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Rachel Sheherazade defende cristãos e detona Dilma

Jornalista diz que brasileiros “Precisam revisar os seus valores”

por Jarbas Aragão – gospelprime –

 

Rachel Sheherazade defende cristãos e detona Dilma
Sheherazade defende cristãos e detona Dilma

A jornalista Rachel Sheherazade, 42 anos, apresenta o telejornal “SBT Brasil”, onde ficou conhecida por suas opiniões fortes. Evangélica, ela está lançando seu primeiro livro, “O Brasil Tem Cura”, onde aborda os problemas do País.

Alçada à condição de celebridade, possui milhares de fãs nas redes sociais: no Facebook, sua página possui 1,6 milhão de curtidas; no Twitter, são cerca de 600.000 seguidores e, no Instagram, 176.000. Ela diz que muitos a elogiam nas ruas e acredita representar a opinião de uma parcela da população.

Em entrevista recente ao site da revista Veja, reclamou que no Brasil há cristofobia. “Cristãos vêm sendo atacado em várias frentes. Parlamentares católicos ou protestantes, embora eleitos democraticamente pelo povo, são ferrenhamente criticados e desrespeitados mesmo no Congresso Nacional”.

Falando ao site iG, afirmou que é possível mudar o Brasil, mas que isso leva tempo. “A transformação do país depende da transformação os cidadãos”, asseverou.

Ela diz saber que é odiada por muitos, e explica: “quem expõe o que pensa, quem se compromete com a transparência neste país acaba ‘pagando o preço’ por sua sinceridade.”,

Para ela, a crise política e o caos econômico são responsabilidade não só de Dilma Rousseff, mas também de quem votou nela. “Estamos pagando por reeleger uma presidente desacreditada, sem competência administrativa, e comprometida unicamente com a perpetuação no poder, custe o que custar. 2015 será mais um ano perdido e contraproducente’, dispara.

Como cidadã e mãe, Rachel espera que seus dois filhos cresçam em um país “mais honesto, ético, mais justo e mais pacífico”. “Não tolero mais a corrupção, as injustiças e a violência que imperam no Brasil. Temos que dar um basta a essas mazelas que inviabilizam qualquer sonho de futuro”, desabafa.

Porém, como sugere o título do seu livro, a cura do país requer uma análise profunda. “Precisamos revisar os nossos valores”, acredita. “O jeitinho brasileiro é um grande problema, porque é a cultura da desonestidade. Um país sério não se constrói em cima das mentiras, das desonestidades, do burlar as leis”, acredita Sheherazade.

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O significado espiritual das tatuagens e piercings

 

 

A palavra tatuagem é traduzida do hebraico por “seritá”, que significa “manchar”; “marcar” , e consiste em marcar a si mesmo ou a terceiros para se destacar ou se modelar de forma diferente da naturezaOs séculos passaram, a igreja católica do século VIII condenou e até perseguiu os ritos, mas os cultos, costumes e as práticas de “marcar a derme” com manchas de tinta e/ou “mutilar” parte  do corpo para inserir metais (piercing) continua na sociedade moderna. A moda de alteração original do corpo é o que os praticantes chamam de“body modification”.

Muitas celebridades da atualidade, principalmente no mundo dos esportes resolveram pintar a pele e se encher de manchas pelo corpo e metais em argolas ajudam a modificar o visual. . Uma moda que está ressurgindo com muita força na Europa, passando a ganhar força também no Brasil, um dos países do mundo que costuma seguir imediatamente as novidades lá de fora. As duas formas de alteração do corpo natural com introdução de tinturas e metais misturados ao sangue encontrado na derme tem encontrado adeptos até dentro das igrejas evangélicas. Quase todas as pinturas são irreversíveis.

Daí é que surge a questão psicológica da coisa. Quando não se pode mais retirar as modificações inseridas no corpo, então a ideia é acabar ou exagerar naquilo que se começou bem simples ou “sem compromisso”. Metas, records e concorrências no Guiness Book, para “fechar” 100% o corpo natural, por vaidade ou necessidade, hoje, são estabelecidos.

Esta forma de adesão logo pode ser identificada dentro dos campos de futebol, e via de regra, influencia diretamente a vida dos seguidores e torcidas organizadas, jovens em fase de reconhecimento, etc. Coisas do mundo… mas, a pergunta é: do ponto de vista bíblico, devemos seguir o curso deste mundo com tatuagens e piercings também??

