“Os jovens da nossa força aérea estão impacientes e preparados para lutar contra o regime sionista”, garante general iraniano
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A ministra da Mulher, Família e Direitos Humanos, Damares Alves, estreou neste domingo (13) o seu perfil oficial no Twitter, abrindo assim um canal direto o público.
Em quase seis horas, ela já tinha mais de 16 mil seguidores na rede social, que se tornou um dos principais meios de comunicação do presidente Jair Bolsonaro (PSL).
Na primeira publicação, ela deu as boas vindas ao seu Twitter oficial e informou que qualquer outro com o seu nome é “fake” (falso).
Damares pediu aos usuários que denunciem uma conta de paródia que, disse, não tem qualquer relação com ela ou com o ministério.
Bem vindos ao meu twitter oficial!
Qualquer outro perfil é fake, incluindo o @DamaresMinistra, que não tem qualquer relação comigo ou com o ministério.
Peço, inclusive que me ajudem a denunciá-lo.— Damares Alves (@DamaresAlves) 13 de janeiro de 2019
Já no segundo tuíte, ela tratou de um dos temas mais presentes em seus discursos e entrevistas: a pedofilia.
Depois de anunciar o início de “uma nova era!”, Damares decretou o fim de “pedófilos, consumidores de pornografia infantil, traficantes e exploradores de crianças”, justificando a constatação pelo fato de Bolsonaro ser presidente e de o ex-juiz federal Sergio Moro ser ministro da Justiça.
“Nenhuma criança mais vai chorar nessa nação. Não mediremos esforços para amá-las e protegê-las!”, escreveu.
Essa é uma nova era! Pedófilos, consumidores de pornografia infantil, traficantes e exploradores de crianças: acabou pra vocês! Bolsonaro é presidente e Moro é Ministro da Justiça!!
Nenhuma criança mais vai chorar nessa nação. Não mediremos esforços para amá-las e protegê-las!— Damares Alves (@DamaresAlves) 13 de janeiro de 2019
A descrição do perfil informa que ela é “mãe, pastora evangélica, educadora e advogada”.
Na foto de capa da página, ela aparece ao lado do presidente Jair Bolsonaro (PSL), no dia da posse, ao lado do título “Dra. Damares Alves”.
Oficiais do governo vietnamita agrediram e prenderam vários cristãos Hmong depois que eles se recusaram a renunciar à sua fé em Cristo. As informações foram transmitida pelo grupo de vigilância da perseguição International Christian Concern (ICC).
O pastor Hoang Van Pa disse à ICC que se trata de 33 cristãos da aldeia de Pha Lom, comuna de Tam Hợp, Nghệ Jesus que estão enfrentando consequências por não renegar a fé em Cristo e adorar a Buda.
Hoang conta que a polícia reuniu informações pessoais sobre os 33 crentes e realizou um julgamento aberto perante a comunidade. Os oficiais apresentaram uma imagem do Buda e tentaram forçar os cristãos a abandonar sua fé e adorar a estátua. Quatro dos cristãos foram presos e espancados, e oficiais do governo continuaram a perseguir protestantes em vários outros ataques durante novembro e dezembro.
O cristianismo e a comunidade Hmong são alvos frequentes tanto do governo quanto das comunidades vizinhas. “Em um país comunista, o cristianismo é visto como antipatriótico ou uma ameaça ao regime e por isso enfrentam discriminação, assédio, grilagem de terras, tortura e prisão”, escreveu a gerente regional da ICC, Gina Goh.
Os cristãos compõem quase um terço dos Hmong no Vietnã, cerca de 300 mil pessoas.
Perseguição
O representante da Equipe de Inspeção Interdisciplinar explicou que o Vietnã proibiu a fé cristã protestante e procura expulsar aqueles que se recusam a renunciar a sua fé em Jesus. Em 2018, mais de 100 crentes foram expulsos da província de Yen Bai e da província de Lao Cai.
De acordo com a Missão Portas Abertas, os cristãos em áreas remotas “experimentam a mais intensa perseguição”, porque as igrejas estão crescendo rapidamente lá. O Vietnã está entre os 50 principais países onde a perseguição aos cristãos é mais severa.
No ano passado, 24 cristãos foram atacados por uma multidão por sua fé nas terras altas do noroeste do país e mandados embora.
“Os ataques e atos de perseguição contra comunidades religiosas se multiplicaram recentemente no Vietnã”, observou o Comitê de Direitos Humanos do Vietnã em um comunicado. “As autoridades estão invocando a lei para criminalizar atividades religiosas legítimas, criando um clima de impunidade para uma ampla gama de violações da liberdade de religião ou crença”.
Risco
Evangelizar no Vietnã é uma tarefa arriscada. Um crente com o nome de Bao, que trabalha com o grupo de vigilância de perseguição Portas Abertas dos EUA, revelou ter arriscado sua vida para distribuir mais de 100 mil Bíblias infantis no país.
“Quando eu distribuo Bíblias para crianças nas grandes igrejas, elas honram o livro não apenas como um dom gratuito, mas como material para ensinar a Palavra de Deus. Eles também usam este livro para evangelismo. E acredito que está indo mais longe, e que seu impacto espalha-se mais amplamente”, disse Bao sobre o Projeto Bíblico para Crianças Portas Abertas.
“A Palavra de Deus deve ser fácil para as pessoas alcançarem. A Bíblia das crianças é uma das maneiras mais fáceis de permitir que diferentes tipos de pessoas saibam sobre Deus. Acredito que este é o trabalho de um semeador. Nós continuamos a semear e Deus continua a fazer [a obra] crescer”, explicou.