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PT “prega a divisão entre evangélicos e católicos”, diz Bolsonaro

Candidato ironizou o fato de Haddad e Manuela terem ido à missa: “Eles nunca se preocuparam com religião”

Reprodução Facebook

As declarações de Fernando Haddad, candidato do PT à presidência, acusando Jair Bolsonaro(PSL) de se unir ao “fundamentalismo charlatão” de Edir Macedo por terem “fome de dinheiro”, teve diferentes repercussões ao longo do dia.

Logo após participar de uma missa na tarde desta sexta-feira (12), o petista atacou o capitão reformado e, ao mesmo tempo, o líder da Igreja Universal. Na sequência, disse que Bolsonaro era “um grandessíssimo mentiroso” por afirmar que ele era o “pai do kit gay”.

Suas palavras duras foram rebatidas pela denominação evangélica poucas horas depois, em uma nota oficial, onde a IURD denuncia que o Partido dos Trabalhadores “tem como projeto a destruição dos valores cristãos” e lamenta que o ex-prefeito de São Paulo esteja tentando criar uma “guerra religiosa” entre católicos e evangélicos.

No início da noite, como tem feito diariamente, Jair Bolsonaro fez uma transmissão ao vivo pelas redes sociais, onde comentou o fato. Lembrando que é católico, mas vai com frequência à igreja evangélica de sua esposa Michele.

“Como se não bastasse o PT ter dividido o Brasil entre brancos e negros, nordestinos e sulistas, homos e héteros, agora também prega a divisão entre católicos e evangélicos. Haddad perdeu a linha. Não é por aí. Nós temos que unir o Brasil”, assegurou.

O pesselista ironizou o fato de Haddad e sua vice, Manuela D’Ávila, terem ido à missa e comungado. “Eles nunca se preocuparam com religião, muito pelo contrário. Sempre atacaram, perseguiram”, destacou.

Bolsonaro passou então a falar sobre o aborto e da agenda LGBT, lembrando ações que a ex-presidente Dilma Rousseff tomou durante seu governo em relação aos temas.

Mostrando materiais publicados no período em que Fernando Haddad era ministro da educação, chamou atenção para o “Plano Nacional de Promoção da Cidadania e Direitos Humanos de LGBTs”.

“Se você for procurar na internet, acha facilmente. Era para crianças a partir de seis anos, sim. Ficou conhecido como kit gay e o pai se chama Fernando Haddad, como comprovei”, reforçou, após mostrar a portaria assinada em 2010 pelo então ministro.Com informações do Gospel Prime.

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Menina de 5 anos foi abusada sexualmente em “banheiro transgênero” da escola

Mãe trava batalha na justiça contra a escola, que se recusa a admitir responsabilidade

Imagem: Gerry Broome/AP

Decatur (EUA) – Uma mãe descreveu com detalhes a agressão sexual sofrida por sua filha de 5 anos no banheiro da escola. O abuso ocorreu cerca de  um ano depois que a escola implementou um política de banheiros transgêneros. Pasha Thomas, que vive no estado norte-americano da Georgia compartilhou sua história em um vídeo divulgado pela ONG jurídica Alliance Defending Freedom.

A senhora Thomas conta que sua filha foi agredida em novembro de 2017 em uma escola de ensino primário no distrito escolar da cidade de Decatur.

“Minha pediu para ir ao banheiro e a professora disse que sim. Ela já estava saindo quando um de seus colegas  entrou. O garoto a impediu e mesmo ela pedindo-lhe para parar, ele tentou enfiar os dedos nas partes íntimas dela. Ela implorou para ele parar, dizendo várias vezes que aquilo doía. Mas ele se recusou”, relatou a mãe.

Os dois acabaram voltando para a sala de aula, mas a menina, envergonhada, não teve coragem de relatar o que aconteceu para ninguém. Somente em casa ela conseguiu desabafar.

A ADF sabe que a escola implementou em 2016 uma política que permite aos alunos que se identificam como sendo do sexo oposto usarem banheiros, vestiários e chuveiros que correspondam à sua identidade de gênero, em vez de seu sexo biológico. Ou seja,  meninos que se identificam como meninas podem entrar nos lugares que antes eram só para o sexo feminino.

A decisão seguia um projeto nacional do governo de Barack Obama e essa mudança foi implementada sem o conhecimento dos pais dos alunos. Quando ficaram sabendo,  alguns deles manifestaram sua preocupação, mas as queixas foram ignoradas pelas escolas do distrito.

Batalha jurídica

Desde o ataque à sua filha, Pascha Thomas trava uma batalha legal com a ex-escola da filha. Ela se queixa sua denúncia foi ignorada e que a política de banheiros unissex não seria revertida.

Os responsáveis pelas escolas de Decatur tentaram jogar a culpa sobre a menina,  chegando a pedir que Conselho Tutelar para investigasse sua família.

“O que aconteceu com ela me deixou arrasada. Eu senti muita raiva, sinto-me traída. Quando deixei minha menina na escola nunca pensei que ela seria agredida sexualmente no banheiro por um garotinho”, lamentou.

Agora que o governo Donald Trump tem tentado uma reversão das medidas de seu antecessor, o Escritório de Direitos Civis do Departamento de Educação dos EUA finalmente irá investigar a queixa da ADF.

“Essa situação trágica poderia ter sido evitada”, destaca Christiana Holcomb, assessora jurídica da ADF,. “As escolas têm o dever de proteger a privacidade e a segurança de todos os alunos… A situação em muitas escolas mostra que essas políticas de banheiro transgênero não estão funcionando. Afinal, as escolas não oferecem privacidade, nem garantem a segurança de todos os alunos”.

Com informações de Gospel Prime-por Jarbas Aaragão e Christian Post  
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O seu voto é para o “bem ou para o mal?” você decide.

Rev. Ângelo Medrado

O Rev. Ângelo Medrado, Presidente da Primeira Igreja Virtual  procura, portanto, demonstrar aos seus leitores, que o Brasil está sendo visto por todo o planeta nessas eleições quando os brasileiros, de todos os credos, cor, raça, ateus etc…, assim sendo, irão às urnas para escolher o presidente da nação. Trata-se da maior e mais importante eleição da história do Brasil. Esclarece, “como os cristãos devem votar”. Quem devemos escolher?, Bolsonaro ou Haddad? O seu voto é para o bem ou para o mal? Qual candidato nós, como cristãos devemos escolher?”.

Esclarece, ainda, que não precisa ser evangélico e sim um candidato voltado à família, ser cristão, honesto e de ficha limpa, mesmo que algumas ideias possam parecer contrarias ao que pensamos e é importante que seja  temente à Deus e voltado aos princípios cristãos e da família, alem do  que, o candidato, veja a libertação do Brasil do comunismo que ora se apresenta para tomar o poder.

Alerta ainda que nós precisamos orar para que sejamos instrumentos de Deus para, consequentemente elegermos o Presidente da República. O Brasil acima de tudo e Deus acima de Todos. conclui.

Assista: