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El arco iris gay llega al islam francés con una ‘mezquita rosa’

En París

 

El arco iris gay llega al islam francés con una ‘mezquita rosa’

Ludovic-Mohamed Zahed, frente a la mezquita

Se abre en París una mezquita para homosexuales, la primera en Francia y probablemente de Europa en su clase.

30 DE NOVIEMBRE DE 2012, PARÍS (FRANCIA)

La Asociación de Homosexuales musulmanes de Francia (HMF) inaugura la primera mezquita francesa destinada a «gays» y transexuales, subrayando que «las mujeres serán bienvenidas».
La primera mezquita para homosexuales musulmanes de Francia probablemente es la primera de este tipo en Europa. Sin embargo, ya existen varios millares de mezquitas de ese tipo en EE. UU., Canadá y África del Sur.
EL FUNDADOR
Ludovic-Mohamed Zahed, fundador de la HMF, es el primer musulmán francés que reivindica públicamente su homosexualidad, y también ha sido el inspirador del grupo de homosexuales que han conseguido fundar una mezquita propia.
Ludovic-Mohamed Zahed explica de este modo su reflexión personal sobre tales proyectos: «Hoy, la moral islámica oficial condena nuestra orientación sexual. Pero, en realidad, nada en el Corán prohíbe la homosexualidad. Durante siglos, los musulmanes consideraron la homosexualidad como una abominación. Los tiempos han cambiado. Y la homosexualidad ha entrado a formar parte de la vida de muchos musulmanes. De ahí nuestro deseo de fundar un lugar de culto donde los homosexuales musulmanes podamos reunirnos para compartir nuestra fe y la lectura del Corán».
Ludovic-Mohamed Zahed es un francés de origen argelino. Doctor en atropología social y psicología, está convencido que su iniciativa «tiene mucho futuro». «Hace apenas un año -comenta- éramos una centenar. Nuestra asociación tiene hoy más de quinientos miembros».
La primera mezquita para homosexuales se beneficia de un pequeño lugar de recogimiento y oración, prestado por un monje budista, presto a la «cohabitación» cultural y religiosa.
RESPUESTA DEL ISLAM FRANCÉS
La iniciativa de la HMF ha sido recibida con rechazo por representantes de la jerarquía religiosa musulmana.
Dalil Boubakeur, rector de la Gran Mezquita de París, defiende una muy visión tradicional islámica de la homosexualidad: «Estas prácticas están formalmente rechazadas por el Islam. Y están en contradicción total con la letra del Corán».

Fuentes: Reuters

Editado por: Protestante Digital 2012

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Pastor e mais sete cristãos são condenados à morte no Egito por filme anti-islã

 

Sete cristãos coptas do Egito e um pastor americano são condenados à revelia sob acusação de participar de vídeo anti-Islã que desatou onde de protestos em setembro

Um tribunal do Cairo condenou nesta quarta-feira à revelia sete cristãos egípcios e o pastor norte-americano Terry Jones que é o líder de uma pequena congregação na Florida e tem se envolvido em recorrentes polêmicas.

O tribunal os sentenciou à morte sob acusação de que participaram em um vídeo anti-Islã, cuja divulgação na internet em setembro provocou protestos violentos em vários países muçulmanos.

"Os acusados foram condenados por insultos à religião islâmica pela participação na produção e distribuição de um filme que insulta o Islã e seu profeta", disse o juiz Saif al-Nasr Soliman.

O vídeo semiamador e de baixo orçamento, que foi produzido na Califórnia, insulta o profeta Maomé e provocou protestos contra os EUA e ataques a embaixadas ocidentais em vários países muçulmanos.

O caso é amplamente simbólico, já que os sete homens e uma mulher estão fora do Egito e é improvável que viajem ao país para enfrentar as acusações. O julgamento foi visto como uma tentativa de absorver a raiva pública relacionada ao filme "A inocência dos Muçulmanos", que retrata o Profeta Maomé como mulherengo, bufão e uma fraude.

