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Plantas do Terceiro templo estão quase prontas, garante rabino

Retomada do Muro das Lamentações foi profético, explica estudioso

      Plantas do Terceiro templo estão quase prontas

O rabino Richman, diretor do Departamento Internacional do Instituto do Templo, afirma que os judeus estão empenhados em reconstruir o Templo em Jerusalém.

 Há 50 anos, o comandante da Brigada israelense, o coronel Motta Gur, liderou a reconquista do complexo do Monte do Templo, então nas mãos da Jordânia. Após a captura, no final da Guerra dos Seis Dias, em 1967, ele anunciou publicamente: “O Monte do Templo está em nossas mãos! O Monte do Templo está em nossas mãos!”

Esse anúncio teve grande impacto sobre os judeus de todo o mundo, por que aquele era o local onde o rei Salomão havia edificado o primeiro templo, a morada de Deus! Anos mais tarde ele seria destruído pelos babilônicos. Nos dias de Jesus um segundo templo já fora construído com patrocínio do Rei Herodes, o Grande, mas acabou derrubado no ano 70 pelas tropas romanas liderados pelo general Tito.


Recuperar o complexo onde está o Kotel, mais conhecido como Muro das Lamentações, significava que os judeus poderiam erguer finalmente o seu terceiro templo. Para alguns ramos do judaísmo, esse e um forte sinal da vinda do Messias.

 “Seria difícil, acredito, não ver o que aconteceu nos últimos 50 anos como um tremendo salto – não apenas o cumprimento da profecia – mas  tremendo avanço no judaísmo”, disse Richman.

“É mais do que profético. É como um beijo do Céu, um beijo divino. É como um contato íntimo com a realidade da compaixão e do amor de Deus. Ele cumpre suas promessas”, comemora.

 Ele reiterou que o Instituto está trabalhando na finalização das plantas do novo templo. “Hoje, há um lobby no Knesset [parlamento de Israel] e os congressistas debatem constantemente sobre os direitos dos judeus voltarem a orar no Monte do Templo”, sublinha Richman.

“Há membros do Knesset falando sobre a necessidade de reconstrução do Templo Sagrado. Você percebe que há 20 anos isso era impensável? Ninguém daria um momento sequer no horário nobre da televisão para falar essas coisas. Eles seriam ridicularizados!”. Com informações Christian Headlines e Gospel Prime

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Nova Cracolândia afasta fiéis da Primeira Igreja Batista de São Paulo

Conforme informações da igreja, ao menos 30% dos fiéis faltaram aos cultos na semana.

      Nova Cracolândia afasta fiéis da Primeira Igreja Batista de São Paulo

A Primeira Igreja Batista de São Paulo está perdendo fiéis com a instalação de uma nova Cracolândia, na Praça Princesa Isabel, próximo ao templo. Na semana passada uma operação da Prefeitura dispersou os usuários de droga do antigo local, o que resultou na mudança de endereço.

José Carrasco (65) frequenta há 15 anos a igreja, e com a proximidade dos usuários decidiu se tornar um segurança voluntário. “Como eu faço parte, conheço bem quem frequenta. Então, a ideia é identificar quem é quem e fazer com que as pessoas se sintam acolhidas, se sintam seguras, ao me ver.”

Conforme informações da igreja, ao menos 30% dos fiéis faltaram aos cultos na semana anterior. Por isso, Carrasco foi um dos membros que aceitou vestir um colete e ficar com os olhos atentos na movimentação da praça.


 José já trabalhou como vigilante. Ele comentou que não enfrenta problemas com a nova função. “É sossegado. Se a gente não  mexe com eles (usuários), eles não mexem com a gente”.

 “Os membros fazem trabalho voluntário, com reforço principalmente em horários de culto”, admitiu o pastor Reinaldo Junior (35), segundo  quem, também foi pedido reforço de policiamento ao 13.º Batalhão da Polícia Militar, responsável pela área.

A Igreja também pôs à disposição dos frequentadores, no domingo, uma van para levá-los ao Metrô Santa Cecília e ao Terminal Princesa Isabel. “No domingo da operação ficou bem vazio”, relatou o pastor.

 Igreja desenvolve trabalho com dependentes químicos

A Primeira Igreja Batista é conhecida pelo trabalho social realizado com usuários de drogas da Cristolândia. O projeto oferece café da manhã, banho e almoço aos usuários. “Depois da operação, o fluxo na Cristolândia cresceu de 300 para 450 pessoas por dia”, diz Junior.

O projeto faz, ainda, internação voluntária em quatro comunidades terapêuticas. As cerca de 120 vagas, no entanto, já estão preenchidas. “Não é só a gente: todos os lugares estão cheios”, afirma. “Por isso que, antes de se falar em internação compulsória, como está sendo discutido, tem de saber se há vagas disponíveis. Não há.”  Com informações do Estado de São Paulo e Gospel Prime

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Caio Fabio: “Na Papuda, fui tratado como se fosse Jesus, por todos!”

Líder evangélico disse que fez a diferença na cadeia

       “Na Papuda, fui tratado como se fosse Jesus, por todos!”

O pastor Caio Fabio usou as redes sociais nesta terça-feira (30) para comentar os quatro dias que passou na penitenciária da Papuda, no Distrito Federal.

Preso pela Polícia Federal no dia 24, sua detenção foi tratada como boato até que “vazou” um áudio onde ele procurava explicar a situação para as pessoas ligadas ao seu ministério. Dois dias depois, outro áudio, gravado pela sua esposa, Adriana pedia que as pessoas orassem por ele e evitassem falar no assunto, mas ressaltou que Caio Fabio estava evangelizando lá dentro.

Solto com Habeas Corpus no sábado, o pastor postou um breve vídeo nas redes sociais onde afirmou que seus dias na penitenciária foram “de envio apostólico missionário”.  Segundo ele, tudo ocorreu para que cumprisse o que havia pregado na semana anterior, sobre os cristãos serem “cartas vivas”. Declarou que foram “dias de milagres, de graça e de maravilhas” e que teve um sinal singelo “que tudo aquilo foi apenas missão”.


  No vídeo desta terça, ele mostra imagens do momento em que foi solto e foi enfático ao declarar que houve choro dos outros detentos pela sua partida. “Eu tenho 136 pessoas de testemunha lá dentro, por que eles me trataram como se Jesus tivesse ido passar 3 noites e um dia na prisão”. O texto que acompanha o vídeo diz: “”Na Papuda, fui tratado como se fosse Jesus, por todos!”

 O pastor ressaltou ainda que foi tratado “como um anjo do Senhor por todos: os internos e a administração”. Explicou que recebeu muito “carinho e reverência” e ouviu que cerca de 90% dos que estão na papuda tem o hábito de assistir suas ministrações e programas da Vem e Vê, sua TV online.

O líder evangélico disse que fez a diferença na Papuda, enchendo o lugar de luz e que “está  impregnado para todo lado, como a semente do Reino que vai entrando em todos os lugares”. Finalizou agradecendo a Deus “por tudo isso”.

Entenda o caso

O líder do Caminho da Graça responde na justiça pelo envolvimento no chamado “dossiê Cayman”, uma série de documentos falsos que vieram à tona em 1998, nas vésperas da eleição presidencial. Ele continha dados sobre uma empresa e de contas que supostamente eram controladas por Fernando Henrique Cardoso, candidato à reeleição.

O conjunto de papéis também mostrava depósitos de US$ 368 milhões nessas contas, dinheiro arrecado por meio de propina recebida pela privatização de empresas do setor de telecomunicações.

A participação de Caio teria sido uma intermediação, junto a Lula, o principal concorrente de Fernando Henrique. O pastor sempre negou ser culpado, dizendo ter sido envolvido por terceiros.  Acabou condenado em 2011, mas recorreu. Este ano, por falta de acompanhamento do seu advogado, acabou levado para a prisão. Com informações do Gospel Prime