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Manuscritos antigos sugerem que Jesus teria viajado ao Japão e se tornado cultivador de arroz

 por Tiago Chagas – gnoticias.com –

Manuscritos antigos sugerem que Jesus teria viajado ao Japão e se tornado cultivador de arroz

Suposto túmulo de Jesus em Shingo, Japão

A figura de Jesus Cristo é vista pelos historiadores como uma fonte inesgotável de pesquisas, e também serve para a difusão das mais variadas hipóteses, mesmo que essas sejam difíceis ou impossíveis de comprovar. Uma das especulações mais curiosas envolve o Japão.

O país asiático milenar teria sido o destino de uma viagem feita por Jesus aos 21 anos, de acordo com antigos manuscritos chamados “Documentos de Takenouchi”. Nas linhas desses manuscritos, Jesus nunca teria sido o Cristo.

Segundo a versão dos “Documentos de Takenouchi”, Jesus teria vivido no Japão por 12 anos, antes de retornar a Israel aos 33, quando um suposto irmão caçula dele, Isukiri, teria sido crucificado em seu lugar.

Depois de ver o irmão mais novo sendo assassinado, Jesus teria retornado ao Japão e casado com uma japonesa, ao lado de quem se dedicou ao cultivo do arroz e morreu aos 106 anos de idade.

A lenda dos “Documentos de Takenouchi” não pode ser comprovada pois os manuscritos foram destruídos durante a Segunda Guerra Mundial. Porém, a falta de comprovação não impede que milhares de pessoas de todas as partes do mundo se dirijam à cidade de Shingo, no Japão, para visitar os supostos túmulos de Jesus e Isukiri, segundo o site do History Channel.

Jesus casado

Recentemente, outra teoria que envolve um suposto casamento de Jesus foi “ressuscitada” com o lançamento do livro “Evangelho Perdido”.

Essa mesma teoria foi usada pelo escritor Dan Brown, quando ele usou o argumento na publicação de seu livro de ficção “O Código da Vinci”. A sugestão de que Jesus e Maria Madalena haviam se casado e tido filhos, e a descendência da família viveria na França causou alvoroço na Igreja Católica, que protestou.

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Pregador sem braços e pernas diz como achar um ‘amor sem limites’ em livro escrito com sua esposa

Nick Vujicic vivia o tormento de crer que nenhuma mulher o amaria, por sua condição

PorNicola Menzie | Repórter do The Christian Post tradutor Alexandre Correia
Nick Vujicic, o palestrante motivacional cristão conhecido como o “evangelista sem membros”, conta a história de sua trajetória para encontrar o amor verdadeiro em novo livro, Love Without Limits, “amor sem limites”, em tradução livre, e os desafios que ele e sua esposa, Kanae enfrentaram-se na sua jornada até o casamento e além dele.
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    (Foto: Divulgação/Life Without Limbs)
    Nick Vujicic, um pregador motivacional e cristão evangélico, sem braços ou pernas, fala para uma multidão em palestra de 2009.
Nascido sem braços e pernas, por conta de uma síndrome de tetra-amelia, desde sua juventude o evangelista sérvio-australiano Nick era atormentado, sentindo que “nenhuma mulher iria me amar ou querer se casar comigo”, como ele descreveu em um livro anterior. “Eu tinha muitas dúvidas sobre a minha aptidão como marido e pai”.

Mas, como muitos dos admiradores de Nick sabem, ele não tinha nada para se preocupar.

Em 2008, Nick e Kanae se conheceram, e quatro anos mais tarde, se casaram. Então, em fevereiro de 2013, Kanae deu à luz a Kiyoshi James Vujicic, que partilha o nome do seu avô por parte de mãe.

Love Without Limits, lançado no exterior em 18 de novembro, contém quinze capítulos e cobre grande parte das áreas que poderia se esperar de um livro sobre namoro e relacionamento, ou casamento. Há capítulos em que Nick e Kanae cobrem o habitual, além de temas personalizados, em buscar um amor, apaixonar-se e assim por diante. E o casal não se coíbe do assunto sexo, apresentado no capítulo 9, onde fala das “alegrias da abstinência antes do casamento e o sexo depois do casamento”.

