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Adão e Eva, o princípio da “Raça Humana”

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Pesquisas científicas apontam evidências da existência de Adão e Eva, diz conceituada geneticista

Publicado por Tiago Chagas – gnoticias

Pesquisas científicas apontam evidências da existência de Adão e Eva, diz conceituada geneticistaA geneticista Georgia Purdom, Ph.D. em genética molecular pela Universidade Estadual de Ohio (EUA), lançou recentemente um DVD com uma palestra sobre “A Genética de Adão e Eva”, mostrando evidências de que o relato de Gênesis sobre o primeiro casal é amparado pela ciência.Em um artigo recente sobre o tema, a geneticista – que é cristã – afirmou que “um dos maiores debates no cristianismo diz respeito às duas primeiras pessoas, Adão e Eva, se eram reais ou o produto de mitos”, escreveu.

No texto, Purdom destaca que o assédio exercido por pesquisas científicas e pela Teoria da Evolução, de  Charles Darwin, sobre a tradição cristã, fez muitos fiéis recuarem e se renderem ao que é divulgado pela mídia. Mas essa é uma postura errada, segundo a geneticista.

“Aqueles que afirmam que evoluímos ao longo de milhões de anos acreditam que Adão e Eva, conforme a Bíblia ensina sobre eles, não têm lugar na história da humanidade. Eles argumentam que a ciência da genética prova que não podemos ser descendentes de apenas duas pessoas. Muitos cristãos aceitaram esta posição e propõem que a sua existência histórica é irrelevante para o cristianismo e o evangelho”, contextualiza Purdom.

Entretanto, a pesquisadora desencoraja esse tipo de postura, e relembra que o primeiro casal, dentro do cristianismo, é fundamental para a compreensão do propósito de Salvação: “Entender que Adão e Eva eram pessoas reais ajuda as pessoas a perceberem a necessidade de um salvador, por que foram eles que trouxeram o pecado”, pontua.

Com diversos artigos científicos publicados por conceituadas revistas, como Journal of Neuroscience e Journal of Bone and Mineral Research, Purdom destaca que uma das principais alegações da Teoria da Evolução não é compatível com o que já se sabe sobre o DNA humano: “A genética mostra claramente que humanos e chimpanzés não compartilham um ancestral comum. Há muitas, muitas diferenças em seu DNA que minam completamente a possibilidade de ancestralidade compartilhada”, destaca.

Citando o trabalho de pesquisa feito pelo colega geneticista Nathaniel Jeanson, a doutora afirma que há evidências de que o relato bíblico é mais preciso do que se supõe: “Ele mostra claramente que o ancestral humano comum de todos nós (Eva) viveu dentro do período bíblico de apenas milhares de anos atrás”.

Por fim, destaca que a vinda de Jesus à terra, como homem, é a solução definitiva para o erro cometido por Adão e Eva, no Jardim do Éden, que terminou por inserir o pecado no mundo: “Jesus é a solução para o problema do mal, que começou em Gênesis 3. Paulo fez essa conexão muito clara em Romanos 5 e 1 Coríntios 15″, conceitua, segundo informações do Christian News.

Assista à palestra (em inglês) da doutora Georgia Purdom:

httpv://www.youtube.com/watch?v=HHSrFKwbRPM

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Fóssil de cobra com 4 patas retoma debate sobre veracidade da Bíblia

Descoberta de paleontóloga reabre discussão sobre a “maldição” de Gênesis 3

por Jarbas Aragão -gospelprime-

 

Fóssil de cobra com 4 patas retoma debate sobre veracidade da Bíblia
Encontrado fóssil de cobra com quatro patas no Brasil

Todas as vezes que os críticos falam sobre a veracidade dos relatos bíblicos, o Livro de Gênesis é quase sempre o mais atacado.

Contudo, uma descoberta revelada pela conceituada revista “Science” nesta semana reascende o debate sobre o quanto se pode aceitar a ideia de uma cobra com patas.

O fóssil de uma nova espécie de cobra que inegavelmente tinha quatro patas e teria vivido no Brasil é a primeira que se tem notícia. Segundo os cientistas, ela viveu na Bacia do Araripe, no Ceará, há cerca de 120 milhões de anos.

O artigo da Science foi assinado por David M. Martill, paleontólogo da Universidade de Portsmouth, no Reino Unido, com a colaboração de Helmut Tischlinger e Nicholas Longrich.

A espécie foi batizada de Tetrapodophis amplectus. “O fóssil faz parte de uma exposição maior de fósseis do período Cretáceo”, disse Martill em um comunicado. “Ficou claro que ninguém tinha apreciado a sua importância, mas quando eu a vi, sabia que era um espécime extremamente significativo.”

Embora fósseis de cobras com pernas tivessem sido encontrados antes, sempre eram duas patas malformadas. Este é o primeiro exemplar de uma cobra com quatro patas funcionais.

Durante centenas de anos, os defensores do criacionismo alegavam que com a maldição o animal sofreu uma mudança em sua estrutura. Agora, parece que essa hipótese não era totalmente sem fundamento. Com informações de National Geographic