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“Aceitei Jesus, sou um novo homem”, diz Marcelinho Paraíba

Marcelinho Paraíba
Marcelinho Paraíba

Prestes a completar 44 anos, o jogador de futebol Marcelinho Paraíba disse que agora vive um novo tempo.

O meia que agora volta ao Treze, o Alvinegro de Campina Grande, afirmou que se tornou evangélico e agora está vendo Jesus transformar sua vida por completo.

Em sua primeira atividade na terceira passagem com a camisa do Treze, o camisa 10 do time pregou para os companheiros de equipe e compartilhou seu testemunho.

Ele relembrou o passado marcado por muitas polêmicas e admitiu que não consegue explicar como conseguiu se manter fisicamente, mesmo misturando futebol e farras.

“Muita coisa mudou na minha vida. Há algum tempo eu me converti. Aceitei Jesus como o meu único salvador. E isso tem sido maravilhoso na minha vida. Melhorou a convivência em casa com a família, a questão do descanso em casa”, explicou.

“Antes eu era do mundo, vivia em farra, em festa. Eu não sei nem como eu consegui jogar até essa idade diante de tudo isso. Mas daqui para frente é só benção, sou um novo homem. Sempre procurando fazer o certo e trabalhando pelo Treze”, acrescentou.

Ao longo da carreira, Marcelinho Paraíba, que tem passagens por grandes clubes do Brasil, como São Paulo, Grêmio, Flamengo, Sport, Coritiba, entre outros, além de ser ídolo do alemão Hertha Berlim, colecionou polêmicas.

Em 2002, quando já estava jogando na Alemanha, Marcelinho foi flagrado dirigindo embriagado. Voltando ao Brasil, o meia especialista em cobranças de falta acumulou brigas em boates. Em 2011, vivenciou sua pior fase, quando foi preso em flagrante por tentativa de estupro. Porém jogador afirma que os escândalos em sua carreira já são página virada em sua vida.

Apesar de ter vivenciado muitos momentos tensos em sua vida, Marcelinho considera que o maior foi quando sentiu sua saúde ser seriamente afetada. Na temporada passada, já vestindo a camisa do Treze, o jogador sofreu uma isquemia, um princípio de Acidente Vascular Cerebral (AVC), e teve que ser internado.

Mas o jogador conseguiu se recuperar rapidamente, voltando aos gramados antes do previsto pelos médicos.

Diante de tanta polêmica e o grande susto, Marcelinho garante que acalmou o coração. A partir de agora, o foco passa a ser somente a família e a dedicação total ao Treze.

Capitão e camisa 10, o meia mostrou muita empolgação por estar de volta ao clube de Campina Grande, no qual foi um dos destaques na campanha do vice-campeonato da Série D no ano passado. Atualmente com 43 anos e prestes a completar 44, Marcelinho Paraíba disse que, para ele, a idade é apenas um número.

“Eu estou muito feliz em retornar ao Treze. Não era nem para eu ter saído. Tenho um carinho muito grande por esse clube, por essa torcida. Agora é pensar em fazer uma grande competição, uma boa temporada. Da minha parte sempre vai existir muito empenho. A idade é apenas um número. Se você tem disposição, está dentro de você. Se deixar se levar pela idade, você vai perder o foco. Procuro me exercitar, tenho uma vida bem ativa. Ainda me sinto uma criança, isso prestes a completar 44 anos. Tenho condições de jogar 90 minutos, mas para isso é preciso se preparar”, afirmou.

Fonte: Guiame com informações de Globo Esporte

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Descoberta evidência da rota usada por Moisés no Êxodo

Deserto do Egito. (Foto: Rabah al-Shammary / Unsplash)Deserto do Egito. (Foto: Rabah al-Shammary / Unsplash)

Os estudiosos da Bíblia da Fundação de Pesquisa Duvidante de Thomas (DTRF) acreditam que podem ter descoberto a rota que Moisés tomou quando liderou os Filhos de Israel da escravidão do Egito à Terra Prometida.

O grupo disse ao Daily Star Online que eles viajaram para a Arábia Saudita três vezes durante a pesquisa e encontraram evidências de que os israelitas viajaram pelo reino dos dias modernos para chegar a Israel.

