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Mais que um contrato humano

União Matrimonial

1. O Diálogo de Jesus com os Fariseus

Mateus 19:3-9

³ Alguns fariseus aproximaram-se dele para pô-lo à prova. E perguntaram: «É permitido ao homem divorciar-se de sua mulher por qualquer motivo?»
⁴ Ele respondeu: «Vocês não leram que, no princípio, o Criador os fez homem e mulher
⁵ e disse: ‘Por esta razão, o homem deixará pai e mãe e se unirá à sua mulher, e os dois se tornarão uma só carne’?
⁶ Assim, eles já não são dois, mas uma só carne. Portanto, o que Deus uniu, não o separe o homem».
⁷ Eles perguntaram: «Por que, então, Moisés mandou dar carta de divórcio e se separar dela?»
⁸ Jesus respondeu: «Moisés permitiu que vocês se divorciassem de suas mulheres por causa da dureza do coração de vocês. Mas não foi assim desde o princípio.
⁹ Eu lhes digo que todo aquele que se divorciar de sua mulher, exceto por imoralidade sexual, e se casar com outra mulher, estará cometendo adultério».

(A passagem correspondente em Marcos 10:2-12 traz o mesmo ensinamento sob a perspetiva do evangelista Marcos).

2. O Relato da Criação no Génesis

Génesis 2:24
«Por essa razão, o homem deixará pai e mãe e se unirá à sua mulher, e eles se tornarão uma só carne.»

3. A Concessão na Lei de Moisés

Deuteronómio 24:1
«Se um homem se casar com uma mulher e depois não se agradar dela, por ter encontrado nela algo que ele reprove autêntico, escreverá uma carta de divórcio, a entregará à mulher e a despedirá.»

4. O Mistério do Casamento e a Igreja

Efésios 5:31-32
³¹ «Por isso, o homem deixará pai e mãe e se unirá à sua mulher, e os dois se tornarão uma só carne».
³² Este é um mistério profundo; digo-o, porém, a respeito de Cristo e da igreja.

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Vá para a sua casa e ame a sua mulher

É o seu voto! Não tem volta para um voto!

por Maycson Rodrigues

Vá para a sua casa e ame a sua mulherVá para a sua casa e ame a sua mulher
Ok, tudo bem. As coisas não estão como gostaria. Eu entendo. Sei também que muitas vezes ela reclama muito, e que nunca está bom…. Eu sei. As vezes você vira a esquina, ou melhor, você acessa a internet no seu Smartphone… e já surge um monte de mulher mais bonita, mais atraente, mais cativante e que mexe com os seus olhos e com a sua imaginação. E aí, você entra num processo denso de “fuga da realidade” e se deixa levar pela oferta da virtualidade. E tudo é tão bonito, tão perfeito… que você até se esquece que as chances disso não ser real são de 99,99%.

Ok, amigo. Você está chateado e desmotivado e talvez tenha umas duzentas razões para buscar uma “novidade” na vida. Estás pensando que isso não vai dar certo, porque o seu amor já não é como o do primeiro encontro ou o do primeiro beijo – na verdade você já está saturado de tudo isso e pensa muito numa possível separação. Só que você afirma pra todo mundo que tem caráter, que é uma excelente pessoa e que valoriza a família. Sugestão: que tal fecharmos esta conta?

Há uma dicotomia aí, provavelmente, em seu coração. Você tem vontades, imaginações e desejos que são parte de uma natureza dialética, que pode tanto produzir o bem quanto produzir o mal, só que você também tem algo real e tangível que é o seu casamento. Você se casou debaixo da benção de Deus, diante de muitas testemunhas e publicamente disse: “eu vou amar esta mulher!”. Então é o seguinte: desista! Vá para a sua casa e ame a sua mulher! Porque é isso que você prometeu, meu caro. É o seu voto! Não tem volta para um voto! Veja o que diz as Escrituras: “Quando a Deus fizeres algum voto, não tardes em cumpri-lo; porque não se agrada de tolos; o que votares, paga-o. Melhor é que não votes do que votares e não cumprires.” (Eclesiastes 5.4,5).

Estou te dizendo que você tem inúmeras opções da sua cabeça e uma exclusiva opção que na verdade nem opção o é, pois diz as Escrituras também: “Vós, maridos, amai vossas mulheres, como também Cristo amou a igreja, e a si mesmo se entregou por ela,” (Efésios 5.25). Você tem o dever de amar a sua mulher. Repito: você tem o dever de amar a sua mulher. Uma vez mais: VOCÊ TEM O DEVER DE AMAR A SUA MULHER!

E talvez diga: “você não entende. Eu já não sinto nada por ela!”. Eu entendo, sim. E te digo: você diz ter um bom caráter, certo? Pessoas com um bom caráter amam as pessoas e não as usam. E a sua mulher é uma pessoa e não coisa, definitivamente. Então você deve amar a sua mulher.

