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Já há quem diga que Lua de Sangue deste mês anuncia fim do mundo

por DN.pt 02 setembro 2015

A "Lua de Sangue" de outubro, a segunda desta tétrade lunar
A “Lua de Sangue” de outubro, a segunda desta tétrade lunarFotografia © REUTERS/Lucy Nicholson

A 28 de setembro, pela quarta vez num ano, um eclipse lunar vai fazer com que a Lua fique vermelha. Há quem veja nisso o sinal de uma “hecatombe mundial”. E invocam a Bíblia para o justificar.

Na noite de 27 para 28 de setembro um eclipse lunar vai tingir a Lua de vermelho e há quem acredite que este é um sinal profético de que o fim do mundo está para breve.

Esta Lua de Sangue, como lhe chamam os leigos, é já a quarta a ocorrer no espaço de ano e meio, numa sequência que se manifestou a cada seis meses. O fenómeno registou-se pela primeira vez a 15 de abril de 2014, repetiu-se no dia 8 de outubro, voltou a ocorrer a 4 de abril deste ano, estando agora a quarta Lua de Sangue prevista para a madrugada de 28 de setembro, completando o que se chama uma tétrade lunar.

Para a maioria dos observadores do fenómeno, a Lua de Sangueé uma mera designação que descreve a coloração avermelhada que a Lua adquire durante o eclipse total. Coloração que ocorre porque os raios de Sol que iluminam o satélite, naquele momento, são filtrados pela atmosfera da Terra e atingem a sua superfície com menos luz azul e mais vermelha, explicam os astrofísicos. Mas para alguns pastores, sacerdotes e fiéis cristãos não restam dúvidas: o quarto e último eclipse da tétrade lunar cumpre as profecias bíblicas do Apocalipse.

Um dos que o diz é John C. Hagee, o pastor norte-americano que em 2013 publicou o livro Four Blood Moons: Something Is About to Change (Quatro Luas de Sangue: Algo Está Prestes a Mudar) e trata, precisamente, da tétrade lunar que agora termina. “A vinda das quatro luas de sangue aponta para uma hecatombe mundial que irá ocorrer entre abril de 2014 e outubro de 2015”, disse o autor à CNN.

Para apoiar as suas previsões, John C. Hagee invoca várias passagens bíblicas. Uma das citadas, que tem um impacto mais imediato, encontra-se no Antigo Testamento e diz: “E mostrarei prodígios no céu e na terra, sangue e fogo e colunas de fumo. O sol converter-se-á em trevas e a lua em sangue, antes que venha o grande e terrível dia do Senhor” (Joel 2: 30-31). Hagee relaciona ainda este fenómeno com o que se descreve no Livro do Apocalipse 6-12: “Na visão, quando o Cordeiro quebrou o sexto selo, deu-se um grande tremor de terra. O Sol tornou-se preto como um pano de luto e a Lua tornou-se vermelha como o sangue”.

A comunidade científica e os céticos, por sua vez, desmistificam as teorias de Hagee. Dizem que as tétrades lunares não apenas são um fenómeno perfeitamente explicado como são até previsíveis: só este século ocorrerão oito.

O site astronómico EarthSky.org acrescentou ainda que, desde o século I, já houve 62 tétrades e o mundo continua aqui. Além disso, elas têm um ciclo natural de ocorrência e são facilmente calculáveis.

Os críticos de John C. Hagee também desvalorizam a sua asserção de que esta tétrade é especialmente significativa por coincidir com duas importantes festividades judaicas: a Pessach (Páscoa) e a Festa dos Tabernáculos (que remete ao tempo vivido em tendas, durante a peregrinação pelo deserto). Uma vez que o calendário judaico se baseia nas fases da Lua, dizem, e que os eventos festivos decorrem, por norma, em dias e noites de lua cheia – quando também acontecem os eclipses – é natural que tal coincidência ocorra, afirmam.

