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Japoneses querem recriar mamute nos próximos cinco anos

17/01/2011 – 15h08

 

DA FRANCE PRESSE

Pesquisadores japoneses têm um projeto ambicioso. Eles querem dar vida a um mamute, utilizando para isso a tecnologia de clonagem atual. O plano é que o animal, extinto há milhares de anos, ressuscite dentro de cinco anos.

Segundo notícia publicada pelo jornal "Yomiuri Shimbun", a reprodução do animal seria feita a partir de tecidos retirados da carcaça de um marmute, que está preservada em um laboratório russo.

Pesquisadores da Universidade de Kyoto, no Japão, querem recriar mamute a partir de carcaça conservada na Rússia

Pesquisadores da Universidade de Kyoto, no Japão, querem recriar mamute a partir de carcaça conservada na Rússia

Para criar o "gene mamute", os cientistas injetariam células contendo DNA do mamute em células de elefantes sem núcleo.

Depois, o embrião, com as informações genéticas do mamute, se desenvolveria no útero de uma elefanta comum.

Ao contrário dos dinossauros, muitos restos de mamutes encontrados até hoje ainda conservam células que podem ser usadas em clonagens.

O professor AKira Iritani, da Universidade de Kyoto, lidera o estudo. Sua equipe desenvolveu, com sucesso, uma técnica de extrair DNA de células congeladas –antes, elas acabavam danificadas pelas baixas temperaturas.

Criar espécies clonadas a partir de células retiradas de animais mortos não é uma coisa nova no histórico japonês. Eles já viram nascer um camundongo clonados nessas mesmas condições.

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Cientista nomeado para Academia de Ciências do Vaticano confessa que é a favor da legalização do aborto

 

Matthew Cullinan Hoffman

BRASIL, 20 de janeiro de 2011 (Notícias Pró-Família) — Um cientista recentemente nomeado para a prestigiosa Pontifícia Academia de Ciências do Vaticano confirmou numa entrevista que ele apoia a legalização do aborto e uniões civis para homossexuais, conforme reportagem de LifeSiteNews.com e outros sites no começo deste mês.

O Dr. Miguel Nicolelis, um neurocientista que ensina na Universidade de Duke, se queixou de que os sites estão “batendo na mesma tecla: o Papa indicou para a Academia uma pessoa que defendia a descriminalização do aborto e a união civil entre pessoas do mesmo sexo. O que é pura verdade”.

“Eu não fui abduzido por nenhum Alien nem introduziram um microchip na minha cabeça para falar o que eu falei”, Nicolelis acrescentou, rindo. As declarações foram feitas para a publicação online brasileira Vi o mundo, a mesma publicação que havia publicado os comentários originais que desencadearam a polêmica.

A entrevista vem logo depois de um artigo sobre a polêmica, publicado por Vi o Mundo, que exibiu uma imagem do artigo original de LifeSiteNews sobre Nicolelis, bem como dapostagem do blog católico tradicional Rorate Caeli, que foi o primeiro a publicar as citações feitas por Nicolelis em inglês, e uma repostagem do artigo de LifeSiteNews em português no blog do ativista pró-vida brasileiro Julio Severo. O artigo os chama de “sites da extrema direita americana”.

Além disso, em comentários atribuídos a Nicolelis sobre o blog do proeminente jornalista brasileiro Luís Nassif, o cientista afirma que ele é “ateu, pró-legalização do aborto, pró união civil dos homossexuais”.

Será que as questão da vida e família são relevantes para a Academia?

Nicolelis afirmou na entrevista de Vi o Mundo que suas opiniões e convicções políticas pessoais são irrelevantes para sua nomeação.

“Eu nunca escondi que não participo da igreja católica nem tenho crença religiosa”, disse Nicolelis. “O que o pessoal desses sites não se dá conta é que se o Vaticano visse as minhas concepções ideológicas, política e religiosa como obstáculo não teria me nomeado”.

“A questão científica é o parâmetro decisório. Tanto que ninguém pediu para eu tomar qualquer posição contrária às minhas crenças pessoais”, acrescentou Nicolelis, notando que Stephen Hawking, que diz que tem as mesmas opiniões dele, é também membro da Academia.

Contudo, Human Life International (Vida Humana Internacional), a maior organização pró-vida do mundo, discorda. O presidente em exercício da organização, monsenhor Ignacio Barreiro, expressou “choque” que alguém que tem “declarações registradas criticando aqueles que querem ver o aborto criminalizado e explicitamente apoiando as uniões homossexuais” tivesse sido nomeado para a Academia.

Uniu-se a ele Luís Fernando Pérez Bustamante, diretor do influente InfoCatolica, um site católico amplamente lido por mexicanos. Recentemente, Bustamante declarou em seu blog: “Não consigo entender que a Pontifícia Academia de Ciências não esteja fechada para não católicos. Mas não posso aceitar que gente que é instrumento da cultura da morte tenha permissão de ser membro”.

Ele acrescentou: “Não acredito que ser um bom cientista seja suficiente para se pertencer a essa Pontifícia Academia. Deveria-se exigir que os candidatos tivessem um mínimo de consenso ético e moral com a Igreja”.

O Artigo 5 da constituição da Academia diz que “os candidatos a uma vaga na Academia são escolhidos pela Academia na base de seus eminentes estudos científicos originais e sua reconhecida personalidade moral”, e acrescenta que a escolha é feita “sem nenhuma discriminação étnica ou religiosa”.

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Pai com bebê enquanto cavava cantava hino de louvor a Deus