Categorias
Cultos

As Pedras Guias da Georgia – Dez Mandamentos para a Nova Ordem Mundial

As Pedras Guia da Geórgia (Georgia Guidestones) é um monumento em granito localizado num cume no condado de Elbert, estado norte-americano da Geórgia. O monumento fica a 72 quilômetros de Atlanta, no estado da Geórgia, e são visíveis da Rodovia 77 (Highway 77). O granito da região é um dos melhores de todo o mundo, clima moderado e a posição geográfica (ponto mais elevado do condado) foram essenciais para a sua construção.

As Pedras Guia da Geórgia, também conhecidas como Stonehenge Americano, medem 19 pés e 3 polegadas (5,88 metros), utilizam 951 pés cúbicos (26,93 m3) de granito e todas as seis pedras juntas pesam mais de 119 toneladas.

Nas pedras estão gravadas dez frases em oito idiomas: árabe, chinês, espanhol, hebraico, híndi, inglês, russo e suhaíli. No topo estão gravadas pequenas mensagens em línguas antigas: babilônio, grego clássico, sânscrito e em hieróglifos egípcios.

As PEDRAS GUIA da GEORGIA ver mais em: http://en.wikipedia.org/wiki/Georgia_Guidestones 

Entre os idiomas escolhidos para as mensagens foram ignoradas línguas faladas por bilhões de pessoas como alemão, francês, grego, japonês, italiano e português. A escolha dos idiomas mostra a preocupação em balancear regiões e religiões para o entendimento das mensagens. Por isso, estão incluídos o hebraico, com apenas 11 milhões de falantes, e o suhaíli, principal idioma banto com 50 milhões de falantes na África oriental, mas que não chega nem perto do total de falantes do português — sexta língua mais falada no mundo (280 milhões de falantes) — excluído das inscrições possivelmente pela proximidade lingüística ao idioma espanhol, uma das oito escolhidas.

As dez frases escritas em cada um das oito línguas modernas são:

  1. – Manter a humanidade abaixo de 500 milhões de habitantes em um balanço constante com a natureza.
  2. – Controlar a reprodução de maneira sábia — aperfeiçoando as condições físicas e a diversidade.
  3. – Unir a humanidade com um novo (e único) idioma vigente.
  4. – Controlar a paixão / fé / tradição — e todas as coisas com razão moderada.
  5. – Proteger povos e nações com leis e cortes justas.
  6. – Permitir que todas as nações regulem-se internamente, resolvendo disputas externas em uma corte mundial.
  7. – Evitar leis insignificantes e governantes desnecessários.
  8. – Balancear direitos pessoais com deveres sociais.
  9. – Valorizar a verdade / beleza / amor — procurando a harmonia com o infinito.
  10. – Não ser um câncer na terra — Deixar espaço para a natureza.

A história sobre a construção do local começou em junho de 1979, quando um bem-vestido e articulado senhor chamado Sr. Christian (Cristão) procurou pelos escritórios da empresa Elberton Granite Finishing o custo de se construir um grande monumento. A empresa Elberton foi contrata para realizar a obra por essa pessoa misteriosa, sob o pseudônimo de R. C. Christian. Especula-se que as iniciais R e C significam a ordem Rosa-Cruz, fraternidade que teria suas origens no personagem mítico do século XIV Christian Rosenkreutz, chamado também de Irmão/


O Sr. Christian/Cristão disse que representava um pequeno grupo de americanos leais que vivem fora da Geórgia e que desejavam permanecer no anonimato para sempre. Ele contou aos construtores que os patrocinadores tinham planejado o monumento por anos e que os dez pontos das Pedras Guia eram um apelo a todos os povos para preservar a humanidade e o planeta. O local escolhido deveria ser remoto e longe dos turistas das cidades locais. Além da fartura de excelente granito (um dos materiais mais usados para lápides), clima e localização, o Sr. Christian disse que a escolha era também pessoal. Sua bisavó tinha nascido na Geórgia.

As Pedras Guia da Geórgia foram inauguradas em 22 de março de 1980 (dia do Equinócio de Primavera no Hemisfério Norte, um dia sagrado em ocultismo e para as sociedades secretas como a SKULL and BONES), com a presença de 100 pessoas. A identificação da propriedade do terreno onde se encontram os monumentos de pedra é obscura. No registro de imóveis do condado de Elbert indica que o próprio condado teria comprado o terreno de cerca de 2 hectares onde está localizado o monumento em 1º de outubro de 1979 por US$ 5 mil.

Nos últimos anos rituais de diversos tipos de diversos grupos foram feitos no local, incluindo casamentos e reuniões de nativos, cristãos, pagãos, entre outros. Pessoas chegam ao monumento para meditar, visitar, fazer turismo, tentar decifrá-lo e até depreciá-lo. Em 2008, as pedras foram pichadas com a frase “Morte a Nova Ordem Mundial”, “A elite quer matar 80% da humanidade”, “Não ao Governo Mundial” e “Jesus prevalecerá”.

A data de inauguração lembra o mesmo número contido no símbolo da Sociedade SKULL AND BONES.  Lembrar que a data nos EUA o mês vem primeiro, depois vem o dia: 3/22 é 22 de março !

As quatro pedras exteriores são orientadas pela migração anual do Sol pelos Equinócios e Solstícios. Na coluna do centro há um furo onde a estrela POLARIS pode sempre ser vista, se as condições de tempo permitirem. A estrela POLARIS é a estrela mais brilhante (alpha) da Constelação da Ursa Menor e popularmente conhecida como Estrela Polar — chamada assim por estar muito próxima ao Pólo Celeste Norte. A estrela foi escolhida para simbolizar constância e a orientação com as forças da natureza. Há também nas pedras da Geórgia um entalhe que faz uma janela que se alinha com os solstícios e equinócios (eventos que marcam os inícios das estações). Esta janela faz com que o sol brilhe para indicar o meio-dia em uma linha curvada.

Além das inscrições das dez frases existe uma tábua de instruções cravada no chão próxima ao monumento. A tábua identifica a estrutura, características astronômicas, patrocinadores (identificados na tábua apenas como “Um pequeno grupo de americanos que procuram a idade da razão”) e as línguas usadas nas Pedras Guia da Geórgia. O mais intrigante são os dados de uma cápsula de tempo enterrada sob a tábua com espaço para preenchimento de quando a data foi/será enterrada e quando deve ser reaberta. A cápsula foi ou será enterrada conforme a instrução da tábua “a seis pés abaixo deste ponto”. Cápsula do tempo é um recipiente completamente fechado para guardar mensagens e objetos para ser encontrados por gerações futuras.

Estrela POLARIS, na Constelação da URSA MENOR, a estrela que marca O NORTE FIXO NOS CÉUS.

 Os críticos do monumento afirmam que as Pedras são “Os Dez mandamentos do Anticristo”. Segundo eles, as pedras foram construídas por sociedades secretas satânicas com o objetivo de implementar a Nova Ordem Mundial. O ativista político John Conner conclamou a destruição das Pedras da Geórgia, e que o entulho deveria ser usado em outras obras. Já entre os que defendem as Pedras Guia da Geórgia está a viúva do ex-Beatle John Lennon. Yoko Ono disse que as mensagens inscritas são “Um importante chamado ao pensamento racional” (de novo somente a RAZÃO ?).


