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Você sabe a origem dos ovos de Páscoa?

Quando se fala em Páscoa, qual é a primeira imagem que vem à mente das pessoas?

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Você sabe a origem dos ovos de Páscoa? / Foto: Pixabay

Livrem-se do fermento velho, para que sejam massa nova e sem fermento, como realmente são. Pois Cristo, nosso Cordeiro pascal, foi sacrificado. Por isso, celebremos a festa, não com o fermento velho nem com o fermento da maldade e da perversidade, mas com os pães sem fermento, os pães da sinceridade e da verdade.” 1 Coríntios 5:7-8

A PÁSCOA É UMA DAS FESTAS mais importantes para aqueles que amam a Deus e para a sociedade. Mas será que sabemos, realmente, o que significa Páscoa?

Quando se fala em Páscoa, qual é a primeira imagem que vem à mente das pessoas? Ovos de chocolate, coelhinho, presentes, feriado para viajar… A cultura ocidental, ou seja, a cultura em que vivemos, considera a Páscoa como uma excelente oportunidade para o comércio. Não vejo o crescimento do comércio como um problema. O problema está na motivação que sustenta tudo isso.

Você sabe a origem dos ovos de Páscoa? Tudo começou com a pintura de ovos cozidos para presentear amigos e familiares. Bem, até aqui tudo bem… No entanto, essa prática, além de não ser bíblica, está ligada diretamente à deusa da fertilidade Eostre ou Ostera, que significa “Deusa da Aurora ou do Renascimento”. Suas sacerdotisas, através de pinturas nos ovos e de entranhas de uma lebre, afirmavam conseguir prever o futuro e a sorte das pessoas que as procuravam.

Aquela musiquinha que diz: “Coelhinho da Páscoa, que trazes pra mim?”, na verdade, era cantada assim: “Lebre de Eostre, o que suas entranhas trazem de sorte para mim?”.

Do culto pagão a Eostre, surgiu a Páscoa Ocidental. Tanto é assim, que a palavra para Páscoa em inglês é Easter, e em alemão é Ostern. Essa tradição era tão forte que foi introduzida às celebrações cristãs.

Então, qual é o verdadeiro significado da Páscoa? Para isso, precisaremos voltar à origem da Páscoa, quando o povo de Israel ainda era escravo no Egito.

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Ressurreição: o verdadeiro significado da páscoa

O longa volta no tempo para contar a história por trás da ressurreição de Cristo sob a ótica de um homem incrédulo.

por Chayanne Maiara-gospelprime-

 

Ressurreição: o verdadeiro significado da páscoa

No mês em que a igreja cristã celebra a páscoa, chega aos cinemas do Brasil o filme Ressurreição com estreia marcada para o dia 17 de março. O longa distribuído pela Sony Pictures é um lembrete aos cristãos do verdadeiro significado desse momento, o encontro do homem com Cristo.

De forma inédita, um incrédulo, Clavius, interpretado por Joseph Fiennes, ilustra o conflito do homem ao se deparar com algo inexplicável, a Ressurreição de Jesus. Segundo Mickey Liddell, “a abordagem de Kevin dá a oportunidade de você se colocar no lugar de Clavius, esse cético soldado romano que estava muito confuso sobre todas essas coisas loucas que aconteciam na Judéia. Ele não está procurando o corpo de Cristo para seguir sua agenda política ou religiosa. Ele está só seguindo ordens”.

O ator britânico Joseph Fiennes compartilha o mesmo sentimento e comenta “o roteiro me fazia avançar as páginas sem saber ao certo como iria acabar, porque quando você vê isso através de um novo olhar, a Ressurreição de Jesus é sem dúvida a mãe de todos os mistérios de assassinato”.

Assim como o significado compartilhado pela data comemorativa de maior relevância da igreja cristã, a páscoa, o filme apresenta exatamente o processo de conversão do homem por meio de Clavius, como afirma Fiennes “no início do filme, ele é um militar rigoroso e ambicioso, que passou vinte e cinco anos servindo ao exército romano, então ele está realmente enraizado em uma forma de pensar.

E, através dessa série de aventuras, Clavius chega a uma dilema, onde percebe que deve haver uma vida além de tudo que ele conhecia antes, algo além de sua condição anterior. Tendo acabado com o suposto Messias, Clavius se vê novamente diante de Jesus no final do filme, quando ele ressuscita, e essa é uma grande virada”.

Confira o trailer dessa superprodução que lembra aos cristãos o motivo do nascimento, crucificação e ressurreição de Jesus:

httpv://www.youtube.com/watch?v=ys8NvE4ID9w

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Evangélicos podem comer ovos de Páscoa?

 

PorAndrea Madambashi | Repórter do The Christian Post

Ao que a Páscoa se aproxima, e milhares se preparam para celebrar o momento religioso com ovos de chocolate, muitos se perguntam se comer os simbólicos ovos de chocolate não desvirtua o real sentido do evento.

  • ovos de pascoa

    (Foto: Divulgação)

    Ovos de Páscoa.

 

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O motivo é que a data nada tem a ver com ovos, sendo uma festa judaica e lembrada pelos cristãos como o tempo em que Jesus morreu na cruz e depois ressuscitou.

Assim surge a pergunta: Os evangélicos comem ovos de Páscoa?

Para entender o assunto, e responder a questão, o escritor, conferencista e Chanceler da Universidade Presbiteriana Mackenzie, rev. Augustus Nicodemus explica em um artigo em seu blog, sobre o significado da Páscoa e a importância do evento para os cristãos.

Segundo Nicodemus, a Páscoa é uma festa judaica que se refere ao episódio da Décima Praga narrado no Antigo Testamento.

Neste dia, ele explica, o anjo da morte “passou por cima” das casas dos judeus no Egito e não entrou em nenhuma delas para matar os primogênitos. Depois disso, os israelitas saíram do Egito, livres da escravidão de 400 anos e o dia foi instituído como festa da “páscoa” por Moisés.

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A festa, tornou-se a mais importante festa anual dos judeus, quando sacrificava-se um cordeiro que era comido com ervas amargas e pães sem fermento.

Segundo o reverendo, Jesus Cristo foi traído, preso e morto durante a celebração em Jerusalém, tendo sua morte ocorrida numa sexta, e sua ressurreição num domingo.

Na quinta-feira, Jesus determinou aos seus discípulos que comessem pão e tomassem vinho em memória dele. “Estes elementos simbolizavam seu corpo e seu sangue que seriam dados pelos pecados de muitos – uma referência antecipada à sua morte na cruz”.

Nicodemus esclarece, assim, que a Páscoa não é celebrada pelos cristãos, pois é uma festa judaica. É um momento em que se lembra o sacrifício de Jesus, e se come pão e vinho em memória dele.

“E isto não somente nesta época do ano, mas durante o ano todo”, faz ele a ressalva.

Para concluir, ele afirma que coelhos, ovos e outros apetrechos populares que foram acrescentados ao evento, nada têm a ver com o significado da Páscoa judaica e nem da ceia do Senhor celebrada pelos cristãos.

O que fazer então com a Páscoa, bem como as crendices acrescentadas a ela? O teólogo deixa sugestões:

(1) rejeitá-las completamente, por causa dos erros, equívocos, superstições e mercantilismo que contaminaram a ocasião;
(2) aceitá-las normalmente como parte da cultura brasileira;
(3) usar a ocasião para redimir o verdadeiro sentido da Páscoa.