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Evangélicos impulsan conferencia de paz en Sudán del Sur

 

Evangélicos impulsan conferencia de paz en Sudán del Sur

Tras miles de muertes en este nuevo país, un obispo presbiteriano impulsa el diálogo.

29 DE MARZO DE 2012, JUBA

La ciudad de Yei acogerá un encuentro de tres días entre representantes de tribus enfrentadas en Sudán del Sur. Tras la muerte de miles de persones durante el último medio año en este recién creado país, el esfuerzo para el diálogo se dará entre el 1 y el 3 de abril. La conferencia la impulsa el obispo presbiteriano Elias Taban con el apoyo de la Alianza Evangélica Mundial (AEM).
Murle, Lou Nuer y Dinka Bor son las tres tribus que podrían reunirse para dialogar en los próximos días. La lucha especialmente cruenta entre los dos primeros grupos étnicos ha ido aumentando después de que en julio de 2011 Sudán del Sur se convirtiera en un estado propio. La nueva nación se había independizado del norte, dominado por el islamismo.
Sin embargo, las nuevas fronteras han avivado la disputa interna por controlar los recursos en Sudán del Sur, especialmente tierras y derechos sobre el agua. Según fuentes de información locales, a los muertos y heridos se añaden secuestros y ataques a zonas pobladas.
EMPEZAR UN DIÁLOGO
“Proponemos invitar a 100 personas en total de estas 3 tribus y de parte de miembros del gobierno de Sudán del Sur. Creemos que este conflicto sólo puede ser solucionado al traer al debate a ancianos de base de estas tribus”, ha explicado Deborah Fikes, representante de la AEM ante las Naciones Unidas.
Pese a que la capital del nuevo país es Juba, quienes participen en la conferencia serán traídos más al oeste, a la localidad de Yei, para evitar así que terceras personas con motivaciones cercanas al conflicto interfieran en el proceso.
BUSCANDO UNA REPRESENTACIÓN AMPLIA
Se ha sabido que el obispo Taban habría conseguido la participación en la conferencia del Gobernador del Estado de Jongolei, Kaul Manyang. Manyang podría ser clave para implicar a otros líderes y que podría mejorar la credibilidad ante las partes implicadas en la conferencia.
De fuera del país asistiran a la conferencia Stephen Tollestrup, director ejecutivo de la Iniciativa para la Paz y la Reconciliación de la AEM, el Reverendo Aiah Foday-Khabenje, secretario general de la Asociación de Evangélicos en África y el secretario general de la Alianza Evangélica Mundial, Geoff Tunnicliffe, entre otros.

Fuentes: AEM

© Protestante Digital 2012

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Missão SAL ajuda a evangelizar homossexuais e drogados em SP

 

PorLuciano Portela | Colaborador do The Christian Post

Desde 2007, o Missão SAL é um projeto da cidade de Santo André (SP) que destina suas ações em pregar para grupos que costumam ser privados do evangelho.

  • Cracolândia

    (Foto: Reprodução/PF)

    Cracolândia é um dos locais atendidos pelo SAL

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Em sua maior parte, o centro de interesse da instituição são os indivíduos viciados em drogas, moradores de rua, garotas de programa, gays e travestis.

As áreas de atuação são lugares da Região Metropolitana de São Paulo e arredores, que ficam mais propensos a estas ocorrências.

Para cuidar de viciados em crack, por exemplo, o grupo presta suas atividades na região conhecida como “cracolândia”.

O Pastor da Igreja Batista, Paulo Capeletti, é responsável por coordenar o movimento e esteve com o site Genizah para explicar sobre os valores e ideais da Missão SAL.

O site revela que a sigla SAL significa “Salvação, Amor e Libertação”, conceito que traduz o objetivo dos missionários de resgatar pessoas excluídas pela sociedade com os ensinamentos de Jesus Cristo.

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Tudo é seguido em um processo feito por etapas, que são concebidas através do que a Palavra de Deus tem a instruir.

Primeiramente, há o resgate do indivíduo de acordo com suas dificuldades e o momento em que passa, para em logo em seguida receber assistência e reparação.

No final, após restaurá-lo como cidadão, a pessoa é reintegrado à sociedade.

A casa Comunidade Nova Chance é o local que é atribuído para esta última etapa, de restituição.

O local fica incumbido de inserir a pessoa em convívio com um ambiente humano em que se sinta aceito e incorporado, como se estivesse em família.

Atualmente, a Comunidade Nova Chance conta com a presença de mais de 30 pessoas que moram no estabelecimento e permanecem em processo de reintegração.

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Crescimento evangélico e denúncias barram Papa no México

 

Um dos motivos da visita do papa Bento XVI ao México é tentar reunir os fiéis do país, onde, a exemplo do que ocorreu no Brasil, mais e mais pessoas são atraídas para as igrejas protestantes evangélicas.

O pontífice alemão, que também vai a Cuba nesta semana, enfrenta o desafio de provocar o mesmo tipo de fervor gerado por seu antecessor, João Paulo II, que era bastante querido no país, que visitou cinco vezes durante seus 27 anos de pontificado.

Como uma amostra da crescente divisão religiosa no México, uma grande igreja evangélica em León, cidade na região central do país onde o papa iniciou sua visita, organizou um culto com centenas de fiéis na quinta-feira, com cartaz que dizia: "Não somos católicos romanos".

Além da concorrência dentro da cristandade, o Vaticano enfrenta a mancha em sua reputação causada pelas acusações de abuso sexual de crianças e jovens em paróquias de todo o mundo. Algumas delas são dirigidas a um importante líder religioso mexicano, Marcial Maciel, que fundou a proeminente ordem católica Legionários de Cristo. Maciel, que morreu em 2008 aos 87 anos, caiu em desgraça após acusações de abuso sexual e vício em drogas.

Durante a visita papal, o pesquisador da religião Bernardo Barranco lança um novo livro sobre os Legionários, usando documentos do Vaticano que vazaram. Segundo o autor, esses documentos provariam que a Santa Sé sabia dos abusos de Maciel contra menores e de seu uso de morfina por décadas.

"O entusiasmo (sobre a visita do papa) sentido em León não é o mesmo no resto do país. Os abusos do padre Maciel lançaram uma sombra", disse Barranco. Bento XVI já se desculpou no passado pelos abusos, mas não tem planos de se encontrar com vítimas mexicanas.