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  Pastor pede que cristãos não namorem com incrédulos

          A Bíblia é muito clara sobre jugo desigual, alerta Tim Challies

        Pastor pede que cristãos não namorem com incrédulos

O pastor Tim Challies da Grace Fellowship Church em Toronto, Canadá, é autor de vários livros, incluindo “Desintoxicação sexual”, já lançado no Brasil. Ele está fazendo um apelo público para que as igrejas voltem a falar sobre o perigo dos relacionamentos amorosos dos cristãos com pessoas que não compartilham da mesma fé.

O questionamento que ele levanta é: “O que há de errado com o namoro cristão?” Sua própria resposta para isso foi: “A Bíblia deixa muito claro que um cristão só pode se casar com outro cristão. Você não pode se casar com alguém que é incrédulo. Você não deveria se casar com alguém que você não tem certeza se é crente ou não. A primeira coisa a ser perguntada antes de se pensar em um relacionamento é ‘Esta pessoa crê em Jesus Cristo?”.

O pastor lembra que existem alertas na Bíblia para que os cristãos não entrem “em jugo desigual”. “Inevitavelmente, haverá sérias consequências para quem se casar com um incrédulo”, insiste.

Acostumado a fazer aconselhamento, Challies diz que a fé em comum é um elemento fundamental para o estabelecimento de famílias sadias, mas os cristãos estão se deixando levar pela maneira que a sociedade vê os relacionamentos, de maneira superficial. Isso inclui deixar se levar pelas emoções, sem pensar nas consequências.

O maior problema, aponta, é que especialmente os mais jovens, ignoram que não há como se pensar em relacionamentos “sem compromisso”, ignorando que o objetivo do namoro deveria ser conhecer melhor alguém com quem você gostaria de casar. Se esse não é o caso, então as coisas estão erradas desde o início.

O pastor Dan Delzell, colaborou com a discussão, lembrado que “Não existe unidade espiritual entre um crente e um incrédulo. Afinal, um cristão tem o Espírito Santo dentro dele, enquanto um incrédulo não tem essa presença interior… Não existe unidade a não ser que ambos se convertam a Cristo”. Quem também pensa assim é o pastor John Stonestreet. Ele argumenta que “namorar incrédulos prejudica a fé”. Citando o texto de 2 Coríntios 6:14, lembra que o fiel não deveria “ter parte” com o infiel. Com informações de Christian Post

Líder cristão lembra que perseguição pelos muçulmanos não começou com o Estado Islâmico

Bispo iraquiano aponta para 1400 anos de mortes e destruição em nome de Allah

          Perseguição pelos muçulmanos não começou com o Estado Islâmico

O fim do controle do Estado Islâmico sobre áreas da Síria e do Iraque não significa o fim do sofrimento dos cristãos no Oriente Médio. O arcebispo da Igreja Caldeia Bashar Warda, de Irbil, no Iraque, lembra que os muçulmanos sempre infligiram dura perseguição aos cristãos na região.

“Não experimentamos isso apenas nos últimos quatro anos, mas nos últimos 1400 anos”, disparou Warda durante sua palestra na Universidade de Georgetown em Washington. Ele foi o convidado do Centro Berkley Para a Religião, Paz & Assuntos Mundiais.

Ele acredita que os cristãos, em parte, também são culpados: “Não nos posicionamos duramente nos diversos períodos onde o terrorismo infligiu uma grande dor em nossos antepassados”, disse. Warda fez um apelo para que o cristianismo retorne a uma “visão pré-Constantina” da igreja, lembrando as palavras de Jesus pouco antes da sua crucificação: “Meu reino não é deste mundo”.

Falando sobre a sensação de derrota que os cristãos vêm sentindo desde que os jihadistas do Estado Islâmico começaram a exterminar todos os não-muçulmanos, reiterou que a perspectiva deveria ser “Quando não há nada a perder, é muito libertador”.

Porém, o arcebispo diz que, do ponto de vista humano, é necessário deixar claro que “Nos opomos a uma fé que se acha com o direito de matar os membros da outra. É preciso haver uma mudança e uma correção dentro do Islã”.

