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Papa faz discurso anticapitalista e críticos afirmam que ele está sugerindo a “nova ordem mundial”

Publicado por Tiago Chagas – gnoticias – em 10 de julho de 2015

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Papa faz discurso anticapitalista e críticos afirmam que ele está sugerindo a “nova ordem mundial”O papa Francisco fez novamente um duro discurso anticapitalista e pediu a instauração de uma “mudança de estruturas”, o que foi interpretado por muitos analistas cristãos como uma chamada pela nova ordem mundial.

“Temos a obrigação de cuidar dos que nos rodeiam. E para fazer isso, temos que compartilhar nossos recursos”. Francisco fez os comentários durante sua turnê na América do Sul, de acordo com a Associated Press.

Na visita à América do Sul, Francisco afirmou que é preciso redistribuir as fortunas geradas pelo capitalismo para que as injustiças sejam corrigidas e o futuro seja mais promissor: “Como mordomos dessas riquezas que temos recebido, nós temos uma obrigação para com a sociedade como um todo e para as gerações futuras. Nós não podemos legar essa herança a eles sem o devido cuidado com o meio ambiente, sem um sentido de gratuidade nascido da nossa contemplação do mundo criado”, disse, durante entrevista.

Esta não é a primeira vez que o papa apelou para um foco no compartilhamento de recursos, e ao fazê-lo, ele ganhou muitos críticos, principalmente nos Estados Unidos, país baseado no capitalismo e onde residem alguns dos principais analistas cristãos que associam essa postura de Francisco ao comunismo.

De acordo com o Charisma News, muitos cristãos afirmam que as sugestões do papa seriam “puro marxismo”, e alguns acreditam que suas políticas indicam que ele tenta imporz uma nova ordem mundial e seria o último papa antes da volta de Cristo.

O jornalista Igor Gielow, da Folha de S. Paulo, comentou as associações feitas por críticos do papa de seus discursos ao comunismo, e afirmou que essas falas podem ser uma “esperteza” que tenta distorcer os propósitos reais do pontífice, ou uma “ignorância da história”.

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Líder muçulmano quer usar igrejas católicas: “Adoramos o mesmo Deus”

Críticos lembram que 100% da radicalização ocorrem em mesquitas

por Jarbas Aragão – GOSPELPRIME –

 

Líder muçulmano quer usar igrejas católicas: “Adoramos o mesmo Deus”Líder muçulmano quer usar igrejas católicas

Um importante líder muçulmano na França sugeriu que as milhares de igrejas católicas vazias do país devem acomodar a crescente população muçulmana francesa. Atualmente, a maior população muçulmana na Europa está em solo francês.

Em uma entrevista para a rádio Europe 1, Dalil Boubakeur, presidente do Conselho Francês do Culto Muçulmano e líder da Grande Mesquita de Paris, explicou que existem apenas 2.500 mesquitas na França, com outras 300 em construção. Elas são insuficientes para acomodar os cerca de 5 milhões de muçulmanos do país.

Boubakeur afirmou que pelo menos 5.000 mesquitas seriam necessárias a fim de servir confortavelmente a comunidade muçulmana francesa. A solução proposta por ele é a transformação de templos cristãos que não são usados em lugares de culto islâmico.

“É uma questão delicada, mas por que não?”, questiona Boubakeur.

Uma pesquisa conduzida pelo Instituto Francês de Opinião Pública revela que os católicos são  64% da população da França, mas apenas 4,5% deles frequentam regularmente as missas. Nos últimos anos, cerca de 60 igrejas católicas foram fechadas no país.

Para Boubakeur basta fazer como a igreja em Clermont-Ferrand, que estava abandonada por mais de 30 anos e foi convertida em mesquita em 2012. Segundo ele, a transição foi bem acolhida pela comunidade religiosa local. Estatisticamente esta é uma tendência em quase toda a Europa.

Curiosamente, a proposta dele tem recebido apoio de parte dos líderes católicos franceses.
“Os muçulmanos deveriam ser capaz de praticar a sua religião, assim como os cristãos e os judeus”, declarou o Monsenhor Ribadeau-Dumas, porta-voz da Conferência Episcopal da França.

Na entrevista, Boubakeur finalizou afirmando que muçulmanos e cristãos devem ser capazes de viver em paz. “Adoramos o mesmo Deus… acho que muçulmanos e cristãos podem viver juntos”, sustentou.

