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Papa Francisco conquista comunidade islâmica da Itália

Ele enviou uma mensagem pelo fim do Ramadã e recebeu um recado carinhoso da União de Comunidades Islâmicas na Itália

por Leiliane Roberta Lopes

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Papa Francisco conquista comunidade islâmica da Itália
Papa Francisco conquista comunidade islâmica

O papa Francisco tem se relacionado bem com representantes de diversas religiões, tanto que recebeu um recado da União das Comunidades Islâmicas na Itália (UCOII) por conta de sua mensagem enviada aos muçulmanos sobre o fim do Ramadã.

A UCOII afirmou em um documento endereçado ao Presidente do Pontifício Conselho para o Diálogo Inter-religioso, Cardeal Jean-Louis, que “o papa Francisco conquistou um lugar importante no coração de muitos muçulmanos”.

A nota também fala sobre a união de cristãos e muçulmanos para promoverem a paz mundial. “Sem paz e justiça entre estas duas comunidades religiosas, que formam mais da metade da população mundial, não pode existir uma paz significativa no mundo”.

Trechos do texto foram postados no site News.Va, ligado ao Vaticano, que comentou a forma como papa Francisco tem ganho o carinho e admiração de outros líderes religiosos.
O documento assinado pela UCOII também falou a respeito dos ataques entre Israel e Palestina, pedindo paz para Gaza e o fim do confronto na região.

“Nestes momentos difíceis, as nossas orações pela paz se concentram na situação dramática na Terra Santa e particularmente em Gaza”, afirmaram.

O texto também fala sobre faz coro com o pedido de paz no Iraque feito pelo Papa Francisco recentemente. “Partilhamos as palavras de dor do Papa em relação a isto e expressamos também a nossa plena solidariedade aos cidadãos iraquianos cristãos, pedindo com força o seu retorno às suas cidades e a suas casas”.

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Líderes evangélicos defendem Israel e criticam posição do governo

Eles criticam o terrorismo do Hamas e aprovam o direito de Israel se defender dos ataques

por Leiliane Roberta Lopes

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Líderes evangélicos defendem Israel e criticam posição do governo
Evangélicos defendem Israel e criticam posição do governo

O pastor Silas Malafaia comentou na TV que apoia Israel e criticou o governo brasileiro por ter condenado a ação militar em Gaza. Mas o presidente da Assembleia de Deus Vitória em Cristo (ADVEC) não foi o único líder evangélico a se pronunciar sobre o caso.

O apóstolo Renê Terra Nova organizou em Manaus um protesto em defesa de Israel reunindo 30 mil pessoas. Em seu Instagram o religioso escreveu mensagens contra o Hamas e em favor do povo palestino e israelense.

“Israel é o Relógio de Deus para às nações! A liderança do Hamas está nos hotéis 5 estrelas enviando ordens, enquanto seu povo leva bomba na cabeça! Além de diplomacia gigante precisa tomar decisão porque os anões não podem fazer nada. Eu oro pelo lindo povo palestino e intercedo por Israel”, escreveu.

Antes dessa manifestação, porém, cerca de 80 pessoas – em sua maioria evangélicos – se reuniu na frente do Ministério de Relações Exteriores no dia 23 de julho para mostrar que a posição do governo de Dilma Rousseff sobre as ações militares em Gaza não é a mesma dos cristãos.

Uma das organizadoras do ato foi a pastora Jane Silva, presidente da Associação Cristã de Homens e Mulheres de Negócios e da Comunidade Brasil-Israel. Ela conseguiu apoio de líderes evangélicos de diversos estados e denominações e foi falar com o embaixador Paulo Cordeiro, que é subsecretário-geral do órgão para a África e Oriente Médio.

Jane afirmou à BBC que os cristãos ficaram ofendidos com a declaração do governo. “Ficamos ofendidos e magoados com a postura do governo brasileiro, que para nós não condiz com a posição da população cristã brasileira em relação ao conflito”, disse ela.

“Israel é palco da história bíblica e está muito claro para nós que o Hamas é um grupo terrorista que quer destruí-lo”, continuo Jane Silva que no mesmo dia foi recebida, juntamente com o grupo, na embaixada de Israel.

“Nós amamos o povo palestino e temos orado pelas mães palestinas, os idosos, crianças, mas não aprovamos o terrorismo”, encerrou. Durante o encontro no Itamaraty, o grupo entregou ao embaixador um manifesto criticando o governo brasileiro pelo apoio à Palestina.

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Não tem povo menos homofóbico que o evangélico, diz Crivella

Para candidato, o que os evangélicos querem é o direito de dizer que o homossexualismo é pecado

por Jarbas Aragão

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Não tem povo menos homofóbico que o evangélico, diz Crivella
Não tem povo menos homofóbico que o evangélico, diz Crivella

Bispo licenciado da Igreja Universal, ex-ministro da Pesca e atualmente concorrendo ao governo do Rio de Janeiro, Marcelo Crivella (PRB) tem lidado com a grande cobrança que existe dos candidatos evangélicos.

Em uma rodada de perguntas feitas pelo UOL, a Folha de São Paulo e o SBT, afirmou que as acusações que recebe de preconceito contra homossexuais são infundadas. “Por eu ser evangélico, acham que eu, ou os evangélicos, somos homofóbicos. Não tem povo menos homofóbico que o evangélico. O que os evangélicos querem é o direito de se expressar e dizer que o homossexualismo é pecado, como diz a Bíblia”, defendeu-se.

Ele acredita que essas acusações foram lançadas por adversários políticos. Sendo bispo, ele faz uma análise: “O pecado é uma coisa de cada um, da crença de cada um. Eu sou pecador. Todos nós somos pecadores”.

Afirmou ainda não ter problemas de relacionamento com homossexuais. Embora não cite nomes, justifica: “Na minha família, tem homossexual. Na minha equipe de trabalho, tem homossexuais há anos. No meu partido, tem homossexuais há anos. Todos trabalham comigo e convivem”.

Foi questionado sobre os cultos da IURD onde existe exorcismo, mas afirma que nunca participou em sua igreja de uma onde havia homossexuais participando. “Homossexualismo é pecado. Não é crime. Não é doença. Mas é pecado, porque a Bíblia diz”, ressaltou. O candidato acredita que o assunto é uma questão pessoal. Portanto, “o governador não tem de se meter nisso”.

Quando foi perguntado sobre como sua posição na igreja influenciaria seu governo, fez a ressalva que “Igreja é uma coisa e política é outra” e foi veemente: “não há nenhum exemplo de algum discurso meu em favor da minha igreja”.

Segundo ele, depois de 12 anos atuando na política, como senador e ministro, é possível ver que ele nunca misturou igreja e política. Durante o tempo que atuou em Brasília, ele não esteve ligado à Frente Evangélica. Ano passado ele tentou uma aproximação dos evangélicos com a presidente Dilma. Por enquanto, a Universal, fundada pelo bispo Macedo, seu tio, é a única grande denominação brasileira a apoiar a reeleição da petista.