O pesquisador do DTRF, Ryan Mauro, ainda está trabalhando nesta teoria, mas disse que a rota mais “plausível” é aquela em que os israelitas saíram do Egito pelo Cairo e cruzaram a Península do Sinai.

Ele acredita que eles entraram na antiga Midiã e pararam no Monte Sinai, que ele afirma ser o pico de Jabal al-Lawz no leste da Arábia Saudita.

“Depois de três viagens à Arábia Saudita, estou totalmente convencido de que os israelitas entraram na antiga terra de Midiã quando fugiram da escravidão no Egito”, disse ele ao Daily Star Online.

No ano passado, a organização lançou um documentário detalhando sua busca para encontrar o Monte Sinai na Arábia Saudita.

Mauro disse que ele e sua equipe descobriram várias evidências de que Jabal al-Lawz é onde o Monte Sinai estava localizado.

“O bezerro de ouro, a rocha dividida, o altar de Moisés, o local de travessia do Mar Vermelho; todas essas peças precisam se encaixar e se encaixam neste local de uma maneira que nenhum outro site faz”, disse ele.

O monte Sinai é tradicionalmente associado à península do Sinai, no Egito. O Mosteiro de Santa Catarina foi construído sobre o que se acredita ser o local onde Deus falou a Moisés na sarça ardente.

“Talvez esses (céticos) tenham duvidado do relato histórico da história do Êxodo por causa da falta de evidências no local tradicional de Santa Catarina, mas o que encontramos parece se encaixar nos relatos antigos”, disse Mauro sobre o Jabal al-Lawz.

Jabal al-Lawz foi previamente identificado como o possível local do Monte Sinai, mas os estudiosos duvidam dessa teoria.

“Não há evidências históricas, geográficas, arqueológicas ou bíblicas confiáveis ​​para a tese de que o Monte Sinai está em Jabal al-Lawz na Arábia Saudita”, disse o pesquisador criacionista Gordon Franz.

Mauro também disse ao Daily Star Online que há evidências de que Moisés dividiu o mar no Golfo de Aqaba na moderna praia de Nuweiba. Lá, a travessia teria apenas oito milhas de largura e uma profundidade de apenas 33 metros (108 pés).

“Vai levar algum tempo para trazer essa teoria alternativa para a historiografia tradicional, mas acredito que nosso trabalho vai mudar seriamente a paisagem sobre esse assunto”, disse Mauro.

Os estudiosos do mainstream duvidam seriamente da historicidade dos eventos registrados em Êxodo devido à falta de evidências arqueológicas.

Mauro os encoraja a ter uma mente aberta.

“Basicamente diria a alguém que é (cético) sobre o Êxodo para manter uma mente aberta sobre o assunto”, disse ele. “Esses eventos realmente aconteceram. Não é necessário acreditar em uma dessas religiões para aceitar as provas.”

Mauro disse que sua equipe está atualmente tentando montar uma estrutura exata de cronograma e mapa para o Exodus com base em suas descobertas.

“O que eu encontrei lá foi simplesmente alucinante. Eu não pude acreditar que havia toda essa evidência para o Êxodo e dificilmente alguém fora desta região estava ciente disso.”

Fonte: Guia-me

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Professor de inglês cria curso para alunos transexuais e travestis com aulas gratuitas em igreja no Rio

Por Mateus Almeida, G1 Rio


Professor de inglês cria curso gratuito para trans e travestis em igreja no Rio

Professor de inglês cria curso gratuito para trans e travestis em igreja no Rio

Realizar sonhos e ensinar inglês. São esses os objetivos do professor Thiago Peniche, que criou um curso totalmente gratuito para transexuais e travestis. Com aulas semanais, o rapaz de 21 anos se encontra com seus novos alunos na Igreja da Comunidade Metropolitana, no Centro do Rio.

Com uma iniciativa voluntária e sem participação de patrocinadores, Thiago vê na iniciativa a oportunidade de mudar a vida de pessoas que não tiveram a mesma condição que ele, que também é transexual.