O primeiro “mandamento” é o que mais chama a atenção dos críticos. Vários defensores de um Governo Mundial defendem a redução da população mundial e o controle da natalidade. Os mesmos grupos são acusados de fomentar a histeria do Aquecimento Global para incluir mais e mais taxas para concluir seu objetivo de acabar com a soberania dos países. Este “mandamento” além de “pedir” uma redução dos atuais 6,7 bilhões de seres humanos para apenas 500 milhões, pede que isto seja feito em harmonia com a natureza. Algumas perguntas ficam no ar? Quem serão os escolhidos para ficar no grupo dos 500.000.000? Como a população será reduzida para ficar em “harmonia” com a natureza? As mesmas pessoas e grupos que pedem um governo mundial não são as mesmas pessoas que pedem investimentos e novos impostos para combater o Aquecimento Global?

Os outros “mandamentos” não são menos aterrorizantes. O segundo pede o controle da reprodução, com a intromissão do governo mundial na esfera mais íntima e pessoal — a concepção. Controlar a reprodução de maneira sábia significa uso da inteligência de políticas de restrição ao número de filhos, incentivo ao aborto, esterilização em massa, além do claro pedido de reintrodução da eugenia (aperfeiçoando as condições físicas); o terceiro urge a criação de um novo idioma, que poderá ser seguido por apenas uma religião, uma moda, um povo. Não é de se espantar que o novo prédio que está sendo construído no lugar das Torres Gêmeas do World Trade Center fossem renomeados de Freedom Tower (Torre da Liberdade).

A inscrição acima na pedra diz que o autor é R.C. Christian, que é um pseudônimo. R.C. Christian poderia ser uma referência à Ordem Rosa Cruz, (ou a sociedades secretas) que existe desde o século XIV a.C. A (re)fundação desta ordem na Europa é atribuída à Christian Rosenkreutz – sendo a tradução para o português Christian Rosa Cruz.

O quarto mandamento pede o domínio da razão sob todas as formas abstratas. O controle da fé, tradição, paixão foi testado em regimes autoritários, onde o Governo controlará tudo e a todos, inclusive garantirá que os seus sentimentos sejam supervisionados em nome do bem comum. O quinto e o sexto mandamento pedem a proteção de povos e nações em cortes mundiais, com direito a autonomias insignificantes. Para os críticos das pedras os exemplos destas “proteções” e “liberdades” já ocorrem nos países que foram invadidos para a própria proteção e novos povos que precisam, sem querer, de uma corte mundial para o seu próprio bem.

Aparentemente a burocracia é o que deve ser combatida no sétimo mandamento. Entretanto, esta pode significar a solicitação de um Governo Mundial para combater os gastos desnecessários de leis, governos, e, conseqüentemente, emissão de monóxido de carbono! O oitavo mandato é bastante claro. Todos os governos autoritários se definiram como agentes do bem-estar social. O balanceamento entre os direitos pessoais e deveres sociais indicam que há uma desproporção e, logicamente, a balança penderá para o seu dever com a sociedade. Não espere que eles admitam que você paga impostos em excesso e que seus direitos pessoais serão aumentados. O aumento dos deveres sociais significarão trabalhos forçados, campos de concentração e aumentos de taxas para tornar a sociedade mais “justa”.

A harmonia com o infinito que fala o nono parágrafo está relacionada com o seu dever com a natureza. Mesmo que os maiores expoentes da luta pela natureza gastem em média 20 vezes mais de energia elétrica em suas mansões é o cidadão comum que terá de economizar luz, água e será sobretaxado para ajudar a combater as mudanças climáticas. Deve-se valorizar a verdade, mas qual verdade? Deve-se valorizar a beleza? Mas qual beleza eles se referem? A beleza dos padrões da eugenia que levou a morte milhões de pessoas indefesas?

O último mandamento faz um elo com o primeiro. A idéia é que nós seres humanos somos o câncer do planeta e que devemos ser reduzidos em quantidade para que a “natureza” tome conta. O ser humano visto como um mal a ser aniquilado é transmitida diariamente para conquistar corações e mentes. O propósito é que aceitemos que devemos ser eliminados para que uma pequena elite controle todo o planeta numa ditadura global que trará escravidão para quem sobreviver em nome da harmonia com o planeta. Não é o fato de negar a necessidade de preservar o planeta, mas combater os falsos ambientalistas. Estes são pessoas e grupos que utilizam algo que ninguém deseja e pode perder, nosso planeta, para chantagear a sociedade com taxas para realizar uma ditadura global, na qual os verdadeiros defensores do meio-ambiente se arrependerão por ter ajudado aqueles que, na verdade, utilizam essa bandeira para fins egoístas.


Para chegar ao ponto de equilíbrio com o planeta planejado por esses grupos é necessário que a população se reduza dos atuais 7 bilhões para apenas 500 milhões. Isto significa que eu, você, seus amigos, parentes e conhecidos teremos poucas chances de entrar no seleto grupo da harmonia, que se fosse realmente bom não seria gravado com pedras de fazer túmulos e, muito menos, pediria o abatimento de mais de 6.000.000.000 de seres humanos. Todos os pontos das pedras guias não foram feitos para você. São instruções de como o governo mundial vai controlar todos os detalhes de sua vida, restringindo ao máximo a sua privacidade através de autoridades inacessíveis e sem lugar para fugir. Lembre-se: de boas intenções o inferno está cheio.

Você deve estar se perguntando por que nunca tinha ouvido falar de um monumento como esse construído na maior economia do mundo. Uma obra que conclama a redução drástica da população, clama por uma nova religião, um governo mundial baseado na histeria ambientalista e no abusivo jogo de palavras que sugere harmonia, mas oferece escravidão. Em toda a história humana os tiranos chegaram ao poder prometendo um futuro melhor que jamais chegou, em troca pedem mais sacrifício e menos liberdade em nome da harmonia e das futuras gerações.

Se você nunca ouviu falar nas Pedras Guia da Geórgia é porque a grande mídia tem distrações elaboradas a desviar a sua atenção como um novo reality show ou as declarações da sensação do último campeonato de qualquer esporte.

Quando você ouvir a frase “Desenvolvimento Sustentável” você deverá substituir o termo “socialismo” para compreender o que se destina. Qual é o verdadeiro significado da Stonehenge norte americana, e porque a sua mensagem é importante? Porque confirma o fato de que existe um grupo interessado em:

(1) Reduzir significativamente a população do mundo.
(2) Promover o ambientalismo exacerbado.
(3) Formar um governo mundial.
(4) A promoção de uma nova religiosidade.


Certamente, o grupo que encomendou as Pedras Guia da Geórgia (Georgia Guidestones) atua para criar uma nova ordem mundial, um novo sistema econômico mundial, e um novo mundo religioso. Por trás desses grupos, no entanto, estão obscuras forças materiais. Sem a compreensão da natureza dessas forças obscuras é impossível compreender o desenrolar dos acontecimentos mundiais. O fato de a maioria dos americanos nunca sequer ter ouvido falar das Pedras da Geórgia (Georgia Guidestones) e da sua mensagem para a humanidade reflete o grau de controle que existe hoje sobre o que (inconsciência) pensa o povo americano.

Tradução, edição e imagens[email protected]

Do site https://thoth3126.com.br

Categorias
Estudos

As Religiões Unidas para uma Nova Ordem Global

Autor: Carl Teichrib

Forcing Change, Volume 8, Edição 10.

“A vindoura civilização mundial terá uma única e totalmente abrangente religião, da mesma forma como necessitará de um governo mundial federal e de uma economia mundial integrada.” — W. Warren Wagar, The City of Man. [1].

