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Onze frazes célebres escolhidas por Martin Luther King

Onze frases escolhidas de Martin Luther King

 

 

 

Em homenagem ao pastor batista e líder social no 45 aniversário de sua morte.

04 DE ABRIL DE 2013

Era a tarde do 4 de abril de 1968. Martin Luther King, pastor batista de 39 anos de idade, saiu a tomar um pouco de ar em uma varanda do Hotel Lorraine, o único de Memphis que aceitava negros. Uma bala, disparada desde uma varanda em frente ao seu, penetrou-lhe pela bochecha direita e atingiu-lhe a coluna vertebral. King morreu pouco depois no Hospital St. Joseph .

Temos resgatado onze de suas frases mais conhecidas, cheias de sentido, profundidade e significado.

São as seguintes:

1.- Temos aprendido a voar como os pássaros, e a nadar como os peixes. Mas não temos aprendido a arte singela de viver juntos como irmãos

2.- Nada no mundo é mais perigoso que a ignorância sincera e a estupidez profunda

3.-Ninguém se nos subirá em cima se antes nós não dobramos as costas

4.-O preocupante não é a perversidade dos homens malvados, senão a indiferença dos homens bons.

5.-Se o homem não tem descoberto nada pelo que morrer, não é digno de viver.

6.- Sonho que em um dia, nas vermelhas colinas de Georgia, os filhos dos antigos escravos e os filhos dos antigos donos de escravos, se possam sentar juntos à mesa da hermandade…

7.-Temos guiado aos mísseis e desviado aos homens.

8.-De minha fé cristã tenho obtido meus ideais e de Gandhi a fórmula para a ação.

9.-Nada se esquece mais devagar que uma ofensa; e nada mais rápido que um favor.

10.-Os filósofos não têm feito mais que interpretar o mundo, mas o que faz falta é o transformar.

11.-Sempre é o momento apropriado para fazer o que é correto.

 
 

 

 

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Padre afirma que jovem morto em manifestação é sinal de que Brasil ‘acordou’

Por Sarah Curty | Correspondente do The Christian Post

O padre Edgard Sebastião Rosse, da paróquia Santo Estevão Diácono, em Ribeirão Preto, São Paulo, afirmou que a morte do estudante Marcos Delefrate, de 18 anos, durante uma manifestação na cidade, foi um sinal de que o Brasil “acordou”.

  • protesto
    (Foto: Divulgação)
    Imagens dos protestos contra o aumento do preço do ônibus em São Paulo.

“Ele representa o país que acordou, mesmo sendo fruto de uma fatalidade”, disse o padre. Marcos era frequentador da igreja e participava de um grupo de jovens da paróquia. Ele foi velado ali após ser atropelado por um motorista que invadiu a manifestação e atropelou outras onze pessoas.

Marcos e os amigos estavam em um dos protestos que ocupou mais de cem cidades brasileiras e levou cerca de um milhão de pessoas às ruas para manifestar contra a corrupção, o aumento das tarifas do transporte público, o superfaturamento de obras da Copa do Mundo, entre outros.

“Eu estava ao lado dele o tempo todo. Seguíamos manifestando por um país mais justo de forma pacífica até aparecer o motorista. Eu conseguir sair do lado do carro, mas meu amigo não”, disse Maurício de Oliveira Paulino Rosa, amigo de Marcos.

Marcos estava terminando o ensino médio e era considerado por amigos e família como um rapaz tranquilo, esforçado e inteligente. Fazia curso técnico de mecânica no SENAI e sonhava em ser fisiculturista. A família doou suas córneas.

O motorista responsável pelo atropelamento está foragido e o carro, que está registrado em nome de uma empresa, segue desaparecido.

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Uma outra passeata, dessa vez em homenagem ao estudante, está marcada para a noite desta sexta-feira e seguirá o mesmo trajeto percorrido ontem. Colegas de escola e amigos de Marcos portarão cartazes com mensagens de despedidas e homenagens ao rapaz.

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Aprovação do projeto ‘cura gay’ pela Comissão de Feliciano é notícia falsa, critica colunista da Veja

PorAmanda Gigliotti | Repórter do The Christian Post

A aprovação do projeto de lei que altera a resolução do Conselho Federal de Psicologia (CFP), com relação ao tratamento de homossexuais, causou polêmica, nesta terça-feira. Jornalistas fizeram críticas pela abordagem ‘distorcida’ e ‘mentirosa’ das notícias sobre o referido projeto que ficou conhecido como ‘projeto de cura gay’.

  • Comissão de Direitos Humanos
    (Foto: Divulgação/PSC)
    Comissão de Direitos Humanos presidida pelo deputado Pastor Marco Feliciano.

De acordo com o colunista da Veja, Reinaldo Azevedo, as manchetes que dizem que foi aprovado o “projeto de cura gay”, referentes a esse projeto, correspondem à falsas notícias. Ele critica também os títulos que dizem que a “Comissão de Feliciano.. aprovou”.

O projeto de Decreto Legislativo nº 234/11, de autoria do deputado João Campos (PSDB-GO) visa sustar o parágrafo único do Art. 3° da resolução do CFP, que proíbe os psicólogos de oferecerem tratamento aos homossexuais. “Os psicólogos não colaborarão com eventos e serviços que proponham tratamento e cura das homossexualidades”, diz o parágrafo.

Ele também susta o artigo Art. 4° que diz “Os psicólogos não se pronunciarão, nem participarão de pronunciamentos públicos, nos meios de comunicação de massa, de modo a reforçar os preconceitos sociais existentes em relação aos homossexuais como portadores de qualquer desordem psíquica”.

Azevedo explica que o projeto não se trata de curar os gays, ressaltando que ela não é enquadrada na lista de doenças pela Organização Mundial de Saúde. E afirma que a comissão também não pertence a Marco Feliciano (PSC-SP).

O colunista da Veja classificou tais notícias como “militância política em redação”. “Cada um que tivesse as suas convicções, mas o compromisso tinha de ser com o fato, segundo valores, a saber: defesa da democracia, do estado de direito, da economia de mercado”.

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“Era proibido, por exemplo, mentir, simplificar ou trapacear em nome do bem da humanidade. Jornalista reporta o que vê – alguns opinam. Mas sem inventar o que não existe num caso ou noutro”.

O texto foi aprovado por votação simbólica e tem a intenção de devolver a autonomia profissional, sob a justificativa de que “O Conselho Federal de Psicologia, ao restringir o trabalho dos profissionais e o direito da pessoa de receber orientação profissional, por intermédio do questionado ato normativo, extrapolou o seu poder regulamentar”.

Antes de virar lei, o projeto deverá ainda seguir para a Comissão de Seguridade Social e Família e para a Comissão de Constituição e Justiça para, então, chegar ao plenário da Câmara para apreciação dos outros deputados.