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O Toque da Trombeta: Está o Seu Coração Pronto para o Fim dos Tempos?

A promessa do retorno de Jesus Cristo é um dos pilares fundamentais da fé cristã. As Escrituras Sagradas tratam desse evento não como uma teoria distante, mas como uma certeza iminente que deve moldar profundamente o estilo de vida, as prioridades e o caráter do crente.

Este estudo bíblico examina o que a Palavra de Deus diz sobre a volta de Cristo e como o cristão deve se manter vigilante e preparado.

1. A Certeza e a Incerteza do Momento

A Bíblia afirma categoricamente que Jesus voltará, mas também nos lembra que o momento exato é conhecido apenas por Deus.

  • A promessa fiel: O próprio Jesus garantiu aos seus discípulos: “E se eu for e vos preparar o lugar, virei outra vez e vos receberei para mim mesmo, para que onde eu estou estejais vós também” (João 14:3).
  • A surpresa do dia: A Escritura compara a vinda do Senhor à chegada de um ladrão à noite, indicando que pegará o mundo de surpresa. Em Mateus 24:36, Jesus declara: “Porém daquele Dia e hora ninguém sabe, nem os anjos dos céus, nem o Filho, senão meu Pai, só.”
  • A exortação à vigilância: Por não sabermos o dia, o mandamento central é a prontidão constante: “Portanto, estai vós também apercebidos; porque o Filho do Homen há de vir à hora em que não o estais pensando” (Mateus 24:44).

2. O Perigo da Negligência e da Complacência

Um dos maiores riscos para a vida espiritual é a ilusão de que há muito tempo antes de o Senhor retornar, o que pode levar à apatia e ao esfriamento da fé.

  • A parábola das dez virgens: Registrada em Mateus 25:1-13, esta parábola ilustra a diferença entre os prudentes e os néscios. Cinco virgens tinham azeite suficiente em suas lamparinas para esperar o noivo, enquanto as outras negligenciaram a provisão. Quando o noivo chegou de improviso, as unpreparedas ficaram de fora. O azeite simboliza a comunhão genuína e contínua com o Espírito Santo.
  • O servo infiel: Jesus alertou sobre o servo que diz consigo mesmo: “O meu senhor tarde em vir” e passa a maltratar os companheiros e a viver dissolutamente. A surpresa do retorno trará consequências severas para aquele que descuidou de seus deveres espirituais (Mateus 24:48-51).

3. O Que Significa Estar Preparado?

Estar preparado para a vinda de Cristo vai muito além de saber datas ou ter um discurso teológico correto; envolve uma transformação prática diária:

  • Viver em santidade e pureza: “E a vós, que sois atribulados, descanso convosco, quando o Senhor Jesus se manifestar desde o céu com os anjos do seu poder, em chama de fogo, tomando vingança dos que não conhecem a Deus e dos que não acham o evangelho de nosso Senhor Jesus Cristo” (2 Tessalonicenses 1:7-8). A expectativa da Sua vinda purifica o nosso caráter.
  • Cumprir a missão com fidelidade: O Senhor espera nos encontrar trabalhando. Em Lucas 12:42-43, Ele elogiamento o servo prudente que é encontrado alimentando a sua serva no tempo certo. Isso significa usar nossos dons, pregar o Evangelho e servir ao próximo.
  • Manter o coração livre de pesos: “Olhai por vós mesmos, não aconteça que o vosso coração se carregue de glutonaria, de embriaguez, e dos cuidados da vida, e aquele dia vos sobrevenha de improviso” (Lucas 21:34).

“O que testifica estas coisas diz: Certamente presto venho. Amém. Ora, vem, Senhor Jesus!” — Apocalipse 22:20

Conclusão e Reflexão

A volta de Cristo não deve ser encarada pelo cristão como um motivo de medo ou desespero, mas sim como a grande esperança da redenção final. No entanto, essa promessa nos convoca a um exame de consciência sincero.

Diante disso, vale a pergunta para meditarmos hoje: Se Jesus voltasse neste exato momento, o que Ele encontraria em sua vida, em seus pensamentos e em suas prioridades? Que possamos viver de tal maneira que possamos aguardar o Seu retorno com alegria e paz no coração.

Como você percebe a sua rotina espiritual atual diante dessa expectativa do retorno de Cristo?

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Pr.Ângelo Medrado

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Pastor diz ter morrido por 30 minutos, visto anjo e voltado à vida

 

O pastor João Carlos Marques, de Porto Alegre (RS), contou em um programa de TV de um colega que morreu e 30 minutos depois ressuscitou. Nesse meio tempo, disse, seu espírito foi ao céu, onde se encontrou com Jesus Cristo.

Marques contou que em uma quarta-feira de agosto de 1986, após participar de uma conferência em Belém (Pará), passou mal, mas inicialmente se recusou a ir a um hospital porque acreditava no poder de cura de Jesus. Na conferência, ele tinha falado justamente sobre isso. Seis anos antes, Marques já tinha tido dois derrames.

