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Quando a Igreja desaparecer…

Por Leandro Borges

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“Porque haverá o grito de comando, e a voz do arcanjo, e o som da trombeta de Deus, e então o próprio Senhor descerá do céu. Aqueles que morreram crendo em Cristo ressuscitarão primeiro. Então nós, os que estivermos vivos, seremos levados nas nuvens, junto com eles, para nos encontrarmos com o Senhor no ar. E assim ficaremos para sempre com o Senhor. Portanto animem uns aos outros com essas palavras”. (1 Tessalonicenses cap.4 vers.16,17,18).

Chegará o momento em que repentinamente, “num abrir e fechar de olhos”, todos os verdadeiros crentes em Cristo que estiverem no planeta Terra serão arrebatados para a presença do Senhor entre as nuvens no céu. E digo á você que eu não vejo a hora de isso acontecer !!! E acho que muitos de vocês também, não é mesmo ???

Mas quando isso realmente irá acontecer ???

Mas na verdade, o que acontecerá a este planeta depois que a Igreja for arrebatada ??? Não sabemos ao certo, porque a Bíblia Sagrada não fornece reais detalhes do modo pelo qual o mundo reagirá. Entretanto, de uma coisa temos absoluta certeza, a saber, que o Arrebatamento levará o mundo a se unir como nunca na história. Imagine só o que pode acontecer quando uma incontável multidão de pessoas desaparecer subitamente desde planeta sem nenhuma explicação.

Por cautela, jamais devemos confundir a Igreja com o “igrejismo”. Hoje em dia, praticamente existe uma igreja em cada esquina de rua. Nos países muçulmanos, os prédios de igrejas são mais escassos e mais distantes uns dos outros; consequentemente, numa primeira impressão, alguém poderia dizer que não há indício da presença da Igreja naquele lugar. Todavia, isso seria um grande erro, visto que Jesus prometeu edificar Sua Igreja e vemos que Ele está fazendo o que prometeu. Mesmo em países como a Arábia Saudita, Irã, Afeganistão, entre outros, a Igreja está viva e prossegue, ainda que não se manifeste visivelmente.

A China comunista se apega á filosofia reinante de que a religião é um verdadeiro veneno e de que devia ser proibida. Atualmente, porém, está evidente que a Igreja de Jesus Cristo naquele país tem crescido rapidamente, mesmo com a opinião filosófica contrária do país.

Não seria ousadia dizer que o número de verdadeiros crentes em Cristo procedentes de países onde nunca imaginávamos que a Igreja existia será surpreendentemente elevado, ao passo que, em países ditos “cristianizados” será chocantemente baixo. Em outras palavras, depois do Arrebatamento, as igrejas estarão lotadas de adoradores e as atividades religiosas entre muçulmanos, hindus, budistas, etc.; continuarão a acontecer. Contudo, devido ao fato de que todas as nações registrarão relatos do desaparecimento de seus cidadãos, por toda parte haverá um medo sem precedentes, medo esse que será um elemento de ligação e união entre as nações.

O mundo inteiro vai querer saber mais sobre as pessoas que desapareceram. As perguntas que forem feitas levarão inevitavelmente a respostas que apontem precisamente para a implantação da Marca do Monstro.

Hoje em dia, a religião, seja de que credo for, é socialmente aceitável, principalmente depois do fim da antiga União Soviética. A religião se tornará tão poderosa que exercerá influência e controle sobre a política e a economia. Após o arrebatamento da Igreja, o terrorismo, as armas nucleares, entre outras ameaças, deixarão de ser os maiores problemas, pois a maior preocupação da humanidade passará a ser o misterioso desaparecimento daquelas pessoas. Esse, sim, será o adesivo que vai unir todas as nações. Elas concentrarão todas as suas atenções em um inimigo desconhecido que arrebata pessoas sem a menor explicação. Naquele momento, a utilização da Marca do Monstro logicamente estará disponível para todas as pessoas que desejarem paz e segurança.

