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Mais de 2.000 pessoas se entregam a Cristo durante culto com Kanye West

Kanye West no palco durante apresentação do álbum e filme Kanye West no palco durante apresentação do álbum e filme “Jesus Is King” no The Forum em 23 de outubro de 2019 em Inglewood, Califórnia.
(Foto: Reprodução/Kevin Winter/Getty)

Kanye West acaba de lançar seu álbum: Jesus is King. Um grande culto, que aconteceu no Forum em Los Angeles, Califórnia, no domingo (03), marca o primeiro concerto após o lançamento do álbum.

Após as apresentações das canções gospel, houve uma pregação e um convite para que as pessoas se entregassem a Jesus.

Na avaliação de Shawn Bolz, fundador dos Ministérios Bolz, que esteve no evento, cerca de 2.000 pessoas aceitaram o convite para a salvação em Cristo.

Bolz diz que o estádio, que estava coberto de milhares de plantas e flores vivas formando um jardim enorme, teve uma apresentação híbrida de concerto Gospel Choir e um tipo de cruzada de Billy Graham.

No meio do estádio, um círculo grande acomodava os mais de 100 artistas e bandas que se apresentaram.

“O culto de domingo aconteceu cerca de uma hora depois do planejado, mas, quando começou, tinha um nível de energia que você não encontra na maioria dos cultos das igrejas”, declarou Bolz.

“As pessoas que estavam no coral e na banda poderiam se considerar adoradoras primeiro, mas eram definitivamente artistas de alto nível que dedicaram toda parte de sua energia à adoração”, conta Bolz, que diz que desde a primeira música, tudo foi adoração. “Não havia ego no palco, nenhum desvirtuamento da mensagem que Jesus salva e é digno”.

Bolz conta que havia mais de 10.000 pessoas reunidas no Coliseu. Todo tipo de pessoas, idades, denominações e cerca da metade do público de não cristãos.

“[Minha esposa] Cherie e eu olhamos um para o outro e pensamos a mesma coisa: estávamos na igreja”, conta.

Bolz diz que um pregador se levantou, “lembrando-me Billy Graham ou Joel Osteen, e trouxe uma mensagem bonita e relevante sobre a salvação onde ele examinou quem é Jesus, o que Ele fez na cruz e como podemos ser salvos, lendo o livro de João”.

Depois daquela mensagem, Bolz disse que houve um convite. “Então ele convidou as pessoas a receberem a salvação”.

O diretor do coral, Jason White terminou o concerto e fez um convite para a salvação e uma oração evangélica completa de arrependimento e perdão, convidando as pessoas a orar com ele.

“Todo o público orou em voz alta e isso deixou minha esposa e eu imaginando: esse é um novo modelo de cruzada dos dias modernos que pode mudar o mundo?”, contou.

No final, o próprio Kanye cantou repetidamente: “Jesus é o Senhor, todo joelho se dobrará, toda língua confessará, Jesus é o Senhor”. E convidou sua filha ao palco para cantar com ele que repetia. “LA, levante as mãos, esta é a nossa música final!”

Bolz disse que testemunhar em primeira mão que Kanye realmente ama Jesus foi um fenômeno. “Não eram apenas palavras, era real para ele… Isso nos fez realmente querer orar por ele ainda mais”, disse o pastor.

Fonte: Guia-me com informações de CBN News

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Pastor Caio Fábio defende seu filho das acusações de que estaria pastoreando igreja gay

Em resposta curta e direta o pastor Caio Fábio D’Araújo Filho, que escreve todas as quartas-feiras para a sua coluna “Reflexão”, aqui no FolhaGospel, respondeu à nossa equipe sobre recentes boatos de que seu filho, Ciro D’Araújo, estaria pastoreando uma igreja gay.

A equipe do portal FolhaGospel entrou em contato com o pastor Caio Fábio, depois de recebermos alguns e-mails e lermos na Internet, inclusive em alguns sites evangélicos, notícias de que seu filho, Ciro D’Araújo, teria se tornado pastor de um igreja para homossexuais e que teria se declarado gay.

Na intenção de levar aos seu assinantes, a verdade, ou pelo menos, o fato, sem boatos, o portal FolhaGospel entrou em contato com o pastor Caio Fábio para saber a resposta do pastor sobre estes recentes boatos a respeito do seu filho.

A resposta do pastor Caio, que não quis se prolongar sobre o assunto foi a que segue abaixo:

“Ë mentira. Meu filho é músico, cantor de Ópera do Municipal, e regente de coral; e a única igreja que ele vai, é a Catedral do Rio, quando lá prego, ou aqui no Caminho, sempre que vem. E mais: tem pavor de “igreja gay”. Esta é a verdade. O mais vem do maligno.

Caio”

FolhaGospel.com
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Fundação católica denuncia perseguição religiosa contra cristãos em 20 países

  
Cristãos do Paquistão protestam contra a perseguição religiosa

A Fundação católica Ajuda à Igreja que Sofre (ACN) na Itália apresentou em Roma as conclusões de seu estudo “Perseguidos mais do que nunca. Relatório sobre a perseguição anticristã entre 2017 e 2019”.