Hoje as tatuagens estão em destaque e, agora, a onda tem chegado nas igrejas brasileiras com a versão de “tatto gospel”, influenciando muitos jovens cristãos que, ainda não se deram conta daquilo que está por detrás de tal prática, seja por falta de conhecimento bíblico e histórico, seja por falta de discernimento espiritual ou até mesmo por “rebeldia”.

Este estudo é muito delicado, pois deverá mexer com o brio de muitos amantes da prática do tatto. Porém, não estamos aqui para julgar ninguém que usa tatuagens e piercings, nem àqueles que defendem a mania. Não estamos condenando ninguém ao inferno, nem acusando pecados, pois todos somos pecadores. O objetivo aqui é deixar um legado espiritual deste hábito para que pais, líderes e pastores da igreja cristã da atualidade possam refletir e fortalecer conceitos espirituais a respeito do assunto, visto que ainda parece ser um tabu falar sobre isto na igreja, seja por medo, seja por constrangimento ou pouco conhecimento sobre a introdução do assunto aos jovens e adolescentes cristãos (a igreja do futuro precisa estar preparada para debater biblicamente, e sem medo, com segurança espiritual, assuntos como este).

Antes, de seguirmos, porém, é preciso desmistificarmos o que é julgamento de ensino.  O julgamento condena, mas o ensino é para a edificação do corpo de Cristo!! Quando os pastores exortam a igreja, é para o crescimento e amadurecimento da mesma. Mas, essa é a nossa parte. O ensino, a admoestação e a exortação com justiça… Só filhos obedientes recebem o ensino, refletem na Palavra, se arrependem e mudam de atitude com humildade. Não, não… Não devemos subestimar princípios e mandamentos eternos como Levítico 19, por exemplo, matar, roubar, idolatrar, adulterar, etc (inclusive riscar o corpo com derramamento de sangue). Falo com propriedade, pois sei o que se passa no mundo das trevas, minha avó era praticante das sutilezas da feitiçaria chamada “branca”, um engodo das trevas. Meus olhos e ouvidos são testemunhos de muitos rituais.

O recado sutil do mundo e da Nova Era é que “vcs podem ser livres, pois irão descobrir que são deuses”. Será que isso já não foi dito antes pela língua maliciosa de uma serpente, lá no Éden?? Quais foram os resultados desta mentira para a humanidade? Alguém pode até se levantar e falar da cultura de povos indígenas de países da Ásia, Oceânia, África e Américas do Norte como Maias e Incas. Mas, o intuito neste estudo não discutir a diversidade cultural e, sim raízes espirituais destes usos e costumes com roupagem nova ou não.  Antes, assim como estas tribos primitivas, nós também não conhecíamos o evangelho de João 8:32: “E, conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará”. Mas, o povo judeu foi ensinado. E este conhecimento chegou até nós pelos judeus, e um dia chegará também a outros povos.

Jovens cristãos, dêem uma olhada nesta foto, verifique o “antes do body modification” e “depois da modificação”:

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Isso aqui pode ser não ou não ser sacrifício ou corte por devoção à necromancia do texto de Levítico 19, não cabe aqui julgamentos dos motivos que levaram estas pessoas a se transformarem. O que vale aqui é saber se Jesus pregaria isto para os seus discípulos ou faria isso com o corpo Dele? O que vale refletir aqui é saber se um discípulo de Jesus faria isto com o seu corpo? Quem parece mais  à semelhança de Cristo? Quem se parece mais com uma figura de demônio? A reflexão não é “cultural”, é sim “espiritual”. É isso o que está sendo levado no texto: O que levaria um sincero e honesto discípulo de Jesus a ser body transformado?? A Bíblia ou o mundo??

Mas, a Bíblia diz no livro de I João 2:15, o seguinte:

“Não ameis o mundo, nem o que no mundo há. Se alguém ama o mundo, o amor do Pai não está nele”.

IGREJA DE CRISTO. NÃO SOMOS DO MUNDO! A MODA NÃO MANDA NA IGREJA!

A marca eterna da Cruz

Vamos aqui ensinar que nós, cristãos, não devemos ser influenciados pelo mundo, porém, pelo contrário, devemos influenciar o mundo com Cristo. As marcas da Cruz já são suficientes para o corpo de Cristo. Você não precisa mais ferir o seu corpo (templo do Espírito Santo), nem derramar sangue, nem sentir dores e nem carregar manchas ou perfurações no seu corpo (uma aliança) pelo resto da vida.  Jesus já fez este sacrifício por nós. Uma marca que não se encerra num cemitério. Ah, mas todo mundo tá fazendo? Pois é, mas não somos do mundo!!

