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O DEBATIDO BATISMO INFANTIL

Foto - Batismo infantil

 

Metodistas e Presbiterianos promovem ato e polêmica ressurge

Por: Redação Creio

Na última semana após a divulgação da entrevista em que a atriz Luana Piovanni se declara evangélica, outra informação chamou atenção em suas declarações. Piovanni disse que batizaria seu filho em uma Igreja Evangélica. Logo, pelo twitter, vários pastores rebateram a postagem dizendo que as Igrejas Evangélicas não batizam crianças. No entanto algumas como Presbiterianas e Metodistas utilizam deste ato em suas liturgias.

Em um texto postado em um blog metodista argumenta que a denominação batiza crianças pois “ pensa que qualquer criança, antes da idade da razão, é salva, mas, porque tem consciência de que o batismo infantil é uma consagração da criança a Deus e significa a entrada da criança como participante da comunidade de fé, que é a Igreja, tal qual era a circuncisão para as crianças de Israel.”

O reverendo Augusto Nicodemos defendeu em artigo seu posicionamento à favor do batismo de crianças. “Alguns me perguntam por que apresentei meus quatro filhos para serem batizados, quando cada um ainda não tinha mais que dois meses. Minha resposta é que acredito estar seguindo a tradição bíblica, que remonta ao tempo do Antigo Testamento, e que não foi abolida no Novo, de incluir os filhos dos fiéis na aliança de Deus com o seu povo. Batizei meus filhos crendo que, através desse rito iniciatório, eles passaram a fazer parte da Igreja visível de Cristo aqui na terra. Minha crença se baseia no fato de que, quando Deus fez um pacto com Abraão, incluiu seus filhos na aliança, e determinou que fossem todos circuncidados (Gn. 17.1-14). A circuncisão, na verdade, era o selo da fé que Abraão tinha (ver Rm 4-3,11 com Gn 15.6), mas, mesmo assim, Deus determinou-lhe que circuncidasse Ismael e, mais tarde, Isaque, antes de completar duas semanas (Gn. 21.4). Abraão creu e o sinal da sua fé foi aplicado a Isaque, mesmo quando este ainda não podia crer como seu pai. Mais tarde, quando Moisés aspergiu com o sangue da aliança as tábuas da Lei dada por Deus, aspergiu também todo o povo presente no monte Sinai, incluindo obviamente as mães e seus filhos de colo (Hb 9.19-20)”.

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Evangélicos ‘independentes’ crescem mais de cinco vezes em uma década

Pentecostais crescem em ritmo mais lento e tradicionais ficam estagnados

29 de junho de 2012 | 10h 00

Luciana Nunes Leal e Clarissa Thomé, do Rio

Veja também:
link ESPECIAL: A fé do brasileiro

Evangélicos 'independentes' incluem os que circulam entre várias denominações - Reprodução

Reprodução

Evangélicos ‘independentes’ incluem os que circulam entre várias denominações

A queda dos católicos está diretamente ligada ao aumento de 44% da proporção de evangélicos. Eram 15,4% da população brasileira em 2000 e passaram para 22,2% em 2010. Na década anterior, entre 1991 e 2000, o crescimento dos evangélicos foi muito maior, de 70%.
Embora os dados mostrem o aumento da população evangélica, os três grandes segmentos da religião tiveram comportamento completamente diferentes.
Os evangélicos tradicionais, ou de missão, ficaram estagnados em proporção. Tiveram um pequeno aumento em números absolutos, passando de 6,9 milhões para 7,6 milhões, mas proporcionalmente houve ligeiro recuo. Os evangélicos tradicionais eram 4,1% da população em 2000 e em 2010 passaram a 4%. Esses evangélicos são das igrejas históricas como Adventista, Luterana, Batista e Presbiteriana.
Comportamento oposto tiveram os evangélicos desvinculados de igrejas. Segundo técnicos do IBGE, nesta categoria se enquadram tanto os que circulam entre várias denominações quanto os que se consideram evangélicos mas não frequentam igrejas. Esse grupo cresceu mais de cinco vezes em uma década: os evangélicos "independentes" eram menos de 1,7 milhão em 2000 e passaram para 9,2 milhões em 2010. Em proporção, pularam de apenas 1% para população brasileira para 4,8%.
Já os evangélicos pentecostais – da Assembleia de Deus e de igrejas como Universal do Reino de Deus, Maranata, Nova Vida, Evangelho Quadrangular, entre outras – continuaram a crescer, mas o ritmo diminuiu na última década. Em números absolutos, os evangélicos pentecostais mais de dobraram na década de 1990 (aumento de 119%). Entre 2000 e 2010, eles cresceram 44%. Pouco mais de 25 milhões de brasileiros são evangélicos pentecostais.

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Será que vale a pena assistir a programação Gospel na TV?

 

 

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A simplicidade teológica do século XXI

Na minha modesta opinião, surge um novo fenômeno, o neo-cristianismo. Esses grupos que eram chamados de neo-pentecostais, não se encaixam, de forma alguma em qualquer padrão de cristianismo que eu tenha conhecimento. Logo, precisam de uma nova nomenclatura.

Conversando com 2 irmãos da minha igreja, ouvi deles a seguinte expressão “não vejo Cristo nem salvação nesses programas de TV”. Não que não haja, há. Mas de forma muito diferente da que é pregada em igrejas históricas com teologias formuladas na época da reforma. Também são diferentes de católicos (romanos, ortodoxos, gregos, russos, cipriotas, etc), seitas apocalípticas… São únicos!

Isso levou-me a gastar algumas horas ouvindo mensagens, e muito rapidamente consegui formular uma teologia sistemática desse novo cristianismo. Esse compendio cabe em uma folha de papel é simples para qualquer pessoa entender, vamos a ele:

Cristo: O mediador da benção.

Benção: todo e qualquer bem material ou físico que você deseje.

Sofrimento: afastamento da benção

Pecado: algo ruim, que te separa da benção.

Oferta: meio para convencer Deus a te abençoar. Também pode ser o caminho entre você e benção.

Pastor: aquele que diz o que você deve fazer para alcançar a benção.

Bíblia: manual (não autoexplicativo) sobre o modo de conseguir a benção. Também pode ser um punhado de versículos com temas como vitória, benção e jubilo. Observação: não se pode ler mais que um parágrafo de cada vez.

Diabo: aquele que quer te separar da benção.

Demônios: enviados pelo diabo para te impedir de contribuir com a igreja e impedir seu sucesso.

Inferno: de onde vem o diabo e seus demônios e para onde irão todos aqueles que não conseguem a benção.

Igreja: (1) desde que seja a certa, o lugar onde você leva a oferta, recebe a benção e volta pra contar depois. (2) propriedade do seu líder.

Cristãos: (1) Os que recebem a benção. (2) Os que ainda vão receber a benção.

Fonte: Crentassos

Se você é ou não cristão, deve saber que isso está bem longe de ser o Evangelho de Cristo. Na televisão e em muitas igrejas, se tem pregado um evangelho triunfalista, um evangelho da prosperidade que é sinônimo apenas de arrecadação, levando muitas pessoas para o abismo.