Este relatório apresentado em 24 de outubro examina o desenvolvimento dos 20 países mais afetados por essa violação dos direitos humanos, de julho de 2017 até hoje, e demonstra que os cristãos são o grupo religioso mais perseguido e que o eixo do fundamentalismo islâmico mudou da África e sul e leste da Ásia.

O cardeal Leonardo Sandri, prefeito da Congregação para as Igrejas Orientais, descreveu o relatório apresentado pela Ajuda à Igreja que Sofre como “um instrumento precioso”.

Esta fundação católica denunciou que existem quase 300 milhões de cristãos vivendo em países onde há perseguição. No período estudado, a situação não melhorou e os países de CamarõesBurkina Faso e Sri Lanka se juntaram à lista dos cristãos que sofrem.

Esses dois últimos países representam, de acordo com Alessandro Monteduro, diretor da ACN Itália, os exemplos mais dramáticos desse cenário em mudança da perseguição anticristã, que encontra novas formas e novos territórios devido à ineficiência das estratégias implementadas até agora.

“Infelizmente, o estudo da ACN demonstra que a resposta militar não é suficiente. De fato, desde 2017, desde a derrota do ISIS no norte do Iraque e em grande parte da Síria, assistimos a migração do terrorismo em outras partes do mundo, especialmente na África e no sul e leste da Ásia”, destacou Monteduro.

Além disso, explicou que “os 20 países que Ajuda à Igreja que Sofre mostra como territórios nos quais as minorias cristãs sofrem perseguição, reúnem mais de 4 milhões de pessoas. A defesa da liberdade religiosa deveria ser mais prioritária do que nunca na agenda das grandes potências nacionais e das instituições supranacionais. No entanto, ainda não é assim”, destacou o diretor da ACN Itália.

Embora as relações diplomáticas tenham melhorado entre os chefes das nações ocidentais e os mandatários de nações como Coreia do Norte ou China, isso não significa uma melhoria nas condições dos cristãos nessas áreas, como destacou Alfredo Mantovano, presidente da ACN Itália.

“Não podemos nos enganar que a possível redução de armamento ou a assinatura de tratados de cooperação econômica dentro das fronteiras corresponde a uma diminuição da perseguição religiosa. A rota da seda também é facilmente percorrida por armas e dinheiro. Enquanto países como a Itália aceitam os acordos com o subcontinente chinês, os cristãos lá sofrem uma redução de suas possibilidades de realizar manifestações públicas de fé, assim como privadas, que não sejam controladas por estruturas do partido”, assegurou Mantovano.

Este relatório também mostra que no sul e leste da Ásia, no período em análise, foram verificados alguns ataques anticristãos mais fortes, como o que ocorreu no Sri Lanka no dia da Páscoa e deixou 258 mortos.

Durante a apresentação deste relatório, esteve presente o reitor do Santuário de Santo Antônio, em Colombo, Pe. K. A Jude Raj Fernando, que contou os trágicos momentos nos quais sua igreja foi atacada.

“Eu não podia acreditar no que estava vendo com meus olhos. Vi meus paroquianos mortos e ensanguentados e me perguntava, ‘meu Deus! Por quê?’. Mas, apesar da grande ferida que isso causou, permanecemos fortes em nossa fé, o que nos permite perdoar nossos perseguidores. Perdoamos e continuamos pedindo justiça para nossas vítimas. É por isso que rezamos todos os dias”, assegurou Pe. Jude Raj Fernando.

Este relatório da ACN também denuncia a dramática situação na África, onde nos últimos anos houve um aumento nas formações jihadistas que atacaram os cristãos em mais lugares.

Na violência anticristã, o preço mais alto é pago por sacerdotes e religiosos. De fato, dos 18 sacerdotes e 1 religiosa mortos no mundo durante o ano de 2019, 15 deles morreram na África, em concreto, 3 em Burkina Faso.

Neste país, segundo contou Roger Kologo, sacerdote de Burkina Faso, “é um ato de verdadeira caça aos cristãos, que são atacados durante procissões e manifestações públicas de sua fé e são até procurados em suas próprias casas para serem executados. Desde o início do ano, mais de 60 fiéis foram mortos”.

O presbítero explicou a trágica escalada de ataques anticristãos iniciados em sua própria diocese na última Sexta-feira Santa e lembrou o sacerdote sequestrado Joel Yougbare.

“Na noite anterior ao sequestro, tínhamos jantado juntos. Disse-me que ia visitar uma comunidade em uma área remota. Sabia que era perigoso, os jihadistas o tinham controlado e mais de uma vez o tinham seguido, mas ele não queria abandonar seus fiéis. É um homem muito corajoso e nós continuamos orando para que ele continue com vida”.

Fonte: ACI Digital