“Verdadeiramente ele tomou sobre si as nossas enfermidades, e as nossas dores levou sobre si; e nós o reputávamos por aflito, ferido de Deus, e oprimido. 5  Mas ele foi ferido por causa das nossas transgressões, e moído por causa das nossas iniqüidades; o castigo que nos traz a paz estava sobre ele, e pelas suas pisaduras fomos sarados. (Isaías 53:4-5).

Mas, faz-se necessário aqui dissertamos sobre aquele tão mencionado versículo dos simpatizantes da prática de tatoo e piercings “gospel”, afinal é um escudo muito usado pelos praticantes dos ritos. Os jovens cristãos também passaram a se defender somente com este versículo. É Apocalipse 19:16: “E no manto e na sua coxa tem escrito este nome: Rei dos reis, e Senhor dos senhores”, mas esquecem de que é uma alegoria. Ao observarmos todo o contexto, também há menção de que “seus olhos brilham como chama de fogo” (verso 12…) e, “sai da sua boca uma espada afiada” (verso 15…). Mas, por favor não é necessário seguir ao pé da letra, senão vejamos: já pensou quantos olhos de jovens queimados e quantas bocas feridas ou gargantas cortadas por dentro ao tentar se basear na alegoria do versículo 15?

Está escrito: “todas as coisas nos são lícitas, mas nem todas as coisas nos convém, nem edificam” (I Cor. 6:12 e I Cor. 10:23).

A origem da tatuagem

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Na antiguidade, a tatuagem associava-se ao culto aos demônios (chamados de deuses pelos feiticeiros) e era praticada durante ritos de consagrações espirituais, que segundo a crença levava consigo os espíritos malígnos para expulsar o mal. (mal expulsando o mal)??…  Eram realizados pactos para se incorporar as entidades do desenho a ser pintada na pele que seria ferida rusticamente à base de bambus e dentes de tubarão. Mas, foi somente na Polinésia do século 16 que se identificou o nome local e mais usual do ritual ou da prática ou da moda como “tatao”, hoje tatto.

A tatuagem já foi exaustivamente usada para identificar gangues violentas de rua, grupos de criminosos, pistoleiros, prisioneiros, escravos e outras formas de identificação com o mundo da marginalidade e da escória social. Mas, nem todos que usam tatuagens hoje são pessoas assim. No entanto, faz-se necessário citar as origens das coisas para ensinar aos jovens de nossas igrejas sobre estas práticas. Isso aqui não é teologia. É revelação espiritual.

“O templo de Deus, que sois vós é santo” (I Cor. 3:17b).

Os nazistas de 1942 tatuavam à revelia, a marca das cruzes quebradas e inversas, por força zombaria a Cruz de Cristo e demonstração de poder, todos os 6 milhões de judeus que matariam em seguida. A cruz suástica é inspiração de Chamberlain, um vidente satânico e conselheiro de Hitler. Foi ele que o inspirou as idéias de um reino de terror e poder.

O livro de I Coríntios 10:20, também diz:

“Mas que digo? Que o ídolo é alguma coisa? Ou que o sacrificado ao ídolo é alguma coisa? Antes digo que as coisas que os gentios sacrificam, as sacrificam aos demônios, e não a Deus. E não quero que sejais participantes com os demônios”

Havia na antiguidade um deus adorados pelos amonitas e a história bíblica não deixou de registrar em levítico 20. Moloque era um demônio que exigia de seus adoradores o sangue e a dor de seres humanos, sobretudo crianças, porém, o sacrifício de pessoas de outras idades também eram praticadas naquele altar. É muito provável, segundo vários pesquisadores da Bíblia e da ciência das religiões, que o nome Moloque deu origem ao que hoje no Brasil brinca-se involuntariamente apelidando um menino de “moleque”.

Esse deus de bronze possuía uma aparência horrível: mistura de animal de chifres com humano. O ídolo possuía fornalha na altura de seu ventre, na qual as crianças eram lançadas vivas e ofertas ali. Quanto mais choro da criança, e, quanto mais vermelho o fogo daquela fornalha se tornava mais seus adeptos o cultuavam em êxtase maldita. Diz a Bíblia que Moloque pedia sangue humano como sacrifício. E, esse sangue é requerido até hoje. Não entre no engano de uma propaganda que apela para o “pense menos, ame mais”. Pense muito antes de aderir à moda do tatto e piercing, ou qualquer outras modas ou práticas do mundo e antes de se unir emocionalmente com alguém que ama o mundo.

Prestação de Contas

II Coríntios 5:10 diz: “Porque todos devemos comparecer ante o tribunal de Cristo, para que cada um receba segundo o que tiver feito por meio do corpo, ou bem, ou mal”.

E, I Tess. 5:23, também diz o seguinte: “E o mesmo Deus de paz vos santifique em tudo; e todo o vosso espírito, e alma, e corpo, sejam plenamente conservados irrepreensíveis para a vinda de nosso Senhor Jesus Cristo.”

 

Conclusão

O artigo não é uma OFENSA para quem gosta de tatto e piercing! Quem somos nós para “proibirmos” as pessoas de usarem o que quiserem? Mas, não podemos deixar de pregar o evangelho de salvação e de libertação. O evangelho é recheado de coisas que NÃO gostamos. Daí, tirarmos lições: o que é RELEVANTE? É o que se GOSTA ou que se RENUNCIA por causa de Cristo???

A ideia, então,  é ORIENTAR e REVELAR aos crentes em Cristo, àqueles que nasceram de novo, que podem renunciar a tendência ou o apelo da moda para mutilarem e pintarem seus corpos a ponto de se tornarem figuras animais ou extraterrestres (como demonstradas na fotos). Mas, esta escolha é de cada um. Só estamos ensinando o evangelho à igreja de Cristo e aos jovens e adolescentes cristãos  a não se deixarem influenciar pela cultura do mundo, e sim pela cultura de Cristo. Somos discípulos Dele. Jesus não usou tatuagens nem piercings.

Será que as pessoas das fotos podem se olhar no espelho e darem glória a Deus por isso, pela bela transformação? Ou será que podem dizer que estão glorificando a Deus?? Lembrem-se tudo começou com apenas um pouquinho de nada, mas a sede de sangue que o deus Moloque requer do jovens é incessante, continua até hoje. Pensem nisso!!!

Reflexão

Você quer obedecer a Moloque ou obedecer a Deus?

Oração

Se você já é Filho de Deus (Ler João 12;12), e conhece a Cristo como Senhor e Salvador, então você pode fazer esta oração:

“Pai, sou teu filho, eu não sabia disso, mas agora é tarde demais para retirar isso do meu corpo. Ou então, Pai, eu sabia disso, mas ainda assim me rebelei contra meus pais, contra a minha família, e contra a igreja e contra Ti. Na verdade esse era o recado rebelde que queria dar!! Porém, na sinceridade do meu coração, hoje me arrependo, eu sei que para o Senhor é isso que importa: um coração limpo e quebrantado na tua presença. Quero desfazer no reino espiritual, principalmente no reino das trevas, todas as filosofias e consagrações que estavam por detrás disso em nome de Jesus! Agradeço ao Senhor por me fazer ser livre de verdade, em nome de Jesus, amém!!” Continue orando. Use as suas próprias palavras.

Se você é criatura de Deus (ler João 12;12), mas ainda não recebeu a Cristo em seu coração, e, se o texto revelou a você a verdade, através da revelação do Espírito Santo, está arrependido por haver aderido consciente ou inconscientemente as práticas ritualísticas e outras filosofias profanas que estão por detrás destes ritos, você pode fazer uma oração sincera em qualquer lugar em que você estiver agora e do jeito que você melhor achar para falar sinceramente com Deus sobre isso!! Tipo, Senhor, me ajude a Ti obedecer… Continue orando e use as suas próprias palavras! Ele vai te ouvir, te perdoar. Ele te ama! Fique a vontade para procurar um pastor de uma igreja séria para saber mais sobre como mudar a sua vida espiritual e emocional para melhor.

Por Claudio Santos-via gospelprime-

Até a próxima guerreiros!
[email protected]

Artigos e livros relacionados e consultados:
1. http://estudos.gospelprime.com.br/diga-me-com-quem-andas/
2. Tatuagem e Piercing, é de Deus? Cláudio Brinco, Ed. Above 2010
3. http://biblia.com.br/novaversaointernacional/
4. http://igrejavidaemcristo.com.br/arquivo/CONCORDANCIA-EXAUSTIVA-DO-CONHECIMENTOBIBLICO.pdf

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Ilustração de tatuagem inserida pelo autor do site

Rev. Ângelo Medrado, Bacharel em Teologia, Doutor em Novo Testamento, referendado pela International Ministry Of Restoration-USA e Multiuniversidade Cristocêntrica é presidente do site Primeira Igreja Virtual do Brasil e da Igreja Batista da Restauração de Vidas em Brasília DF., é autor de diversos livros entre eles: Maçonaria e Cristianismo, O cristão e a Maçonaria, A Religião do antiCristo, Vendas alto nível, com análise transacional e Comportamento Gerencial.

