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Musa da Mangueira é evangélica e tem apoio de sua igreja

Ela desfila no Carnaval carioca há 15 anos e não pretende deixar o samba

por Leiliane Roberta Lopes

 

Musa da Mangueira é evangélica e tem apoio de sua igreja
Musa da Mangueira é evangélica e tem apoio de sua igreja
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A maioria dos pastores é contra a participação de evangélicos nas festas de Carnaval. Mas há outros que permitem que seus membros de curtam a festa.

A dançarina Renata Santos, 32 anos, é uma dessas pessoas que conta com o apoio de sua igreja para desfilar na avenida. Renata desfila pela Mangueira como musa da escola, mas em anos anteriores ela ocupava o posto de rainha.

“Sou evangélica e na igreja torcem por mim”, disse ela para a revista Quem.

A família de Renata também participa de cultos evangélicos e acompanham o Carnaval normalmente. “No grupo de senhoras que minha avó frequentava, eram todas minhas fãs, adoravam, torciam. Meus pais também são da igreja, só que eles são Beija-Flor.”

A musa da Mangueira começou a desfilar no Carnaval aos 17 anos participando da escola Acadêmicos de Santa Cruz. Em seu longo currículo carnavalesco ela exibe passagens pelas escolas  Caprichosos de Pilares, Império Serrano e Mocidade Independente, até ser convidada, em 2010, a desfilar na Mangueira.

“Pretendo desfilar na Mangueira eternamente”, disse ela quem em 2013 perdeu o posto de rainha para a modelo Gracyanne Barbosa.

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Homem diz ter visão dos céus após parada cardíaca

 

Ele ficou inconsciente durante quase uma hora até que foi reanimado pela equipe médica da UTI

por Leiliane Roberta Lopes

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Por 45 minutos o coração de Brian Miller, 41 anos, parou por conta de um ataque fulminante. Natural do Estado de Ohio, nos Estados Unidos, o homem conseguiu se recuperar e foi na TV contar seu depoimento dizendo que durante o período que esteve desacordado, ele teve uma visão dos céus.

“A única coisa que me lembro é que comecei a ver a luz e que comecei a caminhar em sua direção. Era a coisa mais linda que eu já vi”, disse ele.

Miller afirmou até que reencontrou sua sogra, Kay, falecida uma semana antes de sua internação. A sogra lhe teria dito que não era o seu tempo, e Brian retornou por conta de inúmeras coisas para resolver e administrar em sua casa.

“Existe vida após a morte e as pessoas precisam acreditar nisso em algum momento”, disse ele que voltou a respirar de forma milagrosa sem ter nenhuma sequela ou dano cerebral.

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Ex-polígama mórmon diz que aceitar um marido com outras esposas é viver um adultério dentro de casa

A mórmon Marion Munn fazia parte de um casamento plural por dezoito anos

Por Luciano Portela | Repórter do The Christian Post
 

Ex-polígama mórmon, integrante de uma união conjugal com a participação de várias esposas, relatou recentemente que aceitar a união de um marido com várias mulheres é como sofrer com um adultério e ainda ter a amante vindo para sua própria casa.

  • igreja mormon
    (Foto: Reuters)
    Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias, na cidade de Salt Lake, Utah, 27 de janeiro, 2012.

Marion Munn fazia parte de um casamento plural por dezoito anos, depois de se converter ao fundamentalismo mórmon, da Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias. Contudo, mesmo depois de viver tanto tempo sob tais condições, Munn afirma que não estava feliz e agora prefere falar dos riscos do costume.

“Você tem que sorrir e fingir que está tudo bem, porque isso faz parte da cultura. Então, para entrar nela, eu pessoalmente não quero vivê-la, pois me sinto coagida a aceitar algo que eles impõem como uma questão de fé”, destacou Munn ao diário britânico Daily Mail.

  • Em 2013, o estado do Utah, oeste dos EUA, onde boa parte da população é mórmon, decidiu que aumentaria a liberdade para famílias polígamas. Assim, uma deliberação anterior para a coabitação foi derrubada por violar a liberdade de religião.

Como contrapartida ao caso de Munn, Kody Brown, patriarca mórmon, defende que a poligamia é um estilo de vida absolutamente normal e aceitável, se todas as pessoas estiverem de acordo com o que foi pré-estabelecido.

“Apesar de sabermos que muitas pessoas não aprovam as famílias plurais, esta é a nossa forma de viver nossa família, com base em nossas crenças”, afirmou Brown com a esperança de que haja um respeito mútuo entre pessoas de outras unidades familiares.

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Ao final, Munn coloca outro contraponto, ao ressaltar a discriminação dos mórmons com as mulheres. “Certamente, dentro de uma poligamia baseada nos mórmons, não nos deixa muita escolha, pois as escrituras mórmons ensinam a uma mulher que se ela não consentir a poligamia, Deus vai destruí-la”, resume.