Observe que (Apocalipse cap.13 vers.12 á 17) diz: “Usava toda a autoridade do primeiro monstro, na sua presença. Forçava a terra e todos os que moram nela a adorarem o primeiro monstro, aquela cuja ferida mortal havia sido curada. Esse segundo monstro fez coisas espantosas. Fez com que caísse fogo do céu sobre a terra, na presença de todas as pessoas. E enganou todos os povos da terra, por meio das coisas que lhe foi permitido fazer na presença do primeiro monstro. O segundo monstro disse a todos os povos do mundo que fizessem uma imagem em honra ao outro monstro, que havia sido ferido pela espada e não havia morrido. O segundo monstro recebeu poder de soprar vida na imagem do primeiro, para que ele pudesse falar e matar todos os que não a adorassem. Ele obrigou todas as pessoas, importantes e humildes, ricas e pobres, escravas e livres, a terem um sinal na mão direita ou na testa. Ninguém podia comprar ou vender, a não ser que tivesse esse sinal, isto é, o nome do monstro ou o número do nome dele”.

O mundo inteiro está religiosamente unido e a adoração será direcionada para um homem e sua imagem, porque ele será o único a dar uma explicação para o grande desaparecimento. Ele dará garantias de que ninguém mais desaparecerá. Para levar a efeito sua promessa, todas as pessoas terão de ser registradas, o que significa que receberão a “marca sobre a mão direita ou sobre a fronte”. Viver no planeta Terra sem essa Marca será impossível, uma vez que ninguém poderá comprar ou vender qualquer coisa sem a Marca do Monstro.

Finalmente o mundo viverá em paz e segurança. Não haverá mais guerras entre nações. Não haverá mais ódio e inveja. A população mundial proclamará confiantemente que, por fim, desfruta de paz e segurança. Mas essa situação tranquila vai mudar de repente, como diz á própria Palavra de Deus em (1 Tessalonicenses cap.5 vers.3): “Quando as pessoas começarem a dizer: “Tudo está calmo e seguro”, então é que, de repente, a destruição cairá sobre elas. As pessoas não poderão escapar, pois será como uma mulher que está sentindo as dores de parto”.

Veja mais estudos bíblicos clicando aqui: Primeira Igreja Virtual

“Não amem o mundo, nem as coisas que há nele. Se vocês amam o mundo, não amam a Deus, o Pai. Nada que é deste mundo vem do Pai. Os maus desejos na natureza humana, a vontade de ter o que agrada aos olhos, e o orgulho pelas coisas da vida, tudo isso não vem do Pai, mas do mundo. E o mundo passa, com tudo aquilo que as pessoas cobiçam; porém aquele que faz a vontade de Deus vive para sempre”. (1 João cap.2 vers.15,16,17).

 

“Sabemos que somos de Deus e que o mundo todo está debaixo do poder Maligno. Sabemos também que o Filho de Deus já veio e nos deu entendimento para conhecermos o Deus verdadeiro…” (1 João cap.5 vers.19,20).

 

QUE DEUS TE ABENÇOE…

 

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A ilustração fotográfica foi inserida pelo autor do site

Rev. Ângelo Medrado, Bacharel em Teologia, Doutor em Novo Testamento, referendado pela International Ministry Of Restoration-USA e Multiuniversidade Cristocêntrica é presidente do site Primeira Igreja Virtual do Brasil e da Igreja Batista da Restauração de Vidas em Brasília DF., é autor de diversos livros entre eles: Maçonaria e Cristianismo, O cristão e a Maçonaria, A Religião do antiCristo, Vendas alto nível, com análise transacional e Comportamento Gerencial.

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O DISCÍPULO DE CRISTO DEVE ESTAR PRONTO A PERDOAR

 

Enviado pelo Pastor Djalma Gomes

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O discípulo de Jesus deve estar sempre pronto para perdoar

O perdão, restaura a vida espiritual, social e emocional).

Mateus 18.21-35

Para Refletir:

“O perdão é um bálsamo que cura as feridas interiores, as feridas da alma, que revitaliza as relações humanas, que restaura a paz outrora perdida com Deus e com os homens”.

(autor desconhecido)

“Perdoar, é amar a Deus, perdoar é estar vivendo conforme a sua Palavra, perdoar é você fazer pelos outros o mesmo que Deus fez por você”

(autor desconhecido)

“Seja grande embora o crime, o perdão sempre é sublime”

Casimiro de Abreu

“Perdoar é devolver ao outro o direito de ser feliz”

(autor desconhecido)

“Perdoar é você devolver a você mesmo o direito de ser feliz”

Milcon Hilbert

É Fácil falar sobre o perdão até que se tenha alguém para perdoar

C.S.Lewis

Explicação do texto:

Alguns comentários exegéticos sobre o versículo 24.

