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200 prisioneiros executados pelo Estado Islâmico

A maioria era crianças e adolescentes

por Jarbas Aragão – gospelprime –

 

Novo vídeo mostra 200 prisioneiros executados pelo Estado Islâmico
200 prisioneiros executados pelo Estado Islâmico

Após ter proibido a divulgação de novos vídeos e de uma série de derrotas militares, aparentemente os extremistas do Estado Islâmico ainda querem provar algo.

Um vídeo mostrando um assassinato em massa ocorrido em aldeia da Síria em 2014 foi um dos assuntos mais comentados pela mídia nesta segunda (09). Não foi divulgado o local exato nem qualquer nome dos executados.

A primeira versão do vídeo mostrava claramente que a maioria dos mortos eram crianças e mulheres, mas o material foi apagado do Youtube. As versões divulgadas pelos jornais e TVs ingleses mostra a imagem ‘borrada’ para não chocar os telespectadores.

O pelotão de fuzilamento primeiramente certifica-se que todos estão amarrados e com o rosto voltado para o chão. São cerca de 200 pessoas, todas mortas ao mesmo tempo por atiradores que usavam pistolas e rifles automáticos.

O jornal The Mirror entrevistou especialistas. Eles acreditam que a divulgação do vídeo nesse momento é uma maneira de o grupo lembrar que continua operando e minimizar as notícias sobre as vitórias do exército russo na região.

Pensam também que o Estado Islâmico (EI) pode usar esse tipo de imagem para atrair radicais. Sua campanha de medo ressurgiu quando autoridades admitiram que pode ter sido uma bomba que derrubou o avião russo que saía do Egito. O EI afirmou que foi o responsável pela queda, tendo divulgado um vídeo, o qual foi ignorado pela maior parte da mídia.

No início do mês, foram divulgadas imagens de pessoas sendo usadas como “escudos humanos” pelo EI para se proteger de ataques aéreos. Centenas de civis, a maioria mulheres, foram colocados em dezenas de jaulas, onde ficaram presas para forçar a opinião pública a se opor aos bombardeios.

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Cultos Israel

Líder muçulmano prega a perseguição a cristãos e pede a “destruição de todas as igrejas”

 Publicado por Tiago Chagas-gnoticias – em 25 de fevereiro de 2015

Líder muçulmano prega a perseguição a cristãos e pede a “destruição de todas as igrejas”

A perseguição a cristãos na religião muçulmana não é pregada apenas pelos extremistas armados, mas também por líderes religiosos. Na Arábia Saudita, o principal representante do islamismo afirmou que as igrejas cristãs precisam ser destruídas.

O profeta Maomé, que é a figura humana mais reverenciada no islamismo, nasceu na região onde hoje está a Arábia Saudita, e por lá, a hostilidade aos cristãos é intensa e constante.

O sheik Abdul Aziz bin Abdullah, o grão-mufti do país e maior autoridade religiosa, afirmou que se faz “necessário destruir todas as igrejas da região” durante uma reunião com líderes políticos do Kwait, segundo informações do portal RT.

Essa declaração do líder muçulmano se referia às igrejas existentes no Kwait, pois na visão do sheik, o país pertence à Península Arábica, e há uma ideia no islamismo de que não pode haver outra religião naquela região senão a muçulmana.

“Como acontece com muitos muftis antes dele, o sheik baseou sua fala na famosa tradição, ou hadith, que o profeta do Islã teria declarado em seu leito de morte: ‘Não pode haver duas religiões na Península [árabe]’. Isso sempre foi interpretado como [um indicativo de que] somente o Islã pode ser praticado na região”, explicou Raymond Ibrahim, especialista em questões islâmicas.

Segundo o especialista, o discurso do líder muçulmano saudita deve ser levado a sério, pois sua liderança na religião transcende as fronteiras geopolíticas e possuem o peso religioso equivalente à do papa, por exemplo.

“O sheik Abdul Aziz bin Abdullah não é um líder muçulmano qualquer que odeia as igrejas. Ele é o grão-mufti da nação que levou o islamismo para o mundo. Além disso, ele é o presidente do Conselho Supremo dos Ulemás (estudiosos islâmicos) e presidente do Comitê Permanente para a Investigação Científica e Emissão de Fatwas. Quando se trata do que o Islã prega, suas palavras são imensamente importantes”, frisou Ibrahim.