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Uniões poliafetivas: orgia legalizada

 Por Marisa Lobo  -gnoticias –

Uniões poliafetivas: orgia legalizadaRecentemente vi uma notícia que me deixou estupefata: o governo da Tailândia aprovou o casamento trígamo entre homens. Ou seja: três homens oficializaram suas relações em um contrato que eles chamam de “casamento”.

Tupã (SP), 2012, houve a união de um homem e duas mulheres que viviam juntos no interior paulista. A tabeliã que lavrou o documento explicou que só poderia se negar a isso se encontrasse algo na lei que justificasse a ação. E não há nada na lei que impeça esse tipo de relacionamento

Estados Unidos, 2013, houve uma celebração de casamento triplo lésbico em uma cerimônia oficial de mulheres que já moravam juntas e dividiam a cama, e resolveram oficializar a “união” pois estavam grávidas, e as pobres crianças terão 3 mães…

Rio, outubro de 2015, o Brasil registrou sua primeira união estável entre três mulheres. O local escolhido para a formalização foi o 15º Ofício de Notas do Rio, localizado na Barra da Tijuca, zona oeste. De acordo com o Instituto Brasileiro de Direito de Família (IBDFAM), este é o segundo trio que declara oficialmente uma relação.

Já denunciei várias vezes a trigamia – hoje chamada de  união poli afetiva –  em vários segmentos da sociedade, porém me parece que poucos se importam, e muitos até criticam preferem ficar calados, e como massa de manobra aceitam tudo e não lutam ou pelo menos questionam tais atos, conceitos, ações, que para qualquer pessoas em sã consciência  não passa de uma desconstrução da família monogâmica, da família gerada a partir do casal heterossexual  , de um discurso de ódio contra a sociedade cristã acusada de estar impondo a monogamia como mais uma imposição religiosa. Até onde vamos com essa loucura retroceder?

A sociedade tem que debater e enfrentar esses acontecimentos denunciando, exigindo, dos parlamentares que nos representam, o contraditório, do nosso ordenamento jurídico, e que sejam intelectualmente honestos e deem ouvidos aos apelos da população majoritária, que são contra tais comportamentos e condutas, que representam uma afronta a toda a humanidade. Ao contrário do que se pretende fazer acreditar por profissionais ativistas ideológicos políticos, contrários a fé crista a união monogâmica é saudável, é família protetiva, e é a ela que devemos legalmente e socialmente reconhecer, pois a constituição a reconhece como legítima e não as “poligâmicas”

A construção desse ativismo em prol das uniões “poliafetivas” – uniões com várias pessoas, que nós conhecemos como “orgias”, “bacanais” –  traz no bojo de seus textos de “pretensos intelectuais” uma clara desconstrução sexual, uma reorientação cultural, para incluir os excluídos, os menos favorecidos? Não creio, ao ler o conteúdo de todos os atuais artigos, matérias sobre o tema é possível entender a clara perseguição e seus valores, e uma descabida perseguição religiosa.

Atacam as famílias monogâmicas induzindo a crer que são problemáticas ou seja causadora de inúmeros problemas sociais, acusam a monogamia de querer ter exclusividade de conjugalidade dentro de um núcleo familiar, como se fosse um crime o ideal de fidelidade de família heterossexual.

Não querem mais reconhecer a autonomia privada que é um princípio do ordenamento jurídico pátrio, rechaçam essa autonomia, por ter acreditarem que estes ordenamentos sofrem forte influência da Igreja Católica. Prestem atenção no parágrafo abaixo que retirei de um texto explicativo sobre a “importância da união poli afetiva”

“A força conjunta do Estado-Igreja “além de impor o resumo da família ao casamento, constituído sob a benção divina e, por isso, indissolúvel, a Igreja estabeleceu a exclusividade conjugal; isto é, a monogamia.” Deste modo, a monogamia se apresenta como dado histórico-sociológico que auxiliou na construção jurídica das civilizações ocidentais, se estabelecendo como um padrão desejável de comportamento do homem médio.

