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Billy Graham o maior pregador cristão da atualidade

Billy Graham o evangelista do Amor de Deus

 

 Billy Graham
Combati o bom combate, acabei a carreira, guardei a fé.” 2 Timóteo 4:7

Billy Graham foi a maior referência cristã dos últimos tempos um líder bem-sucedido. Por onde passava levava uma Palavra de Fé, Inspiração e Salvadora levava multidões por onde passava. Tive a honra de vê-lo pregando no Brasil, na década de 60, sua imagem permanece até hoje em minha mente.

Billy Graham era imutável, perante a família, os amigos, de reis, príncipes, presidentes e inclusive o Papa. A todos pregava, como evangelista que era, pregava o Evangelho de Jesus Cristo, pessoalmente, em estádios sempre lotados, pelo rádio e pela televisão, filmes e toda sorte de comunicações. Multidões se convertiam por onde passava. Sempre a mesma pregação: “Jesus Cristo morreu pelos nossos pecados”. o Evangelho puro e simples.

Ele sabia que tudo deveria ser feito com amor e por amor. Seu maior investimento era pregar a Palavra de Deus.  Levar o amor de Deus às nações era seu objetivo e como Paulo pode também dizer que combateu o bom combate e terminou a sua carreira nesta terra com a mesma fé inabalável que sempre teve.

Billy Graham o exemplo que todo cristão deve imitar

 


Mulheres muçulmanas denunciam ter sofrido abuso sexual em Meca

Casos aconteceram durante peregrinação a Meca, cidade sagrada para os muçulmanos

Casos aconteceram durante peregrinação a Meca, cidade sagrada para os muçulmanos

Mulheres muçulmanas romperam o silêncio e um tabu ao denunciar o abuso sexual que sofreram durante a peregrinação a Meca (na Arábia Saudita), a cidade mais sagrada para o Islã.

A matéria publicada pela ‘Folha de S. Paulo’ afirma que o movimento começou com o relato de uma jovem paquistanesa nas redes sociais. Ela contou que sentiu uma mão a agarrando pela cintura enquanto circulava a Caaba, o cubo negro no centro de Meca.

Ela pensou que fosse um “erro inocente”. Então percebeu algo pressionado contra as suas nádegas, um toque e um beliscão. Apavorada, deixou o recinto sagrado e nunca mais voltou.

A publicação afirma que esse relato estimulou milhares de outras muçulmanas a romperem o silêncio e a relatarem  experiências de abuso e violência.

Relatos

“Enquanto eu circulava a Caaba, senti uma mão na minha bunda”, diz a egípcia Alaa Fowlia, 21 anos, que na época era adolescente. “Sei que o assédio existe em todos os lugares do mundo, mas não esperava isso durante o ritual”.

Khadija, de 52 anos, contou que em 2010, ela entrou num táxi e, minutos depois, o motorista apertou suas coxas com a mão. Ela saiu as pressas do automóvel e entrou em outro. O segundo taxista disse que tinha uma surpresa, e lhe mostrou o pênis. Ela ficou em choque. “Não falei nada. Saí do carro e comecei a andar sem olhar para trás. Meu coração batia forte e, por um tempo, eu não consegui falar sobre aquilo”.

Inspirada pelos relatos, a ativista egípcia Mona Eltahawy, escreveu sobre suas experiências e criou o movimento #MeToo (eu também, em inglês) e adicionou a palavra mesquita. Ela conta que foi emocionante ver tantas mulheres desabafando e contando suas experiências.

Hoje, aos 50 anos, Eltahawy revela que aos 15 anos, durante a peregrinação dela a Meca, um policial apalpou seus seios. Ela disse que levou anos para superar o trauma e só quando cresceu aprendeu a “chutar, estapear e cuspir no abusador”.

Incômodo

Relatos como esses na internet incomodam a comunidade, pois Meca é o cenário das histórias sagradas vividas pelo profeta Maomé no século 7, segundo a fé islâmica. A peregrinação à cidade é uma das cinco obrigações de todo o muçulmano, como a reza cinco vezes ao dia e o jejum durante o Ramadã.

Muitos foram os ataques as mulheres que escreveram suas histórias na internet.

Eltahawy foi criticada por colegas de fé. “Eles preferiam que me calasse para que os muçulmanos não ficassem com uma imagem ruim”, escreveu.

A jovem paquistanesa, que abre essa matéria, e inaugurou o movimento na internet foi obrigada a fechar sua conta no Facebook.

“Pediam que não contássemos o que aconteceu porque mancharíamos a imagem do lugar sagrado com Meca. Isso me irritou, e decidi escrever”, afirma Khadija.

Fonte: Folha de S. Paulo e Verdade Gospel

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Índia: Bíblias e material cristão são queimados por extremistas hindus

Vídeos publicados na internet mostram cristãos sendo insultados ao ser pegos distribuindo material cristão no sul da Índia

Vídeos publicados na internet mostram cristãos sendo insultados ao serem pegos distribuindo material cristão no sul da Índia

Na última semana, dois vídeos de materiais cristãos sendo queimados no sul da Índia viralizaram na internet, segundo informações da ‘Portas Abertas’. No sul do país, a lei anti-conversão ainda não foi implementada, porém mesmo assim há forte oposição à distribuição de Bíblias e materiais cristãos.

Em ambos os vídeos, cristãos que estavam distribuindo Bíblias e folhetos são agredidos verbalmente e ameaçados, enquanto o material é confiscado ou queimado. Os incidentes foram confirmados por colaboradores de campo da ‘Portas Abertas’.

Em um dos vídeos, o carro de cristãos que estavam distribuindo Bíblias foi parado por extremistas hindus. Eles lhes dirigiam palavras como: “Vocês, cristãos, sumam daqui. É a primeira vez que os vemos, por isso vamos deixá-los ir. Da próxima vez vão ficar sem o carro. Vão embora, senão nós vamos queimar o carro. Na verdade, deveríamos queimar todos vocês, assim essas coisas não aconteceriam. Tirem fotos dos rostos deles! Ponham gasolina nas Bíblias; abram e rasguem as páginas, para que queimem direito”.

No outro vídeo, cristãos estavam distribuindo folhetos e Bíblias para estudantes perto de uma escola em um vilarejo. Eles foram pegos por extremistas hindus, que jogaram o material fora. Eles os insultavam, dizendo: “Por que vocês estão distribuindo folhetos aqui? Não há nenhum cristão nesse vilarejo. Esse povo está recebendo dinheiro de vários lugares para converter as pessoas. Querem fazer lavagem cerebral. Olhem para os folhetos, seus ‘aleluia’”.

Com incidentes de violência ocorrendo quase todos os dias na Índia, o medo tem aumentado entre os cristãos perseguidos. Nos estados em que a lei anti-conversão vigora, a distribuição de Bíblias e folhetos é considerada um crime passível de punição. É visto como uma tentativa de atrair pessoas ao cristianismo usando “meios fraudulentos”.

Ore pela Igreja Perseguida da Índia, para que permaneça firme no propósito de ser sal da terra e luz do mundo.

Fonte: Portas Abertas e Verdade Gospel