Nick, que faz 32 anos em dezembro, escreve que uma vez ele e Kanae sabiam que estavam indo na direção do casamento, e ele se viu obrigado a “garantir que minhas imperfeições físicas não incluem qualquer coisa que iriam proibir ou interferir com a nossa capacidade de fazer sexo…”.

Ele acrescenta: “Ela não pediu isso, mas eu queria dissipar quaisquer perguntas ou dúvidas que ela poderia ter tido. Acredite, tenho lidado com tais perguntas desde a infância até a idade adulta. Perguntaram-me todo tipo de pergunta pessoal e invasiva que se pode imaginar — algumas das quais, tenho certeza, vocês nem imaginam”.

Na verdade, como Nick começa a lembrar, durante uma aparição ao vivo na televisão em 2012, na cidade de Dallas, oeste dos EUA , uma jornalista perguntou-lhe como era que ele e sua esposa foram capazes de fazer um bebê. Em uma gravação da entrevista, que não está mais disponível online, a repórter parecia genuinamente curiosa em como Nick, nascido sem braços e pernas, podia se tornar um pai.

“Eu estava um pouco perturbado com sua pergunta. Tentei desencorajá-la, dizendo: ‘Bem, a maioria das pessoas sabe que não precisa de braços e pernas para ter um filho”, afirmou Nick.

“Isso não pareceu intimidá-la. Ela perguntou outra vez, dizendo que as pessoas estavam curiosas para saber como eu poderia me tornar um pai. Naquele momento, percebi que ela estava falando sério. Eu podia ter respondido de uma forma poderia repreendê-la por ir longe demais em suas perguntas sobre nossa intimidade. Em vez disso, fui para o humor”.

Qual foi a resposta que pôs um fim às perguntas invasivas? “Eu disse que ‘na verdade, ouvi dizer que as pernas às vezes só atrapalham’. Acredite em mim, isso pôs um fim nas perguntas pessoais dela”, escreve Nick.

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Cientistas descobrem “escudo protetor invisível” sobre a Terra

Cientistas dizem que o “escudo” faz do planeta um privilegiado oásis para vida

por Jarbas Aragão

  • gospelprime

 

Cientistas descobrem “escudo protetor invisível” sobre a Terra
Cientistas descobrem “escudo protetor invisível” sobre a Terra

Uma nova descoberta intriga cientistas. O planeta Terra possui um “escudo protetor invisível”.  Alguns desses cientistas comparam a situação com os campos de força que protegem as naves espaciais em diferentes filmes de ficção científica.

Após a coleta de dados dos 20 primeiros meses das sondas gêmeas enviadas pela NASA, foi possível estudar os cinturões Van Allen e a maneira como ocorre o chamado clima espacial (tempestades geomagnéticas e o constante ‘vento’ emitido pelo Sol). Os cinturões de Van Allen, descobertos em 1958, são faixas que “concentram partículas eletricamente carregadas ao redor do planeta” por causa do seu forte campo magnético.

As sondas comprovaram que existe um “limite” para os elétrons de alta energia que formam a maior parte do cinturão externo, localizado a aproximadamente 11 mil quilômetros de altitude. Após esta descoberta, os teóricos precisarão mudar seus modelos sobre o assunto.

“Francamente, quando vimos essa barreira persistente agindo contra os elétrons altamente energéticos na magnetosfera da Terra, fiquei totalmente perplexo e confuso. Era como rajadas de elétrons batessem contra uma parede de vidro no espaço”, explica o professor Daniel Baker, da Universidade de Colorado em Boulder, que liderou o estudo.

O astrônomo Rafael Bachiller, diretor do Observatório Astronômico Nacional, acredita que “se estas partículas alcançassem a superfície do planeta seria algo muito perigoso para a vida”. Ele compara a descoberta como uma confirmação da existência de algo que “faz deste planeta um oásis privilegiado para uma vida bem sucedida”.

Até recentemente, os cientistas acreditavam que os elétrons de alta energia que circulam em torno do nosso planeta a mais de 160 mil quilômetros por segundo eram atraídos para as camadas mais altas da atmosfera da Terra, sendo então gradualmente absorvidos pelas moléculas do ar. Com informações Christian Times

Assista:httpv://www.youtube.com/watch?v=XKCMaJBXmzY