A monogamia como imposição religiosa de um Estado anterior (não laico), é indiscutivelmente ainda enraizada na sociedade atual, contudo, não pode ser tratada como entrave ao reconhecimento das famílias paralelas como entidade familiar, ou melhor, não pode a monogamia inviabilizar direitos quando se tem em mente um novo paradigma de família trazido pela Constituição Federal de 1988”.   http://www.conteudojuridico.com.br/artigo,familia-paralela-uma-analise-a-luz-do-pluralismo-familiar,43622.html

Fica claro no texto citado a manipulação contextual, para se tentar aludir a sociedade acreditar que a união entre um homem e uma mulher no casamento monogâmico, não passa de uma união imposta pela igreja.

Mesmo que se tente pela prática no marxismo filosófico, pela prática da desconstrução, da manipulação do discurso, induzir ao erro o mundo acadêmico, a sociedade de que as relações monogâmicas, são prejudiciais por não serem contempladas pelo ordenamento jurídico de forma a corrigir as injustiças sociais, ementa e a Constituição Federal prova o oposto

Ementa: RECONHECIMENTO DE UNIÃO ESTÁVEL – PESSOA CASADA – SEPARAÇÃO DE FATO NÃO DEMONSTRADA – REQUISITOS FÁTICOS/LEGAIS – AUSÊNCIA – NÃO RECONHECIMENTO. – A Constituição Federal de 1988 e o atual Código Civil reconhecem e protegem a união estável entre homem e mulher, configurada a convivência duradoura, pública e contínua, e o objetivo de constituição de família.

Ou seja, uma pessoa pode casar e descasar juridicamente, sem a necessidade de legalizar várias pessoas nesta relação, sem precisar legalizar “bacanais”, “orgias”  e a igreja  não se intromete , no ordenamento jurídico, portanto é uma mentira, mais uma falácia inventada pela militância da nova ordem mundial que visa a reorientação  de todos os princípios e valores sociais da humanidade, apenas o objeto de estudo da igreja é o comportamento espiritual, a vida espiritual podemos influenciar pessoas , leis pois vivemos em um mundo e temos direitos de participar das políticas públicas, até porque somos maioria. Esse discurso promove ódio, é manipulador, cristofóbico, preconceituoso descabido.

Notem a sugestão descarada da promoção das uniões “polis” e a tentativa de “juristas” em institucionalizar as “orgias múltiplas”, o discurso é orquestrado, exclusivamente para vender preconceito contra a Igreja cristã e toda forma intolerância ao conservadorismo que também faz parte da sociedade e não são adeptos da institucionalização de orgias.

Devemos repudiar, pois uma sociedade em sua maioria cristã, neste caso conservadora, não pode admitir que se torne leis tais hipóteses, ou sociedade compactuem como esses comportamentos que são nocivos a sociedade. Se três já era demais, imaginem quantas pessoas podem se casar nesta união poli é uma, se não podemos nos manifestar por medo de nos tornarmos intolerantes, que tipo de sociedade vivemos, que tipo de democracia é esta onde manter seus princípios é motivo para ser destratado e desrespeitado como cidadão. Essa inversão de valores é na verdade uma doença esquizoide.

As alegações para a promoção desta da família “poliafetiva” e da desconstrução da família tradicional é que, há muitos modelos de relações afetivas quanto de peculiaridades da pessoa humana, e hoje estas relações se apresentam libertas das “amarras” da exclusividade conjugal há séculos impostas pela Igreja.

Alegam os juristas defensores, desse tipo de “uniões” que no universo das composições de famílias, são conceitos juridicamente sedimentados e a opção pela monogamia exercem peso considerável na idealização e na formação dos vínculos, e como “dogma” religiosa a monogamia não é princípio jurídico aplicável, pois segundo a exemplo do companheirismo, da simultaneidade conjugal e da união “poliafetiva” ou estável concomitante.

À família contemporânea tem sido conferido status de formadora de personalidade dos seus membros, função indissociável do fundamento jurídico da dignidade da pessoa humana, e do respeito e proteção à liberdade de escolha dos cidadãos, princípios caros ao Estado democrático de direito. Portanto, a deferência ao pluralismo, uma das marcas das constituições republicanas, não permite ao Estado laico interferir na vontade de membros de entidades ou arranjos familiares que auxiliam a concretizar a norma de proteção à pessoa.  http://www.jb.com.br/sociedade-aberta/noticias/2012/09/01/uniao-poliafetiva/

Usam o livre-arbítrio o desejo do ser humano, tirando dele, todas as convenções sociais, pois segundos esse movimento “desconstrucionista” o ser humano não pode ter regras, limites, senso crítico, noção de julgamento, aliás o julgamento é que está sendo retirado do senso crítico. A liberação de todas as formas de se fazer sexo é exposta em seus textos como afetividades inocentes, trazem junto na subjetividade doentia de seus discursos, perversidades sexuais, que por conta desse movimento liberal, desse movimento de gêneros múltiplos, pluralidade sexual se tornou apenas expressão afetivas.

Não pode haver proibição ou sanção em expresso

Estão pleiteando legalmente  a proteção de família, mas por hora até este ano de 2015 o “poliafeto”  não tem Direito de Família – família  ainda é formada  por entidade de duas pessoas -, os adeptos dessa “orgia” poderão pleitear, na esfera cível, indenização por serviços prestados ao longo do tempo de convivência, divisão de bens em caso de separação e morte, entre outros direitos, pois pode ser registrado em  registrado em  escritura pública de união “poliafetiva” o que para esta escritora é uma aberração jurídica, uma

Cada um faça o que quiser de sua vida, o que não pode acontecer é transformar orgias em uniões legalizadas, pois afeta diretamente a sociedade de forma negativa, estado, a educação e principalmente nossas crianças e adolescentes, pois a intenção é sempre expor essas uniões como redentoras dos problemas psíquicos da humanidade, a sociedade aos poucos sendo reorientada, para aceitar de forma truculenta essa forma de promover a indignidade humana.

O povo, que é o contribuinte, já está pagando por essas orgias, já que o magistrado perdeu a referência e alguns pessoalmente estão flexibilizando as leis confundindo os tais direitos humanos.

Essas “uniões” que me recuso a chamar de casamento, acontecem porque não tem leis que impeça. Estamos chegando ao ponto de ver em nosso país a aceitando todos os tipos de aberrações, não se dão conta que junto com as uniões “poliafetivas” algumas aberrações parafilias podem encontrar visibilidade como-  a aceitação da pedofilia e sexo com animais (zoofilia).

Os ativistas da liberdade sexual, da “ideologia de gênero”, “pseudo-intelectuais” que estão em todos os segmentos da educação, saúde e cultura, antropologia, psicologia, sociologia etc, têm manipulado professores, até mesmo ministros, deputados para aceitarem pesquisas parciais, subjetivas feitas por movimentos que visam essa reorientação sexual do “tudo posso”. O que me espanta, é tanta gente que se diz inteligente não perceber essa armação intelectual, essa manipulação, alienação, sugestão psicológica, para incluir seus mais sórdidos desejos travestidos de direitos.

A que ponto chegamos. Fim da civilização? Estamos voltando à barbárie? O que está acontecendo com a humanidade? Porque jornais de renome fazem tanta questão de ovacionar este tipo de “relação” Tudo isso é para garantir a liberdade sexual? Legalizando orgias, alienando nosso Brasil e A quem interessa esse assunto? A quem interessa essa sodomização? Esse retorno a Sodoma e Gomorra?

Deus me livre de um governo e de governantes sem moral, sem ética, capazes de aprovar algo tão surreal, que só trouxe desgraça no passado e vai trazer desgraça para nossa humanidade no futuro. Quem conhece um pouco da história das civilizações antigas sabe como todas as civilizações que eram adeptas de orgias, pactos sexuais e que viviam sem regras, moral ou princípios, sempre foram reconhecidas como aberrações, capazes de cometer os piores crimes contra a humanidade.

Essa é a prova incontestável que uma sociedade que vive sem Deus, age de forma truculenta e sem moral, sem amor, impondo a toda uma nação seu modo obscurantista de vida.

A sociedade precisa estar alerta. Tudo isso faz parte da Nova Ordem Mundial que querem implantar no mundo. Está acontecendo. O governo do anticristo está sendo implantado e a banalização do amor verdadeiro e do sexo é uma das estratégias para desconstruir e alienar a humanidade. Tudo isso em nada tem a ver com direitos humanos e progresso, e sim com um grave equívoco, um retrocesso e com um grande golpe espiritual.

Sabemos o quanto essas culturas trouxeram prejuízo e vergonha para a humanidade. Condenam o seu povo à morte moral e espiritual com esse tipo de conduta que deve ser condenada sim, por toda sociedade.

Reorientar sexualmente e moralmente a sociedade mundial não pode ser considerado como evolução social, cultural, e sim obscurantismo, retrocesso. Um retorno a um mundo remoto, no começo da civilização, onde não existiam regras, leis, moral e ética, onde quem mandava era quem tinha mais poder. Pois no começo da civilização a maioria nada decidia: apenas servia a quem tivesse dinheiro, poder de influência, status ou mesmo força.

