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O menino que diz ter vivido em Marte

caso do menino Boriska (pequeno Boris) não é novidade para aqueles que acompanham o fenômeno dos OVNIs, mas já que os canais de notícias alternativas nos EUA, Índia e Reino Unido decidiram falar dele novamente, por que não relembrá-lo?

O menino que diz ter vivido em Marte

Um menino russo surpreendeu cientistas e especialistas espaciais com seu conhecimento sobre Marte, e afirma que morou no planeta vermelho antes de renascer na Terra.  Boriska Kipriyanovich, morador de Volgograd, afirma que morou em um Marte devastado pela guerra antes de nascer de uma mãe humana na Terra.

De acordo com as afirmações de Boriska, ele era um piloto e foi morto em guerra com a tribo vizinha:

Fui morto em Marte, todos foram mortos em Marte. Fui morto em 1996 e renasci na Terra no mesmo ano.

Boriska, de 20 anos, afirma que pessoas de 2,10 metros de altura ainda vivem no subsolo do Planeta Vermelho e respiram dióxido de carbono como os seres humanos respiram oxigênio na Terra. De acordo com o jovem, as pessoas de Marte param de envelhecer depois de chegarem aos 35 anos e são imortais.

O menino russo também afirma que as pessoas de Marte têm tecnologia altamente avançada e são capazes de fazerem viagens interestelares.

Ele disse:

Não lembro dos nomes. As pessoas de Marte viajaram para muitas galáxias e sistemas planetários.

O menino russo fala sobre vários tipos de naves e aviões utilizados pelas pessoas de Marte para viajarem no espaço:

Havia naves de um tipo de avião. Elas eram triangulares e havia naves como uma gota. As naves com motores de plasma viajavam somente no sistema solar.’

Ele também afirma que os marcianos têm uma forte conexão com a Terra, especialmente a civilização do antigo Egito. De acordo com Boriska, a vida na Terra mudará drasticamente uma vez que o monumento de Grande Esfinge de Gizé seja desbloqueado:

A Grande Esfinge de Gizé é uma chave que abrirá caminhos. Não lembro como a chave funciona.

Os pais de Boriska afirmam que ele conseguiu falar já alguns meses depois de ter nascido e discutia sobre assuntos nunca ensinados. Ele falava sobre alienígenas e sua civilização em Marte.

Sua mãe, médica de profissão, diz que ele impressionou os médicos, pois conseguiu ler, escrever e desenhar até mesmo com menos de dois anos. Ela afirma que a primeira indicação que receberam foi especial, quando poucas semanas depois do nascimento ele já poderia segurar sua própria cabeça sem ajuda.

Ela acrescenta:

Desde a infância, tivemos muitos livros sobre astronomia. Quando ele tinha 3 anos de idade, ele abriu esses livros e começou a contar o número de galáxias, embora estivessem em latim.

Acho que ele tinha por volta de quatro anos de idade quando ele mostrava alguns elementos sobre o que falava, mas aos seis anos ele começou a dar informações muito mais claras sobre o que ele estava falando.

Dizem que Boriska mostrou uma inteligência muito maior do que a média desde a idade jovem. Ele se tornou famoso na Rússia depois de deixar os adultos espantados com seus contos sobre Marte. Seus professores também ficaram maravilhados com suas habilidades linguísticas e memória superiores.

(Fonte)

Veja abaixo a entrevista completa feita com Boriska pelo Projeto Camelot, legendada e disponibilizada pelo canal Sonna Said do YouTube:

n3m3

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Planejamento mundial MAÇON-ILLUMINATI para os próximos 27 anos

https://www.youtube.com/watch?v=RN_B2caKCxU

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Professor de Yale abandona teorias de Darwin: “bela ideia refutada”

“A origem das espécies é exatamente o que Darwin não consegue explicar”, disse David Gelernter.

David Gelernter. (Foto: Reprodução / Fox News)

Para o professor da Universidade de Yale, David Gelernter, a teoria da evolução de Charles Darwin é “uma bela ideia que foi efetivamente refutada”. A declaração foi feita por ele durante sua renúncia pública do darwinismo.

Gelernter, que é conhecido por prever a World Wide Web e desenvolver muitas ferramentas complexas de computação ao longo dos anos, é hoje professor de ciência da computação em Yale, cientista-chefe da Mirror Worlds Technologies, membro do Conselho Nacional de Artes, e autor prolífico.

Em uma coluna para o Claremont Review of Books, Gelernter explicou como suas leituras e discussões sobre a evolução darwiniana e suas teorias concorrentes, design inteligente, o convenceram de que Darwin estava errado.

Ele cita, por exemplo, o livro de Stephen Meyer, Darwin’s Doubt, de 2013 , e The Deniable Darwin, de David Berlinski, para basear suas novas crenças a respeito da vida na Terra.

Há algumas semanas, ele voltou a falar sobre esse assunto em uma entrevista com a Hoover Institution da Universidade de Stanford onde ele diz não abraçar totalmente o design inteligente.

“Meu argumento é com pessoas que rejeitam o design inteligente sem considerar, parece-me – é amplamente descartado no meu mundo acadêmico como um tipo de trabalho teológico – é um argumento científico absolutamente sério”, disse Gelernter.

Segundo o The College Fix, o professor afirmou que declarações como a sua o colocariam na mira de outros cientistas, mas que com ele não foi assim.

“Eu não fui destruído, não sou biólogo, e não pretendo ser uma autoridade sobre esse assunto (…) Estou atacando a religião deles e não os culpo por estarem todos de cabeça erguida, é um grande problema para eles”.

“Não há razão para duvidar que Darwin tenha explicado com sucesso os pequenos ajustes pelos quais um organismo se adapta às circunstâncias locais: mudanças na densidade da pele ou no estilo da asa ou na forma do bico”, escreveu o professor.

“No entanto, há muitas razões para duvidar se ele pode responder às perguntas difíceis e explicar o quadro geral – não o ajuste fino das espécies existentes, mas o surgimento de novas espécies. A origem das espécies é exatamente o que Darwin não consegue explicar”, completa.

Para ele, a ideia de que o acaso e as mutações são a força motriz por trás da vasta complexidade da vida – mesmo com bilhões de anos – não é apenas cientificamente improvável, é uma impossibilidade, argumenta o acadêmico em seu artigo.

“Darwin teria facilmente entendido que pequenas mutações são comuns, mas não podem criar mudanças evolutivas significativas; mutações importantes são raras e fatais”, escreveu Gelernter.

“Não pode ser surpreendente que a revolução no conhecimento biológico ao longo do último meio século deva exigir uma nova compreensão da origem das espécies”.