Amigos de Marques acabaram levando-o a um hospital, de onde, segundo ele, seu espírito subiu ao céu por um túnel, não de luz e sim escuro.

Disse que “o paraíso é um luxo”, com muito ouro e o que parece ser diamantes. Lá, os espíritos não são homens nem mulheres, “são neutros”, vestem saia e têm a mesma idade, a de Cristo quando ele morreu.

Marques contou que Cristo o recebeu no pico de uma montanha. O filho de Deus, disse, tinha cabelos longos e barba bem cuidados e olhos azuis. Estava com um vestido longo e cinturão de ouro.

O pastor afirmou que ficou impressionado com o coral do céu e com as harpas, com mais de dois metros de altura – cada uma delas era tocada por “dois seres celestiais”.

Disse que gostaria de ficar lá, mas teve de voltar porque Jesus lhe falou que a sua missão na Terra ainda não tinha terminado. Na volta, acompanhado por um anjo, ele viu de longe o inferno, onde, afirmou, tem muito mais gente do que no paraíso. Contou que voltou para o seu corpo entrando pelo nariz.

Data: 16/9/2011 09:18:49
Fonte: Paulopes

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A MORTE NÃO É O FIM DE TUDO?

Preletor: Eli Fernandes de Oliveira

Os cristãos creem no ensino bíblico que que a tua ressurreição será certa

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     A simples menção da palavra “morte” já traz incômodos para muitas pessoas. E é compreensível pelo caráter trágico da morte. O homem não foi criado para morrer.

A realidade da desobediência dos nossos primeiros pais fez pairar sobre a existência humana a limitação dos dias na Terra.

A morte é mesmo uma experiência trágica, funesta. De súbito, o corpo é transformado numa peça inerte, sem vida. Henry Van Dyke escreveu que “algumas pessoas tem tanto medo de morrer que sequer vivem”. É como se escrevessem ouvindo o lamento lúgubre das pulsações do coração, “reverberando pelo aparelho circulatório, a segredar: mais perto da morte – mais perto da morte”.

Não é raro reações como se negar falar do assunto evitá-lo, etc. Até acontece com alguns diante da iminência da morte, recorrerem ao mecanismo psicológicos da negação evitando admitir para si e para os outros que a hora é chegada.

Ainda assim, é sempre desejável que toda pessoa, diante da proximidade da morte, desde que queira, tenha oportunidade de falar sobre o assunto, ou seja, expor seus temores, suas dúvidas, indagações, frustrações e convicções. Traz um bem psicológico e espiritual.

Mas é bom alvitre que se diga que a morte não é o fim. O homem é um ser espiritual e quando aceita a Cristo como seu Senhor e Salvador, não mais teme a morte. Para o cristão “a morte é apenas passagem e não um termo”, disse Michel Quoist.

Para que entendamos melhor a Bíblia, no seu vasto material sobre a morte, diz que “a nossa esperança em Cristo, não se limita apenas a esta vida: vai adiante, atravessa a morte e penetra além do véu”.

     A experiência do cristão não é igual a do não cristão: este último não tem esperança certa, bem definida, assentada. Os cristãos creem no ensino bíblico de que Jesus morreu e ressuscitou e que virá outra vez, oportunidade em que a ressurreição dos mortos é tão certa como a do Senhor ao terceiro dia de sua morte. Se isto não é verdade, desmorona-se todo o sistema cristão. Não fica nada em pé.

Mas, graças a Deus, além do conforto da ressurreição final, a Bíblia nos ensina “se a nossa casa terrestre deste tabernáculo (nosso corpo) se desfizer (a morte), temos da parte de Deus um edifício, casa não feita por mãos humanas, mas eterna nos céus”.

É compreensível o desconforto diante da morte de alguém que amamos. Mas, não haverá lugar para desespero, ódio, gritarias sem fim, dúvidas atrozes, para aqueles que vêem a morte numa perspectiva de vida eterna pela fé em Cristo Jesus, que venceu, ele mesmo, a tragédia da morte. Dar as costas a essa verdade maravilhosa é tentar negar a razão última de toda esperança, e apegar-se a frágeis e superáveis elucubrações humanas.

Onde está, ó morte a tua vitória? Graças a Deus que nos dá a vida por intermédio de Cristo Jesus (Apostolo Paulo em I Coríntios 15.55 a 57).

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Rev. Ângelo Medrado, Bacharel em Teologia, Doutor em Novo Testamento, referendado pela International Ministry Of Restoration-USA e Multiuniversidade Cristocêntrica é presidente do site Primeira Igreja Virtual do Brasil e da Igreja Batista da Restauração de Vidas em Brasília DF., ex-maçon, autor de diversos livros entre eles: Maçonaria e Cristianismo, O cristão e a Maçonaria,A Religião do antiCristo, Vendas alto nível, com análise transacional e Comportamento Gerencial.