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Filho de Netinho, Vini, abandona pagode para se tornar pastor

Por Amanda Gigliotti | Repórter do The Christian Post
O filho do cantor Netinho de Paula, Vinícius, integrante do grupo Os De Paula, abandonou o grupo para realizar o seu sonho de ser pastor evangélico.
  • os de paula
    (Foto: Divulgação)
    Os De Paula.
  • Segundo o R7, Vini sentiu o chamado de Deus em agosto passado e, desde então, passou a estudar para exercer sua vocação. Em março, Vini entrou para um seminário e está recebendo o apoio da família.

“Meus irmãos me apoiaram muito, disseram para eu seguir firme no meu sonho. Depois disso foi a vez de enfrentar meu maior medo: meu pai [risos]. Afinal, ele sempre foi o maior investidor do grupo. E foi um alivio quando ele me disse para eu seguir meu coração e ouvir a Deus”, afirmou ele.

Vini revela que o sonho de ser pastor começou quando ele tinha 12 anos. “Isso já estava em mim e na hora certa despertou.”

O cantor frequentava a igreja evangélica, porém a deixou quando entrou no grupo com seus irmãos, mesmo sentindo que essa vontade queimava dentro dele.

Depois de uma longa trajetória no grupo – cuja primeira música “Que Mina É Essa” se tornou um grande sucesso – Vini se deu conta de seu chamado ao ouvir músicas de Th

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Bebê morto de pais evangélicos ‘ressuscita’ após orações no Paraná

Médicos dizem que não há uma explicação científica

Por Amanda Gigliotti | Repórter do The Christian Post

Um milagre moveu uma cidade do interior do Paraná nesta última semana. Uma recém-nascida filha de pais evangélicos, voltou à vida, três horas depois de haver sido dada como morta. O caso aconteceu no Hospital Doutor Lincoln Graça,

em Joaquim Távora.

 

  • bebê ressuscita
    (Foto: YouTube/Natela190)
    Bebê Yashmin Gomes volta à vida 3 horas depois de ter sido dada como morta, em , em Joaquim Távora, Paraná. Terça, 9 de julho de 2013.
 

De acordo com o pastor da Igreja Avivamento Bíblico, onde os pais frequentam, a avó da garota lhe telefonou para pedir orações depois que ela foi informada que a criança havia ido a óbito.

“Fui para lá para consolar a mãe, fizemos a oração e, juntos, oramos para que Deus desse o consolo ou a vida da criança de volta. Ele escolheu a segunda”, comemorou, de acordo com o Banda B.

Yashmin Gomes nasceu com 2,6 quilos, de parto normal no início da última terça-feira. Seu pulmão parou de funcionar depois que seu cordão umbilical foi cortado. Ela foi decretada morta e colocada em uma capela do hospital para ser levada à funerária.

Após três horas aproximadamente, sua avó materna, Elza Silva, chegou com a dona da funerária, Rosilis Marinello Ferro, para levá-la, quando perceberam que Yasmin começou a dar sinais de vida.

“Foi uma emoção muito grande. Eu tremia e nem conseguia falar de alegria”, descreveu Rosilis.

 

A notícia foi espalhada, mas enfrentou a resistência das enfermeiras, que acreditaram que os movimentos seriam espasmos. Entretanto, a bebê já teria aberto seus olhos.

A fotógrafa Jenifer da Silva Gomes, 22 anos, mãe da criança soube da notícia e creditou isso a um milagre de Deus.

“Milagres não têm explicação. As coisas acontecem como Deus quer. Se fosse da vontade dele que nossa filha partisse, nós aceitaríamos, mas deve haver algum propósito maior nisto tudo”, afirmou.

O pastor da igreja também afirmou que o caso se trata de um milagre. “Acreditamos na soberania de Deus. Nada acontece sem que ele queira. A fé da família com certeza contribuiu para essa nova vida da Yasmin.”

Os médicos do hospital afirmam que tentaram reanimar a criança, porém sem êxito. “Foi tentado reanimar essa criança por 40 minutos, eu e o Dr. Deucino, e não houve êxito a reanimação. Foi usada adrenalina, foi intubada essa criança. Não houve êxito alguma na reanimação”, afirmou um dos médicos

“Explicação científica eu não tenho. (…) Todo mundo viu, essa criança estava em óbito…Não tem explicação”.

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Gideões entrega Bíblias em universidade do Acre e levanta polêmica

Biblia Gideões
Biblia Gideões

No dia 1º de julho a reitoria da Universidade Federal do Acre (Ufac) enviou um comunicado aos professores e funcionários dizendo que no dia 3 representantes do ministério Gideões Internacionais estariam visitando a instituição para entregar exemplares da Bíblia.

“Ao cumprimentá-los cordialmente, informamos que no dia 03.07.2013, quarta-feira, os Gideões Internacionais estarão visitando todos os setores de nossa Instituição para realizar a entrega de Bíblias para nossos docentes, técnico-administrativos e discentes”, dizia o comunicado.

A informação gerou revolta no professor Gerson Albuquerque que escreveu um artigo para o Blog da Amazônia dizendo que a atitude, amparada pela reitoria da UFAC, fere a laicidade e desrespeita a comunidade.

“Ao acatar e formalizar por ato administrativo a distribuição de uma bíblia, panfleto, tratado ideológico, sonhos, quimeras, propagandas de governo ou fantasias de pessoas ou grupos de pessoas para toda a comunidade universitária, a reitoria da Ufac desrespeita essa comunidade, por tratá-la como se todos pertencessem a uma irmandade ou corporação de ofício que professa esse ou aquele credo”, escreveu o professor.

Na visão de Albuquerque, a instituição de ensino pública não pode permitir este tipo de atividade para poder respeitar os funcionários não cristãos e os ateus. O professor diz ainda que ao deixar que os Gideões Internacionais entreguem os exemplares da Bíblia a UFAC estaria fazendo “coro com todas as formas de intolerância, homofobias, preconceitos e curas gays em voga no Brasil de nossos dias”.

Leitores enxergam preconceito religioso

Nos comentários do Blog da Amazônia, onde o artigo foi postado, encontramos comentários de pessoas que entenderam o texto de Gerson Albuquerque como preconceito religioso, uma vez que os funcionários poderiam não aceitar o exemplar doado pelos representantes dos Gideões.

“A permissão foi concedida para que ocorresse a distribuição da bíblia nas dependências da instituição aos seus docentes, técnico-administrativos e discentes. Todavia, vale salientar, que não é obrigatória a aceitação do livro por ninguém”, escreveu Millano Gabáglio.

Para o internauta não há motivos para revoltas e nem a atitude fere a laicidade do Estado pois a doação de Bíblias não foi realizada por imposição de crenças. “Lamentável é o pensamento do professor que escreveu o artigo”, disse o leitor.

O leitor Fernando Fernandes também comentou sobre a forma como o professor universitário falou da distribuição de Bíblias dizendo que “o Estado laico deve sim permitir a distribuição de Bíblias em faculdades públicas, da mesma forma como deve permitir a utilização das praias para as oferendas a Iemanjá”.

Fonte: Gospel Prime