O professor de inglês Thiago Peniche teve a ideia de criar o Projeto Es(trans)geiros, curso gratuito para transexuais e travestis — Foto: Marcos Serra Lima/G1
O professor de inglês Thiago Peniche teve a ideia de criar o Projeto Es(trans)geiros, curso gratuito para transexuais e travestis — Foto: Marcos Serra Lima/G1

“A população transexual sofre muito no Brasil, marginaliza a gente. A gente vive uma situação de violência sistemática, a gente morre todo dia. A gente é impedido de acessar o mercado de trabalho e âmbitos educacionais. Só que eu tive o privilégio de aprender, mas a maioria das pessoas trans como eu não teve. Não sou uma regra, sou exceção”, conta Thiago

Ele explicou que teve a ideia de transformar sua vocação em uma ferramenta de mudança social, logo após voltar de um intercâmbio no Canadá. Segundo Thiago, o curso oferece uma oportunidade e segurança.

“Esse curso propõe um ambiente de segurança e socialização entre essas pessoas, para que elas se sintam à vontade para o momento do aprendizado. Aprender uma segunda língua em um ambiente onde eles não vão sofrer julgamento algum. Porque a maioria das pessoas trans não consegue nem terminar o Ensino Médio. E as pessoas querem aprender, só que falta oportunidade.”

“A igreja está aberta de todas as formas, porque a gente tenta, enquanto igreja, influenciar para o bem comum com foco nas pessoas LBGTs, mas não somente. E é bom enfatizar que esse projeto é um projeto de protagonismo das pessoas trans. É um projeto do professor Thiago com essas pessoas. Nós igreja entramos somente como parceiros”, aponta o pastor, que comanda a Igreja da Comunidade Metropolitana no Rio há pouco mais de um ano.

Pastor Luís Gustavo cedeu o espaço da Igreja da Comunidade Metropolitana, no Centro do Rio, para receber as aulas do curso de inglês solidário — Foto: Marcos Serra Lima/G1
Pastor Luís Gustavo cedeu o espaço da Igreja da Comunidade Metropolitana, no Centro do Rio, para receber as aulas do curso de inglês solidário — Foto: Marcos Serra Lima/G1

“A ICM é a primeira igreja inclusiva do mundo. E o nosso foco principal é atrair pessoas LGBTs para a igreja de Cristo. A gente sabe que as igrejas excluem as pessoas. Então, a gente está em busca dessas pessoas que foram excluídas ou até quem nunca entrou em uma igreja, mas deseja ouvir a proposta de Cristo”, conta Luís Gustavo.

E, para Thiago, a junção de um espaço religioso e o acolhimento das minorias não poderia ser de forma melhor.

Panfleto de boas-vindas na Igreja da Comunidade Metropolitana do Rio de Janeiro: Deus ama todas a pessoas — Foto: Marcos Serra Lima/G1
Panfleto de boas-vindas na Igreja da Comunidade Metropolitana do Rio de Janeiro: Deus ama todas a pessoas — Foto: Marcos Serra Lima/G1

 Doações anônimas

Para dar o pontapé inicial no curso gratuito, Thiago criou uma “vaquinha” para arrecadar dinheiro para comprar material escolar e também para custear as passagens dos alunos. Os primeiros R$ 100 deram lugar a outras quantias, que chegam de forma anônima pela internet.

“No início, estipulei a meta de conseguir R$ 100 por mês. Mas, eu percebi que com todos os gastos precisaria um pouco mais. Além do custo da passagem, com alunos que saem de Duque de Caxias, Saracuruna, Marechal Hermes, Bangu, a gente também gasta com o material usado nas aulas e também um lanche”, conta Thiago.

Ele vê em seus alunos o seu reflexo e a dificuldade de ser uma pessoa trans e passar por transformações.

“O meu período de transição foi muito difícil, claro. Mas eu tive muito apoio familiar e dos meus amigos. Isso mudou a minha vida. Se eu tivesse sofrido tudo que eu sofri sem o apoio deles não sei o que teria acontecido comigo. E eu sou muito grato por isso. E todas as pessoas trans precisam disso: apoio. E não é tão difícil apoiar alguém e amar alguém”, diz.