Bob Seidensticker, autor do site de debate de temas cristãosPatheos.com, juntou uma nota de humor à discussão. Tendo em conta que três dos quatro recentes eclipses totais lunares não foram visíveis em Israel, perguntou: “De que serve, então, haver uma Lua de Sangue se o povo escolhido por Deus não a puder ver?”

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“Nuvem do arrebatamento” é vista na América Central

Apesar dos comentários, a explicação não é sobrenatural, mas científica.

por Jarbas Aragão-gospelprime-

 

“Nuvem do arrebatamento” é vista na América Central
“Nuvem do arrebatamento” é vista na América Central

Um fenômeno meteorológico raro foi avistado em várias cidades da Costa Rica esta semana. O evento deixou a população local intrigada. Compartilhada nas redes sociais, a imagem e os vídeos receberam nomes como “nuvem do arrebatamento” e “nuvem do fim dos tempos”.

A formação nebulosa multicolorida tem o nome técnico de “nuvem iridescente”, pois reflete algumas cores do arco-íris.  A confirmação foi dada ao ABC News por especialistas. A luminosidade distintiva é causada pela refração da luz do sol em pequenas gotas de água e cristais de gelo presentes na nuvem.

O fato de ela ser avistada no dia quem se comemora a independência do país gerou muitas teorias nas redes sociais. O fenômeno foi visto nas cidades de San Jose, Parrita, Pavas, Escazu e Hatillo, entre outras regiões do país.

O costa-riquenho Jessie Montealegre publicou um vídeo no Youtube dizendo que era um “sinal de Deus”. Os comentários mostram que para muitos esse tipo de sinal nos céus remete ao momento em que os céus se abrirão para a vinda de Jesus ou como seria no dia do arrebatamento da Igreja.

Embora os comentários tenham rapidamente se espalhado entre populares – que atribuíam o fenômeno não apenas a Deus, mas também a extraterrestres e a OVNIs -, a explicação não é sobrenatural, mas científica.

Embora rara, esse tipo de nuvem foi visto outras vezes. No Egito a aparição anos atrás gerou o mesmo tipo de especulação. Com informações de ABC News
httpv://www.youtube.com/watch?v=jAcAMfwBRZY

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Índios del amazonas afirman que existe un mundo entero dentro de nuestro planeta

Indios del amazonas afirman que existe un mundo entero dentro de nuestro planeta

Los indios macuxi sabían de la existencia de la Tierra Hueca hace casi cien años. ¿Pero son sus leyendas verdad o son otra increíble historia del folklore?

 

¿Qué pasa si el “Viaje al Centro de la Tierra”, el clásico de Julio Verne, es realmente cierto? Y allí en algún lugar, un nuevo mundo entero está a la espera de ser explorado, un lugar donde de alguna manera, seres vivos habitan en las profundidades de nuestro planeta, un lugar que las culturas y las civilizaciones antiguas sabían que existían, o que todavía existe hoy.

Los indios macuxi son indígenas que viven en el Amazonas, en países como Brasil, Guyana y Venezuela. Según sus leyendas, ellos son los descendientes de los hijos del Sol, el creador del Fuego y de la enfermedad y los protectores de la “Tierra interna.”

Los valientes indios macuxi del Amazonas

Sus leyendas orales hablan de una entrada en la Tierra. Hasta el año de 1907, los Macuxies entraban a una especie de caverna, y viajaban de 13 a 15 días hasta que alcanzaban el interior. Es allí, “en el otro lado del mundo, en la Tierra interna” donde viven los Gigantes, criaturas que tienen alrededor de 3 a 4 metros de altura.

Ver también: Los esqueletos desaparecidos de la antigua raza de gigantes que gobernaron América

Según los Macuxies se les dio la tarea de vigilar a fuera de la entrada y evitar que los extraños entren en la “Tierra hueca.” Leyendas del pueblo Macuxi dicen que los que entran en la misteriosa caverna durante tres días, solamente descienden por escaleras gigantes, que miden alrededor de 80 centímetros cada peldaño.