Na época Greco-romana, por exemplo, as mulheres só serviam para parir ou para prostituição. Não tinham escolha, os homens transavam com prostitutas em orgias, ter relações sexuais com homens era corriqueiro e a mulher era obrigada a aceitar sem questionar. Isso é liberdade? Para quem?

Civilização Antiga

No mundo civilizado, as coisas não podem ser dessa maneira. O mundo, através da evolução social do conhecimento, foi se indignando e evoluindo, colocando regras que hoje não são aceitas por muitos ativistas que são adeptos dessa época porque são pervertidos sexualmente e querem que todos se rendam e retornem a obscura história iluminada pelo amor de Cristo.

Lutamos ao longo da história para transformar a sociedade, entre erros e acertos, bondade e maldades, lutas por direitos, é obrigatório prevalecer a ética, o bom senso, até para garantir direitos humanos. Temos que ter em mente, que nem todos os humanos são merecedores dos mesmos direitos, como abusadores de crianças, assassinos cruéis, e o que faz a sociedade chegar a esse ponto de crueldade são as concessões, o egoísmo a falta de um poder superior que traga a razão e devolva as pessoas a sanidade. Temos que buscar um equilíbrio

O mundo está “involuindo”

Baseado na afirmação dessas “entidades”, se há o reconhecimento de que direitos são para todos, onde estão os meus? Os nossos? De uma sociedade que é religiosa, conservadora sim, pois conservam princípios, morais e éticos, e que não aceita esse tipo de relacionamento pois consideramos um retrocesso, uma “involução” da humanidade, um retorno ao obscurantismo.

Nossa obrigação é alertar a sociedade que essa reorientação cultural e social é terrível para a humanidade. Ontem se falavam de aceitação de casal do mesmo sexo. Aceitamos, Hoje querem legalizar orgias. Amanhã são as crianças as próximas vítimas.

Nosso Estado está refém de discursos midiáticos, sociais e de políticas que visam apenas desconstruir o casamento e a sexualidade como um todo. É nosso dever, como cristãos, promover a tolerância, mas também é nosso direito não sermos discriminados por nossa fé e por nossa maneira de viver, pois é nossa escolha e nosso princípio.

Não podemos ser pautados por comportamentos que uma minoria defende, uma minoria que não se importa com nada além de seus órgãos sexuais. Isso não é sexualidade, são tons de parafilias (doença) que vamos aceitando até a ponto de inverter totalmente os papéis, e virarmos reféns, O que é normal, se torna anormal por força de grupos minoritários, grupos esses que se tornam maioria pois são detentores do “quarto poder” que é a mídia, que tem o poder de alienação em massa.

Sou fundamentada em princípios e tenho conceitos humanos sobre o amor e a sexualidade. E considero esse tipo de relacionamento uma afronta à humanidade. Essas “uniões” são uma aberração jurídica, um mal à humanidade.

“As misericórdias do SENHOR são a causa de não sermos consumidos, porque as suas misericórdias não têm fim; Novas são cada manhã; grande é a tua fidelidade” (Lamentações 3: 22 e 23).

Referências:

http://www.revistapepper.com.br/index.php?pagina=grupo_noticia&tela=19&vw=1542

CECCARELLI, Paulo. Sexualidade e preconceito. Revista Latino americana de Psicopatologia Fundamental, São Paulo, v. 3, n. 3, p. 18-37, set. 2000

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Marisa Lobo é psicóloga clínica, escritora, pós-graduada em saúde mental, conferencista realiza palestras pelo Brasil sobre prevenção e enfrentamento ás drogas, e toda forma de bullying, transtornos psicológicos, sexualidade da familia, entre outros assuntos. Teóloga, ela é promoter e organizadora da ExpoCristo realizada no Paraná. Marisa é casada, tem dois filhos e congrega na IBB em Curitiba.

06-06-16 013

Rev. Ângelo Medrado, Bacharel em Teologia, Doutor em Novo Testamento, referendado pela International Ministry Of Restoration-USA e Multiuniversidade Cristocêntrica é presidente do site Primeira Igreja Virtual do Brasil e da Igreja Batista da Restauração de Vidas em Brasília DF., ex-maçon, autor de diversos livros entre eles: Maçonaria e Cristianismo, O cristão e a Maçonaria,A Religião do antiCristo, Vendas alto nível, com análise transacional e Comportamento Gerencial.