Para o especialista, uma perseguição sem precedentes a cristão está em curso no Oriente Médio, e deve se agravar em breve devido às declarações de Abdul Aziz bin Abdullah: “Considerando a histeria que aflige o Ocidente sempre que um indivíduo ofende o Islã – por exemplo, um pastor desconhecido qualquer -, imagine o que aconteceria se um equivalente cristão do grão-mufti, digamos o papa, declarasse que todas as mesquitas da Itália devem ser destruídas. Imaginem o frenesi da mídia ocidental. Imediatamente todos os veículos gritariam insistentemente ‘intolerância’ e ‘islamofobia’, exigiriam desculpas formais e apelariam para uma reação dos políticos”, observou Ibrahim, sugerindo que a reação dos cristãos na região deverá causar ainda mais tensão.

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Vídeos

Atores da Globo gravam vídeo pró-aborto ironizando virgindade de Maria; Pastor responde

 Publicado por Tiago Chagas – gnoticias – em 9 de novembro de 2015

Atores da Globo gravam vídeo pró-aborto ironizando virgindade de Maria; Pastor responde

Um vídeo com atores da TV Globo, produzido pela equipe responsável pelo documentário “Olmo e a Gaivota” em apologia ao aborto sacudiu as redes sociais nos últimos dias pela afirmação de que Maria não era virgem quando engravidou.

Intitulado “Meu Corpo, Minhas Regras”, o vídeo tem recebido muita reprovação dos usuários do YouTube, com mais de 76,9 mil cliques contrários, enquanto a aprovação é de 9 mil.

“Falar de gravidez é um tabu milenar. Contam como se tudo fosse maravilhoso, cor de rosa, sublime. E isso vem desde nossa senhora, que engravidou virgem. Uma gravidez sem sexo, sem corpo, sem desejo, sem medo. Sem sexo? Esse lance de virgindade? Erro de tradução, do hebraico para o grego. Ou do aramaico para o hinduíta (sic)”, diz o texto do vídeo pró-aborto.

A menção à virgem Maria, de forma irônica, sugerindo que a gestação que trouxe Jesus ao mundo não foi virginal despertou a repulsa na maioria dos internautas que tiveram acesso ao material.

Assista:httpv://www.youtube.com/watch?v=CafzeA-9Qz8

Resposta

O pastor Jackson Jaques gravou uma resposta aos produtores do vídeo “Meu Corpo, Minhas Regras” e falou sobre o contexto histórico e cultural para o uso da palavra hebraica “almah”, usada na profecia de Isaías sobre a concepção virginal de Jesus para descrever sua mãe, e explicou que eram usuais na época os termos não literais para descrever uma virgem.

Jaques acrescentou que 250 anos antes de Cristo, os tradutores que transcreveram o Velho Testamento para o grego tiveram a capacidade de compreender essa característica da literatura de séculos atrás: “Sempre que a Bíblia usa a palavra ‘almah’, está se referindo sim a uma virgem. A palavra ‘Bethulah’ se entende que toda moça em Israel é virgem. O termo usado para quando ela é nova é ‘Almah‘, porque seria uma redundância dizer que ela é virgem”.

Seguindo a mesma ordem cronológica, o pastor ressalta que Mateus, quando escreveu sobre a virgindade de Maria, fazendo referência à profecia de Isaías 700 anos antes, reforçou o mesmo conceito.

“Ele entrou no mundo de forma distinta dos homens e Ele sai do mundo de forma distinta dos homens. Deus se faz homem, vem a esse mundo, entra de forma distinta, por intermédio de uma virgem e sai de forma gloriosa, ressurreta. Ele ressuscita, fica mais 40 dias com os discípulos e depois sobe aos céus. Como testemunhas disso, nós temos milhares e milhares de pessoas da igreja do Primeiro Século”, pontuou.

Assista:

httpv://www.youtube.com/watch?v=CODSEFnUHgk