Cena do filme que gerou protestos entre muçulmanos

Na segunda-feira, o jornal americano New York Times indicou que Basseley Nakoula , o suposto produtor do filme islamofóbico, não tem remorsos. "Antes de escrever o roteiro, pensei que me imolaria em praça pública para divulgar minha mensagem aos povos americano e povos do mundo", disse Nakoula, respondendo a perguntas em escrito formuladas pelo jornal.

O filme ofendeu multidões de muçulmanos, desencadeando uma onda de protestos antiamericanos no Oriente Médio, deixando mais de 30 mortos.

O homem cita a morte de 13 pessoas na base militar de Fort Hood no Texas, em novembro de 2009 – em um incidente em que um psiquiatra militar muçulmano foi considerado culpado – como prova das "atrocidades" cometidas "em nome de Alá". "Senti-me ainda mais comovido e enfurecido" após a matança de Fort Hood, disse Nakoula, um cristão copta nascido no Egito.

Com informações Ig/Reuters/AP/AFP/Diário de Notícias – Lisboa

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Rob Bell à Veja: ‘Igreja precisa atuar aqui e agora’

 

Por Luana Santiago | Correspondente do The Christian Post

Autor do polêmico livro ‘O amor vence’, pastor Rob Bell, concedeu esta semana uma entrevista à revista Veja, falando sobre céu e inferno.

  • Rob Bell,

    (Foto:Divulgação)

    Rob Bell, autor do livro O amor vence

Conhecido por suas declarações das quais se subentende que não há inferno, ele também explicou seu desligamento da mega-igreja Mars Hill Church do qual foi fundador e falou sobre suas experiências como líder religioso.

“Acredito em céu e inferno como dimensões da nossa existência aqui e agora. E acredito que céu e inferno são realidades que se estendem para a dimensão para a qual vamos ao morrer, mas aí já entramos no campo da pura especulação”, diz o pastor americano.

O pastor deixou a liderança igreja Mars Hill Church para divulgar o conceito de seu livro e concluir projetos pessoais. Ele também percorre os Estados Unidos pregando o Evangelho com ênfase na mensagem de que a Igreja precisa atuar aqui e agora, para tornar a vida das pessoas um pouco melhor.

“Para mim é incompreensível um cristão que não considera a salvação universal como a melhor saída, a melhor história. Para mim, acreditar nisso é um dever de qualquer pessoa boa”.

Bill ainda comenta que acredita que esteja havendo uma revolução no Cristianismo onde líderes religiosos estão se perguntando a respeito do propósito da mensagem de Cristo em relação ao presente. Segundo ele, “algo equivalente a uma nova reforma”.

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No livro que está sendo lançado no Brasil, Bell questiona que Deus não deixará ninguém ir para o inferno. Nos Estados Unidos, o autor cristão foi muito criticado por religiosos sendo considerado como um universalista ou um herege.

Eles acusam Bell de distorcer as verdades bíblicas sobre o julgamento, a ira e o inferno, e de menosprezar o significado do sangue e da cruz de Jesus Cristo para a salvação.

“Acho que o problema de muitas igrejas é que elas falam com extrema autoridade sobre aquilo que todos nós, elas inclusive, desconhecemos”.

Para ele, o movimento de Jesus se perdeu em algumas categorias-chave, onde para muitas pessoas, a palavra salvação significa que Jesus virá nos salvar, “que Jesus vai nos tirar daqui quando morrermos. Ou seja: é sempre sobre como ir para outro lugar em outro tempo”.

De acordo com o pastor, a palavra salvação precisa ser entendida num contexto holístico. “A razão de tantos ocidentais fazerem ioga está no fato de que ioga quer dizer integração. Somos seres integrados. Acho que estamos na linha de frente de algo massivo, que vai mudar tudo” afirmou o pastor.