanidade

2. Gabriel (tradução: Deus é minha força): realiza atos de justiça e poder

3. Jofiel (tradução: Beleza de Deus): expulsou Adão e Eva do Jardim do Éden segurando uma espada flamejante e pune aqueles que transgridem contra Deus.

4. Rafael (tradução: É Deus quem cura): a força de cura de Deus

5. Uriel (tradução: Deus é minha luz): conduz a humanidade ao destino

6. Samael (tradução: Veneno de Deus): anjo da morte

7. Sandalfon (tradução: reunindo): luta contra Samael e reúne a humanidade

Engel fala do cuidado protetor de Deus e cita o Salmo 91:11: “Porque a seus anjos ele dará ordens a seu respeito, para que o protejam em todos os seus caminhos.”

“Quando você vai para a guerra, peça ao Senhor: ‘À minha direita Miguel, à minha esquerda Gabriel, à minha frente Uriel, à minha retaguarda Rafael, mas acima de mim, a Tua presença’”, orienta.

O pastor também faz a questão: “Em toda a Bíblia, homens e mulheres de Deus tiveram experiências com anjos. O normal não seria você também ter?”. Ele acrescenta: “A manifestação dos anjos na sua vida depende do seu temor e do nível da luz de Deus em sua vida.”

Embora Deus coloca um anjo fixo para guardar cada cristão, Joel Engel lembra que Deus pode enviar legiões de anjos quando estamos lidando com grandes batalhas, assim como disse Jesus: “Você acha que eu não posso pedir a meu Pai, e ele não colocaria imediatamente à minha disposição mais de doze legiões de anjos? (Mateus 26:53)”.

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Rabino diz que marca da besta não é um objeto, mas um símbolo: “Muitos já estão marcados”

Matheus Zandona explica que o livro de Apocalipse não deve ser interpretado literalmente.
FONTE: GUIAME, CRIS BELONI
Rabino messiânico Matheus Zandona falando sobre a marca da besta. (Foto: Captura de tela/YouTube/Ministério Ensinando de Sião)
Rabino messiânico Matheus Zandona falando sobre a marca da besta. (Foto: Captura de tela/YouTube/Ministério Ensinando de Sião)

Durante uma de suas pregações mais recentes, o rabino messiânico Matheus Zandona, falou sobre um dos assuntos que mais causa polêmica entre os cristãos: a marca da besta.

Zandona que é professor na Sinagoga Har Tzion e vice-presidente do Ministério Ensinando de Sião, em Belo Horizonte (MG), disse que muitas são as teorias, mas quando o Apocalipse é estudado dentro do contexto judaico, tudo fica muito mais claro.

É preciso levar em conta as interpretações e simbolismos para buscar as respostas sobre a marca da besta, segundo as Escrituras. Como será essa marca? “É um chip? Uma tatuagem? Um código de barra? Um número? Meu irmão, quando você estuda o livro de Apocalipse, ele fica menos enigmático”, iniciou.

rabino explica que João utilizou um vocabulário de acordo com o que existia naquela época. “É muito difícil tentar interpretar literalmente, é tudo muito simbólico. Então, quando se fala da marca da besta, é preciso levar em conta o contexto”, alertou.

Texto dentro do contexto

O professor lembra que foram os judeus, que guardavam a Torá, que tiveram essas revelações. “Quando diz que a marca estará na fronte e nas mãos… Espere aí, onde na Bíblia existem essas referências? Em Deuteronômio, capítulo 6”, relacionou.

“Lá diz que o povo de Israel deve amar e escrever a lei de Deus, e deve estar tão presente na vida do judeu como algo ‘impresso na testa’ e algo “atado na mão’. Ou seja, na testa por ser algo que você pensa, que faz parte do seu intelecto e da sua alma, e na mão por ser algo que você pratica”, explicou

Embora muitos judeus tenham relacionado esse texto ao filactério, o rabino acredita que é muito mais que isso. O filactério ou tefilin é uma caixinha de couro transportada durante o ritual judaico junto à testa e ao braço esquerdo, onde contém um pergaminho com textos bíblicos judaicos.


Judeus com filactérios ou tefilins nas mãos e nas frontes. (Foto: iStock)

A marca da besta sendo fixada na mente e nas ações

“O que um judeu que tem experiência com a Torá e com a lei vai interpretar [sobre a marca da besta]? Não é um objeto como um tefilin, mas é um símbolo”, reforçou.

Segundo ele, “pessoas que terão a marca da besta, são pessoas que vão pensar e ter a mente impregnada com conceitos pagãos e de abominação a Deus”.

“Essas pessoas [com a marca da besta] vão praticar e viver a iniquidade. Isso é a marca da besta. E quem não agir e não seguir a ‘cartilha’, não vai comprar, não vai vender e não vai fazer nada”, destacou.

O rabino ainda questiona: “Isso já não está acontecendo? Não tem gente perdendo o emprego porque não está agindo conforme a cartilha? Se você é uma pessoa midiática, então, e não segue a cartilha, você é cancelado”, disparou.

“Me desculpem pelas outras interpretações, mas para mim, isso é a marca da besta. Porque o sujeito é marginalizado, se não age conforme o script. Já está acontecendo! Um monte de gente já tem a marca da besta, na mente e na mão”, concluiu.

Assista: