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Robôs com Inteligência Artificial estão se reproduzindo, evoluindo e pregando religião

Acolher nossos novos senhores, sejam eles quem forem, está se tornando mais do que apenas um meme engraçado … pode ser um aviso de que a chegada deles poderia estar acontecendo mais rápido do que podemos perceber, compreender … ou parar.

Robôs com Inteligência Artificial estão se reproduzindo, evoluindo e pregando religião

Esse parece ser o caso se os senhores supostamente forem robôs artificialmente inteligentes, pois a mídia de tecnologia esta semana traz histórias de robôs de IA se reproduzindo, desenvolvendo e recitando versos bíblicos para humanos, baseados em dados coletados para determinar quais seriam suas necessidades espirituais no momento.

Robôs controlando o que você reza? Eles vão impedir você de rezar para a existência de menos robôs?

O site Wired relatou na semana passada pesquisas sobre a área de robótica evolucionária conduzida na Vrije Universiteit Amsterdam, na Holanda, pelo cientista da computação Gusz Eiben. Ebsen usa robôs de Inteligência Artificial (IA) com simples ‘genomas’ que definem qual será a sua cor. Ele então os faz “acasalar” através de conexões e combinar seus genomas. Como em humanos, ele programou a conexão e a combinação para ter falhas que podem causar mutações na “descendência”. O resultado final?

Um dos pais é totalmente verde e o outro totalmente azul. Então a criança tem alguns módulos que são azuis e alguns que são verdes, mas a cabeça é branca. Não foi isso que colocamos – é um efeito de mutação.

Obviamente, mutações negativas ou falhas não seriam o objetivo. Os programadores de robôs evolucionários os projetariam para combinar seus ‘genes’ ou características mais fortes para produzirem um bot de bebê com o melhor dos dois pais robóticos. Com os computadores alimentando sua inteligência e tomada de decisões, essa “evolução” poderia resultar em combinações não previstas pelos engenheiros humanos. Além disso, o que os humanos podem ver como falhas genéticas podem ter usos que a IA determina como valiosos.

Tudo vai ficar bem, desde que os humanos controlem rigidamente os algoritmos … certo?

O cientista de pesquisa David Howard, que recentemente publicou uma estrutura para a robótica evolucionária na Nature Machine Intelligence, propõe um cenário em que cientistas que desenvolvem robôs para explorar as selvas o façam enviando robôs para a selva para aprenderem por si mesmos.

O que faríamos é ter muitos pequenos robôs que são bem simples e baratos de fazer. Nós os enviaríamos, e alguns deles seriam melhores que outros.

Por “seriam melhores que outros”, Howard quer dizer voltar ao laboratório em um pedaço só. Aqueles que fizerem isso seriam autorizados a “acasalar” e criar a próxima geração de bots para serem enviados para a selva novamente e repetir o processo. O que poderia dar errado?

Para onde foram todos os robôs?

Do Evangelho segundo Mateus. Não se preocupe com o amanhã, pois o amanhã se preocupará consigo mesmo. A cada dia há problemas suficientes.

Sábio conselho, você diz? Você se sentiria da mesma maneira se soubesse que esta foi a resposta de um robô de IA à sua preocupação?

Em um artigo recente no Wall Street Journal, Gabriele Trovato, um roboticista e professor assistente da Universidade de Waseda, no Japão, apresentou o SanTO, um robô de 43 centímetros de altura, equipado com um microfone, sensores e uma câmera com reconhecimento facial. Trovato desenvolveu o SanTO com um propósito específico em mente.

Santo, em segundo plano.

A religião evoluiu ao longo da história, da tradição oral à tradição escrita, à imprensa e à mídia de massa. Por isso, é muito razoável pensar que a IA e a robótica ajudarão a religião a se espalhar mais.

Embora Trovato tenha sido advertido por autoridades religiosas de que a SanTO não deveria oferecer interpretações bíblicas, ele chega perto de tomar decisões sobre qual texto recitar, interpretando as necessidades da pessoa para a qual está trabalhando, com base nas perguntas feitas e sugestões capturadas pelo sistema de reconhecimento facial. Isso não é aconselhar e ensinar usando citações bíblicas?

Os robôs estão se reproduzindo, evoluindo e “espalhando a palavra” dos textos religiosos. Talvez, deveríamos nos preocupar com a nossa eventual dominação pelos senhores robôs.

Ou seria tarde demais?

(Fonte)


Elon Musk, o famoso CEO da Tesla, indústria de automóveis elétricos, e da SpaceX, indústria espacial, tem alertado várias vezes sobre o perigo que a Inteligência Artificial apresenta para a sociedade.

Deveríamos estar preocupados?

 

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Nova tecnologia de asa poderá revolucionar a indústria aeronáutica – NASA/MIT

Os aviões do futuro poderão ter asas que não se parecerão com as que temos hoje, com base em um novo projeto da NASA e do MIT.

Conteúdo da matéria com veracidade comprovada, de fontes originais fidedignas. (Em se tratando de tese ou opinião científica, só pode ser garantida a veracidade da declaração da pessoa envolvida, e não o fato por ela declarado.)

