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Pedra Bruta e Fé Viva: Um Diálogo entre o Esquadro e a Cruz
Por Ângelo D. Medrado
Trabalhando a pedra bruta
Introdução: O Falso Dilema
Muitas vezes, o homem caminha por entre sombras projetadas pela ignorância e pelo preconceito.
Ao longo de minha jornada, percebi que muitos cristãos olham para o Templo Maçônico
com desconfiança, enquanto alguns maçons se esquecem das raízes sagradas que sustentam a sua moral.
Este livreto não é um tratado teológico, mas um convite à reflexão: pode o pedreiro livre (o maçom) servir ao Criador sob a luz da fé cristã?
Capítulo 1: O Canteiro de Obras de Deus
A Maçonaria não nasceu em gabinetes obscuros, mas sob a sombra das grandes catedrais da Europa.
Os antigos mestres maçons eram operários da fé. Quando olhamos para as ferramentas — o Esquadro e o Compasso —
vemos mais do que metal; vemos o desejo humano de retidão diante de Deus.
• O Esquadro: A moralidade que regula nossas ações com o próximo.
• O Compasso: A medida justa de nossa relação com o Divino.
No Cristianismo, Cristo nos chama a ser “pedras vivas” na edificação de um reino espiritual.
Na Maçonaria, buscamos desbastar a nossa “pedra bruta”. O objetivo é o mesmo: o aperfeiçoamento da obra do Criador.
Capítulo 2: O Grande Arquiteto e o Deus de Israel
Existe uma confusão comum sobre o G.A.D.U.. Devo ser claro: a Maçonaria não é uma religião e não possui deuses próprios.
O Grande Arquiteto do Universo é o nome que damos ao Criador para que o Templo seja um lugar de união, não de divisão.
Para o cristão, o Arquiteto é Deus, revelado em Jesus Cristo. Não há conflito em honrar o Criador por meio de Sua obra geométrica enquanto se professa a fé em Sua Palavra.
Capítulo 3: A Prática da Caridade
O ponto de encontro mais belo entre o Cristianismo e a Maçonaria é a Caridade.
1. Na Igreja: Praticamos o amor ao próximo como um mandamento divino.
2. Na Loja maçônica : Exercemos a filantropia como um dever social e moral.
Um maçom cristão entende que o avental que ele veste é, na verdade, um uniforme de serviço. Se a nossa passagem pelo Templo não nos torna cristãos mais tolerantes, pacientes e caridosos, então nossa iniciação foi em vão.
Capítulo 4: Convivendo com as Diferenças
Não ignoro as tensões históricas. Sei das proibições e dos dogmas. Porém, a Maçonaria ensina a Tolerância. Ser maçom é saber ouvir o irmão que pensa diferente, mantendo-se firme em suas próprias convicções.
O verdadeiro cristianismo, por sua vez, é fundado no amor, e o amor não teme a fraternidade.
Conclusão: A Luz que Não se Apaga
Ao fechar este livreto, espero que o leitor compreenda que a cruz e o esquadro podem ocupar o mesmo espaço no coração do homem de bem.
A Maçonaria oferece as ferramentas;
o Cristianismo oferece a Salvação. Juntas, essas forças podem transformar o homem comum em um pilar de luz para a sociedade.
“Buscai a verdade, e a verdade vos libertará.” — Este é o lema do iniciado e a promessa do Redentor.
Autor : Pr. Ângelo Medrado
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Fotos, correção e pesquisas por inteligência artificial
Antes de morrer, Nikola Tesla teria dito algo que poucos compreenderam na época: que Deus é frequência… e que o corpo humano é uma antena. A mesma lei que faz um átomo vibrar quando outro, na mesma frequência, se aproxima — não é mágica. É física. Não é fé cega. É mecânica. É ressonância. Ao longo do tempo, estudiosos de diferentes tradições perceberam algo em comum: quando o corpo entra em um determinado estado, a realidade responde. Não como um favor concedido, mas como um reflexo natural dessa sintonia. A religião ensinou muitos a pedir, como se Deus estivesse distante, sentado em um trono, decidindo quem é digno. Mas além das estruturas e dos rituais, há uma percepção mais profunda: Deus não decide… Deus ressoa. A religião pode ser um caminho para acessar esse estado — mas não é o único. Há quem encontre com ela, há quem encontre sem ela… e há quem nunca encontre, mesmo dentro dela. Porque o acesso não está no sistema de crenças, mas na frequência do corpo. Você não precisa encontrar Deus. Precisa encontrar a frequência em que Ele já está te respondendo. Sempre esteve. A antena é o seu corpo — só estava fora de sintonia. A questão nunca foi se Deus existe. A verdadeira pergunta é: em que frequência você está? A oração que funciona não é a que tem as palavras certas. É a que coloca o corpo no estado certo. O monge em silêncio, a mãe em oração, o xamã no tambor, o sufi girando… práticas diferentes, mas o mesmo estado. A mesma frequência. A mesma resposta do campo. No fim, não importa no que você acredita. O campo não reage à crença — responde à vibração. E talvez seja isso que muda tudo: não é sobre convencer o céu… é sobre alinhar o que você é.