Después del tercer día, ellos dejan atrás sus antorchas, y continúan su viaje “dentro” de la Tierra iluminada por las luces que ya estaban presentes en las cuevas. Linternas gigantes, del tamaño de una sandía, brillaban como el sol.

Después de 4 a 5 días de viaje, aquellos dentro de la cueva perderían peso y masa corporal, permitiendoles moverse mucho más rápido.

Las leyendas de los pueblos macuxi afirman que después de 5 días dentro de las cavernas, ellos irían por enormes cavernas cuyos techos no podían verse, y en una de las cámaras del sistema de cavernas, hay cuatro objetos “similares al Sol”, que son imposibles de mirar, cuyo propósito es desconocido para el pueblo Macuxi.

Dentro de la Tierra, hay lugares donde los árboles con alimentos son capaces de crecer. Los Macuxi dicen que frutas como cajúes, robles, mangos, plátanos y algunas plantas de menor tamaño se encuentran de 6 a 7 días en su viaje.

Cuanto más lejos el pueblo Macuxi se desplazaba dentro de la Tierra, áreas más grande de vegetación observaban. Pero no todas las áreas son de color verde y próspero. El pueblo Macuxi dicen que algunos lugares son extremadamente peligrosos y deben evitarse, como aquellos con piedra hirviendo y arroyos de “azoge”.

Las tradiciones orales Macuxi continúan y dicen que después de pasar por estas cámaras gigantes, habiendo transcurrido la mitad del viaje, tienen que moverse con cuidado ya que el misterioso “aire” puede hacer que las personas “vuelen o floten” por los alrededores.

Continuando su viaje, ellos alcanzarían un lugar dentro de la Tierra, donde los Gigantes vivían. Allí, los exploradores Macuxi comían la comida de los gigantes, como las manzanas del tamaño de cabezas humanas, uvas del tamaño de un puño humano, y deliciosos y gigantes peces fueron capturados por los gigantes y dados a los Macuxi como regalos.

Un diagrama del centro de la Tierra como una gigantesca bola de fuego del libro ‘Mundo Subterráneo’ del años de 1678.

Después de abastecerse con comida ofrecida por los gigantes, los exploradores Macuxi volverían “a casa” al mundo “exterior”, ayudado por los gigantes del mundo interior.

Se dice que los Macuxi son los “guardianes” del inframundo, los protectores de la entrada de la Tierra interna, y sus leyendas hablan de una tierra, en el interior de la tierra, que está lleno de increíbles poderes y riquezas.

Esta leyenda, por supuesto, es considerado por muchos como sólo eso, otra historia ancestral. Pero para los Macuxi, su “leyenda” era tan real como se apresta, y ellos eran los protectores de la entrada hasta que los exploradores británicos llegaron al Amazonas en busca de oro y diamantes, aventurándose dentro de las cuevas, y para nunca más volver.

Desde el ultimo encuentro con ellos, los Macuxi dicen que los gigantes los castigarían por no cumplir con sus obligaciones y las “leyendas” de los gigantes se desvanecieron con los años.

Ver también: La misteriosa caverna de los Gigantes Pelirrojos

¿Es posible que esto sea sólo otra leyenda? ¿O hay algo más en la misteriosa tribu macuxi y sus leyendas? Se dice que la Tierra Hueca existen en muchas civilizaciones antiguas y culturas de todo el mundo.

La existencia de seres gigantes que habitan nuestro planeta es otro hecho presente en decenas de culturas antiguas de todo el mundo, incluso presentes en los textos religiosos tales como la Biblia.

¿Es posible que las leyendas Macuxi sean reales y que en algún lugar en el Amazonas exista una entrada a la Tierra interna?

Ver también: Mapas y documentos hacia Agartha del Tercer Reich demostrarían la existencia de la Tierra Hueca

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