Nova tecnologia de asa poderá revolucionar a indústria aeronáutica

Uma equipe de engenheiros desenvolveu um novo tipo de asa composta de centenas de peças individuais que poderiam ser mais leves e mais eficientes em termos energéticos.

A abordagem demonstrada pela NASA e pelo MIT permitirá que toda a superfície da asa se deforme, pois utiliza uma mistura de segmentos repetitivos rígidos e flexíveis. Os minúsculos subconjuntos são aparafusados ​​juntos em uma estrutura aberta e cobertos com uma fina camada de polímero.

Os processos de decolagem, de cruzeiro e de pouso de um avião exigem diferentes configurações de asa. As asas dos aviões atuais exigem muitos componentes diferentes para criar superfícies controláveis, como ailerons, para ajustar o roll e o pitch. Isso significa que, se você quer que uma asa faça algo em voo, é necessário projeta-la com isto em mente desde o início. As asas não são otimizadas para nenhuma dessas situações. O novo design da asa pode mudar sua forma para criar um melhor formato para cada fase do voo.

Deve ser possível criar um sistema motorizado que permita que os pilotos alterem a forma da asa no comando para decolagem, cruzeiro e pouso, mas a equipe levou o projeto um passo adiante ao criar um sistema que automaticamente muda de forma baseado nas condições aerodinâmicas atuais. Eles dizem que isso pode levar a ganhos substanciais de eficiência.

A equipe demonstrou a eficácia do projeto construindo uma asa protótipo de cinco metros de comprimento – semelhante à asa de um pequeno avião de assento único. Os pesquisadores usaram moldagem por injeção com resina de polietileno para produzir as subunidades individuais, levando apenas 17 segundos para bombear cada uma delas. Quando montada, a asa tem uma densidade de 5,6 quilos por metro cúbico em comparação com mais de 1.500 quilos por metro cúbico de borracha, que tem a mesma rigidez.

A asa é principalmente oca no interior.

A asa teve um desempenho ainda melhor do que o esperado no túnel de vento da NASA no Langley Research Center. Os projetistas estão esperançosos de o projeto poderá ser ampliado para voar em aeronaves reais em um futuro próximo.

  (Fonte)(Missão do OVNI Hoje)
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Antes do nascimento já existem diferenças entre o cérebro masculino e feminino, comprova estudo

“O cérebro humano tem seu gênero antes do nascimento. Isso pode ser politicamente incorreto, mas é uma realidade empírica”, destacou pesquisador.

Grávida. (Photo by Alicia Petresc on Unsplash)

Existem diferenças significativas no modo como os cérebros masculinos e femininos funcionam durante a gravidez. O estudo científico “Diferenças sexuais na conectividade funcional durante o desenvolvimento do cérebro fetal” foi publicadono início deste mês pela Elsevier, maior editora de livros sobre medicina do mundo.

A pesquisa mostra o uso de tecnologia avançada de ressonância magnética (RM) em 118 fetos dentro do útero materno. Foram analisadas as conexões neurológicas entre diferentes áreas do cérebro, tanto para homens como para mulheres. Ficou constatado que há conexões entre partes do cérebro feminino quase inexistentes nos cérebros masculinos.

A conclusão dos pesquisadores é que “Este estudo demonstra pela primeira vez que o desenvolvimento da conectividade funcional do cérebro fetal varia com o sexo”. No entendimento deles, as redes cerebrais fetais constituem os “blocos de construção” para o desenvolvimento do cérebro durante o resto da vida do bebê.

Dr. Leonard Sax explica que mais essa comprovação de que há diferença na função cerebral num estágio de desenvolvimento em que o bebê não tenha sido exposto a nenhum tipo de influência social, é muito significativo.

“Acho que a importância desta pesquisa é que mostra que o cérebro de uma menina no útero é significativamente diferente do cérebro de um menino no útero, no mesmo estágio antes do nascimento”, asseverou Sax. Ele fez uma análise das conclusões do estudo para a revista Psychology Today.

“Em algumas partes do cérebro, as diferenças entre homens e mulheres foram realmente surpreendentes. O cérebro humano tem seu gênero antes do nascimento. Isso pode ser politicamente incorreto, mas é uma realidade empírica”, destacou.

Questionando a base da ideologia de gênero, que opera com teorias que consideram que “masculino” e “feminino” são construções meramente sociais, não uma realidade biológica.

Outra estudiosa a repercutir o estudo foi a Dra. Carol Hay, professora de filosofia na Universidade de Massachusetts-Lowell, crítica do uso de “gênero” e não mais de “sexo” por muitos cientistas.

“Acho que isso geralmente é motivado por uma agenda política particular, já que toda a ciência é motivada por uma agenda política particular”, resumiu. O fato de exames apontarem para essa diferença no pensamento já no útero corrobora com isso. “Essa afirmação de gênero é simplesmente como um ‘desempenho’ não é uma afirmação verdadeira. É uma afirmação falsa”, concluiu.