Há muito tempo que a ideia de colocar juntas as religiões do mundo na causa da paz mundial é um sonho dos visionários globais. Meses atrás, o sonho avançou em diversas frentes, incluindo um gigantesco evento interfé realizado na Coreia do Sul, que apresentou um Acordo de Unidade de Religião: “Todas as religiões precisarão se unir, como uma só, sob Deus”. Parece que estamos testemunhando aquilo que o pensador católico Hans Kung certa vez descreveu como “a terceira dimensão ecumênica”.

Há muito tempo que as visões de unidade religiosa global passam pela cabeça dos pensadores, junto com a crença que a cooperação interfé fará nascer uma nova ordem de unidade e paz, o “Céu na Terra”. Considere algumas citações do Primeiro Parlamento das Religiões do Mundo, que se reuniu em Chicago, em 1893 (fotografia abaixo):

“Neste dia, o sol de uma nova era de paz e progresso religioso nasce sobre o mundo, dissipando as nuvens escuras da luta sectária.”

“Neste dia, uma nova flor floresce nos jardins do pensamento religioso…”

“Neste dia, uma nova fraternidade nasce no mundo do progresso humano, para ajudar na construção do reino de Deus no coração dos homens.”

“A nova era, a flor e a fraternidade trazem um nome. É um nome que alegrará os corações daqueles que adoram a Deus e que amam o homem, independente de sua origem. Aqueles que ouvirem esta música alegremente a ecooarão de volta para o sol e para a flor.”

ESTA É A IRMANDADE DAS RELIGIÕES.” [2; maiúsculas no original].

“A religião do futuro será universal em todos os sentidos. Ela incorporará todos os pensamentos, aspirações, virtudes e emoções de toda a humanidade; ela unirá todas as terras, povos, tribos e línguas em uma irmandade universal de amor e serviço; ela estabelecerá uma ordem celestial na Terra.” [3].

“… a religião universal até aqui ainda não evoluiu na emanação dos sóis. Ela é uma bênção ainda por vir.” [4].

“Caráter e conduta, não um credo, serão os pontos-chaves do Evangelho na Igreja da Humanidade Universal.”

“Mas, e o pecado? O pecado, como uma imputação teológica, possivelmente, desaparecerá do vocabulário desta grande comunhão dos justos… O alvo que está diante de nós é o Paraíso. O Éden aparecerá.” [5].

Ideais elevados e apelos para a unidade — uma nova religião — dominaram o evento em Chicago. Na verdade, um conferencista descreveu a “nova religião” em formação como Idealismo: “Os confessores dela são chamados de idealistas… O objetivo principal é o idealismo… a perfeição em tudo para o ideal da humanidade…” [6]. E um tipo de idealismo religioso universal entrou no quadro, pois esse evento é considerado o ponto de partida para o moderno movimento interfé.

Mas, o Parlamento de 1893 não foi o único fator histórico na busca pelo idealismo interfé. Lojas maçônicas e sociedades esotéricas já tinham iniciado o universalismo religioso dentro do ambiente cultural daquele tempo. A Maçonaria, com suas lojas em praticamente todas as grandes e pequenas cidades, tinha incorporado as ideias de universalismo dentro da consciência de seus membros. Considere duas citações pré-1893:

“A Maçonaria requer somente uma crença no Grande Arquiteto do Universo… o cristão, o judeu, o muçulmano e o hindu, poderão se unir em torno do nosso altar comum, e a Maçonaria se torna, na prática e na teoria, universal. A verdade é que a Maçonaria indubitavelmente é uma instituição religiosa — sendo sua religião a do tipo universal na qual todos os homens concordam…” — Albert Mackey. [7].

“A Maçonaria, em torno de cujos altares o cristão, o hebreu, o muçulmano, o hindu, os seguidores de Confúcio e de Zoroastro podem se reunir como irmãos e se unirem em oração ao Deus que está acima de todos os Baalins…” — Albert Pike. [8].

A Teosofia, um sistema ocultista / esotérico de filosofia e religião que deu origem a outras sociedades e subgrupos, promovia sem acanhamentos o universalismo. Embora seja verdade que o indivíduo mediano na rua nunca teve contato com os teosofistas, é também verdade que o movimento atraiu homens e mulheres de considerável influência social e conquistou o interesse de muitos intelectuais. Na verdade, durante o Parlamento das Religiões do Mundo, de 1893, a Sociedade Teosófica recebeu espaço para realizar um Congresso dentro das atividades maiores do Parlamento. O primeiro Congresso Teosófico foi realizado em uma sala com capacidade para 250 pessoas sentadas, que rapidamente ficou lotada. Em seguida, eles receberam um espaço para 1.000 pessoas, mas que também se mostrou inadequado. Os organizadores do Parlamente então alocaram um salão muito maior, que ficou apertado com 3.000 participantes e interessados.

O propósito da Teosofia foi explicado em 1889 como a reconciliação de todas as religiões, seitas e nações, “sob um sistema comum de ética, baseado em valores eternos”. [9]. Como tal, a Teosofia tem, ao longo das décadas, desde o Parlamento das Religiões, em Chicago, de 1893, feito muito para avançar os ideais da unidade religiosa global. Alice Bailey (fotografia à direita), uma renomada pensadora da Sociedade Teosófica, expressou isto como a evolução para uma “nova religião mundial que enfatizará a unidade, mas sem cobrar a uniformidade.” [10].

Testemunhando a Unidade para a Ordem Mundial

Ao longo dos anos, tive a oportunidade de compararecer como observador a alguns eventos interfé pequenos, porém significativos, e também a alguns grandes. Um dos menores e mais íntimos eventos em que estive presente ocorreu em 13 de novembro de 1999, na Igreja Metodista Unida Foundry, em Washington DC. O programa do dia tinha como título “A Busca da Paz e Justiça Mundiais: O Que as Religiões do Mundo Podem Fazer?”

A resposta à pergunta foi dada no próprio evento: Entrar em parceria com a Associação Federalista Mundial (WFA), o maior grupo de lóbi pró-governo mundial nos EUA e com a recém-formada Iniciativa das Religiões Unidas — uma organização que tenta criar um organismo inter-religioso permanente e global conhecido como Religiões Unidas. Portanto, naquele dia, um pequeno grupo de representantes religiosos, oficiais da Associação Federalista Mundial, e o vice-presidente da Iniciativa das Religiões Unidas enfatizaram a necessidade de governança global, o desejo por um organismo espiritual no estilo das Nações Unidas e a necessidade de harmonia religiosa para garantir a ordem política mundial. O rascunho de uma declaração, distribuído para os participantes dizia o seguinte:

“Nós, participantes na conferência de hoje, afirmamos as iniciativas nos terrenos político e religioso… Propomos um círculo mais amplo de diálogo e de esforços, envolvendo as religiões mundiais que trabalham juntas construtivamente com ideais e tendências pró-governança mundial, para que a unidade da humanidade possa ser trazida a um novo nível de realidade mundial no milênio por vir.”

Cerca de seis meses depois, em 25-30 de junho de 2000, o Encontro de Cúpula Global Iniciativa das Religiões Unidas ocorreu em Pittsburgh, na Pensilvânia. Ao contrário da conferência de um dia da Associação dos Federalistas Mundiais / Iniciativa das Religiões Unidas, em Washington DC, a Cimeira Global foi um evento robusto, com aproximadamente 300 representantes de 39 religiões e tradições espirituais, federalistas mundiais e muitos ativistas globais participantes. Foi um evento suntuoso no campus da Universidade Carnegie-Mellon, completo com apresentações culturais e rituais, uma elegante recepção na Catedral do Aprendizado e uma ricamente adornada celebração da Carta de Constituição da Iniciativa das Religiões Unidas, na Sala de Música Carnegie. A mídia local esteve presente, o suporte de muitas organizações foi apresentado e uma ligação telefônica pública com felicitações foi transmitida a partir das Nações Unidas.

Entretanto, o planejado organismo global das “Religiões Unidas” não se materializou. Em vez disso, a Iniciativa das Religiões Unidas mudou para se transformar em um movimento de raiz popular e um grupo interfé de defesa de direitos. Dez anos mais tarde, em 2010, recebi a credencial de observador para a Cimeira das Religiões Mundiais do G8/G20. Ao contrário da experiência da Iniciativa das Religiões Unidas, esse encontro não teve o objetivo de formular uma nova instituição espiritual no estilo da ONU. Em vez disso, ele exemplificou uma abordagem dirigida pelo consenso para pressionar os governos nacionais a adotarem a governança global. Cada organismo religioso representado permaneceu autônomo, porém cada um se comprometeu a promover e cobrar os objetivos e métodos combinados como um coletivo espiritual. De uma forma nâo incidental, os membros de liderança do Movimento Federalista Mundial eram os atores-chaves na organização e promoção deste evento (leia o artigo “Definindo a Agenda Internacional — Compreendendo o Quadro Grande: O Movimento Federalista Mundial”.

As três conferências acima fornecem um instantâneo, uma rápida visão geral do aspecto do “suporte interfé” para a ordem global.

Interfé 2014

A razão para o histórico acima, incluindo minha interação pessoal com o movimento interfé, é simplesmente a seguinte: Tanto a história documentada e minhas observações pessoais demonstram que o movimento interfé — com sua esperança pela ordem mundial — está firmado na sociedade ocidental. A pressão dele tem sido sentida, em diferentes disfarces e por meio de vários métodos, há muitas décadas.

Entretanto, algo mais precisa ser lembrado. Nem sempre os eventos com objetivos espetaculares, grandes audiências, grandes orçamentos e cobertura da mídia produzem o fruto originalmente esperado. A experiência da Iniciativa das Religiões Unidas é um exemplo, como também o Parlamento das Religiões, de 1893, com seus ideais da “Paternidade de Deus e Irmandade dos Homens”.

Apesar disso, a pressão se acumulou e continua a crescer à medida que os visionários internacionais procuram modelar o “Céu na Terra”. Além disso, frequentemente esse ideal pega carona nas grandemente divulgadas instabilidades e agitações sociais, “crises globais”, ameaça de destruição do planeta e conflitos regionais.

Com isto em mente, é digno de nota que acontecimentos e eventos inter-religiosos ocorreram no terceiro trimestre deste ano. Aqui estão alguns exemplos, pequenos e grandes, que ocorreram nos últimos meses:

Encontro de Cúpula de Paz da Aliança Mundial das Religiões (WARP Summit).
Onde: Seul, Coreia do Sul.
Quando: 17-19 de setembro.

Patrocinado pela Cultura Celestial, Paz Mundial, Restauração da Luz — um controverso movimento religioso de origem coreana fundado por Lee Man-hee — o Encontro de Cúpula da Paz da Aliança Mundial das Religiões foi um evento impressionante. A colorida e complexa cerimônia de abertura teve lugar no estádio Olímpico de Seul e, segundo noticiado na imprensa, mais de 200.000 pessoas participaram. Todos contados, mais de 700 líderes religiosos e mais de 50 chefes de Estado atuais e passados, além de altas autoridades governamentais participaram da cimeira. O resultado: uma declaração formal que reconhece a unidade de Deus, o estabelecimento da “unidade da religião” e um chamado para a “lei internacional” unir a humanidade.

Encontro de Cúpula Interfé Sobre Mudança Climática (ISCC).
Onde: Nova York, NY.
Quando: 21-22 de setembro.

Em setembro passado, a cidade de Nova York foi o epicento da política climática global. Encontros de alto nível ocorreram dentro e em torno do Encontro de Cúpula do Clima da ONU, concentrações e marchas ocorreram nas ruas e grupos de interesse especiais exigiram “justiça social”, “ecojustiça” e governança global. As religiões também estiveram envolvidas. O Encontro de Cúpula Sobre a Mudança Climática foi organizado pelo Conselho Mundial de Igejas e pela Religiões pela Paz, uma organização multifé que coordena a ação global para a paz mundial. O ponto do Encontro de Cúpula Interfé foi declarado na página da Cúpula na Internet: “Todos os participantes serão solicitados a se comprometerem em serem defensores da justiça climática e da proteção da Terra, tanto no nível global quanto no nacional.” Em outras palavras, as religiões mundiais se comprometem a atuar como ativistas políticos.

Conferência Fé e Ecologia.
Onde: Jerusalém, Israel.
Quando: 22 de outubro.

Este evento foi patrocinado pela Iniciativa Fé & Ciência do Planeta Unido, um projeto cujos 12 “líderes fundadores” incluem Desmond Tutu e o Dr. Rajendra Pachauri, presidente do Painel Intergovernamental Sobre Mudança Climática, da ONU. Por um dia, cerca de cem pessoas — líderes religiosos representando o Cristianismo, Judaísmo e o Islão, junto com cientistas e estudantes — se reuniram para apoiarem uns aos outros e se unirem “em torno de uma visão compartilhada da sustentabilidade ecológica”.

Outros acontecimentos interfé recentes incluem três anúncios significativos:

Primeiro: Em 9 de setembro, foi anunciado que o próximo encontro do Parlamento das Religiões do Mundo ocorrerá em Salt Lake City, Utah, EUA, em 15-19 de outuburo de 2015. Como explicado pelo presidente do Parlamento, o imã Abdul Malik Mujahid, “os EUA foram o lar de origem do movimento interfé e chegou a hora de o Parlamento retornar para casa.”

Segundo: Em 23 de outubro, Jerry White, um assessor e suplente do Secretário de Estado junto ao Gabinete de Conflitos e Operações de Estabilização, um setor do Departamento de Estado dos EUA, foi à Rádio Vaticano e propôs um Convênio Global das Religiões Mundiais.

Terceiro: Em fim de outubro, foi anunciado que Astana, no Casaquistão, sediará o Quinto Congresso de Líderes do Mundo e Religiões Tradicionais, em junho de 2015. Este evento será a continuação do Congresso de Líderes iniciado pelo presidente do Casaquistão, Nursultan Nazarbayev, em 2003. Como um reforço para o Congresso, a UNESCO proclamou o período de tempo entre 2013 e 2022 como a Década Internacional para a Reaproximação das Culturas, uma iniciativa promovida pelo governo do Casaquistão.

Desde os sonhos do “Céu na Terra”, de 1893, até a política interfé atual para a ordem global, a visão das “religiões em acordo para uma meta comum” tem sido implementada de forma lenta, porém segura. E essa visão ainda está em desenvolvimento.

Em 1982, Hans Kung, o famoso padre católico e acadêmico, que mais tarde rascunhou o documento interfé intitulado Towards a Global Ethic (A Busca por uma Ética Global), escreveu as seguintes palavras reveladoras: “Após o ecumenismo intraprotestante e intracristão, chegamos agora irrevogavelmente à terceira dimensão ecumênica, o ecumenismo das religiões do mundo! [11].

Notas Finais

1. W. Waren Wagar, The City of Man (Houghton Mifflin Company, 1963), pág. 167.

2. Discurso de Charles Carroll Bonney, “Words of Welcome”, The Dawn of Religious Pluralism: Voices from the World’s Parliament of Religions, 1893 (“Palavras de Boas-Vindas: A Aurora do Pluralismo Religioso: Vozes do Parlamento das Religiões do Mundo”) (Open Court, 1993), págs. 21-22.

3. Discurso de Merwin-Marie Snell, “Future of Religion”, The Dawn of Religious Pluralism: Voices from the World’s Parliament of Religions (“O Futuro da Religião: A Aurora do Pluralismo Religioso: Vozes do Parlamento das Religiões do Mundo”), 1893 (Open Court, 1993), pág. 174.

4. Emil Gustav Hirsch, “Elements of Universal Religion”, The Dawn of Religious Pluralism: Voices from the World’s Parliament of Religions, 1893 (Elementos da Religião Universal: A Aurora do Pluralismo Religioso: Vozes do Parlamento das Religiões do Mundo, 1893), (Open Court, 1993), pág. 221.

5. Idem, pág. 224.

6. Adolph Brodbeck, “Idealism the New Religion”, The Dawn of Religious Pluralism: Voices from the World’s Parliament of Religions, 1893 (“Idealismo, a Nova Religião”, A Aurora do Pluralismo Religioso: Vozes do Parlamento das Religiões do Mundo, 1893 (Open Court, 1993), pág. 348.

7. Albert Mackey, A Text Book of Masonic Jurisprudence (Redding & Company, 1859), pág. 95.

8. Albert Pike, Morals and Dogma of the Ancient and Accepted Scottish Rite of Freemasonry (Conselho Supremo da Jurisdição Sulista, Rito Escocês Antigo e Aceito, EUA, 1871 — reimpresso em 1944), pág. 226.

9. H. P. Blavatsky, The Key to Theosophy (Theosophical University Press, 1889 — reimpresso em 1995), pág. 2.

10. Alice A. Bailey, Esoteric Psychology, Volume 1 (Lucis Publishing Company, 1936 — reimpresso em 1979), pág. 362.

11. Hans Kung, Prefácio do livro, The Meaning of Other Faiths, de Willard G. Oxtoby (The Westminster Press, 1983), pág. 10. O prefácio foi originalmente escrito em outubro de 1982.


Clima, Fé e Esperança

As Tradições de Fé Juntas para um Futuro Comum

Nota: Esta é a Declaração do Encontro de Cúpula Interfé Sobre Mudança Climática de 2014.

Como representantes de diferentes fés e tradições religiosas, expressamos conjuntamente uma profunda preocupação pelas consequências da mudança climática sobre a Terra e sobre seus habitantes, que, como nossas fés revelam, foram colocados sob nosso cuidado. A mudança climática é de fato uma ameaça à vida, um dom precioso que recebemos e do qual precisamos cuidar.

Reconhecemos as enormes evidências científicas que a mudança climática é induzida pelo próprio homem e que, sem ações globais e inclusivas para a redução e sem tratar plenamente as causas fundamentais, os impactos continuarão a crescer em intensidade e frequência. Ao mesmo tempo, estamos prontos para dialogar com aqueles que permanecem céticos.

Em nossas comunidades e graças à mídia, vemos as manifestações da mudança climática por toda a parte. Nossos irmãos e irmãs em todo o mundo nos contam a respeito dos efeitos sobre as pessoas e a natureza. Reconhecemos que esses efeitos atingem de forma desproporcional as vidas, os meios de subsistência e os direitos das populações mais pobres e marginalizadas, que são as mais vulneráveis, incluindo os povos indígenas. Quando aqueles que menos fizeram para provocar a mudança climática são os mais afetados por ela, isto se torna uma questão de injustiça. Soluções equitativas são urgentemente necessárias.

Reconhecemos que a mudança climática é hoje um grande obstáculo para a erradicação da pobreza. Os eventos climáticos severos agravam o problema da fome, causam insegurança econômica, forçam as migrações populacionais e impedem o desenvolvimento sustentável. A crise climática é uma questão de sobrevivência da humanidade no planeta Terra e as ações a serem tomadas precisam refletir esses fatos com urgência.

Portanto, como líderes religiosos, nós nos comprometemos com a promoção da redução aos riscos de desastres, adaptação, desenvolvimento com baixo carbono, educação sobre mudança climática, limitação dos nossos próprios padrões de consumo e redução no uso que fazemos dos combustíveis fósseis. Com base nas crenças espirituais e em nossa esperança para o futuro, nós nos comprometemos a estimular as consciências e incentivar nossos pares e comunidades a considerarem essas medidas com urgência.

Compartilhamos a convicção que as ameaças da mudança climática não podem ser limitadas de forma eficaz por um único país, mas somente pela cooperação da comunidade de nações, com base nos princípios da confiança mútua, da justiça e equidade, precaução, justiça com as próximas gerações, responsabilidades e capacidades comuns, porém diferenciadas. Exortamos os ricos a apoiarem os pobres e os vulneráveis de forma significativa, especialmente nos países menos desenvolvidos, nas nações em ilhas pequenas e no Sub-Saara Africano. O suporte significativo inclui recursos financeiros generosos, formação e capacitação, transferência de tecnologia e outras formas de cooperação.

Incentivamos os chefes e ministros de Estado que estão participando do Encontro de Cúpula do Clima a anunciarem a adesão ao Fundo Climático Verde, incluindo compromissos em aumentá-lo daqui para frente, estabelecerem novas parcerias para a resiliência climática e o desenvolvimento de baixo carbono e assegurarem o acesso às energias renováveis para todos os povos.

Como pessoas de fé, pedimos que todos os governos expressem seu compromisso em limitar o aquecimento global bem abaixo de 2 graus Celsius. Enfatizamos que todos os países compartilham a responsabilidade de formular e implementar as Estratégias de Desenvolvimento de Baixo Carbono, que levarão às descarbonização e ao fim do uso de combustíveis fósseis por volta de meados deste século.

Consequentemente, encorajamos os líderes políticos e econômicos mundiais a exercerem sua liderança durante o Encontro de Cúpula do Clima, anunciando ações conjuntas, como cortes importantes na emissão de curto prazo, o fim das políticas de subsídios aos combustíveis fósseis, tetos para o consumo de carvão, fim do investimento em carvão, proteção às florestas, maior eficiência de energia na construção e transporte e outras etapas concretas. Propomos também que todos os governos identifiquem as necessidades de adaptação de médio e longo prazo e desenvolvam estratégias para tratá-las com base em abordagens participativas orientadas para cada país e sensíveis às questões de gênero, para melhor gerenciar as perdas residuais e os danos causados pelos impactos climáticos adversos.

Finalmente, pedimos que todos os Estados trabalhem construtivamente para um acordo climático global de longo alcance, a ser assinado em Paris, em 2015, trabalhando com transparência, adequação e com prestação de contas. O novo acordo precisará ser:

  • Ambicioso o suficiente para evitar que a temperatura suba bem abaixo de 2 graus Celsius.

  • Justo o suficiente para distribuir a carga de forma equitativa.

  • Juridicamente vinculante o suficiente para garantir que as políticas climáticas nacionais eficazes, para limitar as emissões, sejam bem financiadas e plenamente implementadas.

Como representantes religiosos e cidadãos em nossos países, nós aqui nos comprometemos a tratar a ameaça da mudança climática. Continuaremos a contar com a sua liderança e encorajamos e esperamos que os senhores tomem as decisões corretas. Quando decisões difíceis precisam ser tomadas para a sustentabilidade do planeta Terra e de seus habitantes, estamos prontos para ficar ao seu lado. Oramos por vocês e por toda a humanidade ao cuidarem do planeta Terra.

   Nova York, 21 de setembro de 2014.

Fonte: Forcing Change, Volume 8, Edição 10.
   A Espada do Espírito: http://www.espada.eti.br/fc-10-2014.asp
Categorias
Estudos

O Papa Francisco é o Primeiro Papa Jesuíta na História — As Implicações São Enormes!

 

 


 

 

Luzes vermelhas de alerta devem ter acendido em sua mente, pois os jesuítas são dissimulados e agem nas mais altas esferas políticas nacionais e internacionais para provocar guerras, revoluções, massacres e subversões. O propósito expresso da Companhia de Jesus, desde sua fundação por Inácio de Loyola, é a anular a Reforma Protestante, erradicar os “heréticos” e recuperar o poder temporal do papa, levando assim o mundo outra vez para dentro do sistema feudal. O superior-geral da Companhia é comumente conhecido como “papa negro”, de forma que pela primeira vez, existem agora dois papas jesuítas. [29 KB]

Neste artigo, examinaremos a verdade sobre a Ordem dos Jesuítas. Os detratores dizem que essa ordem é militante e que é sedenta por sangue. Os defensores dizem que os jesuítas são muito malcompreendidos e são simplesmente uma ordem humilde que procura educar a juventude católica. Felizmente, existem evidências suficientes para provar que os detratores não somente estão certos, mas que todas as questões que envolvem a Sociedade de Jesus são muito mais fortes, muito mais preocupantes e muito mais um exercício em feitiçaria do que se pode acreditar.

Como a Bíblia nos instrui para verificar a verdade de algum fato grave?

“Por boca de duas testemunhas, ou três testemunhas, será morto o que houver de morrer; por boca de uma só testemunha não morrerá.” [Deuteronômio 17:6].

“Uma só testemunha contra alguém não se levantará por qualquer iniquidade, ou por qualquer pecado, seja qual for o pecado que cometeu; pela boca de duas testemunhas, ou pela boca de três testemunhas, se estabelecerá o fato.” [Deuteronômio 19:15].

Portanto, um promotor precisa ter três testemunhas para estabelecer a verdade no caso da aplicação da pena de morte. Em outras palavras, as acusações mais graves requerem três testemunhas, no mínimo, para estabelecer a verdade jurídica. Temos três testemunhos que testificam a respeito da natureza central da Ordem dos Jesuítas? Sim, temos!

Testemunho 1:

Existem segredos que os jesuítas não querem que os cristãos conheçam! Eles não querem que você saiba do vínculo que havia entre Hitler e Himmler com o Vaticano, desde o início até o fim da Segunda Guerra Mundial. O Vaticano não quer que ninguém saiba que suas altas autoridades estabeleceram rotas de fuga para os oficiais nazistas que tentavam sair da Europa para escapar dos tribunais de crimes de guerra. Essas rotas de fuga ficaram conhecidas como Linhas das Ratazanas do Vaticano, pois permitiram que “ratazanas nazistas” escapassem dos julgamentos. Cardeais, bispos e sacerdotes usaram a grande quantidade de templos católicos para esconder os nazistas fugitivos.

Na Europa, uma voz se levantou no mundo secular que documentou historicamente as mesmas informações relatadas por ex-sacerdotes. O autor Edmond Paris expôs o envolvimento do Vaticano na política internacional, em intrigas para fomentar guerras ao longo da história. Ele revela que o papa Pio XII ficou conhecido como “o papa de Hitler’ porque favoreceu o Fuehrer nazista durante toda a guerra! Após a guerra, alguns jornais italianos questionaram se Pio XII deveria ser julgado como um criminoso de guerra.

Quando Adolf Hitler estabeleceu seu grupo satânico de soldados “super-homens” chamado SS, ele modelou a organização com base na Ordem dos Jesuítas!

Em seu livro A História Secreta dos Jesuítas, Edmond Paris revela que a Ordem tentou ao longo da história derrubar os governos e monarquias que se recusaram a obedecer rigidamente ao Vaticano, tornando os jesuítas a primeira organização subversiva verdadeiramente organizada e bem-financiada.

Você sabia que a Ordem dos Mestres dos Illuminati — formada pelo ex-padre jesuíta Adam Weishaupt em 1 de maio de 1776 — foi modelada com base na Sociedade de Jesus (também conhecida como Companhia de Jesus)? — Leia o artigo N1007, intitulado “Tese x Antítese = Síntese”.

Assim, dois dos maiores exemplos de feitiçaria de Magia Negra na história, foram ambos formados com base no mesmo fundamento que os jesuítas! Pode haver maior prova de satanismo inerente na Ordem dos Jesuítas?

O quão poderosa é a prática da feitiçaria jesuíta?

“Por meio da prática sistemática de meditação, rezas, contemplação, visualização e iluminação, Loyola entrava em transe, atingia um êxtase, e era visto levitando do chão, como também muitos outros jesuítas, totalmente sob o poder satânico.” [História Secreta dos Jesuítas, Edmond Paris; disponível on-line em http://www.cpr.org.br/hsj-01.htm].

“O erudito católico Dr. Malachi Martin, um ex-jesuíta e professor na Universidade de Georgetown, que também foi confidente de indivíduos que possuíam informações privilegiadas dentro do Vaticano, declarou enfaticamante em uma recente entrevista na cidade de Nova York: ‘Sim, é verdade. Lúcifer está entronizado na Igreja Católica.'” (Flashpoint, Texe Marrs, julho de 1997).

Testemunhos de Heróis da Guerra Revolucionária:

Testemunho 2:

“Minha história sobre os jesuítas não foi escrita de forma suficientemente eloquente… Se existiu alguma vez um grupo de homens que mereceria a condenação eterna na terra e no inferno, esse grupo é a Sociedade de Loyola.” — John Adams, presidente dos EUA.

Testemunho 3:

“É minha opinião que se as liberdades deste país — os Estados Unidos da América — forem destruídas, será pela sutileza dos padres jesuítas da Igreja Católica” — Marquês de LaFayette, herói da Guerra da Independência Americana.

Testemunho 4 — Doc Marquis, Ex-Líder de Conciliábulo de Magia Negra:

“Eu, Feiticeiro” — A Organização da Nova Ordem Mundial.

Doc Marquis, em seu livro, Secrets of the Illuminati, desenhou este Grande Selo da Nova Ordem Mundial para mostrar as várias influências e organizações que estão ativamente envolvidas no ímpeto para a N. O. M. Esse selo não é oficial; é simplesmente uma ilustração criada por Doc Marquis para representar a natureza ocultista do novo sistema.

A palavra “I” (“Eu”) retrata o homem extremamente autocentrado, que se autoproclama sábio e reto e que está trabalhando poderosamente para Satanás para alcançar esse novo sistema.

“Witch” (“Feiticeiro”) é extremamente importante, pois a N. O. M. somente será alcançada com base na feitiçaria, praticada de muitas formas diferentes e por milhões de pessoas durante os dois últimos séculos. A feitiçaria não é nada mais e nada menos que adoração a Satanás.

A partir das letras “I T C” da palavra “Witch” saem linhas vermelhas, retratando o sangue humano que já fluiu e que está planejado para fluir, para que o sistema possa ser estabelecido. Observe o sangue em torno das palavras “The Illuminati”. Todo o sangue é derramado sobre o altar satânico e escorre passando entre os dois selos, indo depois para o mundo. Os cristãos não devem estar surpresos, pois existem muitas profecias bíblicas que falam de uma grande perseguição e matança durante o tempo da Grande Tribulação.

O círculo exterior traz os nomes das organizações que estão trabalhando poderosa e cooperativamente para a N. O. M. Entre as cinco mostradas está a Igreja Católica Romana! O segundo círculo é formado pelas atividades humanas que mais influenciam a sociedade no ímpeto para o novo sistema. Duas dessas organizações e/ou forças são:

Os Illuminati — sociedade secreta modelada com base na Ordem dos Jesuítas.

O Papa Negro — Em 1541, o papa Paulo III criou a sociedade secreta satânica conhecida como Companhia de Jesus. O objetivo dos jesuítas era reverter a Reforma, erradicar os heréticos e criar em geral um estado constante de guerra contra todos os inimigos da igreja. Os jesuítas estão sob o controle total e absoluto de um superior-geral, que é conhecido como Papa Negro. Esse papa negro é um adepto na artes tenebrosas do satanismo. Embora os jesuítas se obriguem a obedecer tanto ao papa branco quanto ao papa negro, acredita-se que o papa negro é quem possui realmente o poder absoluto dentro do Vaticano, desde o início dos anos 1700s. O papa negro tem consistentemente movido a Igreja Católica Romana mais profundamente para a prática da feitiçaria. Esse objetivo de oficialmente tomar o controle da Igreja Católica para Satanás chegou a um estágio avançado, em que o papa agora usa publicamente um crucifixo não-tradicional, chamado de Cruz Vergada. Essa cruz vergada foi criada por satanistas na Idade Média como um símbolo para o Anticristo. Esta é uma daquelas ocorrências “nunca antes” na história mundial que sugere o início da Tribulação e, especificamente, que o papa católico romano será o Falso Profeta.

Talvez o testemunho mais condenador sobre a natureza genuína dos jesuítas venha de sua própria boca, nas palavras proferidas no Juramento de Investidura. Como era de se esperar, os apologetas católicos tentam desacreditar a validade desse juramento, pois ele contém maldições abomináveis. Incluímos aqui somente uma transcrição parcial, mas incentivamos você a ler o tratamento completo dado pelo pastor Ian Paisley a ele (veja o texto em http://www.tabernaculonet.com.br/luz.php?facho=t00312).

Testemunho 5 — O Juramento Extremo de Investidura dos Jesuítas:

* “Vá, portanto ao mundo inteiro e tome possessão de toda terra em nome do papa. Aquele que não aceitar o papa como vicário de Jesus e seu vice-regente sobre a Terra, que seja amaldiçoado e exterminado!”

Se esta frase apenas não é suficiente para convencê-lo da malignidade da Ordem dos Jesuítas, considere estes outros excertos pertinentes do juramento:

* “INRI — IUSTUM NECAR REGES IMPII. Isto significa: “É justo exterminar os reis, governos e governantes ímpios.” Qualquer rei, presidente ou governo que não estiver em submissão ao papa é considerado ímpio.

* (O superior fala ao iniciado jesuíta:) “Meu filho, até o presente momento nós o ensinamos a dominar a arte da dissimulação: a um ser um católico romano entre os católicos romanos e mesmo a ser um espião no meio dos seus próprios irmãos; a não crer e nem confiar em homem algum; entre os reformados, a ser um reformado; entre os huguenotes, a ser um huguenote; perante os calvinistas, ser um calvinista; perante os outros protestantes, a ser em geral outro protestante; a obter a confiança deles e até mesmo a se esforçar para pregar nos seus púlpitos… Nós o ensinamos a plantar as sementes insidiosas da inveja e do ódio entre as comunidades, províncias e Estados que estiverem em paz, a incitá-los a cometerem atos sangrentos, a provocá-los à guerra uns contra os outros, e a realizar revoluções e guerras civis em países que forem independentes e prósperos…”

* “… porque ninguém pode comandar aqui sem ter consagrado suas obras com o sangue dos heréticos; ‘porque sem derramamento de sangue ninguém pode ser salvo’…”

O superior jesuíta está dizendo ao neófito que ele somente pode ter esperança de subir na hierarquia da Ordem depois que derramar o sangue de um herege. Eu fico me perguntando quantos assassinatos não resolvidos em nossa sociedade são resultantes dessa ordem insidiosa de matar os hereges.

* “Eu, _________, na presença agora do Deus Todo-Poderoso, da bem-aventurada Virgem Maria, do bem-aventurado São João Batista, dos santos apóstolos São Pedro e São Paulo e de todos os santos e das hostes sagradas nos céus, assim como em sua presença, meu Pai Espiritual, superior-geral da Sociedade de Jesus, fundada por Santo Ignácio de Loyola, sob o pontificado de Paulo III, e que subsiste até este dia, pelo ventre da Virgem, Mãe de Deus, e pelo cajado de Jesus Cristo, declaro que Sua Santidade o papa é o vice-regente de Cristo, e o único verdadeiro chefe da Igreja Católica e Universal em toda a Terra; e que pela virtude das chaves que lhe permitem ligar e desligar, dadas à Sua Santidade por meu Salvador, Jesus Cristo, ele possui o poder de destronar reis, príncipes, chefes de Estado e governos heréticos, para que eles sejam completamente destruídos.”

Esta parte do juramento é a razão por que a Ordem dos Jesuítas age constantemente como um elemento traidor em qualquer nação cuja liderança não se ajoelhe e beije o anel do papa. Hoje, ouvimos as advertências que terroristas estão tentando se infiltrar e nos destruir a partir de dentro, mas a Ordem dos Jesuítas, desde 1540 até o presente, está audaciosamente se infiltrando e aguardando o momento quando possa atacar para derrubar o governo “herético”, retornando-o ao firme controle de Roma.

* “Denuncio e renuncio agora a toda fidelidade a todo rei, príncipe ou Estado herético, quer seja ele protestante ou liberal; recuso toda obediência às suas leis, magistrados ou autoridades…”

Aqui, o verdadeiro traidor é revelado e, é claro, a gênesis do ódio vem do coração jesuíta. Veja mais um pouco:

* “Declaro ainda e prometo que quando a oportunidade se apresentar, farei guerra incessante, secreta ou aberta, contra todos os heréticos, protestantes, maçons, como me ordenarem, para os extirpar da face da terra; que não levarei em conta nem a idade, nem o sexo, nem a condição social, e que aceito enforcar, queimar, destruir, escaldar, esfolar, estrangular e enterrar vivos esses infames heréticos; que rasgarei suas entranhas e o ventre de suas mulheres; que esmagarei a cabeça de suas crianças contra as paredes, a fim de aniquilar esta raça repugnante; que, se eu não puder fazer abertamente, utilizarei em segredo a taça envenenada, o cordão de estrangular, o punhal de aço, ou a bala de chumbo, qualquer que seja o grau, cargo, dignidade ou autoridade das pessoas, da sua condição de vida pública ou privada, e como me poderão pedir a qualquer momento os agentes do papa, ou o Superior da Fraternidade do Santo Padre da Sociedade de Jesus.

Os jesuítas são o maior exemplo de uma sociedade secreta de assassinos. Agora, o juramento usa as palavras típicas de uma sociedade secreta:

* “Por esta confirmação, consagro agora minha vida, minha alma e toda minha força física a esta causa e com este punhal que recebo agora, assino com meu nome e com meu próprio sangue como testemunha de meu envolvimento; se em seguida eu me tornar um mentiroso, ou mostrar tibieza na minha determinação, que meus irmãos e companheiros de armas da milícia do papa me cortem as mãos e os pés, me furem a garganta de uma orelha a outra, me rasguem meu ventre e derramem sobr ele enxofre ardente, com todos os castigos que puderem me infligir sobre a terra, e que minha alma seja perpetuamente torturada pelos demônios no inferno eterno.

* “Como testemunho, pego este santíssimo sacramento da Eucaristia, e confirmo meu testemunho pelo meu nome escrito com a ponta deste punhal, mergulhado no meu próprio sangue selando-o na presença deste santo sacramento.”

* “Vá, portanto ao mundo inteiro e tome possessão de toda terra em nome do papa. Aquele que não aceitar o papa como vigário de Jesus e seu vice-regente sobre a Terra, que seja amaldiçoado e exterminado!”.

Assim, a partir do depoimento de cinco testemunhas, a verdade é estabelecida. Os jesuítas fazem um juramento de pilhar e matar qualquer pessoa ou grupo de pessoas consideradas heréticas pelo seu deus-sol no Vaticano.

Algumas autoridades nos últimos 500 anos consideraram os jesuítas o tipo mais maligno e perigoso de pessoas na face da Terra. Sob o disfarce de servirem a Jesus, eles cometeram crimes inomináveis no esforço de retornar um governo ou uma instituição ao controle do papa. Um dos atos mais malignos de todos os tempos foi a Inquisição, em que milhões de “heréticos” morreram ou foram torturados.

A Ordem dos Jesuítas exerceu um papel de liderança na Inquisição? Na ilustração de Doc Marquis, mostrada acima, o papa negro, o superior-geral da Ordem dos Jesuítas, é a força oculta que está por trás do papa público que chefia a Igreja Católica a partir do Vaticano. Assim, por definição, a Inquisição foi dirigida pelo papa negro!

Por que deveríamos nos surpreender com esta revelação, se o propósito da Inquisição e da Ordem dos Jesuítas é idêntico, isto é, erradicar e matar os “hereges”? A Inquisição foi uma das maiores desgraças na história da humanidade. Em nome de Jesus Cristo, foi feito um enorme esforço de matar todos os “hereges” na Europa. O termo “herege” era definido de qualquer forma que Roma quisesse; os “hereges” podiam ser simplesmente pessoas que discordavam da política oficial, ou filósofos herméticos (praticantes de Magia Negra), judeus, feiticeiros ou reformadores protestantes.

Matar seus inimigos é claramente um fruto espiritual podre. Durante o início de Seu ministério, Jesus foi abordado por dois de seus discípulos, que estavam aborrecidos porque algumas cidades tinham se recusado a recebê-los; eles então perguntaram ao Senhor:

“E os seus discípulos, Tiago e João, vendo isto, disseram: Senhor, queres que digamos que desça fogo do céu e os consuma, como Elias também fez?” [Lucas 9:54].

Jesus ficou horrorizado e respondeu:

“Voltando-se, porém, repreendeu-os, e disse: Vós não sabeis de que espírito sois. Porque o Filho do homem não veio para destruir as almas dos homens, mas para salvá-las. E foram para outra aldeia.” [Lucas 9:55-56]

Vamos repetir a frase pertinente: “Porque o Filho do homem não veio para destruir as almas dos homens, mas para salvá-las.”.

Em parte alguma nas Escrituras Sagradas Jesus matou alguém que discordasse de Sua mensagem e também nunca instruiu Seus discípulos a fazerem isso. Da mesma forma, os apóstolos também não deram esse tipo de instrução para a igreja primitiva no Novo Testamento.

Em outra passagem, Jesus revela o espírito de mansidão que Ele trouxe ao mundo:

“Tomai sobre vós o meu jugo, e aprendei de mim, que sou manso e humilde de coração; e encontrareis descanso para as vossas almas. Porque o meu jugo é suave e o meu fardo é leve.” [Mateus 11:29-30].

Nosso precioso Salvador nunca ordenou que alguém fosse morto por alguma razão, especialmente por causa da dureza de seu coração contra a mensagem cristã, nem por discordar Dele em assuntos espirituais. Mas — e este é um grande “mas” — os pagãos regularmente agem para matar seus oponentes, geralmente com grande satisfação e dureza de coração. Nessas matanças, o assassinato não é suficiente e os pagãos gostam de infligir o máximo de dor em suas vítimas, antes de matá-las. Os praticantes de Magia Branca e Magia Negra acreditam que a dor infligida antes da morte transfere grande poder ocultista para eles, de modo que tentam retardar a morte da pessoa pelo tempo que for possível, infligindo a maior intensidade de dor possível antes de matar. Os verdugos experientes da Inquisição levavam a vítima até o ponto da morte muitas vezes, interrompiam a tortura para que a vítima se recuperasse e depois reiniciavam os procedimentos.

Portanto, a monstruosidade da Inquisição está diante da humanidade como a evidência final do satanismo inerente da Igreja Católica Romana. Aqueles que tiverem a coragem de examinar esse fruto podre verão essa verdade. Além disso, não pense que Roma mudou, pois a Bíblia diz que um leopardo não pode mudar suas manchas [Jeremias 13:23] e Roma sempre diz que nunca muda. Uma prova concreta desse fato é que o papa Paulo VI (1963-1978) restaurou o Ofício da Inquisição, renomeado hoje como Congregação para a Doutrina da Fé [fonte: Lives of the Popes, Richard P. McBrien, HarperSanFrancisco, 1997, págs. 282, 354].

O Primeiro Papa Jesuíta

Pela primeira vez na história da Igreja Católica Romana, o papa público é um jesuíta. Se esse papa for o último e se for cumprir o Plano dos Illuminati de se tornar o líder religioso máximo da Religião da Nova Ordem Mundial, isso faz dele a segunda besta (o Falso Profeta) de Apocalipse 13:11-18. Profeticamente, o Falso Profeta se apresentará ao mundo como um cristão e será aceito como tal, porém em seu coração rugirá como um dragão (ele terá uma forma de possessão demoníaca similar à da Primeira Besta, o Anticristo). O Falso Profeta será o líder que forçará todos os povos do mundo a aceitarem a “Marca da Besta” como um símbolo de lealdade e devoção ao Anticristo.

O Falso Profeta precisará ser brutal o suficiente para liderar a decapitação global de qualquer um que se recusar a aceitar a Marca da Besta. Ser um jesuíta do mais alto nível parece ser um requisito lógico. Além disso, que organização está melhor equipada e experimentada na matança em massa dos “hereges” que a Igreja Católica? De 1550-1850, a máquina da Inquisição foi dirigida contra os novos “hereges” na cena mundial, os protestantes liderados por Martinho Lutero. A Inquisição final, que será liderada pelo Falso Profeta de Apocalipse 13:11-18, terá abrangência mundial e será muito mais sanguinária do que a original; no mais, a mecânica organizacional de matar os milhões que se recusarem a adorar ao Anticristo / Falso Profeta será a mesma que existia em 1550.

Uma última consideração. Segundo a profecia católica de São Malaquias, o papa final será o de número 112 na lista e esse papa deverá assumir o nome de “Pedro Romano”. Mas, o cardeal Bergoglio adotou o nome “Francisco”. É inteiramente possível que, quando o papa Francisco assumir o ofício de líder da religião da Nova Ordem Mundial, ele mude seu nome novamente, e escolha então “Pedro Romano”. Teremos apenas de esperar para ver.

Os eventos estão caminhando rapidamente para o fim dos tempos. Com informações do site “A Espada do Espírito.