TALENTO – (tálanton)  Medida de peso – (28,38kg – 30,27 kg).

1) O teólogo William Hendriksen faz o seguinte comentário sobre este versículo:  O tipo de talento a que provavelmente se faz referência aqui,equivalia a não menos de seis mil denários. Um operário ganhava um denário por jornada de trabalho (Mateus 20.2,13). Um operário precisaria de mil semanas para ganhar um só talento. Mesmo que um operário pudesse economizar todo o dinheiro que ganhou, ele não podia esperar acumular nem sequer dez talentos durante toda a sua vida. Um Sátrapa que ganhava cem vezes mais que um trabalhador comum durante toda a sua vida dificilmente somaria mil talentos. O que está em questão aqui neste versículo é que esta dívida seria impossível de ser quitada.

 

2) O Pastor Hernandes Dias Lopes em seu livro “Perdão”, apresenta o seguinte comentário sobre este versículo: Jesus usou uma hipérbole ao falar sobre a dívida desse homem.Ele devia dez mil talentos. Era impossível que uma pessoa devesse naquela época dez mil talentos. Um talento equivale a trinta e cinco quilos de ouro ou prata. Todos os impostos da Judéia, Peréia, Samaria e Galiléia durante um ano eram de oitocentos talentos. Dez mil talentos representavam todos os impostos da nação por treze anos. O que Jesus queria enfatizar é que aquele homem possuía uma dívida impagável. A promessa do devedor de quitar a sua dívida era absolutamente impossível  de ser cumprida. Aquele homem precisaria trabalhar cento e cinqüenta mil anos ganhando um denário por dia para quitar a sua dívida.

 

3) Na Bíblia de Estudo de Genebra encontramos o seguinte comentário: Um talento era a mais alta unidade monetária da moeda corrente, e era equivalente a seis mil denários ou dracmas. Uma tal soma de dinheiro era praticamente incontável.

 

4) O Teólogo Champlim faz o seguinte comentário: Um talento valia 6 mil denaria, pelo que o débito era de 60 milhões de denari. Os impostos anuais imperiais pagos pela Judéia, pela Iduméia e pela Samaria chegavam a apenas 600 talentos, e os da Galiléia e Peréia chegavam a apenas 200 talentos. Este débito era impossível de ser pago.

5) Estudo extraído da  Lição de uma revista de escola dominical: O texto nos fala do rei que perdoa a dívida do servo –(10.000 talentos = 174 toneladas de ouro) . Obs: O total anual de impostos que Herodes recebia de todo o reino era de aproximadamente 900 talentos.

Qual é o ensino que podemos extrair deste versículo?

Da mesma maneira como servo não podia pagar o seu senhor, nós não podíamos pagar pelo perdão de Deus. (Colossenses 2.13)

Devemos perdoar os nossos semelhantes como Deus nos perdoou. (Efésios 4.32/Colossenses 3.13).

Alguns comentários exegéticos sobre o versículo 28.

O Rev. Hernandes Dias Lopes, em seu livro “Perdão”, diz: “o mesmo homem que fora perdoado de uma dívida impagável de dez mil talentos, agora encontra um conservo que lhe devia cem denários, um valor insignificante, e não perdoa. Um denário era equivalente ao salário de um dia de trabalho,naquela época, e um talento a mais de 5.400 denários. Dez mil talentos representavam cento e cinqüenta mil anos de trabalho a um denário por dia.Cem denários representavam apenas três meses de trabalho”. 

Estudo extraído da  Lição de uma revista de escola dominical: O texto nos fala do servo perdoado que não perdoa a dívida do seu conservo – (100 denários = 30 gramas de ouro). Obs: o equivalente a alguns dias de trabalho.

O teólogo William Hendriksen faz o seguinte comentário sobre este versículo: “O mesmo servo que experimentara tão portentosa misericórdia, ao sair da presença do rei encontra um conservo que lhe devia cem denários. Em comparação com a grande dívida mencionada anteriormente, esta era uma mera bagatela. Os cem denários equivaliam a um seiscentésimo milésimo (1/600.000) da soma cancelada.”

Na Bíblia de Estudo de Genebra encontramos o seguinte comentário: O denário romano era o salário de um dia para o trabalhador (Mateus 20.2) e era equivalente à dracma grega (Atos 19.19). A soma devida pelo segundo servo ao primeiro nada é quando comparada à divida do primeiro servo para o rei, e era menos do que uma parte numa centena de milhares..