Você vai responder, talvez: “mas isso é ridículo! Não se ama sem sentir, e eu já não sinto mais o mesmo desejo de antes.” Eu tenho uma resposta para este pensamento: Muitas vezes você não tem vontade de trabalhar, não se “sente bem”, mas vai. Sabe por quê? Porque você não vive sem dinheiro, porque o dinheiro importa para você e porque sem dinheiro o Estado acaba contigo.

Então você vai. Deixa eu te dizer uma coisa: vá para a sua casa e ame a sua mulher, pois se não fizer isso, não terás o caráter bom que diz ter; logo, não poderá viver a liberdade de uma vida vivida com integridade e ainda serás infeliz todos os dias da sua vida, mesmo sendo rodeado de amigos, mulheres, bens e lazer, fora o dinheiro. Pois tem coisas na vida que não se compram e ninguém pode dar a não ser a sua família. Quando você diz que não sente o suficiente para amar a sua mulher, está na verdade dizendo que o dinheiro, o prazer, o lazer e as pseudo-amizades são mais importantes do que a sua mulher, mas eu e você sabemos que isso é mentira. E homens de bom caráter odeiam a mentira.

Por fim, o meu recado para ti é: amar a esposa é um mandamento e não uma opção. É um ato da vontade, uma escolha. Tem que ser homem para desejar muitas mulheres, mas tem de ser muito mais homem para amar uma mesma mulher, para sempre. Que Deus te abençoe nesta linda missão, a sua missão, que também é a minha.com informações do Gospel Prime.

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La Iglesia Episcopal “bendice” las bodas gay

 

La Iglesia Episcopal “bendice” las bodas gay

Se trata de una liturgia que podrá aplicarse a parejas homosexuales incluso en Estados en el que el matrimonio gay no sea legal.

11 DE JULIO DE 2012, ESTADOS UNIDOS

La Iglesia Episcopal de EEUU ha dado otro paso más hacia la plena aceptación de las bodas homosexuales en su seno. Esta rama del anglicanismo en Estados Unidos aprobó en su última convención un “ritual de bendición” para celebrar las uniones de parejas del mismo sexo, aunque sin darles la consideración de matrimonios.
Reunido en Indianápolis en la Convencion trienal, el liderazgo de la Iglesia Episcopal aprobó además la ordenación de personas transexuales como pastores.
Hace tres años que la Iglesia Espiscopal norteamericana atravesó una crisis (que terminó en una escisión ) a causa de las controversias en torno a los diferentes enfoques sobre la ordenación de obispos homosexuales y la aceptación de parejas del mismo sexo en la congregación.
SIN IMPORTAR EL LUGAR
Según explica el New York Times, esto significa que  los pastores episcopalianos tienen la aprobación de sus obispos para otorgar la bendición de la iglesia sobre las parejas homosexuales, sin importar si viven en un Estado donde el matrimonio homosexual sea o no legal.
La Cámara de Obispos aprobó la medida provisionalmente el lunes con 111 votos a favor, 41 en contra y tres abstenciones. La última palabra la tenía la Cámara de Representantes que, tras una hora de debate, falló a favor.
La Iglesia Episcopal tiene aproximadamente 1,95 millones de miembros en los Estados Unidos, y se convertirá en la mayor denominación en Estados Unidos en tomar medidas a favor de aprobar en lo ético y lo religioso las relaciones del mismo sexo.
Este servicio no se considera una ceremonia de matrimonio, explicó la representante ante los medios, Nancy Davidge,  al canal de televisión.  “Hemos autorizado una bendición, y una bendición es diferente a un matrimonio”, señaló Davidge, que explicó que “una bendición es una respuesta teológica a una relación monógama, comprometida”.
Aunque la única diferencia para la Iglesia episcopaliana es que el matrimonio requiere -además de la bendición- la participación adicional de las autoridades civiles. De momento, de los 50 Estados sólo Connecticut, Iowa, Massachusetts, Nuevo Hampshire, Nueva York, Vermont y el Distrito de Columbia permiten las bodas homosexuales legalmente.
En la Convención General de hace tres años, se les concedió permiso provisional a los pastores episcopales para bendecir a las parejas homosexuales si sus obispos se lo permitían- No obstante, muchos han estado esperando hasta que se aprobara una liturgia específica para generalizar esta práctica.
VALORACIÓN DE LAS RELACIONES ENTRE PROTESTANTES
Hoy en día, uno de los aspectos que son "la punta del iceberg" para definir el posicionamiento respecto a qué papel se da a la Biblia como referencia es si se da o no aprobación a las relaciones homosexuales como correctas y éticas en el seno del cristianismo.
Esta decisión de la Iglesia episcopal de EEUU aumentará sin duda la alta tensión existente en el seno de la Comunión anglicana, a la que pertenece.
Pero también supone -si es que no existía ya- la ruptura total con la mayoría de las iglesias evangélicas o protestantes, que entienden que esta postura implica una negación de aspectos básicos de la fe y la conducta.

Fuentes: Efe

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