Ao mesmo tempo, o partido Frente Nacional da França, que combate o Islã, lembra que “100% de lugares da radicalização são mesquitas”. Com informações de Prophecy News Watch e Imams

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Pastor Silas Malafaia escreve sobre idolatria e explica “porque reverências aos santos é pecado”

Publicado por Tiago Chagas

Pastor Silas Malafaia escreve sobre idolatria e explica “porque reverências aos santos é pecado”Um dos principais embates entre católicos e evangélicos se dá na definição do que é “idolatria”.De um lado, argumentam os católicos, as imagens de santos funcionam apenas como uma representação de alguém que em vida teve uma conduta de santidade e que pode interceder a Deus por uma causa. Do outro lado, os evangélicos frisam que Deus ordenou expressamente que não se fizessem imagens de escultura e que não fosse dada adoração a elas, como diz o texto em Êxodo 20.

Às vésperas de mais um feriado católico, o pastor Silas Malafaia publicou um artigo explicando o conceito adotado pelos evangélicos para pregar contra a idolatria e o uso de imagens.

“Na época em que a Lei foi dada a Moisés, os israelitas haviam acabado de chegar ao Egito, uma terra cheia de ídolos. Cada deus representava um aspecto da vida, por isso era comum adorar diversos deuses para tentar alcançar o maior número de bênçãos”, explicou o pastor. “Quando Deus disse ao Seu povo que este precisava adorá-lo, a sugestão não pareceu difícil aos olhos dos israelitas, pois seria apenas mais um deus. Mas, ao perceberem que deveriam servir somente ao Deus todo-poderoso, que os libertara da escravidão no Egito, tiveram dificuldade de aceitar a ideia”, acrescentou, recapitulando os pontos iniciais do conceito teológico.

De acordo com Malafaia, atualmente “muitas pessoas estendem sua devoção a santos, em busca de uma quantidade maior de benesses”, e por isso, caem na idolatria. “Infelizmente, muitos católicos, sem o devido conhecimento das Escrituras e confiando apenas no que lhes é ensinado nas missas e catecismos católicos, ainda estão presos a essas crenças antibíblicas, confessando publicamente a sua fé no poder e ministério intercessor de Maria, por exemplo.

Eles oram a ela e adoram-na, como se ela fosse a despenseira da graça divina, a estrela da manhã, o refúgio dos pecadores, atributos que pertencem exclusivamente a Cristo”, escreveu.

Segundo o pastor, muitos católicos “desconhecem o que a própria Maria disse quanto à condição dela, igual à nossa, de salva por Deus e serva do Senhor”, e cita a passagem de Lucas 1:46-48, em que Maria agradece a Deus pela salvação: “A minha alma engrandece ao Senhor, e o meu espírito se alegra em Deus, meu Salvador, porque atentou na humildade de sua serva”.

“Em texto bíblico algum, vemos que foi dado a Maria qualquer poder ou autoridade para realizar milagres ou interceder pela humanidade, ligando e desligando qualquer coisa no céu e na terra”, acrescenta Malafaia.

O pastor ainda desfaz uma conclusão equivocada a que muitos católicos chegam a respeito dos evangélicos: “Está enganado quem pensa que nós, evangélicos, desprezamos Maria.

O que repudiamos e contestamos veementemente são essas concepções errôneas e contrárias à Lei de Deus. Esses ensinamentos têm levado muitos a entregarem-se à idolatria, pecado abominável e expressamente condenado nas Escrituras, bem como a afastar-se da verdade de que ninguém pode ser perdoado e achegar-se a Deus, senão por intermédio de Jesus”, pontua.

Em sua conclusão, Silas Malafaia conceitua o que é idolatria de forma ampla, indo além das imagens de escultura: “[Idolatria] é tudo aquilo que rouba o primeiro lugar, que pertence exclusivamente a Deus, em nosso coração.

Sendo assim, quem é avaro ama mais o dinheiro do que a Deus; quem é egoísta ama mais a si do que a Deus; quem ‘tieta’ artista e quem vai à igreja apenas para ouvir padre, pastor ou cantor gospel é tão idólatra quanto aquele que se inclina diante de imagens de escultura, pois cultua ídolos em seu coração. Essa pessoa precisa reconhecer seu erro, pedir perdão e ajuda ao Senhor para mudar, pois os idólatras não herdarão o Reino dos céus (Gálatas 5:20,21)”, finaliza.