O Teólogo Champlim faz o seguinte comentário: O denário equivalia a um dia de trabalho (Mateus 20.1-16), o que equivale, mais ou menos ,a 80 centavos. Seu débito total, era de mais ou menos 80 cruzeiros, contrastando com isso, a dívida do primeiro, que calculadamente orçava em 40 milhões de cruzeiros, o que reduzido à expressão decimal seria 0,000002.

O texto nos fala da atitude do rei para com o servo que recebeu perdão, mais não soube expressar o perdão.

O perdão é uma graça que expressa a misericórdia de Deus – O rei e Senhor perdoador nesta parábola é uma alusão ao próprio Deus.(Daniel 9.9). Deus revela a sua misericórdia quando nos perdoa. Mas esta graça do perdão mediante a misericórdia de Deus é alcançada através das seguintes atitudes: a) reconhecimento da culpa (Daniel 9.8/ Salmos 51.3-4/ Lucas 15.17-19). A falta de reconhecimento da culpa torna inútil a nossa oração diante de Deus.Precisamos reconhecer as nossas culpas, os nossos erros. b) arrependimento e confissão (Salmo 51.1-2). Não basta reconhecer ser um pecador é preciso haver arrependimento e mediante esse arrependimento, uma confissão sincera para com Deus. (Salmo 32.5).c) O abandono do erro: Os erros precisam ser abandonados, para que possamos experimentar essa graça misericordiosa do perdão divino. (Provérbios 28.13/ II Crônicas 7.14).

 

O teólogo Charles R. Swindoll, em seu livro “Davi, um homem segundo o coração de Deus”, ao falar sobre o tema do perdão, faz o seguinte comentário: “Em vez de perdão completo, oferecemos perdão condicional. “perdôo você SE…” ou perdôo você LOGO QUE…”;Se você voltar e acertar tudo, eu perdôo você, ou “Se você admitir a sua parte no problema, então o perdoarei”. Isso é perdão condicional. Ele significa: “Estou esperando, como um tigre abanando o rabo. Você faz o seu movimento e eu vou determinar se está na hora de recuar ou atacar e morder”. O segundo tipo de perdão que é menos que perfeito é o perdão parcial “perdôo você, mas não espere que eu esqueça”.Ou: “perdôo você,mas saia da minha vida”. Ou ainda: “ Vou perdoá-la até a próxima vez”. Há muita gente disposta a perdoar… desde que não tenha de ver novamente a pessoa. O terceiro tipo é o perdão adiado. “Vou perdoar você,mas dê-me um tempo.Algum dia vou acabar perdoando você”. Esta é a reação comum de alguém que foi profundamente ferido…e cultivou essa mágoa durante longo tempo.

Conclusão

Amados, quando compreendemos a grandeza do perdão de Deus para conosco, somos levados a perdoar como atitude de gratidão para com aquele que nos perdoou em Cristo Jesus.

A falta de perdão aprisiona tanto o ofensor quanto o ofendido. Quando nutrimos mágoa no coração, tornamo-nos prisioneiros dos nossos próprios sentimentos.A falta de perdão é uma masmorra, uma prisão e um calabouço da nossa própria alma. Quando deixamos de perdoar, aprisionamos as pessoas e ficamos também cativos”

Hernandes dias Lopes

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A ilustração fotográfica foi inserida pelo autor do site

Rev. Ângelo Medrado, Bacharel em Teologia, Doutor em Novo Testamento, referendado pela International Ministry Of Restoration-USA e Multiuniversidade Cristocêntrica é presidente do site Primeira Igreja Virtual do Brasil e da Igreja Batista da Restauração de Vidas em Brasília DF., é autor de diversos livros entre eles: Maçonaria e Cristianismo, O cristão e a Maçonaria, A Religião do antiCristo, Vendas alto nível, com análise transacional e Comportamento Gerencial.

 

 

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Os cantores de músicas evangélicas nas paradas de sucesso

Por Jose Guimarães em 30 de julho de 2012

Os cantores de músicas evangélicas nas paradas de sucesso

Este artigo tem por objetivo expressar minha opinião sobre um vídeo que acessei no YouTube.

Um dia eu li num vídeo do conhecidíssimo canal de vídeos YouTube um comentário de alguém sob um vídeo de música evangélica.

O autor do comentário escreveu logo abaixo do vídeo: “Os cantores de músicas evangélicas deviam ser os que mais vendem discos no mundo”.

Ele escreveu essa frase, que reflete a opinião dele, assim como de muitas outras pessoas, por pensar que Deus, sendo o Criador do Universo, Senhor sobre todos os senhores, tem poder para colocar qualquer cantor que Ele queira no mais alto pedestal da fama.

Deus tem realmente esse poder. Isto é, colocaria sim, se Ele quisesse, um cantor de sua escolha no mais alto pedestal da fama. Um cantor que apareceria em todas as revistas que publicam ranks de músicas.

Além disso, faria a música de seu cantor preferido ser tocada em todas as rádios do planeta. Em todas as lojas de discos. Os camelôs a distribuiriam a preços baratos, de modo que milhões de pessoas tivessem acesso ao produto e ouviriam a música.

Imagine programas sensacionalistas cujos apresentadores desprezam a palavra de Deus, ignoram as coisas de Deus e ainda ri de quem ouve e põe em prática a palavra de Deus, dizendo: “É a música mais tocada no mundo, galera! Bateu todos os recordes mundiais, de todos os tempos. Superou os cantores e grupos musicais mais conhecidos do planeta”.

Enfim, esse apresentador ficaria de queixo caído, assim como os locutores de todas as rádios que existem no país.

Suponhamos ainda que essa façanha fosse alcançada em todos os países do mundo.

Povos de todas as nações se surpreendiam, de um momento para outro, com a invasão em seus programas prediletos de um cantor ou cantora gospel a cantar a música mais tocada no mundo.

Seria surpreendente se isso acontecesse, não seria? Seria algo assim mais do que fantástico. Extraordinário, o mundo descobrir de repente um cantor evangélico a superar todas as barreiras que impedem uma música de alcançar os lugares mais altos das paradas de sucesso.

Mas é bom deixar claro agora que se Deus fizesse isso com os cantores de músicas evangélicas ou gospel, como queira, impediria os cantores de músicas pop, sertanejas, sertanejas universitárias e populares de alcançarem também os primeiros lugares das paradas de sucesso. Deus se revelaria injusto se fizesse isso.

Vejamos, por exemplo, a situação acima pode ser ilustrada como a de um pai que tem muitos filhos:

Imagine um homem que é pai de sete filhos. Quatro deles decidem ser cantores. Ele favorece aos quatro a possibilidade de realizarem seus sonhos. Assim, os rapazes participam de programas de auditórios. Têm acesso às gravadoras de prestígio e gravam cada qual um disco e saem pelos shows da vida a divulgar suas músicas de trabalho.

Porém, o pai, ao ouvir as músicas dos filhos, passa a gostar de uma delas. Aqui, não vamos importar se a música seja evangélica cristã ou de outras categorias. O pai simplesmente gosta das músicas cantadas por um dos filhos e decidi investir nelas. Investir aqui significa gastar dinheiro, claro, muito dinheiro para tornar a música no topo das paradas de sucesso das rádios local e talvez nacional.

O que aconteceria com os outros filhos? Ficariam revoltados. Muito revoltados. E perguntariam ao pai: “Por que o senhor favorece nosso irmão e não ajuda a nós todos?”. O que o pai responderia a eles: “É porque quero. É porque gosto das músicas que ele canta”.

Com isso ele revelaria aos demais filhos cantores que prefere as músicas do irmão deles e não as de nenhum deles.

Esse pai criaria sem dúvida uma guerra entre seus filhos. Acreditamos que nenhum pai queira isso.

Deus também. Isso explicaria o porquê de Ele não favorecer cantores de músicas evangélicas ou gospel. Pois todos têm direito de chegar ao topo das paradas de sucesso, desde que lutem para isso.

Artigo escrito por José Guimarães http://www.joseguimaraes.com/.

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Rev. Ângelo Medrado, Bacharel em Teologia, Doutor em Novo Testamento, referendado pela International Ministry Of Restoration-USA e Multiuniversidade Cristocêntrica é presidente do site Primeira Igreja Virtual do Brasil e da Igreja Batista da Restauração de Vidas em Brasília DF., é, ex-maçon e autor de diversos livros entre eles: Maçonaria e Cristianismo, O cristão e a Maçonaria, A Religião do antiCristo, Vendas alto nível, com análise transacional e Comportamento Gerencial.