Em tom de desabafo, repreendeu quem repete o discurso que “o EI não representa o Islã”, pois os extremistas apenas expuseram ao mundo de forma gráfica o que muitos islâmicos pensam, embora muitas vezes não queriam admitir. “Para eles, sempre seremos vistos como infiéis”, destaca, lembrando que as mortes sempre foram feitas em nome de Allah, sendo impossível desassociar os atentados com a religião islâmica.

Subiu o tom ao dizer que, a partir de agora “nós [cristãos] não devemos ser tão passivos ou simplesmente rezar esperando que as coisas fiquem melhor”. Mostrou ainda ceticismo  quanto a reconstrução das aldeias destruídas pelas milícias islâmicas nos últimos anos.

Embora reconheça que muitas agências de socorro, órgãos ligados à ONU e até países tenham prometido ajuda, isso chega a conta-gotas. “Talvez no final de 2020”, a região finalmente verá os fundos prometidos serem aplicados, calcula.

Segundo estimativas, havia cerca de 1,5 milhão de cristãos no Iraque em 2003, quando os Estados Unidos começaram a Guerra do Iraque. Com a ascensão do Estado Islâmico, em 2014, a maioria fugiu. Hoje em dia, apenas 200 mil cristãos ainda permanecem no país.

Para Warda, isso deveria nos ajudar, como Igreja, a rever algumas perspectivas. “Temos um papel missionário, devemos dar testemunho da verdade de Cristo. Muitas pessoas fugiram, e poucos de nós ficaram, mas o número de apóstolos também era pequeno”, encerrou. Com informações de Aina

Chadwick Boseman diz que papel em “Pantera Negra” foi “resposta de oração”

Pastor fala sobre a fé do astro de novo filme da Marvel

          Papel em “Pantera Negra” foi “resposta de oração”

O longa Pantera Negra estreou esta semana no Brasil. Como todos os filmes da franquia da Marvel, parece destinado a ser um grande sucesso. Pouco conhecido fora dos EUA, o ator Chadwick Boseman – que interpreta o protagonista T’Challa – deve se tornar uma estrela mundial.

Em entrevista recente, o pastor Samuel Neely conta que conhece Boseman desde criança e o batizou na pequena Igreja Batista Welfare, em Anderson, na Carolina do Sul. Ele revela que o ator de 41 anos “Sempre foi um cara focado, que sabia o que queria e estava sempre correndo atrás dos seus objetivos”.

Ainda segundo o líder religioso, Boseman ainda segue sua fé evangélica e que os membros da igreja nunca o esqueceram. “Ele fez muitas coisas positivas dentro da igreja e em nossa comunidade. Cantava no coral, trabalhou no grupo de jovens… Sempre estava fazendo algo, ajudando e servindo. Essa é sua personalidade”.

Falando à revista Hunger no ano passado, Chadwick Boseman explicou que receber esse papel dos estúdios Marvel foi uma resposta de oração.

“Eu escrevi sobre Pantera Negra em meus diários. Era algo que eu queria fazer e escrevi algumas ideias do que eu gostaria de ver em um filme sobre o Pantera Negra… quando eles me chamaram, foi surreal. Você ora por algo e então isso se torna realidade, você quase não consegue acreditar… Eu pedi [a Deus] por isso, eu queria isso e sei que outas pessoas queriam isso para mim”, testemunha.

Embora não seja um “filme sobre a fé”, recentemente, a atriz evangélica Sope Aluko – que está em Pantera Negra no papel de Shaman – contou que durante as filmagens era comum os atores do elenco testemunharem sobre os milagres de Deus.

Ela revelou que era comum eles conversarem sobre suas vidas e sua fé. “Nós compartilhamos nosso testemunho, de como chegamos até aqui e a maioria falava sobre os milagres de Deus que já testemunharam, era quase como na igreja”, revela. Com informações de Christian Post

Assista ao trailer de Pantera Negra: