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Padre ouve mensagem evangelística, decide abandonar sacerdócio e é batizado em igreja pentecostal; Assista

Profile photo of Tiago ChagasPublicado por Tiago Chagas em 7 de abril de 2015
Padre ouve mensagem evangelística, decide abandonar sacerdócio e é batizado em igreja pentecostal; AssistaUm padre resolveu deixar seu sacerdócio após 23 anos e ser batizado em uma igreja evangélica depois que ouviu uma pregação evangelística em praça pública.Barbarian Gonzalez disse que recebeu uma revelação divina quando ouviu a abordagem que os evangelistas faziam a respeito da mensagem do Evangelho, e decidiu abandonar seu ministério na Igreja Católica.

Ele havia sido ordenado ao sacerdócio em 1991, e durante todo o tempo serviu de acordo com a doutrina e liturgia católica. Gonzalez destacou que, como todas as crianças católicas, foi batizado na infância e que, ao refletir sobre o que a Bíblia diz sobre o batismo, chegou à conclusão de que a tradição católica está equivocada.

A Palavra de Deus afirma que aquele que crê, se arrepende de seus pecados, confessa Jesus como Salvador e desce as águas, recebe a Salvação. Esse ponto levou o padre a se questionar sobre como uma criança pode crer e se arrepender de seus pecados. Atemorizado, Gonzalez optou por se batizar conforme a tradição protestante.

Segundo informações do site Biblia Todo, o padre pediu perdão pelos seus pecados: “Eu peço perdão e agradeço a estes irmãos da igreja pentecostal por falar da Palavra do nosso Senhor Jesus Cristo. Muitos me chamaram de louco, minha mãe ficou surpresa com esta decisão que eu tomei, mas eu entendi que deveria ser salvo e não poderia ir mais longe no caminho da escuridão, mas agora estou no caminho da Luz e eu sou um novo homem”.

Usando a passagem bíblica de João 14:6, Gonzalez afirmou que o único caminho existente para a Salvação é Jesus, e que a idolatria é um pecado terrível que deve ser denunciado.

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O DEBATIDO BATISMO INFANTIL

Foto - Batismo infantil

 

Metodistas e Presbiterianos promovem ato e polêmica ressurge

Por: Redação Creio

Na última semana após a divulgação da entrevista em que a atriz Luana Piovanni se declara evangélica, outra informação chamou atenção em suas declarações. Piovanni disse que batizaria seu filho em uma Igreja Evangélica. Logo, pelo twitter, vários pastores rebateram a postagem dizendo que as Igrejas Evangélicas não batizam crianças. No entanto algumas como Presbiterianas e Metodistas utilizam deste ato em suas liturgias.

Em um texto postado em um blog metodista argumenta que a denominação batiza crianças pois “ pensa que qualquer criança, antes da idade da razão, é salva, mas, porque tem consciência de que o batismo infantil é uma consagração da criança a Deus e significa a entrada da criança como participante da comunidade de fé, que é a Igreja, tal qual era a circuncisão para as crianças de Israel.”

O reverendo Augusto Nicodemos defendeu em artigo seu posicionamento à favor do batismo de crianças. “Alguns me perguntam por que apresentei meus quatro filhos para serem batizados, quando cada um ainda não tinha mais que dois meses. Minha resposta é que acredito estar seguindo a tradição bíblica, que remonta ao tempo do Antigo Testamento, e que não foi abolida no Novo, de incluir os filhos dos fiéis na aliança de Deus com o seu povo. Batizei meus filhos crendo que, através desse rito iniciatório, eles passaram a fazer parte da Igreja visível de Cristo aqui na terra. Minha crença se baseia no fato de que, quando Deus fez um pacto com Abraão, incluiu seus filhos na aliança, e determinou que fossem todos circuncidados (Gn. 17.1-14). A circuncisão, na verdade, era o selo da fé que Abraão tinha (ver Rm 4-3,11 com Gn 15.6), mas, mesmo assim, Deus determinou-lhe que circuncidasse Ismael e, mais tarde, Isaque, antes de completar duas semanas (Gn. 21.4). Abraão creu e o sinal da sua fé foi aplicado a Isaque, mesmo quando este ainda não podia crer como seu pai. Mais tarde, quando Moisés aspergiu com o sangue da aliança as tábuas da Lei dada por Deus, aspergiu também todo o povo presente no monte Sinai, incluindo obviamente as mães e seus filhos de colo (Hb 9.19-20)”.

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Evangélicos ‘independentes’ crescem mais de cinco vezes em uma década

Pentecostais crescem em ritmo mais lento e tradicionais ficam estagnados

29 de junho de 2012 | 10h 00

Luciana Nunes Leal e Clarissa Thomé, do Rio

Veja também:
link ESPECIAL: A fé do brasileiro

Evangélicos 'independentes' incluem os que circulam entre várias denominações - Reprodução

Reprodução

Evangélicos ‘independentes’ incluem os que circulam entre várias denominações

A queda dos católicos está diretamente ligada ao aumento de 44% da proporção de evangélicos. Eram 15,4% da população brasileira em 2000 e passaram para 22,2% em 2010. Na década anterior, entre 1991 e 2000, o crescimento dos evangélicos foi muito maior, de 70%.
Embora os dados mostrem o aumento da população evangélica, os três grandes segmentos da religião tiveram comportamento completamente diferentes.
Os evangélicos tradicionais, ou de missão, ficaram estagnados em proporção. Tiveram um pequeno aumento em números absolutos, passando de 6,9 milhões para 7,6 milhões, mas proporcionalmente houve ligeiro recuo. Os evangélicos tradicionais eram 4,1% da população em 2000 e em 2010 passaram a 4%. Esses evangélicos são das igrejas históricas como Adventista, Luterana, Batista e Presbiteriana.
Comportamento oposto tiveram os evangélicos desvinculados de igrejas. Segundo técnicos do IBGE, nesta categoria se enquadram tanto os que circulam entre várias denominações quanto os que se consideram evangélicos mas não frequentam igrejas. Esse grupo cresceu mais de cinco vezes em uma década: os evangélicos "independentes" eram menos de 1,7 milhão em 2000 e passaram para 9,2 milhões em 2010. Em proporção, pularam de apenas 1% para população brasileira para 4,8%.
Já os evangélicos pentecostais – da Assembleia de Deus e de igrejas como Universal do Reino de Deus, Maranata, Nova Vida, Evangelho Quadrangular, entre outras – continuaram a crescer, mas o ritmo diminuiu na última década. Em números absolutos, os evangélicos pentecostais mais de dobraram na década de 1990 (aumento de 119%). Entre 2000 e 2010, eles cresceram 44%. Pouco mais de 25 milhões de brasileiros são evangélicos pentecostais.

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